Para discutir no botequim

SÃO PAULO (amanhã é 6-6-06) – Roberto Brandão reflete sobre as gerações que pilotos brasileiros enfrentaram nas pistas desde o início dos anos 70 na última Retrovisor.

Munição para bons papos. Inclusive para sábado em Interlagos.

Comentários

  • O fato concreto CESAR COSTA é que a PETROBRAS bancou grande parte do patrocinio dos FITTIPALDI F1 na temporada inteira de 1982, junto com OLÉO MARIA , SAL CISNE,CALOI e BRASILINVEST, quanto a intermediação da venda do petroleo da Petrobras, nunca ouvi nada a respeito, mas é bem possivel e sem nenhum problema do ponto de vista ético, os mecenas da F1 são “experts” em negociar grandes cifras, e o EMERSON de bobo não tem nada, vender é o que se mais faz na F1, então ta valendo. Um abraço

  • Não sei se foi verdade, mas na época do final da Fittipaldi o Emerson tentou intermediar a venda de um super-petroleiro daqueles para a Petrobrás (só o óleo bem entendido) pra financiar a equipe com a comissão. Não sei se o negócio se concretizou, mas uma temporada de F1 na ocasião, com dois carros na equipe, ficava por US$ 7 milhões. Hj qualquer um que nem sabe aprertar botões ganha mais que isso num ano…

  • É verdade WALTER; ainda morro de saudades de Equipe FITTIPALDI e,se (Há, os eternos ‘sis’) o F7 fosse lançado há tempo, talves a história fosse diferente, com um bom motor turbo empurrando! podia ser, mas … Quanto a Equipe PROST , bom!!! o que falar deles??? Huuummm…Vou poupar o “Professor” pelo seus 4 títulos, mas a equipe não merece comparação com a nossa eterna ‘FITTI’, apesar de tudo . Abração e obrigado pelo ‘genial’ .

  • “EMMO FOREVER” morando aqui no interior, imaginem quantas dificuldades de informação havia, anos 70 fiiiee, Tv não era pra qualquer um, a cores então, nem se fala, mas tinha os jornais e revistas, (Poucos) e o rádio salvador da patria, a EQUIPE COPERSUCAR FITTIPALDI no meu caso enchia me emoção num misto de amor e ódio, de seu lançamento em Brasilia DF com todo ufanismo aos milhares de kilometros em circuitos diversos, do podio (2º lugar) no Rio com Emerson e o Copersucar , ao 3º lugar do KEKE Rosberg com o SKOL Fitti F7 (Herdado da compra da Wolf no fim de 79,o Keke veio junto) em 1980 na Argentina, e o último pódio, um 3º do EMMO nos EUA, acho que em LONG BEACH ainda em 1980, com o F7. A cada volta de um carro FITTI, seja em que posição, era um sentimento de orgulho,cheguei a chorar em alguns GPs, já teve situações desesperadoras, o tão aguardado Fitti F8 teve seu projeto atrasado e prejudicou o andamento da equipe e dos pilotos, pra piorar a SKOL caiu fora, a equipe se arrastava com Emmo e keke. em 81Emerson deixa as pistas e contrata a jovem promessa nacional CHICO SERRA e junto com Rosberg faria a dupla de 81, fracasso total, sem dinheiro pra desenvolver o ja atrasado F8, ficamos varios Gps sem classificar, o Keke salvava a patria, o Chico amargava. Fim de ano, o Keke pula fora e se manda pra WILLIAMS, herda o carro do Carlos Reuteman e vence o campeonato, Triste fim pros Fittipaldi, a equipe ainda com o F8 (O projeto era de 79) faz a temporada com o Chico que sofre o ano inteiro, ganha um misero e salvador pontinho herdado de uma desclassificação de um piloto que não lembro o nome, no GP da belgica, seria o único ponto do Chico e da equipe em 02 anos de agonia, eu morri um pouco junto com o fim da equipe, o F9 só fez quatro GPs, o carro prometia, mas era fim de temporada, sem dinheiro e as mudanças de regulamento, (era turbo em alta), Emerson anuncia o fim do sonho brasileiro, o C.Serra em 83 ainda fez duas ou tres provas com um ARROWS, mas ai apareceu o Belga THIERRY BOUTSEM com a sacola cheia de grana e tchau vaga e carreira, triste, mas é isso que enobrece o nome do Emerson, ele não venceu um GP com seu carro, mas alinhar uma equipe com patrocinio,pilotos em anos 70 não é pra qualquer um ou “País”, no fim , pelo menos pra mim, as alegrias são maiores, deixou saudades, os carros eram inovadores em designers prá epoca, dificil apontar em poucas linhas o que faltou, de mais incentivo a sorte??!! talves um pouco de cada, num esporte caro e competitivo assim! fomos longe até demais, existe muito mais pra contar, mas fica pra depois, o fato é que aqueles carros amarelos e verde eram lindos, me enchia de esperança aos ve-los no grid, bons temps apesar de tudo, imagine o que o Emerson , o Chico, o Ricardo Divilla não tem pra contar, mas deixa pra lá. Emerson, obrigado por tudo, foi e ainda é mais que um Bi-campeão do mundo, tú és mais que um vencedor. Ficou um pouco longo o texto, mas eu não resisti … Abração

  • É isso aé pessoal…
    Ainda sobre o Emerson, faltou um enorme detalhe!
    Ele foi o único que teve uma equipe de F-1, independente de qualquer coisa foi um feito notável!
    Eu não conheço muito bem essa história, mas sem dúvida foi um feito até agora inigualado.
    Derrepente o Nelson Piquet se anima e cria uma equipe para o Nelsinho!!! Rs….
    Abraços!

  • Emerson Fittipaldi por tudo que fez pelo automobilismo brasileiro, esta acima de qualquer comparação e comentário nefasto, ainda que inevitavel seja feito pela inveja alheia. Os descontentes que mostrem resultados dignos de um nome respeitadissimo em todo o planeta. “Save Emmo, and life long for all” .

  • Pro JONNY`Ó; ai brother, fiz uma leve pesquisa sobre os chassis da Ex Super-Vê, se liga nessa. Além dos clássicos Polar, ainda tinham: Heve (Rio de Janeiro) Kaimann (Austria) Newcar, leia-se “Bino” ,Manta (Paraná) e Avallone (S.Paulo) categoria que chegou a alinhar mais de 40 carros no grid nos idos anos 70, (75 a 78 seu auge) e que chegaria ao fim em 1980 passando a se chamar Formula 2 utilisando Chassis Berta (Argentinos) e Muffato (Sob Licença de Oreste berta) alem dos bravos Polar, Muffatões e Berta seriam o sucesso seguinte encerrando a trajetória vitóriosa do Polar… Quer saber mais, vá ao Site do não menos genial ANISIO CAMPOS divirta se bastante. http://www.obvio.ind.br ou ainda ótimas informações no: wwwportal F1.com do xará CARLOS HENRIQUE MOYNA, tem matérias legais por lá. Há! e o castro Prado que pontuava o campeonato morreu ao se acidentar feio, pasmem, batendo num tronco de uma arvore em uma parte do circuito,(Esqueci qual) poderia ser o campeão, Guaraná e Dacio tavam na parada, ai o Dacio veio comendo pelas beiradas e levou. Abração

  • Acho que o Lawrence abordou o assunto por um pontod e vista com o qual concordo.

    Sou fã do Emerson até hoje não só porque ele corria contra feras, mas principalmente porque ele corria em uma época em que não havia um carro dominante.

    Acho o Piquet um gênio porque ele inventou, entre outras coisas, o pré-aquecimento de pneus e o reabastecimento. No entanto era uma época em que já havia uma distância maior entre os times top e o resto.

    Senna foi indiscutivelmente o sujeito mais rápido (em uma volta) e obstinado da F1. Conquistou seus títulos todos pela McLaren, os 2 primeiros em uma fase em que só dava ela. Comparar estatísticas com o Sapateiro é injusto com o Senna porque ele teve o Prost como companheiro de equipe, ambos em igualdade de condições.

    Equipamento é fundamental, mas já tivemos alguns pilotos na F1 q não teriam feito nada nem q estivessem sentados na Renaut do Alonso…

  • Tô com o Brandão. Pelo conjunto da obra acho Emerson o melhor piloto brasileiro no exterior. Vi todos os três ao vivo. O resto é resto. E qdo falo ao vivo me refiro e ficar em uma curva escutando e vendo os carros passarem. Além do mais o homem gosta do que faz. Saiu do Brasil fez carreira, chegou na F1, foi duas vezes campeão e duas vezes vice. Entrou numa de ter uma equipe brasileira e sifo. Encerrou a carreira. Faliu, quebrou e voltou andando de kart, se sujeitando a disputar curvas junto com um monte de rodas-presas. Partiu para os EUA, se sujeitou a estrear num carrinho cor de rosa na Indy. Ganhou o campeonato e duas 500 milhas. Tomou um totó que encerrou sua carreira pela segunda vez. Não satisfeito despencou com um ultra-leve e agora, já quase sessentão, com dieta macrobiotica e implante de cabelos está disputando freadas com o Mansell, bem mais novo que ele. Como diria meu filho: esse é o cara!

  • Concordo com a maioria dos colegas aqui, comparar pilotos de épocas diferentes é complicado e sempre o lado pessoal se sobresai. E não se pode esqueçer de um fator muito importante nesta escolha, a Televisão. Pode parecer estranho mas a TV no início dos anos 70 era artigo de luxo, pouca gente podia comprar, dai muita gente não conhecer nada do grande Emerson. Na época do Piquet que considero nosso melhor piloto já era diferente, a TV estava presente na maioria dos lares mas o esquema das tranmissões não era dos melhores, se não me engano os 2 primeiros títulos do Nelson foram conquistados num sábado a tarde nos EUA e pela manhã na Africa do Sul. Já na época de Senna a TV era algo obrigatório em qualquer casa, as transmissões eram aos domingos, a F 1 se tornou um negócio milhonário com caros patrocinios, isto acaba rendendo mais prestigio as vitórias desta época. Voces se lembram que as transmissões eram intenrrompidas para as propagandas ? Hoje isto seria um absurdo. Na era de Schumacher ate os treinos são transmitidos e temos a TV a cabo. Veja os números do contrato que o Kimi recusou para ficar na McLaren. Daria para pagar todo o grid de campeões na época do Emerson. O mesmo vale para o Futebol que no tempo de Pelé e Garrincha não movimentava os milhões como hoje. Acho que um Ronaldinho (gordo ou gaucho tanto faz) vai ganhar na carreira mais do que toda a seleção de 70 junta conseguiu.

  • Ótima a coluna! Disse o que eu sempre pensei. Alguem tem que lembrar do Emerson também. Alem do mais, os pilotos daquela época eram herois. Corriam risco de vida a toda corrida. A morte não era uma fatalidade como na F1 atual.

  • Ao Carlos Alkimim .
    Claro que lembro do Darcio ,ele começou sem aquele patrocinador ,depois mandou bem e ai……….
    Tinha também o Vital Machado numero 7.
    Agora tinha um carro patrocinado pelas casas pernambucanas eu acho ,era amarelo numero 9 ,era um chassi diferente ,não andava nada,alguém por ai sabe?

  • Quanto aos “critérios” para comparação, às vezes eles podem confundir.
    Emerson não era um paradigma de arrojo e risco, mas tem ultrapassagens históricas (Ronnie Peterson na saída do Laranja, antes do ‘S’ em 1971, na F-2; Al Unser, no fim das 500 Milhas de Indy que ele venceu).
    Prost, o professor, rodou na volta de apresentação de Imola, 1993.
    E por aí vai.

  • Pro Jonny’O – Cara, eu tambem torcia bastante pro A.Guaraná e durante muito tempo não entendia porque um sujeito do nivel e tocada dele não estava na Europa competindo pra estar na F1, com certeza chegaria lá(Onde estará o Guaraná hoje), o cara competia com os melhores no Brasil, vencia e ficava por aqui! estranho, e realmente o Darcio Campos o venceu na F2, o carro do Darcio de cor azul era lindo tambem, era patrocinado por aquele creme pra pele famoso se não me engano, o Darcio mereceu, mas fiquei na torcida pro Guarana, porque não fazem um campeonato com aqueles carros (Polar), devem ter aos montes em Sampa,sendo antigos mas velozes e refrirerados a ar, não devem ter um custo tão alto, ou não? A Ex Super-Vê (Depois F2) tinha um charme que não se vê mais, uma pena.By

  • Grandes momentos dos menos brilhantes!Sem final feliz!
    Rubinho,Gp Brasil 1999.
    Hill , Hungria 1997.
    Giacomelli,USA (ultima corrida)1980
    Gavin ,Monaco 68 ou 69.
    John Love , essa o FG já contou.
    Amon , Varias……………

  • Realmente, qualquer piloto de hoje em dia não conseguiria se classificar para largar no citado GP da Inglaterra de 1970. O nível técnico dos pilotos da época era absurdamente superior aos pilotos de videogame de hoje. By the way, os melhores pilotos que ví correrem foram Ronnie Peterson e Gilles Villeneuve. É neles que me baseio para fazer comparações com outros pilotos.

  • Qualquer comparação seja de pilotos de F1, política, religião e etc, quando se tem o intuito de doutrinar os outros, impondo o seu ponto de vista, é totalmente inutil alem de gerar desavenças desnecessárias, pois cada um pode perfeitamente discutir e argumentar saudavelmente.

  • Claudio Ceregatti, vou citar você de novo!
    Lembro do inicio da F2-Brasil e o carro do Guaraná era um Polar modificado era lindo sem aquele bico de pato ,que já tava meio ultrapassado pra época,lembra?
    Torcia pra ele lógico,tinha uns 12 anos e pra mim tinha que ganhar o carro mais bonito,mas o Castro Prado tava imbativel…………

  • Vigo , há quem goste da tática. Outros preferem a estratégia. O alto nível de um piloto não se mede apenas pelo roda a roda. Extrair o máximo de um carro tem lá seus encantos. O que vale, repito é o alto nível. Afnal, se fosse tão fácil passar pelos boxes, todos deveriam ter feito isso há muito mais tempo, não? O Schummy simplesmente mudou a história da f1. Pra melhor? pra pior? depende do ponto de vista. Respeito seu, que equivale , no tênis, a um Mcenroe. Eu prefiro Borg. No xadrez, diria que vc está para Tal, Kasparov. Eu, kraminick, karpov. Saudavel mesmo é entender que esporte é dual. Desperta paixões. Mas tb pode ser visto de forma racional. Há espaço na his’toria para ambos. E isos d-a-me o direito de achar insosso muito daqueles rachas onde amureta de proteçao era a linha de chegada.

  • Um abraço aos ricardo74mg e Lawrence aí embaixo com quem concordo plenamente. Um abraço ao Walter, de quem discordo, mas respeito a opinião.

    Vou introduzir o meu ponto de vista de sempre: é claro, em minha opinião, que não se pode comparar pilotos de épocas diferentes, com carros diferentes, regras diferentes e tecnologia embarcada diferente.
    Mas, creio que pode-se sim comparar a paixão pela vitória e o tesão pelo que se faz. Nesse quesito, Senna, Emerson, Piquet, Mansell, Lauda, Gilles tiveram sua época e deixaram saudades. Gilles tocando roda e errando a freada para chegar na frente de Arnoux é algo inesquecível, como para mim foi inesquecível a caçada do Leão de Ferrari ao Prost em Spa. Ou Emerson ganhando as 500 milhas de Indianápolis a primeira vez. Ou o Fangio controlando as derrapadas da Mercedes que vimos outro dia em um vídeo no blig do Gomes.
    Me perdoem, mas com todos os títulos e recordes, será que alguém vai ter saudade do Schumacher, de sua era e de suas ultrapassagens de box?
    O melhor piloto é aquele que nos fala ao coração, e cada um tem o seu. Amamos o erro, porque o erro é humano. Por isso gostamos tanto do Senna, que errava bastante e mais ainda do Gilles, porque esse errava mesmo. E gostamosmenos do CEREBRAL Prost e menos ainda do insosso Schumacher, que se conforma em ficar uma corrida inteira atrás do Alonso, sem tentar nada.
    Gosto não deveria se discutir, mas se discute. E por isso o bate-boca vai continuar…

  • Não dá pra comparar, definitivamente.
    Sabem porque? Exemplo simples:
    Nunca nenhum piloto pré-guerra é citado. Nunca ou raramente…
    O Campeonato de F1 começou em 1950, oficialmente. E antes, desde os anos 20-30, não surgiu nenhum fora-de-série? Todo mundo era tonto, fraquinho, pé de breque?
    Claro que não, tava cheio de feras, hoje esquecidas. Tazio Nuvolari, por exemplo, dentre vários outros.
    Essa polêmica de “quem é o melhor” não leva a nada, nunca. É gostoso de discutir, argumentar, serve para conhecer novos amigos, contar novos “causos”, enriquecer seu conhecimento, mas é inócua.
    Querem um exemplo brasileiríssimo?
    Pois não: Nelson Piquet x Alfredo Guaraná Menezes. Sou testemunha de pegas históricos, maravilhosos, ambos em carros iguais, em Interlagos e outras pistas pelo Brasil.
    Quem era o melhor? Eu achava o Guaraná, dentre muitos. Outros tantos achavam o Piquet.
    Afirmo para quem quiser ouvir o seguinte: Se o Guaraná não fosse contratado a peso de ouro no Brasil naquela época, teria ido para a Europa e seria nosso quarto Campeão Mundial… Acreditem, o Brasil tem uma penca de “melhores”, e muitos deles, como o Guaraná, que são capazes de dar nó em muito pilotinho famoso que tem por aí… Isso com mais de 50 anos…
    Essa fera estará trabalhando em Interlagos dia 10, ele tem uma equipe de pick-up.

  • Gosto é coisa pessoal, portanto subjetiva, não dá margem a discussão. Tive o privilégio de ser contemporâneo dos três maiores pilotos brasileiros de F-1: Emerson, Piquet e Senna, tendo inclusive o prazer de conhecê-los pessoalmente. O meu favorito é o Emerson, pelo talento e pelo pioneirismo de abrir os caminhos para os outros pilotos brasileiros na F-1 e nos EUA. Conheci o Piquet desde os tempos que vendia peças no balcão da Camber em Brasilia e corria de kart naquela pista de kart improvisada no estacionamento da Torre de TV em Brasilia, junto com o Alex Dias Ribeiro. Ayrton conheci nos Campeonatos Brasileiros de Kart em Brasilia e Uberlandia, no final dos 70. Mas, o preferido é mesmo o Emerson, mesmo por razões subjetivas. A propósito, vocês sabiam que o nosso querido Brandão metia volta e tempo no Ayrton Senna, quando este iniciava no kart? Mas isso é outra história…

  • Sem contar as diferenças culturais, econômicas,os padrões vigentes da epoca de um pais latino para um Europeu,que por si já é um peso enorme. Emerson abriu todas as portas, tirou as pedras, aplainou o caminho , degladiou e venceu os pricipais “leões” da época como os citados, ‘Emerson forever’. Quando vi aos 07 anos de idade (1971) dois posters gigantes estampados na parede de bar, meus olhos brilharam e apaixonei de vez com aquelas maravilhas, de um lado Emerson sentado na roda dianteira esquerda do Lotus negro(Gde foto!) e do outro J.Stewart sentado na roda diateira direita do tyrrel azul, eu não conhecia aquilo, me interessei e então aconpanhava pelos jornais e radio tudo a respeito, então descobri o significado daquelas fotos peso-pesado, priviligiados quem viu a epoca. De fato as fantasticas vitórias do Senna e Piquet deixou muita gente mal acostumada, cada héroi a seu tempo sem desmerecer outrem, mas que os anos 70 foram demais, isso sim, é preciso mais bagagem pra analisar melhor e não falar besteiras, mas estamos em 2006, temos 08 títulos mundias de F1, vices e um bocado de vitórias, e … um pouco em baixa com os pilotos atuais, hoje; um Alemão e um Espanhou reina, é assim fiiiee, esta é a nossa realidade, amém.

  • É a coisa mais gostosa falar de Emerson,Piquet e Senna.Tá na hora de surgir outro.
    Mas quanto mais a gente estuda um assunto ,mais longe vai ficando o fim do tunel.
    Ultimamente estou na geração do Nuvolari ,Varzi,Chiron,Caracciola,Rosemeyer,Lamg,Stuck,Wimille eram fantásticos.Cada geração foi especial.
    Agora ,será que esta ultima geração foi fraca ou o Shumy é que não deixou acontecer?

  • Comparar é muito dificil, mais acho que é indispensavel fazer comparações entre esportistas, talvez seja a maior graça de todas as discussões.
    Gostaria de levantar um problema maior em relação a isso no Brasil, há pessoas que acham impossivel admirar nossos três campeões, o que realmente eu acho a maior burrice.
    Eu admito que gosto mais do NELSON PIQUET, mas como não admirar o grande EMERSON ou ainda gostar muito do sensacional AYRTON.
    Acho sim que esse tema é a maior de todas as besteiras em nosso automobilismo, só por aqui não se gosta de algum CAMPEÃO DO MUNDO.

    Grande Abraço e desculpem o texto um pouco mais longo.

  • Brandão,

    No seu texto tem uma frase que para mim diz tudo: Não se deve comparar quem foi o melhor, porque as épocas foram distintas etc e tal, mas cada um de nós tem aquele piloto com quem mais nos identificamos ou que achamos o Melhor. Tenho escrito desde 2003 no GPTotal e somente a coisa de 2 semanas atrás voltei a escrever, depois de um ano afastado, justamente por isso, e mais uma vez escrevi sobre uma coisa muito simples, e que talvez pelo pouco poder da Mídia na Época, não foi devidamente divulgado: O valor e o TALENTO do Emerson, que na minha opinião foi o MELHOR piloto brasileiro que vi lá fora. Já escrevi isso mais de 20 vezes( no GP Total e aqui no blog na semana passada). Quando falo de Emerson, gosto de deixar claro que me refiro ao PILOTO, pois não posso opinar sobre o homem Emerson enquanto Ser Humano em sua totalidade, mas no quesito O MELHOR PILOTO QUE VI CORRER, conforme você escreveu e eu concordo, prá mim sem dúvida foi o Emerson, e voltando ao que escrevi semana passada do Blog, a moçada que não o viu reage da mesma forma que alguém que viu o Pelé e o Maradona e acha o Negão inigualável… essa moçada de hoje acha que bom mesmo foi o Maradona ( realmente foi, mas abaixo do Pelé ) e não nos assustemos se daqui a 3/4 anos vierem a dizer que o Ronaldinho foi Muito melhor que o Pelé.

    Um Abraço e parabéns pela lucidez,

    Caíque.

  • Peço licença aos colegas blogueiros para concordar com o amigo abaixo que entende ser possível comparar sim … também acho !
    É óbvio que nessa comparação estaremos colocando nossas visões pessoais, mas com inteligência e bom senso podemos discernir sobre essas situações com bastante desenvoltura.
    No final das contas fico com a certeza de que a comparação sobre quem foi o melhor piloto passa por pelo menos duas condicionanates: 1) Temos que falar sobre quem assistimos, e no meu caso representa entender a F1 de 1972 até os dias de hoje. Por isso não digo que o piloto X foi o melhor de todos os tempos, digo que o piloto X foi o melhor que vi até hoje;
    2) É preciso definir as qualidades que voce entende necessárias para que determinado piloto seja o melhor que voce viu. Rapidez ? Arrojo ? Talento natural ? Defender uma posição ? Saber ultrapassar ? Pilotar na chuva ? Regularidade ? Quantidade de pole position ? Saber montar uma equipe ? Ajustar um carro com competência ?
    Com essas condicionantes previamente estabelecidas, e com serenidade e paciência, acho que é possível sim iniciar uma conversa agradável sobre qual teria sido melhor piloto … se é possível em outros esportes (e todos evoluem com o tempo), por que não no automobilismo ?

    Abraços a todos,

    Luiz Fernando

  • Desculpa, mas como não comparar pilotos de gerações diferentes? Que graça teria, por exemplo este maravilhoso espaço do Gomes, se não fosse alimentado por este tipo de discução? Talvez ficasse um pouco monótono.
    Como em outros esportes e na vida, as divergências, as idéia, alimentam o espírito e mantem viva a história .
    Por exemplo o Pelé afirmou que a seleção de 70m era melhor que esta. Concordo, assim como concordo com aqueles que consideram o Piquet o melhor tricampeão do mundo.
    abraços.

  • Dialogo com o Roberto Brandão e com os que escreveram abaixo: todos contra as comparações.
    Não concordo! Não mesmo!
    Corrida é competição, um querendo vencer o outro, com exposição da própria vida a risco. Isso é competição.
    Os pilotos podem e devem ser comparados. Por muitas razões e especialmente porque é uma delícia.
    Deêm um desconto para quem adora tanto seus heróis e não aprendeu a trocar idéias.
    As comparações são muito boas, fazem parte da competição e são uma forma de reverenciar as carreiras desses pilotos que curtimos tanto.
    Para quem quiser, sugiro visitar http://www.4mula1.ro/compare/driver onde é possível comparar todo mundo que esteve na F1.
    Ou ler um artigo que tem no Automobile Year de 1974 (alguém tem aí?), em que um piloto morre, vai para o céu e pergunta a Deus: “quem foi o melhor?”
    Essa pergunta não quer calar e nem tem que calar.

  • Prezado Pedro Jungbluth,

    Em outro tópico (abaixo) falávamos do famigerado “jeitinho brasileiro”. Você concordou com o que mencionei, do mesmo modo que endosso o que você disse.

    Claro que a discussão por aqui é outra, mas acho esse assunto de suma importância, portanto, PEÇO AO GOMES QUE NÃO APAGUE.

    ESPERO QUE DIVULGUEM O TEXTO ABAIXO. SÓ ASSIM PODEREMOS MUDAR OS RUMOS DESSE PAÍS.

    Abraços a todos! PENSEM A RESPEITO!

    PRECISA-SE DE MATÉRIA PRIMA PARA CONSTRUIR UM PAÍS
    por João Ubaldo Ribeiro

    A crença geral anterior era que Collor não servia, bem como Itamar e Fernando Henrique. Agora dizemos que Lula não serve. E o que vier depois de Lula também não servirá para nada. Por isso estou começando a suspeitar que o problema não está no ladrão e corrupto que foi Collor, ou na farsa que é o Lula. O problema está em nós. Nós como POVO. Nós como matéria prima de um país.

    Porque pertenço a um país onde a “ESPERTEZA” é a moeda que sempre é valorizada, tanto ou mais do que o dólar. Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família, baseada em valores e respeito aos demais. Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nas calçadas onde se paga por um só jornal e se tira um só jornal, deixando os demais onde estão. Pertenço ao país onde as “empresas privadas” são papelarias particulares de seus empregados desonestos, que levam para casa, como se fosse correto, folhas de papel, lápis, canetas, clipes e tudo o que possa ser útil para o trabalho dos filhos… e para eles mesmos.

    Pertenço a um país onde a gente se sente o máximo porque conseguiu “puxar” a tevê a cabo do vizinho, onde a gente frauda a declaração de imposto de renda para não pagar ou pagar menos impostos. Pertenço a um país onde a impontualidade é um hábito. Onde os diretores das empresas não valorizam o capital humano. Onde há pouco interesse pela ECOLOGIA, onde as pessoas ATIRAM LIXO nas ruas e DEPOIS RECLAMAM do governo por não limpar os esgotos.

    Onde fazemos “gatos” para roubarmos luz e água e nos queixamos de como esses serviços estão caros. ONDE NÃO EXISTE A CULTURA PELA LEITURA (exemplo maior é nosso atual Presidente, que recentemente falou que é “muito chato ter que ler”) E NÃO HÁ CONSCIÊNCIA NEM MEMÓRIA POLÍTICA, HISTÓRICA NEM ECONÔMICA.

    ONDE NOSSOS CONGRESSISTAS TRABALHAM DOIS DIAS POR SEMANA PARA APROVAR PROJETOS E LEIS QUE SÓ SERVEM PARA AFUNDAR AO QUE NÃO TEM, ENCHER O SACO AO QUE TEM POUCO E BENEFICIAR SÓ A ALGUNS. Pertenço a um país onde as carteiras de motorista e os certificados médicos podem ser “comprados”, sem fazer nenhum exame. Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no ônibus, enquanto a pessoa que está sentada FINGE que dorme para não dar o lugar.

    Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o pedestre. Um país onde fazemos um monte de COISA ERRADA, mas nos esbaldamos em CRITICAR nossos governantes. Quanto mais analiso os defeitos do Fernando Henrique e do Lula, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem “molhei” a mão de um guarda de trânsito para não ser multado. Quanto mais digo o quanto o Dirceu é culpado, melhor sou eu como brasileiro, apesar que ainda hoje de manhã passei para trás um cliente através de uma fraude, o que me ajudou a pagar algumas dívidas.

    NÃO. NÃO. NÃO. JÁ BASTA!

    Como “matéria prima” de um país, temos muitas coisas boas, mas NOS FALTA MUITO para sermos os homens e mulheres que NOSSO PAÍS PRECISA.

    Esses defeitos, essa “ESPERTEZA BRASILEIRA” CONGÊNITA, essa DESONESTIDADE EM PEQUENA ESCALA, que depois cresce e evolui até converter-se em casos de escândalo, essa falta de qualidade humana, mais do que Collor, Itamar, Fernando Henrique ou Lula, é que é real e honestamente ruim, porque todos eles são brasileiros como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não em outra parte…

    Me entristeço. Porque, ainda que Lula renunciasse hoje mesmo, o próximo Presidente que o suceder terá que continuar trabalhando com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos. E NÃO PODERÁ FAZER NADA… Não tenho nenhuma garantia de que alguém o possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os VÍCIOS QUE TEMOS COMO POVO, ninguém servirá. Nem serviu Collor, nem serviu Itamar, não serviu Fernando Henrique, e nem serve Lula, nem servirá o que vier.

    Qual é a alternativa? Precisamos de mais um DITADOR, para que nos faça cumprir a lei com a FORÇA e por meio do TERROR?

    AQUI FAZ FALTA OUTRA COISA. E enquanto essa “outra coisa” não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados… igualmente sacaneados!!!

    É muito gostoso ser brasileiro. Mas quando essa brasilidade autóctone começa a ser um EMPECILHO às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, aí a coisa muda…

    Não esperemos acender uma vela a todos os Santos, a ver se nos mandam um Messias. Nós temos que mudar, um novo governador com os mesmos brasileiros não poderá fazer nada. Está muito claro… SOMOS NÓS OS QUE TEMOS QUE MUDAR.

    Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda nos acontecendo: desculpamos a mediocridade mediante programas de televisão nefastos e francamente tolerantes com o fracasso. É A INDÚSTRIA DA DESCULPA E DA ESTUPIDEZ. Agora, depois desta mensagem, francamente decidi procurar o RESPONSÁVEL, não para castigá-lo, senão para exigir-lhe (sim, exigir-lhe) que melhore seu comportamento e que não se faça de surdo, de desentendido…

    Sim, decidi procurar ao responsável E ESTOU SEGURO QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.

    Aí está. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO EM OUTRO LADO. E VOCÊ, O QUE PENSA?

    MEDITE!!!

  • Excelente texto! Que seja uma pá de cal nesse tipo de discussão!

    Eu mesmo tenho que dar a mão à palmatória: nunca dei (talvez por ter 24 anos) o real valor ao Emerson Fittipaldi, que, indubitavelmente, correu contra uma geração de respeito.

  • Brilhante coluna Brandão! Como de hábito… Como eu não vou estar aí sábado para lhe contar pessoalmente, vou pegar uma carona na sua coluna agora mesmo!!!

    Olha o vácuo q eu vou pegar na coluna do Brandão!!!

    Para reforçar ainda mais o argumento que é impossível comparar pilotos de épocas diferentes, também existem as questões técnicas! O q não é pouco em se tratando de F-1!!!!

    Conforme a última mega-pesquisa da FIA, o torcedor gosta muito dos avanços tecnologicos presentes na F-1. Assim sendo eu vou dar uma pincelada nesse assunto para os amigos do Blig do FG…. Eu quero ver o pessoal completar!

    Outro dia mesmo o FG comentou sobre a zebra que mais parecia uma parede no vídeo aonde aparece o Fangio pilotando… Vou mais além, nesse vídeo, a pista mais parecia um campo bombardeado…

    Na época do Emerson Fittipaldi, os carros eram completamente diferentes tecnicamente falando dos contemporâneos brasileiros…

    A aerodinâmica era algo “místico” e os carros tinham aerofólios fixos… O que podia ser ótimo em um circuito era péssimo no seguinte… Que eu saiba pouco ou nada existia de eletrônico…

    A segurança era mínima… O regulamento técnico muito pouco abrangente dava asas para a criatividade dos construtores. Uma equipe se resumia a poucas pessoas, normalmente apaixonados pelo esporte que movimentava sifras bem mais modestas. A paixão pelo automobilismo era a principal mola mestra.

    Nesses tempos um bom dono de equipe podia comprar um carro de outra equipe do ano anterior, dar uma guaribada aqui, outra ali obter bons resultados. Foi assim que o Sr. Frank Williams começou a sua equipe com o não menos destemido Patrick Head.

    Passando para a época de Nelson Piquet, os carros já exibiam uma aerodinâmica, suspensões e sistemas auxiliares muito mais refinados e reguláveis… Carros de anos anteriores já não podiam com os modelos mais novos.

    Já nessa época nasciam os imbatíveis motores turbinados e um avanço importantíssimo dava os seus primeiros passos: a McLaren introduzia a fibra-de-carbono na construção do chassis que passava a se chamar mono-coque por ser uma peça única ao invés das chapas e perfis em alumínio rebitados usados anteriormente.

    O conceito de célula de sobrevivência começava a se difundir entre os construtores e a segurança se tornava preocupação preeminente. O esporte se transformava em negócio, os tempos românticos dão lugar à alta tecnologia embarcada nos carros, badalações e eventos patrocinados se tomam cada vez mais freqüentes.

    Os pilotos se tornam estrelas internacionalmente reconhecidas. A televisão que nos anos 60 era incipiente e atingia poucas pessoas, se torna meio de comunicação de massa.

    Chegando na fase áurea da carreira do Ayrton Senna, os motores turbinados foram banidos, porém a ciência por trás da construção de chassis e motores só fez evoluir. Grandes empresas proprietárias de grande know-how técnico investiram pesado nesse esporte.

    Todas as grandes equipes já possuem o seu próprio túnel-de-vento para testes aerodinâmicos. A eletrônica passa a ser elementar na construção e condução do F-1. Telemetria, controle eletrônico de motores, suspensões, caixas-de-marchas… O esporte que tinha apenas o ser humano como estrela passou a ter milhares de circuitos eletrônicos como coadjvante…

    De iniciativa romântica e quase amadora, passou-se a movimentar bilhões de dólares por ano… O que antes era visto sem muito interesse por dezenas de milhares, passou a ser emocionalmente acompanhado, pesquisado e debatido por centenas de milhões de pessoas…. O resto vocês já sabem!!!

    PS1: Não fiquem tímidos!! Se eu falei alguma asneira… Podem retificar!!!

    PS2: Consegui colocar o pré-loader no meu site!!! Aleluia!!! (pré-loader é aquela barra que indica quantos % do site carregou…). Estava escrevendo esse post para passar a ansiedade…

    Abraços!!!!

  • Na minha opinião um grande piloto, ou um gênio piloto, se define pelo que tem as mãos.
    Senna se sobressaiu na sua época, mesmo com grandes rivais, Schumacher se sobressae aos que pilotam agora (sem nunca relaxar, o que aconteceria se a concorrência fosse tão baixa) e o rato se sobressaiu na sua, que era a mais concorrida de todos os tempos da F1.

    A Gente não mede um guerreiro pelos seus rivais, como alguns imaginam, e sim pela postura de vencedor diante de qualquer um, como foram Senna, Fittipaldi e Fangio, só para citar, e como é Schumacher.

  • Esse negócio de ficar discutindo que foi ou é melhor é tão útil quanto discutir o sexo dos anjos. Cada um teve sua época, e números, por mais que sejam relativizados, nunca trarão a essência do que foi a disputa e o momento. Não há como comparar pessoas, posto que cada indivíduo é único em sua essência, e naquele instante no tempo ele teve o seu momento de glória. Não dá para repetir situações, vivências, nem imaginar como seria se Fulano de Tal corresse hoje, ou se alguém de hoje tivesse corrido 20, 30 anos atrás. Realmente precisamos por um fim a essas discussões estéreis. Bom texto o do Brandão, concordo integralmente com ele.

  • Brandão tem razão. Não dá para comparar pilotos e gerações de pilotos. Eu, por exemplo, não vi Gilles Villeneuve correr, mas acredito que tenha sido melhor que Jacques.

    Abraços!!