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sexta-feira, 5 de agosto de 2011 - 13:59Antigos em geral, Indústria automobilística

INVEJA MATA?

SÃO PAULO (se matar, morri) - O Jason Vôngoli, que eu já disse aqui tratar-se do melhor jornalista de automóveis do mundo, dirigiu em BH (sim, BH!) um Benz 1886. O primeiro carro do planeta. Não vou contar todos os detalhes. Estão lá no blog do Mestre Mahar.

Como sempre, texto impecável. E dá uma raiva! O cara ainda ganha para fazer essas coisas!

21 comentários

  1. Rômulo Rostand disse:

    Prezado Flavio Gomes,

    Estou construindo uma réplica livre de um Fiat 1899. Procurando vídeos para colocar no meu blog. Encontrei um víídeo no Youtube um fabricante de réplicas fiéis do Qudricycle Ford 1896. Achei muito interessante. Tanto que escrevi um post :

    http://carruagemsemcavalo.blogspot.com/2011/08/quadricycle-ford-1896-ja-pensou-em-ter.html

    Fiqo imaginado a sensação de andar num Benz identico ao original.
    Abraço,

  2. Pedro Jungbluth disse:

    O poblema da isetta era o tamanho, não consideram um carro por causa do tamanho, como se isso tivesse alguma lógica. Na verdade o termo foi apenas criado para dar uma propagandinha para a DKW, tipo um apoio político para estímulo, nada grave. Acho muito pouco importante isso tudo, por que o legal é conhecer a história da Isetta, da Kombi, da Universal.

    Sobre a Benz, ser considerado o primeiro, pelo menos o primeiro patenteado, é justo, por que nada existia antes, nem utilitário, nem moto, NADA, foi a primeira patente do aparelho em si.

    Já o termo “CARRO” é muito abrangente, ônibus é carro, vagão de trem é carro. A discussão em si é sobre o primeiro automóvel. Automóvel, pelo uso do termo hoje em dia, é o chamado carro de passeio. Nisso, claro que pelo bom senso a Kombi de passageiro e a Isetta eram sim, de longe.

    • Flavio Gomes disse:

      Nada contra as Isettas, mas apenas esclarecendo. Técnica e legalmente, a definição de “carro” para o GEIA obrigava que o veículo tivesse ao menos duas portas, capacidade para no mínimo quatro pessoas e espaço para bagagem. As Romi-Isettas não atendiam a esses quesitos e, por isso, a caminhoneta DKW-Vemag é considerada o primeiro automóvel do país. Não sei direito em qual categoria as Romi-Isettas se enquadravam. Bom lembrar que a Romi apresentou seu primeiro veículo (que tinha motor com capacidade cúbica das motocilcetas) dois meses antes da Vemag, apenas.

  3. Pedro Jungbluth disse:

    Vale dizer que o veículo original não existe faz tempo, por que foi construído apenas um para formar a patente. Então tudo bem, é bem legal, sem dúvida queria um, mas é uma máquina que nem tem 10 anos, uma réplica perfeita, mas uma réplica, ao contrário do que afirma do texto tentando subverter o termo.

    • Jason Vôngoli disse:

      O veículo original de 1886 ainda existe, exposto no Deutsches Museum, em Munique (a informação está no fim da reportagem).

      O Patent-Motorwagen não ” foi construído apenas um para formar a patente”. Com alguns aprimoramentos, foi produzido e vendido até 1893 – seis anos depois do primeiro exemplar (na mesma reportagem, pode se ver até a reprodução de um anúncio).

      Réplica seria se fosse feita por outro fabricante. Exemplo: a Chamonix faz réplicas de Porsche.

      No caso do Patent-Motorwagen, é a própria Benz (hoje Mercedes-Benz) que, esporadicamente, volta a produzir o carro – seguindo inclusive a numeração de chassi original (ver foto que ilustra o texto).

      Quando a Volks decidiu relançar o Fusca, em 1993, produziu réplicas?

      A Morgan está relançando seu modelo de três rodas dos anos 30. Serão réplicas?

  4. claude bes disse:

    o meu pai nasceu em 1898, me contava que (isso foi em Aix em Provence) que e le era ajudante de um padre que era o unico dono de um Dion Bollet, um dia nestrada tentaram passar de outro carro mais a cada tentativa o outro mudava de mão, isso a 20kmh ate que emparelharam e pediram vc anda a direita ou a esquerda, ai a surpresa ele respondeu eu ando na sombra ……….

  5. Alexandre - BH disse:

    Camilo, pelos critérios do Grupo Executivo da Indústria Automobilística – GEIA, criado no governo JK, a perua DKW foi considerada o primeiro carro nacional. Acho que por ter quatro rodas e as primeiras Romi-Isetta somente três. A confirmar.

    • Camilo Fontana disse:

      Olá Alexandre, conheço mais ou menos essa história… não entendi o motivo de ignorarem a Isetta, na época. Isso pode inclusive ter ajudado na curta duração e baixa produção. Ela é um carro, não há como negar.

      Não sei os motivos (lógicamente devem ser politicos/industriais) afinal o carro era, enfim, nacional e produzindo em “massa”. Mas a Isetta tem 4 pneuzinhos… os dois de trás com bitola bem estreita, e pelo que li esse seria o motivo – por isso da “pergunta” anterior.

      E mesmo que fossem 3, quantas rodas tem o Benz acima mesmo? Quem é o GEIA pra decidir isso? (Politicos: Acham que entendem alguma coisa de qualquer coisa)

      Agora, escrevendo pensei em uma coisa que tenho que procurar melhor.

      A Isetta era estampada/martelada/rebitada aqui ou seria CKD?

      Procurando rapidamente achei essas datas:

      05/09/1956 – Isetta
      02/09/1957 – Kombi
      15/11/1957 – Universal

      Ajude quem souber.

      Obs: pelo que entendi o carro guiado não tem 125 anos. Afinal foi replicado (ou qualquer outro nome que queiram dizer) do projeto original (que pode seguir um número seriado) , que deve estar muito bem guardado caso ainda exista, é a “monalisa” ou a “capela sistina” dos carros.

  6. Junior disse:

    Que clássico! O carro parece uma carroça com motor, e o Jason parece o Bebeto.

  7. Camilo Fontana disse:

    One Question:

    Se o triciclo Benz é o 1º carro do mundo, por que a Romi-Isetta não é o 1º carro do Brasil?

  8. Alexandre - BH disse:

    O dono desse carro mora aqui, por isso está na exposição. Até onde sei, o evento foi organizado pelo Veteran de MG e o acervo pertence a um colecionador que é sócio do shopping.

  9. Mario Mesquita disse:

    “Esquimó com cisco” foi qualquer coisa…eheheheh.

    Aí, não pra fazer uma réplica tupiniquim não? Uns caixotes, ferro, um motor de scooter e rodas de bicicleta, taí a nossa “releitura”!

    [xingamentos abaixo]

  10. Ronald Wolff disse:

    O cidadâo do VRUM,do SBT, que não me recordo o nome…(Bóris???), também andou nesse veículo…

  11. bruno capu disse:

    está no boulevard shopping, eu vi ao vivo também…o Boris Feldman também dirigiu e mostrou em seu programa na tv alterosa (SBT)

  12. Carlos Lins disse:

    Como eu não vi algo assim na minha cidade???

    Ótima matéria dele!

  13. Luís Augusto disse:

    Tive o prazer de conhecer esse Benz ao vivo. Perfeito em cada detalhe!

  14. Marcelo disse:

    Tá vendo como é o Gomes, lição de vida, com ele não tem essa PACHECADA INSANA, que o NOSSO é sempre o melhor de todos os tempos. Pura arrogância essa pachecada:

    Brasil!!!
    Brasil!!!
    Brasil!!!

    E tem que ser o melhor de todos os tempos,se não, não vale…

    Gomes é lição de vida, questão de humildade e reconhecimento! Quem dera eu ser companheiro do Schumacão na Ferrari, não tinha problema nenhum tomar surra, ia até gostar. Ele é o melhor de todos os tempos e pronto!!!

    Pilotei um desse no PS2, jogo: Gran Turismo 4!

    Vc acelera, acelera e quase não sai do lugar, acho que leva uns 10 minutos para percorrer na pista oval, mas desisti demora muito. Foi aí que tudo começou, “eles” escreveram a HISTÓRIA, curiosamente o resto veio atrás…

  15. Mario Mesquita disse:

    Incrivel é ele estar de olho aberto na foto, rs.

    • luis da matta disse:

      Ah ah , boa Mário. Nosso amigo , sempre de olhos fechados, como um esquimó com cisco , pelo visto abriu-os bem para conduzir a preciosidade do colecionador.
      Sei lá né, vai queee…

  16. Andre Decourt disse:

    O Vongoli merece uma revista inteira, para ele coordenar uma equipe, e logicamente fazer especiais como essa matéria !!!

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