O passado ensina

SÃO PAULO (hoje tem treino, sim senhor) – Preciosidade este vídeo que nos oferece o Antonio Carlos Contreras: uma volta completa, a partir da largada, de uma etapa da Super-Vê em 1976. Interlagos, claro.

Na pista, Piquet, Guaraná e mais 23 carros. Foi o que contei na descida da Ferradura.

A narração é do Fernando Calmon.

Sim, o passado ensina. A fazer categorias competitivas, emocionantes, escola de bons pilotos. Viu, CBA?

Comentários

  • Eu tive o privilégio de assistir uma corrida no traçado antigo. a primeira vez que eu vi a curva um e dois eu fiquei impressionado não tive o brazer de ver um carro passando por éla mas eu acho que éra a curva mais sensacional do mundo pois quando bem feita proporcinava ótima velocidade na réta de fato curva um ,dois ,rétão e frenagem na tres não éra para qualquer um .

  • Quando ía a SP, ficava muitas vezes no muro do kartódromo vendo as curvas 1 e 2. Lembro-me dos Mavecões da extinda Divisão 1 que faziam tais curvas pendurados, deslizando nas 4 rodas, em especial o Walter Tucano Brachi, Paulão, e outros feras. E quanto ao automobilismo daquela época, tínhamos um Interlagos inesquecível, categorias como Formula Vê, Super Vê, Ford, Divisão 1, Divisão 3, Divisão 4, …. .
    Fui.

  • Claudio Ceregatti!
    E quando eu moleque ficava zanzando entre a saída do sol e a entrada do pinheirinho. Nossa, Fitti pegou fogo lá, Teixeira morreu nas 24 horas, um dia o Reinaldo Campello deu um capote na saída da ferradura. Pelo amor de DEus. renovação de frota no Ceará. Fui.

  • Maravilha das maravilhas: Vi este post de manhã e só consigo comentar às 10 e meia da noite…
    Eu estava lá em 1976. Assisti de trás dos boxes, donde se via tudo.
    Estava com o Formula VW da Equipe Auto Run, com o Tide, o Luis Garcia et caterva… Porque não cito o piloto? Porque era um braço duro de dar vergonha, cujas iniciais são CM…
    Imploro, peço, sugiro, solicito que a boa alma que postou este vídeo ponha mais, muito mais…
    Devem existir preciosidades como essa às dúzias por aí, em algum lugar.
    Não sejam egoístas: Partilhem conosco esse material, por favor.
    Quanto ao circuito: O que mais dizer?
    Simplesmente nosso Templo Sagrado, o melhor do mundo. E nesse vídeo ainda faltam a curva do sargento, laranja, esse, pinheirinho, bico de pato, mergulho, junção (a verdadeira, não a droga que cometeram) e subida do café…
    Será que os poderosos boçais que pilotam nosso miserável e chulo automobilismo não vêem essas imagens?
    Será que não se emocionam, meio nostálgicos, com a maravilha das maravilhas?
    Será que não se tocam que é uma baba restaurarem esse circuito original para provas que não a F1?
    Será que não percebem o quão fácil é criar e incentivar uma categoria de monopostos tão legal e competitiva como foi a Super Vê?
    Só por desafôro, vou postar pela enésima vez – para os que já leram e para os que não leram – um comentário antigo, de um post do FG de 11 de Junho do ano passado, no nosso primeiro e inesquecível Farnel…
    Preparem-se para minha verborragia-padrão:

    Cenas de um sonho possível
    Take 4

    Meio da tarde de Sexta-Feira, durante a nossa reunião no Autódromo já tinhamos conversado sobre o triste destino do traçado original de Interlagos.
    Todos falamos disso. O Joaquim, o Brandão, o Marcello Borg, o José Cupertino, Gestor do Autódromo. “Impossível recuperar”, foi a conclusão.

    Fomos lá pra fora da Administração, olhar o que restou da Curva do Sol, tentando ver um milagre – parece ser impossível, sim…
    Caro demais, difícil demais, longo demais.
    Triste demais, penso comigo…

    Nunca concordo. Fico no Google Earth, imaginando alternativas.
    Entro no Blog. Vamos ter um novo autódromo, no interior de São Paulo. Digo logo que deve reproduzir o traçado antigo, pelo menos no kartodromo.

    Quanta ilusão…Pareço obcecado. Sou mesmo. Desde criancinha, quando vim aqui pela primeira vez.
    Falo com o FG – Impossível, diz ele. E a saída do Box?

    Soube que até já houve algum movimento, talvez o Ingo com outros pilotos… Muitos pensam como eu, mas se eles não conseguiram…

    Na manhã de sábado encontro o Marcelo Foresti, blogueiro que à 20 anos não vinha pra pista, olhando para o que restou do circuito. Consternado, comentou “Fizeram a maior M _ _ _ A com a pista, safadeza, sujeira, burrice, etc, etc. Ficou bravo. Está revoltado. Ele tem razão, todos sabemos…

    No fim da manhã, converso com o Marcello Borg no meio da muvuca no Hospitaly Center. É foto, é amigo, é gente, é comida, é ronco de motor, é criança, é festa.

    Aquela vista privilegiada, até mesmo da escada externa, atrai muita gente dos boxes. É o melhor lugar para se estar. O melhor lugar para ver.
    Na ponta da escada um homem magro, de cabelos tão brancos como os meus. Acompanhado por um outro, camisa jeans. Conversam, apontam para a Curva da Ferradura. Pelo gestual, falam sobre o traçado.

    – É o Francisco Lameirão, alguem diz. Ao lado é o Bob Sharp…
    Mais dois ídolos da minha juventude, ali, ao vivo e em cores… O sonho que começou e ainda continua…Não pode ser verdade, eles estão aqui pertinho…Que dia feliz.

    Eu e o Marcello Borg chegamos perto, respeitosamente. Pegamos a conversa no meio, algo como “recua a retinha 150 metros…”.

    Nos apresentamos. Entramos na conversa. A rodinha aumenta. Conosco agora o Daniel Granja, blogueiro que antecipou em um dia seu retorno dos EUA, só para estar ali conosco. Ao lado, o Alexander e o Wladimir.

    Generosamente, Chico Lameirão retoma sua explanação, agora para todos:

    “- É muito simples e barato resolver isso. Temos que manter as características do circuito, preservar não só sua memória, mas principalmente as curvas variadas e técnicas em que nasceu uma geração vencedora de pilotos…”

    “-Ao mesmo tempo, manter o circuito da F1. O traçado recuperado seria para outras provas, pois não contempla as exigencias de segurança atuais.

    “- O Brasil nunca mais terá um Campeão do Mundo”, disse ele. “Esse traçado era tão bom, preparava a todos tão bem que qualquer um que fosse para a Europa, nas primeiras voltas de qualquer pista, se lembrava “Essa é igual ao Sargento”, “Essa outra é como o Sol, porém mais curta”, e assim ia acabando com a concorrencia”.

    “- Quando o Emerson foi em 1969 para a Inglaterra, ele dizia que “todos os circuitos eram muito fáceis e curtos, era chegar e mandar o pé…” Dizia tambem que “aprendia a manha de todos os circuitos muito rápido, e ninguem entendia porque isso acontecia…”

    – Continuou: “Nada no mundo se compara ao que ainda está aqui: Um circuito anti-horário, diferente de tudo. As duas curvas mais desafiadoras do mundo, a 1 e a 2. Logo depois uma reta de 800 metros com a curva 3 em descida, mais de 90 graus. Ferradura e suas duas tomadas diferentes, direita curta com esquerda rápida num crescendo. Subida do Lago em velocidade, depois a reta oposta e a Curva do Sol, com mais de 180 graus e duas tomadas numa curva só. Na sequencia ao Curva do Sargento, um grampo aberto, rápido e inclinado para acesso à Curva da Laranja. Daí para a frente, tudo está igual, exceto a Curva da Junção, que precisa voltar ao traçado original porque não desafia nada, minha avó contorna sem esforço….”

    De maneira ponderada, como só os verdadeiros conhecedores podem expor, deu a sua receita para salvar e preservar o circuito, e para voltarmos a sonhar com pilotos campeões…

    Continuando sua explanação aos blogueiros, fala Francisco Lameirão:

    “Primeiro:
    – Encurta a retinha que liga a saída da Curva 3 à Ferradura em 150 metros. Refaz o desenho exato do asfalto, e a topografia do terreno original. Desta forma, o circuito atual (Laranjinha na contra-mão) permanece exatamente como está, sem prejudicar a F1.”

    “Segundo:
    – O mesmo procedimento se faz com a Curva do Sol. Depois da Subida do Lago, na reta oposta (atual reta ao lado do muro do Berguer) se faz uma nova entrada a 150, talvez 200 metros antes da saída dos boxes atual. Enche de terra o lado de dentro da curva atual (que é apenas metade da original), e o desenho da nova curva é construído, encontrando-se com a retinha para a Curva do Sargento, para trás do atual S do Senna. Desta forma a saída do Box fica exatamente como está, para uso do circuito atual. E a nova Curva do Sol fica mais para dentro, preservando sua essencia e desafio.”

    “Terceiro:
    – Curva do Sargento… fala Chico Lameirão: “Arrancaram o barranco para construir duas quadras inúteis… A Curva do Sargento é irrecuperável, construir um barranco de novo não vale a pena… Para essa curva tenho duas alternativas.
    A primeira é aproveitar o corte do terreno que foi feito, e retificar em descida. Desenha-se o alfalto exatamente como era, fazendo a curva novamente e se encontrando com o que restou da entrada da Curva do laranja original, que agora seria em subida… Dessa opção não gosto muito…
    A Segunda seria, logo depois da nova Curva do Sol, uma reta bem curta e, antes do barranco e das tais quadras, fazer o mesmo desenho da Curva do Sargento original, porem começando antes…”

    “Seria então a Curva do Cabo”, disse eu… “É um posto abaixo do sargento, e como ela é menor…”

    Educadamente, Chico Lameirão e Bob Sharp concordaram, sorrindo. Tem uma certa lógica… Mas o nome é um detalhe. E fechei a boca para não interromper mais…

    Continua Lameirão:

    “Quarto:
    – Tem que voltar o traçado (o da F1 permanece) da Curva da Junção original, depois do mergulho. Como está hoje, o piloto mata o carro, para recomeçar a acelerar. É um absurdo, e o asfalto original está todo lá, portanto é muito fácil…”

    “Quinto
    – A saída dos boxes pode ser uma variante da atual, ou então uma saída direto na Curva 1. Os demais detalhes, como áreas de escape, zebras, visão do público tem que ser trabalhados, mas a alma da coisa seria isso.”

    Todos ao seu redor ficaram em silencio. Eu, Marcello, Bob Sharp, Daniel, Alexander e Wladimir. Não sei, mas acho que fiquei de boca aberta. Tonto sei bem que estava.

    Devo ter gasto, desde que mexeram no circuito, centenas de horas pensando em alternativas, soluções… Só mesmo um gênio como Francisco Lameirão, do alto de sua sabedoria e experiencia para ver o óbvio…

    Eu só via, mas não enxergava… Não precisa ser “exatamente o mesmo alfalto”, tem que ser “exatamente a mesma complexidade e desenho…” Como nunca pensei nisso?

    Porque? Talvez pelo amor que muitos tem por aquele solo sagrado… Que, muito emocionado, percebi não ser sagrado apenas para mim…

    Antes de entrar com eles para nosso espaço, todos nós ouvimos, daquele Homem de cabelos brancos ao vento, com a voz embargada de emoção:

    “-Já falei para o meu filho, que quando morrer quero as minhas cinzas jogadas na na Curva da Ferradura…É o lugar que eu quero estar”

    Engoli o choro e fui rápido pro banheiro, chorar escondido pela segunda vez em poucas horas. Bird Clemente e Chico Lameirão no mesmo dia é demais pra mim.

    Esse momento de sonho, num dia de sonhos adicionou mais um aos tantos que tenho: Apoiar de todas as formas essa idéia simples, relativamente barata e factível… É tão simples que chega a ser brilhante. Coisa de quem ama de fato.
    Coisa de Piloto de Verdade. Coisa de Gênio.

  • Ao Caio, o de Santos :
    Sim, sim !
    Aquele Muffato é o Pedro Muffato, que está na Truck hoje !
    Acho que daquela turma, é o único que continua em atividade !!!!
    A propósito: o motor do Keko estava bem paralítico neste dia, né ?
    Será que foi obra do Paes ? Não lembro…

  • O cara que postou o vídeo do Piquet, também também colocou outra raridade. A corrida dos campeões de 78, primeira vitória de Keke Rosberg com um carro de F1 ( um Theodore ). Emerson chegou em segundo com o Copersucar e, pelo que me lembro, disse que se tivesse mais uma ou duas voltas teria ganho a corrida. Pena que o vídeo só tem 1:20 min.

  • Sobre o que foi dito pelo Jovino, aí vai uma pergunta aos visitantes do blig do FG: Na F1, o Piquet só teve uma vitória embaixo de chuva. Onde, com qual carro e em que ano ? Só uma dica: O circuito já não faz parte do calendário.

  • Anderson,
    Com sinceridade, melhor apenas o tratamento dado a segurança e equipamentos do Autódromo. No traçado não existe possibilidade de comparações. O traçado atual não tem nada de difícil se comparado com se fazer a 1 Flat, a freada da 3 em descida depois de quase 1000m de reta e a curva do Sol. Atualmente dificil ou mais legal só o Laranjinha, mais nada. Quanto a conservação não é muito melhor que em 1989, claro.

  • Concordo com vc, Sergio Barros.
    Os traçados do RS são um especiais.
    Tarumã é rápido, exige concentração total nos mínimos detalhes, especialmente nas curvas 1 e 2 para um bom tempo de volta, (como tambem Cascavel) tem a deliciosa Tala Larga.
    Guaporé estava muito mal de asfalto, bem na segunda curva depois da reta, mas tem aquele S, meio cego, depois da curva do Radiador que é fantástico.
    Santa Cruz, eu AINDA não conheço, mas pelos amigos que já correram lá e pela TV dá para ver que deve ser muito legal, cheio de sobe-desce e sequencias de curvas.
    Paulo Franco

  • caro Gomes, caso tenha interesse em divulgar aos amigos blogueiros de brasilia, segue a programação desse fim de semana na cidade:

    SÁBADO

    08:30 – 2° Treino Livre – Trofeo Maserati – 30′

    09:15 – 3° Treino Livre – Pick up Racing – 60′

    10:30 – Classificação – 8° Etapa – F3 – 30′

    11:15 – 3° Treino Livre – Trofeo Maserati – 30′

    12:00 – Classificação – Pick up Racing – 60′

    13:15 – Classificação – Trofeo Maserati – 60′

    14:58 – Largada 4° Etapa – F3 – 30′

    16:20 – Largada 3° Etapa – Pick up Racing – mixto

    DOMINGO

    08:45 – Warm up – Maserati

    09:15 – Warm up – Pick up Racing – 30′

    11:03 – Largada 8° Etapa – F3 – 30′

    12:15 – Largada 4° Etapa – Trofeo Maserati – 50′ + 1 volta

    13:30 – Pódio – Trofeo Maserati

    14:00 – Largada 4° Etapa – Pick up Racing – oval

  • Ahh, que linda filmagem!
    Eu nunca me entendi perfeitamente com o Sol. Seja com a RS125 ou com as RD350LC, a curva ficava looonnggaa, não era difícil, mas tinha que saber certinho onde por as rodas. E o barrancão na area de escape, só te esperando…
    Já a freada e a tomada do Sargento era um tesão, bem inclinada.
    E a antiga Junção e suas mudanças de inclinação…
    Olha, eu tenho saudade até das zebrinhas, que eram minusculas se comparadas com as de hoje, mas serviam de apoio para as motos, principalmente na saída da Ferradura.
    No vídeo, o legal era que o narrador não tentava enrolar, não. Dizia o que acontecia com franqueza. E quem conheceu o Old Interlagos sabe que a Três ficava longe mesmo da Torre.
    Manda ele para a Globo, pelo amor de Deus!!
    Paulo Franco

  • É uma pena se tivessem mantido o traçado antigo até hoje a formula 1 estaria em Jacarépaguá onde as corridas eram bem mais interessantes, sem falar na cidade que era muito mais atrativa para o pessoal da formula 1. Lembro do Mansell reclamando de São Paulo e pedindo que voltassem a corrida para o rio pois odiava São Paulo

  • quando comecei a curtir motorsport, interlagos já havia sido refeita, lembro que se dizia que se não mudasse o traçado ela não voltaria para SP, continuaria em Jacarepaguá.

    Era estranho porque deu a impressão que foi feita de acordo com o gosto pessoal do Senna.

    Vendo estas imagens, mais ainda associo grandes momentos deste esporte a pistas que vão ficando na história… Interlagos antigo, Spa, Monza antiga + os banks, Nurburgring completa, Avus, e outras que não tive o prazer de conhecer.

    Mais ou menos nesse “espiríto” de interlagos antigo, acho que somente as pistas do RS ainda conservando um ar de romantismo, automobilismo de verdade.

  • Hagar, na minha opinião hoje está melhor. Corrida boa depende mais de piloto bom. Schumacher fez uma das melhores corridas de sua carreira ano passado neste traçado novo com várias ultrapassagens.
    A corrida talvez tenha sido a melhor do ano de 2006. Basta ter piloto arrojado. Acho a pista muito boa sim.
    Tanto para a TV quanto para o publico presente

  • Caio,
    O que eu acho é que atualmente Interlagos tem um Traçado Igual ao de um monte de Pistas no Mundo inteiro, sendo MUITO pior que(não está em ordem de minha preferencia):
    Road America (Elkhart Lake), Spa, Monza, Le Mans, Suzuka, Turquia, China e Paul Ricard (traçado Longo que ainda existe).
    O melhor traçado do Mundo hoje é igual a Barcelona, San Marino, Montreal, etc, sem graça.

  • Anderson,
    O traçado de hoje, em termos de visibilidade é muito pior que o antigo, pois se vê muito menos, percentualmente, que no traçado antigo. A Fórmula Fusquinha, era Internacional e conhecida como Fórmula Super-Vê. Como o Caíque escreveu: O traçado atual comparado com aquele de 7.970m, é um LIXO, é um Ex-Templo. Pergunte ao ” Romeu, Veloz, Ceregatti, Joaquim, Caíque, entre outros velhinhos” deste Blog.

  • Caio, Caio:
    Nunca disse que o Templo não serve pra mais nada. O que digo e, reafirmo é que a pista atual deixa a desejar em relação ao antigo traçado. E que, o finado teve 3 opções de escolher a redução da pista e escolheu o PIOR. E não sou eu que digo isso. Tem gente muuuuito mais qualificada que eu, mais envolvida profissionlmnete que o afirma.Tem mais, qdo acabar o contrato com o tio Bernie, só o que restará, serão as imagens e a MEMÓRIA dos saudosistas. E continuaremos a ser taxados de saudosistas etc etc etc….Não é queixa… é a constatação do fato.
    Ps. vc ta me devendo um encontro na praia pr’uma cerva e água de coco. abração. Como um dos temas, o Templo!….

  • Sei lá , acho o traçado de hoje mais legal, pois é mais compacto e melhor de assistir. Mas era legal esta formula fusquinha. Seria bem barato fazer isso visto o baixo custo das peças de um Fusca 1600. Basta querer.

  • Regis e Caíque,
    Eu, como “tonho”, digo e repito que vocês são saudosistas quando dizem que Interlagos não serve mais pra nada.
    Serve sim.

    Que não é como antigamente, numa discussão de Interlagos, tudo bem. E concordo.

    Mas tudo é por:
    Antes era e
    Hoje não é mais nada,
    daí é saudosismo barato sim!

    Sobre a corrida, alguém mais identificou pilotos?
    Tem um Muffato, é o que está na Truck hoje?

  • Ai aparecem uns ‘tonhos’ por aqui, nos chamando de saudosistas. saudosistas??? ora, vão se catar pô!. O TEMPLO era a melhor pista do mundo meus caros. Tinha de tudo por lá. Onde é que vcs acham que o NP aprendeu a passar os outros por fora, gerando alguns anos depois, uma imagem parecida que se tornou emblemática como uma das melhores ultrapassagens da F1???.
    Eita povo que manda na CBA. só pensam nos próprios bol$o$, e, com a colaboração do finado (gostei dessa), destroçaram o que tinha de melhor. A um e a dois com o pé no porão…Não dá vontade de chorar não. Choro permanentemente por esse crime de lesa esporte. E, quando penso que em pouco tempo vão acabar com tudo……
    Melhor preparar-me para o Canadá. Assim não penso nisso.

  • Eu fiu à essa corrida. Se for a corrida que estou pensando, 4 carros fizeram um disputa sensacional até a bandeirada. Eram Piquet, Guaraná, Luís Moura Brito e se não me engano, José Pedro Chateaubriand (acho que é assim que escreve). No finalzinho da corrida, um maluco atrvessou a pista um pouco antes da chegada e Piquet quase o atropelou chegando a passar por cima do boné do cara.
    Alguém sabe por onde andam Luís Moura Brito e José Pedro Chateaubriand?
    Quanto à pista, sem comentários. Fazer a curva 1 e 2 flat era o grande desafio. E o laranja? Melhor parar por aqui senão começo a chorar de saudade…

  • Não é a toa que o rapazinho foi 3 vezes campeão mundial de formula 1. O Piquet com este carro patrocinado pela gledson era quase imbatível nesta época. O interessante é que quando ele foi tricampeão a rede manchete fez um programa e ele afirmou que nunca tinha corrido na chuva no Brasil e na europa sempre chovia. Eu assisti a uma vitória dele de ponta a ponta aqui em Brasília debaixo de um temporal. A memória dele deve ter dado uma falhadazinha. Agora, tem razão os saudosistas em venerar este traçado antigo, pois era pau puro.

    Jovino

  • Acho legal o traçado atual de interlagos, porém o antigo não tem comparação.
    Piquet passando o Guaraná que não era nenhum manco (o Piquet…deixa pra lá)por fora no sol com pista úmida de slick,é fó#*da.

  • Fantástico, se houverem mais vídeos com essa qualidade tem mais é que aparecer no Youtube, isso é um pedaço da história.
    A pista de Interlagos realmente era muito desafiadora, aquele tipo de desafio já muito batido hoje de “separar os homens dos meninos”.
    Piquet realmente muito acima dos demais, só tinha fera no grid, ele largou mal, mas em meia volta retomou a ponta, cara bom mesmo, não é a toa que acabou na F1.
    Trajetória como a dele, nunca mais, pistas como Interlagos, nunca mais.

  • Não gosto de fazer coro com aqueles que pixam a nossa Stock, acho que algum mérito a categoria
    tem, afinal de contas enche autódromos de carros e público. Mas vejam que detalhe interessante tinha a Super Vê: a categoria era monomarca de motor (VW a ar 1600), porém cada um preparava seus motores. Diversos fabricanets de chassis, tais como Polar, Heve, Kaimann,…. se bem que quem quisesse andar na frente tinha que usar Polar. Um pouco diferente da nossa Stock.

  • Aos mais novos:
    1- Espero que entendam porque Interlagos hoje é um LIXO. Era o MELHOR Autódromo do Mundo.
    2- À todos que têm algo contra o Piquet: Passar por fora no Sol, não era coisa para poucos não, era para quase ninguém.
    3- É uma pena que a CBA tenha se vendido para meia duzia de interesses e interesseiros.

    Bom Fim-de-Semana à todos e Saudações Tricolores!!!

  • Que saudades deste tempo que eu não vivi…

    Que pista, que disputa, que pilotagem de Nelson Piquet. Perdeu a ponta na largada e em meia volta já tinha recuperado a primeira posição.

    Tempos que não voltam mais, infelizmente.

  • Ah! O velho traçado do Templo!
    Que saudades!
    A fila de carros entrando na Ferradura é para emocionar a qualquer um.
    E o antigo retão que não acabava nunca e tinha o bacião da 3 esperando a macacada…
    Isso não nos pertence mais…
    Ai ai…