Gira mondo, gira (terça)

SÃO PAULO(boy, you’re gonna carry that weight) – Os Mutantes voltaram, tocaram segunda-feira à noite em Londres e, como escreveu o autor do texto linkado (linkado?), “parece que voltamos a Pompéia em 1969”, o bairro, não a cidade soterrada pelo vulcão. Londres escreveu em algum lugar que os Mutantes são a maior banda psicodélica de todos os tempos. Ave, Dinho, nosso elo com os Mutantes, irmão do Reginaldo Leme, queridos manos e amigos e tudo mais.

E Jacarepaguá miou de vez, graças aos 60 milhões que o governo federal rasgou dando a grana ao alcaide para fazer uma piscina, ou algo do gênero, no autódromo. Os cariocas têm mais um a quem creditar o fim de seu automobilismo, além do alcaide: o presidente.

E o empresário do Robinho mandou um ofício à CBF para que seu pupilo fosse inscrito com o número 15 na Copa por causa da Vivo, acabou com o 23 da Intelig, acho que estão começando a exagerar, mas gostei de ver o Capita apresentando as camisetas Athleta de novo, uma história fabulosa, essa. A Athleta vestiu a seleção (e tantos outros clubes (eu tenho uma camiseta do Enéas Athleta) até 77, quando a Adidas fechou um contrato com a CBD, e ficou adormecida desde então. No Japão, vejam só, um fã da marca (esses japoneses…) criou uma confecção com o mesmo nome (esse site aí em cima é japa) e recentemente injetou uma grana na Athleta brasileira, tornando-se sócio aqui da velha fábrica instalada no Belém, na zona leste de SP. Uma bela fábula empresarial, e a Athleta relançou as camisetas da seleção, e é uma dessas que quero ver se encontro por aí.

E Schumacher visitou a seleção alemã, e o time de Elton John subiu na Inglaterra, e o Alonso perdeu o Laureus para Federer, mas a Renault levou como melhor equipe e Valentino ficou com esse Oscar meio estranho na categoria “espírito esportivo”.

E a Daslu estava sonegando de novo, apreenderam 1,7 milhão de reais em bolsas num porto de Santa Catarina. Que vaca, essa Daslu.

E quando continua “Lost”? Onde está o Walt?

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