Dez, onze, doze

SÃO PAULO(Well on his way head in a cloud/The man of a thousand voices is talking perfectly loud) – Completamente fora de época, mas compreendo o blogueiro Fábio Marangon, que está lendo a excepcional biografia de Senna, “O Herói Revelado”, e diz relutar a chegar em 1º de maio.

Sou citado no livro, de forma ligeiramente equivocada. Quando dos dez anos da morte de Ayrton, rabisquei algumas linhas. Se interessar a alguém, é só dar uma olhada.

Comentários

  • Ayrton Senna se transformou de um extraordinário piloto do automobilismo mundial para um dos maiores mitos do esporte em todos os tempos (certamente o maior que o Brasil já teve). Quer outra explicação para o fato dele ser lembrado (para o bem ou para o mal) decorridos mais de 12 anos de sua morte ?

  • Senna certamente não era “The Fool On The Hill”. Estava mais para “Nowhere Man”.
    Ele foi isso: um cara decente, o melhor piloto do mundo entre 1986 e 1993. Um obstinado.
    E teve um destino trágico como só os heróis (“quem precisa deles?”) têm.
    Grande sujeito esse Senna.

    Um abraço.

    Jorge F.

  • Respeito é algo que não se impoe… se conquista… e para ser grande, é preciso respeitar e ser respeitado… talvez por isso AS seja tão idolatrado… Por ele tenho apenas uma admiração pelo esportista… e para por ai… ele com certeza faz falta.