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Wednesday, 30 de July de 2008 - 10:39F-1, Vídeos

CHOCANTE

SÃO PAULO (de volta) – OK, OK, estou em falta com o blog, mas foi o dia inteiro na estrada, a noite inteira no avião, e a manhã toda, ontem, indo e voltando da revenda Lada em Praga (comprei tudo!). Depois coloco fotos, tenho muita coisa para resolver agora, inclusive fazer as malas para Pequim. Por enquanto, fiquem com o vídeo do choque que o mecânico da BMW Sauber levou nos testes de Jerez, semana passada. Culpa do KERS. Foi um blogueiro que mandou o link, mas não anotei o nome. Ele se identificará, claro. E aproveito para agradecer.

Daqui a pouco eu volto.

25 comentários

  1. Luis says:

    desculpe, o certo é que eu não entendi porque o carro de 2007 foi usado no teste.

  2. Luis says:

    Eu entendi porque foi usado o carro de 2007 no teste.

  3. says:

    Rodrigo, despertou geral.
    o Vicaria mandou o vídeo ontem, e pelas fotos, o tamanho do méca poderia absorver, visto pelo fone de ouvido ao chão.
    A parada é estranha mesmo, pois o tal kers fica isolado,
    http://images.google.com.br/images?hl=pt-BR&q=kers%20f1&um=1&ie=UTF-8&sa=N&tab=wi
    Como o Paulo disse acima, é lei de física.
    Quem estaria desenvolvendo o projeto?

  4. Paulo R. Filomeno says:

    Isso certamente é choque causado por eletricidade estática e não por dispositivo de armazenagem, baterias, etc. Dispositivos que recuperam energia a partir do calor dos freios não teriam um rendimento adequado num F-1. Isso se deve por não haver conversores de energia térmica para elétrica tão eficientes que não requeiram um tremendo isolamento térmico. Isso pesa, é volumoso e por isso não sei se seria viável num F-1. Locomotivas diesel-elétricas utilizam “freios dinâmicos”. Durante a frenagem, os motores elétricos da locomotiva passam a funcionar como geradores e dissipam essa energia num banco de resistores que fica na parte de cima e dessa forma, isso auxilia em grande parte na frenagem do trem. A GE desenvolveu uma linha de locomotivas que armazena a energia das frenagens e ao invés de dissipá-la em resistores, armazena-os em baterias. Fiz todas essas considerações pois entendo que o meio mais eficiente de se transformar energia cinética (a energia da velocidade de um corpo) em energia elétrica é sua conversão através de geradores para armazenamento em baterias. Conversão cinética-térmica-elétrica é inviável devido as altas perdas inerentes à energia térmica.

  5. Ronald says:

    Ô Flavio, fui eu quem te mandei. Desculpe se não me identifiquei…rs. Mandei no seu email, mas nem sei se era nesse para mandar arquivos/links para seu blog(…[email protected]…?).
    Um abraço,
    Ronald Wolff

  6. Tortugo says:

    Discordo. Com tanta tecnologia à disposição, por que gastá-la somente em pontos óbvios? Que sejam desenvolvidos sistemas novos que rendam algum benefício. Até acho que carro de corrida faz muito barulho…
    E sobre o post da FOTA, o que é esporte? Esporte é competição pelo prazer de competir e não para faturar. Infelizmente, a F1 já saiu do esporte há muito tempo, quem manda é a grana. Tolinhos os que vêm com olhos humanísticos esse esporte. Quem manda mesmo é o capitalismo.
    Um abraço.

  7. Luiz Mariano says:

    Caro FG
    Quando ficas muito tempo sem “blogar” deixas o pessoal preocupado e/ou com síndrome de abstinência.

  8. Tatú says:

    Chocante mesmo foi um certo escocês mostrar o Couthard pra todo mundo. Antes fosse uma das ex do sujeito.

  9. Jackie says:

    Seja bem-vindo !!!!

  10. Magno Amorim says:

    Apesar das palavras duras do caro Eduardo Araujo, tendo a concordar no que se refere ao orçamento da F1. Esse negócio de abrir as portas para equipe pequena não me parece boa coisa. Sempre que isso acontece, principalmente na F1, dá problema grande, é muito perigoso. Me lembro até hoje daquele GP da morte, quando aquela Simtek, ou sei lá como se escreve, aquela cadeira elétrica, matou o piloto Roland Ratzemberger, e depois a Williams, com uma política de baixar custos botou uma barra de direção recauchutata no carro do Senna, no mesmo GP. E aí todo mundo sabe do resto. Ainda tinha uma equipe lá que colocou uma mulher para pilotar F1, que nem conseguia ficar na pista e quando ficava, tomava era pra mais de cinco voltas! Todo mundo sabe que F1 não é lugar de mulher, me perdoem as feministas, mas há fatos a serem levados em conta, mas como o salário de um piloto é caro, eles põem mulheres para pilotar, tudo em nome dos custos baixos.
    Sei não, tem coisas que são economia porca, e na F1 não deveria ter dessas coisas. Coisa de europeu com dor na cosciência!! Lágrimas de crocodilo!!!

  11. Rodrigo Moraes says:

    Tem uma pinta de ser fake isso aí… Quando se toma um choque, tem-se um reflexo praticamente instantâneo, e esse mecânico encosta a mão todo tranquilo na carroceria, depois se joga pra trás.

    Sabendo que as equipes estão odiando o Kers, e sabendo o quão honestas são essas equipes, não duvido nada que estejam inventando estórias pra queimar o projeto.

    Projeto este, aliás, que acho meio tonto também. Querem fazer uma F1 verde, e que gere tecnologia que possa ser passada aos carros de rua, com benefícios ecológicos? Pois limitem a quantidade de gasolina por corrida. Sei lá, os carros fazem 1 km/L? Pois dêem-lhes 150 L pra fazer uma corrida de 300 km e eles que se virem pra fazer um motor potente e que consuma a metade. Isso com certeza vai gerar uma tecnologia útil ao mundo todo.

    O resto, é jogar pra torcida…

  12. Milton says:

    Bom, acho que esse negóco de gasolina de alta octanagem com calor e eletricidade não vão dar muito certo…

    A propósito: melhor usar agora aquelas luvas de borracha de eletricista ao encostar num desses…hehe

    PS: será uma boa tatica contra fãs enxeridos que adoram ficar mexendo e tocando nos carros… praticamente uma cerca eletrica invisivel…

  13. bruno says:

    não sei não, mas me pareceu fingimento.

  14. Tohmé says:

    Eita, esse assunto já tá mais que discutido….

  15. manzano says:

    Edardo, se comentario é dígno de um ignorante com relação aos problemas que nosso planeta possui.
    Saiba qe vc não mora sozinho por aqi na Terra, e, certamente, quando seus filhos e netos estivere mais velhos, vai mudar de opinião. É por causa de pessoas como vc, qe temos o planeta qe temos.
    Paciencia, e muita, principalmente com gente ignorante.

  16. says:

    Eu vi, por meio do Sr.
    http://br.youtube.com/watch?v=qDRlEdeARXs
    Que segundo disse, fez caca ontem.

  17. vitão says:

    passou o dia inteiro indo e vindo da revenda Lada? nada mais normal, dono de Lada sofre……

  18. carlos, de Curitiba says:

    Eduardo, hoje é comprovado que sustentabilidade e preservação do meio ambiente é extremamente necessário para a vida continue no planeta. A F1, como um esporte moderno, TOP e de alta visibilidade pode, e deve, ser uma vitrine para este “movimento verde”. (acho que você é do tipo que joga papel de bala no chão). Além disso, é provável que você não seja um grande conhecedor da F1, pois saberia que o objetivo da redução de custos é permitir que equipes menores tenham mais sucesso e consequentemente haja mais competitividade na categoria. Afinal, de que adianta carros lustrosos, de alta tecnologia se as corridas são super chatas? Importa é saber qual o melhor piloto, o melhor carro, mas com chances reais de vitória para todo mundo. É possível? Não sei, mas se não tentarem, nunca saberemos.

  19. Sergio SP says:

    Isso é fácil de resolver, é só colocar uma corrente ligando o chassi ao asfalto, igual aos caminhões tanque.

  20. regi nat rock says:

    OK. bem vindo de volta e boa viagem de ida. O jet lag vai te pegar legal, desta vez.
    essa coisa de aproveitamento de energia ainda vai dar muito choque em muita gente. Em algum momento vão encontrar o caminho das pedras, mas até lá, os mandrakes de plantão vão deitar e rolar.E mais alguns milhões vão pro ralo.Fico imaginando um choque desses na hora do reabastecimento. Fazendo humor negro, será um estouro.
    Em relação ao seu tour esquerdo-consumista, isso é que é vontade de jogar din din pela janela…

  21. Tiago S. says:

    Não costumo comentar os comentários, mas discordo totalmente do comentario do Eduardo, a F1 ta ai pra trazer inovação tecnológica sim, afinal é muito facil cagar e andar pros problemas do planeta, (que por enquanto não são maiores que nossos problemas pessoais) do que se preocupar em buscar alternativas para o esporte continuar buscando uma tecnologia mais limpa, renovavel.
    Serviço TOP é isso, serviço porco é não fazer nada. Ridículo é implantar isso em 1 ano, obviamente precisa de um tempo maior pra fazer isso.
    Não sou nenhum salvador do planeta, nem ambientalista, mas estudo engenharia ambiental, o que me da o mínimo de consciência que essas mudanças tem que acontecer. Pra mim é simples assim, se não faz parte da solução, então faz parte do problema.

    abraço

  22. Cabra says:

    Noffffa, o primeiro cabra aí de cima ficou revoltado, hein?

  23. Tuta says:

    Como sou teão da conspiratórico, pra mim aquilo pareceu ensaiado, normalmente todo mundo pula no carro, com sensores e resfriadores, desta vez ficaram esperando o tiozinho tocar no carro, e ele salta de uma maneira perfeita, parece que estava esperando o choque.
    Como já disse, carros de uma maneira geral são reservas naturais de eletricidade estática, tanto que nos pits tem umas fitinhas no chão pra descarregar esta energia.

  24. Eduardo Araujo says:

    essa porra de F1 verde, ecologia, economia.. isso tudo é furada.. economia e ecologia não combina com esporte a motor.. me desculpem os “salvadores” do planeta.. palhaçada da bruta esse negócio de “reaproveitamento” de energia.. é a mesma coisa dessa palhaçada da proibição da troca de motores… alegando que é para reduzir custos. Quem quer correr barato, que corra de Indy ou Nascar. F1 é TOP. Querem serivço TOP com orçamento de plebeu. Ae fica foda.

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