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Wednesday, 31 de May de 2006 - 16:05Brasil

Alessandra, a grande

SÃO PAULO (daquele tamanhinho e escreve tudo isso) – Sem me alongar, entrem no Blog da Alessandra e leiam “Ode ao Iguatemi”.

Aplausos.

13 comentários

  1. Renato Chedid says:

    Texto fabuloso…tempos que não voltam mais…Parabéns, Alessandra!!

  2. Alessandra Alves says:

    milton: aquela lanchonete a que você se refere acho que é o “brazão”, que por sinal está lá até hoje sem que nenhum ser vivente seja capaz de explicar, porque ela realmente não tem nada a ver com o chiquê do resto do shopping. vai ver é uma contribuição do shopping à diversidade sócio-cultural…

    j. fonseca: bingo! atirei no vi e acertei no que não vi, porque a maioria dos comentários versa sobre o saudosismo, mas a minha intenção era justamente chamar a atenção para essa transformação do shopping, que vem a ser essa estratificação radical da sociedade brasileira. posso reproduzir seu comentário lá no meu blog?

  3. Jayme Fonseca says:

    O texto é ótimo, nos lembra de uma época que não volta mais. A proposito, a evolução do Iguatemi nos mostra a concentração de renda estupida de nosso país. Os pobres tornaram-se miseráveis, a classe média caminha para a pobreza, e uma minoria caminha para niveis de riqueza estupidamente elevada.

  4. milton says:

    E a loja da Procópio Sports? E aquela Lanchonete fuleira( esqueci o nome) em que a gente comia um cachorro quente no balcão? E o Hélcio errano da Hi Fi fantasiado te atendendo na porta da loja.
    Das duas uma: ou estamos saudosos ou estamos ficando velhos ( o que vem a dar no mesmo…).
    Abraços

  5. Claudio Ceregatti says:

    Alessandra:
    Não é mais GLS, agora é GLBT.
    Tudo muda muito rápido. Naquele tempo nem tinha tantos sexos assim…

  6. Marcelo Foresti says:

    FG,
    Com que moral vc escreve sobre o “tamanhinho” da Alessandra. Há algum tempo, alguém aqui te chamou de “lenhador de bonsai” (podia ser “piloto de autorama”, “escafandrista de aquário”, etc…). Como tb faço parte do grupo dos “desprovidos de estatura elevada” (termo politicamente correto para descrever os baixinhos) deixo aqui o meu protesto!
    Foresti

  7. Alessandra Alves says:

    J.M. tem razão! Já arrumei lá, obrigada. (Jules et Jim seria uma lanchonete bem GLS, né? hihihihih)

    Marcelo: podes crer, eu era pequena mas fui também à creperia Rick Store, mas nem lembrava do nome. Lembro só de uma cena risível: meus pais deixando o carro no estacionamento do Iguatemi e me recomendando para fica quieta, sem dar bandeira de que íamos cometer a suprema infração de atravessar a rua para ir ao Rick. Adivinha o que eu fiz? Bingo: “Mamãe, por que a gente está saindo do shopping?!”.

  8. ciro says:

    o relógio d’água tem um nome, vem do grego, clepsidra, o único que vi na vida.

  9. Marcelo Foresti says:

    A Alessandra esqueceu de comentar sobre o Rick Store, uma lanchonete que fazia crepes (em frente ao iguatemí, na esquina da rua grécia, onde hoje acho q é um banco…..) que foi um dos bons locais de SP (tinha até “racha” os sábados, até chegar o pessoal do detran…..). Tinha também o chico hamburger, ainda na época que a rua iguatemi (onde hoje é a faria lima) era de paralelepípedo (antes de abrirem a avenida…) Estou ficando velho porém este texto me lembrou os bons tempos de “profissão estudante”, mesada e maverick V8 quadrijet com motor canadense. Realmente éramos felizes e não sabiamos….
    abs
    Foresti

  10. Jonny'O says:

    Aqui em Andradas nem a venda do Seu Pipoko tem mais,comprava la umas bombinhas pra estourar no quintal da dona Sermirames.
    Vocês ainda tem o Iguatemi!

  11. J.M. Siracusa says:

    A lanchonete era Julie & Jim, não Jules.
    Texto bom prá você, FG, que se amarra em velharias e reminiscências… engraçado essa coisa de achar que antigamente tudo era melhor, orra meu, nós é que éramos jovens, caray.

  12. Tohmé says:

    Ela tem toda razão. E também passei parte de infância lá no Iguatemi. E sempre ia (e queria morar) na loja BALÃO VERMELHO, que era um verdadeiro sonho de qquer criança.

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