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quarta-feira, 4 de setembro de 2013 - 13:55Cinema

PRIMEIRAS IMPRESSÕES

rushcartazestreiaSÃO PAULO (veremos) – Já rolou pré-estreia de “Rush”, o filme que todos esperamos há alguns meses sobre a temporada de 1976, a rivalidade entre Hunt e Lauda e tudo mais. Dia desses um amigo me perguntou: dá para reduzir a F-1 a essa rivalidade? Não seria um exagero, já que Lauda x Hunt nem foi assim a maior de todas? Respondi que tem tragédia (acidente de Lauda) e sexo (Hunt na plenitude), e só isso basta para fazer um bom roteiro e contar uma boa história, ainda mais tendo a F-1 como pano de fundo.

Bem, a Alessandra Alves, do GPTotal, já assistiu e escreveu uma excelente crítica. Deem uma olhada. Voltaremos ao tema, claro. Assim que estrear oficialmente, dia 13, pretendo ver rapidinho.

43 comentários

  1. John McClane disse:

    Não foi uma grande rivalidade – os dois eram até bons colegas. Nada como Senna x Prost ou Mansell x Piquet. E, mesmo, Lauda foi muito mais piloto que Hunt.

  2. perna quebrada disse:

    Entrevista de Niki Lauda na TV Manchete em 84.

    http://www.youtube.com/watch?v=x0tUbyeam6g

  3. Seinfeld disse:

    Um grande piloto de F1 é um RockStar do esporte. James Hunt levou isso ao pé da letra.

    http://gq.globo.com/Motor/noticia/2013/09/lenda-hedonista-de-james-hunt.html

  4. Diego Pereira disse:

    Fica a dica para ler uma crítica sobre o filme. Não vejo a hora de assitir!
    http://omelete.uol.com.br/festival-de-toronto/cinema/rush-no-limite-da-emocao-critica/#.Uim-vdK-oQM

  5. Xumacão disse:

    Total forçação de barra esse negócio da rivalidade entre os dois, já que eles se davam bem, o Hunt só foi campeão porque o Lauda ficou umas 3 corridas fora por conta do acidente, e, depois do título, ele praticamente não fez mais nada na F-1, enquanto que o Lauda continuou nos holofotes sendo campeão de novo com a Ferrari, peitando a equipe e indo pra Brabham, ganhando 2 corridas com aquela merda de motor Alfa, saindo e voltando pra F-1 na McLaren que tava uma draga e voltando a ser campeão nesta última, já bem evoluída, derrotando o melhor novato da época que era o Prost.

    Individualmente as histórias dos dois são muito interessantes, sem dúvida, mas esse “cruzamento” me pareceu forçado, totalmente ficção. Rivalidade, ao meu ver, era Senna x Prost, Piquet x Mansell, Schumacher x Hill, Hamilton x Alonso, com rusgas pra valer. Até Piquet x Senna, muito mais fora da pista do que dentro dela.

    • Seinfeld disse:

      Até o dia de sua morte, Senna já estava fazendo parte da rivalidade seguinte: Senna x Schumacher (que na minha opinião teria sido a mais forte de todos os tempos).

      Schumacher x Hill? Naaa! Damon Hill? Tá brincando? Era “Schumacher x Williams”…

      E Schumacher x Hakkinen? Bem melhor.

      E houve depois uns 3 anos de Schumacher x Alonso…até a primeira aposentadoria do alemão. (seguiu o roteiro do que seria Schumacher x Senna)

      E só depois veio Alonso x Hamilton.

  6. Fernando de Carvalho disse:

    No mesmo GPTotal uma coluna do Eduardo Correa em um comparativo com Gran Prix, vale a pena ler.

  7. Smirkoff disse:

    Já vi e achei que é um bom filme. Sou daqueles “contadores de rebites” quando se trata de F1 histórica, mas achei que o filme entretém todo mundo, não só fãs de corridas, e isso é um mérito do roteirista Paul Morgan. Tem várias “licenças poéticas” e “esquecimento” de momentos importantes, mas não caberia tudo em duas horas. Só tem uma cena totalmente inventada com o Hunt que exagerou na dose. A reconstituição de época é geralmente bem feita.

    Acho que o filme vai pro Oscar, especialmente pela interpretação do Daniel Brühl. Se for, vai ser uma promoção e tanto pro esporte, se bem que o esporte do filme é o dos anos 70…

    O diretor do documentário “Senna” está tentando tocar um filme sobre a dupla Mike Hawthorne e Peter Collins, que espero que o agito de “Rush” venha a facilitar. De minha parte, o que eu gostaria mesmo de ver é uma minissérie “1982″, a melhor temporada de todas.

    Sobre a importância da rivalidade entre Hunt e Lauda… 1976 é o ano da internacionalização televisiva definitiva da F1, e a briga dos dois, dentro e fora da pista, criou fãs no mundo todo. No Brasil o foco estava em Emerson e Copersucar, já com um traço de decepção, então acho que o impacto dessa briga não foi tão grande por aqui.

    • Ulisses disse:

      Sem dúvida que não foi. Eu era muito novo nessa época, mesmo assim, só fiquei sabendo desse duelo anos depois, uma pena (para mim).
      Acompanhava par e passo a saga do F1 brasileiro e de todos os outros carros. Tentava descobrir onde estava o problema, porque a equipe (Fittipaldi) era muito boa, a grande maioria de seus integrantes foram campeões mundias “depois” (inclusive Rosberg, que entrou na F1 pela equipe).
      Mas enfim, estou com receio em relação a esse filme. Os roteiros cinematográficos atualmente tendem a infantilizar histórias complexas! Ou, talvez seja eu que esteja ficando velho.
      E essa é uma bela história!!!!!

    • Paulo Emilio disse:

      A temporada de 1976 foi eleita a melhor de todos os tempos, em eleição realizada entre os leitores da AUTOSPORT inglesa ! Realmente foi um temporada muito interessante, mas pelos motivos errados ! Para mim representou o fim da Formula 1 que eu tanto gostava ! Muita politica ! Os Italianos contra a chamada ” máfia ingleza ” ! Desclassificações, mudanças dos resultados das provas pela FIA, o falso episodio da gasolina adulterada em Monza ! Mudança do regulamento com os carros ficando mais feios sem as tomadas de ar e com os aerofólios mais perto das rodas ! O sonho da equipe brasileira que destruiu a carreira na F1 de nosso maior campeão ! O Pace penando com um Brabham pesado e lento com o motor Alfa Romeo! Aquele final nebuloso e triste no Japão ! Apesar de saber que o bom filme é aquele que dá dinheiro , espero que Rush agrade aos fãs de automobilismo !

  8. Daniel Cabron disse:

    Eita não lembrava mais do GPTotal e nem da
    Alessandra Alves

  9. marcos disse:

    se eu fosse fiscal d epista e visse um acidente com hunt eu o deixaria morrer la pois sempre que iam ajuda-lo ele agredia os fiscais.

  10. Paulo Pinto disse:

    Hunt foi campeão devido ao acidente de Lauda. Pegou a McLaren aprontada por Emerson e ainda contou com a reconquista dos pontos da vitória na Espanha, onde foi desclassificado por irregularidade no carro.

    A “fama” desse piloto-copinho se sustenta à sombra do Mito, e vez por outra, no capacete do Iceman (com certeza, por motivo etílico).

    O tempo se encarregará de enterrá-lo.

  11. Adriano Silva disse:

    Nos comentários da crítica indicada no link um desavisado reclama porque neste filme não aparece… o Senna! Vê se pode…

  12. André Grochovski disse:

    Aguardando o torrent…

  13. Assisti hoje, em uma sessão exclusiva para a imprensa também. Muito bom. Não é um retrato 100% fiel do que aconteceu naquela temporada (caso contrário, seria um documentário), mas o filme cumpre muito bem seu papel. E dá aos leigos a oportunidade de ter uma ideia de como aquele campeonato se desenrolou ao longo do ano. Vocês vão gostar.

  14. Glaucio disse:

    Flavio, prazer, sempre acompanho o blog e aprecio muito os comentários que tu apresentas neste. Sou fãzaço de automobilismo e piloto de kart desde 1992. Comprei ontem em uma viagem a trabalho e, no caminho, já li mais da metade do livro “Corrida para a glória” de Tom Rubython, traduzido pela Beatriz Veloso. Segundo consta, seria a obra que teria impulsionado o filme Rush.
    Tentei encontrar um endereço de email para te escrever, mas não encontrei, portanto o faço aqui nos comentários.
    Verdade ou não, o autor escreve que nosso ídolo Emerson Fittipaldi resolveu trocar a McLaren pela Copersucar ao final de 1975 em razão do salário, que na McLaren era de U$ 250 mil, e na Copersucar passou a U$ 1 milhão. Depois ele até refere que Emerson também disse que sonhava em pilotar por uma escuderia brasileira e tal, mas reforça a questão do dinheiro, pois o próprio pessoal da Marlboro, na época, assim o acusou, de mercenário.
    Sinceramente não conhecia essa parte da história e confesso que me deixou chateado, pois não sabia que tinha razões financeiras por trás do sonho da equipe nacional da F1.
    Você sabe dizer se isso é verdade? Em tempo, o livro é ótimo, estou ansioso para terminálo, indico a todos.
    Muito obrigado e continua com esse sucesso sempre, acompanho o blog diariamente, virou rotina. Forte Abraço

  15. Ricardo disse:

    “só isso basta para fazer um bom roteiro e contar uma boa história, ainda mais tendo a F-1 como pano de fundo.” Acho que o mesmo pode ser dito se fizessem um filme contando a história do Nelson Piquet. Teria bastante sexo, humor e belas rivalidades como com o próprio Lauda, com o Prost e com o Mansell. O único problema é que o Nelsão não é tão conhecido no exterior como esses outros pilotos, infelizmente

  16. JT disse:

    Daniel Brühl, o ator que faz o papel de Niki Lauda em Rush, protagonizou um filme independente muito interessante, Edukators, sobre jovens anti-capitalistas na Alemanha que invadiam casas para bagunçar objetos caros e luxuosos e deixar mensagens de protesto.
    Confesso que comecei a assistir o filme, que passou na Mostra de Cinema Internacional da Cultura, com os dois pés atrás. Mas ao longo da história vamos percebendo que acima do radicalismo existe uma mensagem de caráter humanista. O final é surpreendente.

  17. Matteoni disse:

    Enquanto isso, na F1 de hoje, não tem tragédia, ninguém come mais ninguém, só o Choronso faz drama, e enquanto uns ganham dinheiro, outros ganham títulos.

    http://m.terra.com.br/noticia?n=8ef8aaa4aa9e0410VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD&a=home&s=1&c=ultimasportadabr&e=especiais_capa_br

  18. Moacyr Lopes disse:

    Pelo jeito, só vai passar aqui em Uberaba em 2015. #uberabaroça

  19. Alex disse:

    Primeira parte da trilogia. Depois será Prost x Senna e Schumacher x Alonso.

  20. Alessandro Neri disse:

    Claro que não dá pra reduzir a F1 a essa impressionante rivalidade, mas que ela floresceu na mais espectacular época da F1 , disso não há dúvidas. E o que o Hunt andou nas 3 ultimas provas estará para sempre marcado na história da F1, como um dos momentos mais sublimes de um piloto na arte de combinar determinação , agressividade e coragem. Sei bem , Lauda quarto em Monza 6 semanas após o inferno de Nurburgring. Dificil expressar em palavras o que esses dois Deuses da F1 protagonizaram naquela época e particularmente em 76.

    • Rafael disse:

      A primeira coisa que me vem à cabeça quando leio sobre a temporada de 76 é Lauda com o rosto ainda não totalmente cicatrizado vestindo a balaclava. Isso dois meses depois de quase ter morrido.

      Teve um jornal alemão da época que colocou a seguinte manchete de capa: “Estupendo ou Estúpido?”

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