Tudo que é sólido…

SÃO PAULO (tinha de ser bem naquele dia?) – Essa história aqui, só lendo. A quatro mãos, o blogueiro Joaquim Lopes Filho e o colunista Roberto Brandão, que se conheceram sábado passado em Interlagos, escreveram a última Retrovisor, entre uma passagem e outra do lerdíssimo #96 (um carro gentil, que dá tempo aos torcedores para conversarem).

Imperdível, como se diz.

Comentários

  • Prezado Joaquim, essa prova deu tanta encrenca, que confunde a gente até hoje. Já fazem 36 anos e vce falou em 26 !! (Vai ver que a cronometragem errou ) brincadeira! abraços PS amanhã vou para Brasilia , um abraço p/ vc e o Jovino.

  • Jovino, esses Mil Km de Brasilia de 70 foram tão confusos que até hoje, 26 anos depois, geram polêmica. Eu estava nos boxes e o que vi de baderna e confusão já dava outra coluna. Por exemplo: Luiz Grecco, cappo da Equipe Bino quase aos tapas com a direção de prova, pilotos sendo dado ordem de prisão quando do primeiro pit-stop, Exército e Policia circulando nos boxes para forçar a participação dos pilotos (comum nos tempos da ditadura militar) e a prova terminando com apenas 800 km percorridos e muito mais. Sds.

  • sensacional! %[email protected]$&@#coluna esta RETROVISOR. uma história surpreendente e cativante a cada texto. saudações ao narrador joaquin, ao autor brandão e a vc flavinho, pela brilhante idéia de inseri-la no grande premio. para quem gosta de história, e de corrida de carros, é presente…..

  • Grande Joaquim,

    Na sexta, no fim da tarde, quando o Flavio postou sobre sua história da coluna Retrovisor, já estava de saída e li rapidamente sobre o referido protótipo e não percebi que você havia citado que era o tal protótipo de gesso, por isso, o meu post para você ficou meio sem sentido, pois eu argumentava com você a respeito da existência ou não deste carro. A gente vai recordando as coisas aos poucos, pois me lembro que ele antes da largada ficou um tempão parado na descida da rodoviária já na asa norte e depois, realmente, houve um temporal, acredito que por isto, deve ter ido para casa e não me lembro do resultado da prova. Quando falo da existência deste carro aqui em Brasília a amigos pilotos mais jovens eles duvidam da existência do mesmo. Automobilismo naquela época era meio louco e apaixonante, pois quando chegava a época dos mil kilômetros de Brasília eu e mais alguns moleques subíamos e descíamos a asa norte só procurando as oficinas para ver as novidades que se apresentavam. Como eu era feliz e não sabia.
    É isso aí, continue contando estas histórias, que é de uma certa forma engraçada, mas acredito que você deve ter muitas coisas ainda para contar.

    Abraços.

    Jovino