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sexta-feira, 28 de novembro de 2008 - 13:56Automobilismo brasileiro

ENQUANTO ISSO…

SÃO PAULO (jequice total) – …na galeria chique do artista plástico Romero Britto, aquele pernambucano radicado em Miami que aparece em “Caras” uma vez por mês e no Amaury Jr. uma vez por bimestre, e que sabe-se lá como e por quê caiu nas graças do povo brega endinheirado daqui e dos EUA, foi apresentado ontem o cafonérrimo quadro “Race Car”, que será entregue à dupla campeã da GT3, que fecha a temporada domingo em Interlagos.

É uma das coisas mais pavorosas que já vi.

Ah, aproveitaram a noitada nos Jardins para fazer um leilão de bonecos “Toy Art”, desenvolvidos pelo artista plástico Iguti (que cazzo é isso e quem é esse?), “customizados por artistas e celebridades”. Ai, ai, ai. O arrecadado foi para a Fundação Abrinq, a Casa Hope e, claro, a Fundação Xuxa Meneghel.

62 comentários

  1. Cleiton Pessoa disse:

    Moçada…….. só pra explicar melhor. Qdo me referi a história da arte, me referi no sentido que: existem 2 momentos: antes da semana moderna de 22 e depois…. Tem coisas que vieram depois que são de arrepiar! Então, só repetindo o que penso. Julgar Arte é algo totalmente subjetivo depois disso. Para isso basta o cara jogar merda num quadro e passar a mão e está feita a “arte!” Cada um tem o direito de gostar de qq coisa que “pintem” por ai, só que pelo conhecimento de muitas obras que já vi por aí, digo que sou um mero leigo pra julgar o presente que esse cara vai dar, lembrando que sendo um artista de nome, obras de arte são itens que valorizam absurdamente nos dias atuais, talvez o premio seja melhor que dinheiro.
    Há quem veja a beleza subjetiva de um lada, não é verdade? Tudo é belo dependendo da referência dos olhos de quem vê.
    Ao Jovino, que bom que gosta de Siron, meu conterrâneo.

  2. Emerson Figueira disse:

    Acho que o pessoal tem pena dele. Não dá para falar que isso é uma obra de arte. Já vi quadros de floresta pegando fogo e palhaço chorando mais bacanas.

  3. rosemeyer disse:

    Quando vi o post do individuo que se faz passar por MARCO,não resisti.Acho que e’ aquele moleque ,que pensa que sabe pilotar e tem um Passat Classic,e alem de so fazer g*****da na pista ,escreve com um estilo fino e profundo.Se não for ,poderia ser.

  4. Jean disse:

    Eu gosto dos quadros do Romero Brito. Mas concordo que esse quadro do carro de corrida não foi a melhor coisa que ele pintou… tá muito feio!

  5. Lúcio disse:

    Em geral, talvez pelo meu absoluto desconhecimento e desinteresse sobre o tema, não gosto de “obras de arte”, que, na minha humilíssima opinião, de arte tem muito pouco. Por isso mesmo não conheço o trabalho do Romero Britto. Mas se o moço aparece em “Caras” já é de se desconfiar da qualidade…hahahahahaha! Especificamente em relação ao quadro “Race Car”: feio demais! Se isso é arte, prefiro permanecer alheio a ela….

  6. MARCO disse:

    Bom não se conheço mas com certeza nem quero. Como uma pessoa sem o menor tipo de informação escreve tanto besteira. Primeiro ponto Romero Britto Dezembro deste ano vai expor suas obras no museu do Louvre e estas ficarão permanente no acervo. Segundo vc não admira porque certamente não tem condiçoes de investir 200 mil dolares em um Obra claro. E para encerrar com certeza vc deve ter no máximo um Ford Ka e o Romero simplesmente tem duas ferraris , dois Bentley, e para brincar uma 911 turbo . Bom quem sabe um dia vc estude um pouco mais e procure saber mais sobre as pessoas que representam o nosso pais mundo a fora.
    Boa Sorte

  7. Marcos disse:

    O FG pode não conhecer nada de história da arte, mas que o trabalho de Romero Britto é uma ^%@#[email protected], isso é. Pergunte para os entendidos em arte o que acham do trabalho desse “artista”. No máximo ele é um ilustrador que obteve muito sucesso comercial…

    A questão que faz a diferença é que o cara ficou rico…

  8. rosemeyer disse:

    Essa raça(Brito,Damien,e mais uma dezena espalhados) não são’ artistas plasticos.São comerciantes e financistas ,que atendem essa visão bilderberg do mundo,que arte deve ser algo que tem valor de mercado e se transforma em ação de bolsa de valores.Esse tipo de financista,tem dezenas de empregados,que fazem absolutamente tudo.E eles aparecem nesses programas e revistas ,que vc citou,e os repetidores descelebrados,ficam incensando.Dai vc tem uma Bienal do Vazio,que e’ o reflexo de um Pais vazio,ate’ as tampas de gente vazia e ignorante.

    E artistas plasticos ficam se desviando e apanhando de sumidades ,que corresponderiam ao mentecapto do Passat Classic.

  9. Edmilson disse:

    Arte….. os tais entendidos dizem que é bonito, que gosto não se discute e coisa e tal. E ainda bem o soberbo dizer que é arquiteto e entende. Coitado. Concordo com o Jovino, se fosse preciso estudar pra gostar disso, com certeza o Brasil seria melhor, pois ninguem entenderia nem gastaria com essas drogas. Isso é coisa pra quem não tem o que fazer com dinheiro, e quer aparecer. Agora dizer que aquela porcaria é bonita, e que é questão de gosto, então… definitivamente não sei qual é a definição pra gosto. E ainda, por que cargas dágua, estão criticando o Flávio por dar a sua opinião, e ainda pior, misturando as coisas por ser da GT-3, etc, e tal. Pois eu sei é que, SE eu tivesse grana pra disputar essa GT-3, ou qualquer outra coisa. E se eu ganhasse a corrida e ganhasse uma droga daquelas, quebraria no ato.

  10. Rodrigo Dias disse:

    Nada contra o quadro e contra o artista que eu não conheço. Mas entregar ao campeão da GT3 um quadro que tem como carro um “fórmula” é meio incoerente com a categoria. Poderiam pedir pro Marchesi fazer um. Seria mais bonito, no meu entendimento.

  11. Vecchio disse:

    “Arte”? Argh, acho que não entendo nada disso.

  12. Victor Costa disse:

    Antes de mais nada, para os neo-críticos da arte contemporânea, Romero Britto é pernambucano (de Vitória de Santo Antão) e não baiano…
    Ademais, ele não gastou um só centavo para pintar a Ferrari 355 , que ao final foi leiloada por um valor 4 vezes além do seu valor de mercado..
    Por fim, espero que o repúdio seja a arte, e não à origem nordestina do artista..

    Obs: Sim, sou nordestino. Sou do Recife.

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