TODOS OS NOMES

59152077SÃO PAULO(vai começar) – Os blogueiros não se cansam de reclamar que a Globo, em seus telejornais e sites, simplesmente resolveu mudar o nome da Virgin Racing. Chama-a de Manor. Não reparei, ainda, mas a julgar pela quantidade de comentários, é o que está acontecendo. Por quê? Alegarão que para não fazer propaganda de graça do grupo Virgin — muito atuante no Brasil, diga-se; vende passagens para passeios no espaço que nem água.

É uma arbitrariedade e, de novo, um desserviço. A equipe não se chama Manor. Se chama Virgin, ponto final. “Ah, mas era Manor, e a Virgin comprou, então eles estão certos”, dirá alguém. OK. Então, passemos a chamar a Globo, ao menos aqui em São Paulo, de TV Paulista. Foi a emissora comprada em 1966 por Roberto Marinho para entrar no mercado paulista. E ele mudou o nome, claro.

Na verdade, o que a Globo faz com esportes em geral beira o ridículo. E não é só na F-1. Chamar a Red Bull de RBR e a Toro Rosso de STR é algo que, entre os que realmente gostam e acompanham a categoria, já virou piada faz tempo. Piloto algum se refere a esses times usando essas siglas esdrúxulas. A Red Bull tem o direito de dar o nome que quiser à equipe. Comprou-a para isso, assim como a Benetton, anos atrás. Ou a Andrea Moda, que vendia sapatos. São muitos os exemplos.

Em outras modalidades, em especial no vôlei e no basquete, que vivem de times bancados por patrocinadores, a emissora faz o mesmo. Despreza o investimento das empresas que sustentam esses esportes, que por sua vez ocupam sua grade de programação, mudando os nomes dos times à revelia, sem o menor escrúpulo. Adota-se o critério de usar o nome da cidade onde o time está montado, e que se danem todos. Imagino que os patrocinadores fiquem desanimados com essas coisas. É um desestímulo completo e absurdo.

Vamos ver como será ao longo do ano na F-1. Se a Globo continuar chamando a Virgin de Manor, será a única emissora do mundo a fazê-lo. Uma coisa patética.

Comentários

  • Bom dia a todos.

    Mais uma vez os idiotas globais insistiram em mudar o nome da equipe Virgin para Manor (vide matéria do Jornal Nacional exibida em 25/02/2010). Será que esta falta de respeito com os simpatizantes de F1 e certas equipes, as quais investem milhares de dólares neste esporte, nunca irá acabar ?

  • Eu acho rídículo esse negócio da REDE BOBO chamar a equipe Virgin de Manor, isso eu vi ontem no JN, oras, aqui em Porto Alegre as pessoas chamam a RBS TV (afiliada da Globo) de TV Gaúcha, e fazem isso até hoje.

  • E o investimento para a copa do mundo? A CBF jurou que ia consguir recursos privados para financiar os estádios. Acabou que todo o dinheiro vai vir dos impostos que pagamos.

    Pergunta: E se por exemplo novos estádios, como o de Brasilia, fossem batizados com o nome de um patrocinador, como aconteceu com a famosa “Alianz Arena” em Munique, em troca de verba da empresa para construí-los??

    Mas a globo provavelmente iria inventar outro nome para o estádio, fazendo que o investimento do patrocinador não tivesse retorno.

    Conclusão: A globo com seu comportamento idiota prejudica até o bolso do cidadão comum pagador de impostos.

  • Existe uma receita meio simples pra derrubar a Globo: É SÓ NÃO DAR AUDIÊNCIA, como eu faço… é obvio que sempre terá uma audiência enorme, mas quem sabe se pessoas bem informadas nunca sintonizar o canal, isso não o torne menos qualificado (para os patrocinadores).

  • Daqui a pouco vao estar chamando a ferrari de “equipe Maranello” e a Mercedes de “equipe MGP”. Realmente patético a rede globo. Mas o pior de tudo não é aturar esta sopa de letrinhas, mas sim os comentários tendenciosos, inverídicos e muitas vezes até equivocados de galvão bueno e sua trupe. Mas pelo menos a globo e a sport tv transmitem todos os treinos e a corrida sem intervalos, diferentemente do que faz a band com a indy e a tv americana com a nascar.

  • Era o que a Globo também fazia com o Estádio Joaquim Américo, do Atlético PR: jamais o chamava de Kyocera Arena na época dos naming rights, mas de “Arena da Baixada”. Realmente, investir no esporte aqui no BR é complicado…

  • A transmissão é dela e ela chama como quiser !
    A emissora também vive de marketing, quer propaganda paga pra ela, quer mudar o nome compra os direitos de transmissão ou monta sua emissora e chama as equipes e os times como vc quiser…

  • E não é que a RG responde. Vejam a resposta a minha crítica.

    Emilio

    Respeitamos sua opinião e crítica. Suas considerações serão levadas ao conhecimento da direção do programa.

    Cordialmente
    Rede Globo.

    Carnaval 2010 é Globeleza! A gente só vê por aqui.

    http://redeglobo.globo.com/

    ================== MENSAGEM ORIGINAL ===================
    De: EMILIO ROBERTO TOPEL KONRATH
    Data: Segunda-feira, 15 de Fevereiro de 2010
    Assunto: CRÍTICA – 15/02/2010

    Gostaria de saber porque vcs da RG teimam em chamar as equipes de Fórmula 1 de maneira errada? Chamam a Red Bull de RBR, a Toro Rosso de STR e agora a Virgin de MANOR. Quando vcs irão parar com este desserviço ao público e aos fãs deste esporte?

  • Olá amigos, fui no site da Virgin e postei um comentário solicitando a atenção deles pra esse claro desrespeito com a equipe. Segue texto abaixo:

    “Hello guys,

    There has been quite a stir down here in Brazil, concerning to your team’s name. Everybody knows that Virgin Racing bought Manor last year, right? Well, Brazil’s official Formula 1 TV broadcaster, Rede Globo, for some reason is calling Virgin Racing as Manor in their web articles and TV broadcasts. Bloggers, forum posters, journalists, everyone is really pissed off with this arbitrary change of name. Hell, it is widely known that Virgin Racing is NOT Manor since 2009, so I think this clear disrespect to the public, to the team, and even to Formula 1 itself should be noted outside Brazil, so Rede Globo changes this ridiculous name imposition – they call Red Bull, for example, as RBR, in order to not mention the brand’s name. What for? The TV station gains no money from Red Bull, so they don’t say the name. Pretty dumb, isn’t it?

    That’s why it should go public outside Brazil, so FOM presses Rede Globo to properly mention the team’s names.

    Well, I hope you guys read it, because it concerns you directly. Many people in Brazil think that Manor Racing will be in Bahrain in March, not Virgin.

    Thanks for the attention.”

    Talvez tenha algum erro de inglês, mas acho que o recado tá dado. Realmente espero que essa palhaçada da Globo vá a público fora do Brasil, assim quem sabe a FOM chama a Globo na chincha e isso pare.

  • Sugiro que os interessados em escrachar a RGT façam um abaixo-assinado (impresso ou virtual) para defender os interesses comerciais e financeiros das poderosas empresas Reb Bull (e Toro Rosso também né), Virgin, Unilever, Pão de Açúcar, VW, Itaipava e outras tantas citadas nas respostas deste post. Vamos nos unir!!! Vamos juntos defender os intereresses das patrocinadoras injustiçadas pelas patéticas apresentações Globais, vamos enviar o ‘Manifesto Comercialista Gratuito do FG, GP e Fãs do GP’ para a FIA, Fio, FOCA, Urso Polar, FOTA, Foda, FOPA, Bernie FOM (o mais novo pobre divorciado do circo), Jean Toddy Nescau (opa, tô fazendo propaganda gratuita) e também não podemos esquecer de enviar ao Briatore. Só assim faremos justiça nesse mundo cão.

    • Sem querer ser chato, mas já sendo, essa sua ironia perde o sentido quando percebemos que são os patrocinadores que garantem a manutenção da maioria dos esportes de alto rendimento.
      Se assim não fosse, não existiria nenhum dos esportes que mais gostamos: futebol, volei, automobilismo, etc.
      No entanto, o patrocinador investe seus recursos (que geralmente são limitados) em marketing esportivo visando a possibilidade de dar visibilidade à sua marca, principalmente por meio da impressa, uma vez que estádios, ginásios e autódromos não possuem um número de público que justifique os vultosos valores investidos.
      Entendo que as emissoras precisam também faturar e publicidade gratuita é sempre um problema. Mas deve haver uma simbiose entre os dois lados:
      Primeiro o patrocinador (de qualquer esporte) precisa da visibilidade de sua marca para justificar o investimento:
      Segundo: a TV precisa de um esporte forte e vivo para ter o retorno em audiência que atrairá um outro grupo de empresas dispostas a vincular sua marca àquela transmissão esportiva.
      No entanto, sem os patrocinadores dos esportistas e suas equipes, o esporte decairá por falta de recursos e, consequentemente as transmissões perderão o interesse do público, retraindo a audiência e consequentente minguando os patrocinadores da TV.
      Entendi perfeitamente o que do FG quiz dizer e concordo com ele.
      É no mínimo contraproducente alegar ser propaganda gratuíta, pois de gratuíta não existe nada. São os patrocinadores que bancam o esporte e consequentemente garantem a receita da TV.

  • Oi Flavio…

    Ja trabalhei cobrindo automobilismo, basquete e hj em dia trrabalho com voleibol. É tão ridícula a postura da emissora que alguns atletas das seleções adultas já postaram em seus twitters e facebooks textos deixando claro o quanto ficam revoltados.

    Há uma história clássica no meio, aliás. No início da década passada duas equipes do Rio decidiram um campeonato de basquete e aí a Grôbo colocou nas legendas “RIO x RJ”…hahahaha

    Abçs

  • Só para endossar seu post. Não tenho mais paciência para criticar isso e confesso que quando penso no assunto a raiva é tanta que como diria Roberto Jefferson “me desperta os instintos mais primitivos”.
    Entao apenas desejo que os que comandam a Globo explodam.
    Que a record finalmente se mexa para comprar os direitos da F-1 no Brasil

  • Não me dei o trabalho de ler os 350 e tantos comentários anteriores, então peço desculpas se estiver sendo redundante: Qual o problema em dizer “RedBull” ou “Virgin”? O que torna estas duas marcas “propaganda gratuita” a ponto de serem mascaradas, se já falam de Renault, Mercedes, BMW, Toyota e Ferrari? Que chamem então de “Maranello”, “Stuttgart” e “Genii” as 3 que restaram!

    • Não posso afirmar com 100% de certeza, mas a justificativa da emissora para falar o nome das montadoras é que as suas atividades empresariais estão “naturalmente” relacionadas aos automobilismo, enquanto que as demais empresas agem de forma oportunista, procurando publicidade gratuita para as suas marcas. É ridículo? É, mas cada louco com a sua mania.

    • Quando se trata dessa emissora, nada mais me surpreende. Desde tratar Juve, Lazio, Inter, Roma e afins por “o”, e não por “a”, até omitir nome de patrocinadores que dão vida às atrações do domingo de manhã. Que tal o Grande Premio começar a chamar a emissora de RG? E a equipe de transmissão de GB, RL, e LB?? Será que vão gostar?

  • Apartir de hoje só vou me referi a Globo como TV do DIDI ou TV da XUXA…..

    A meu ver essa emissora esta fazendo um desserviço total ao esporte a motor aqui no Brasil a muito tempo; Depois a própria fica dizendo aos quatro cantos do Brasil, que os empresários não ajudam o esporte Brasilero.
    Claro que ninguém vai ajudar! Com essa tática de mudar o nome dos patrocinadores, fica difícil né mesmo.
    Isso acontece no Futebol & no Vôlei que eu sei!
    Onde mais ela atua com esse total desrespeito? Do conta não.

  • Cara, todo mundo sabe que RDB é Rebeldes! huhaiuahiuahuaia

    n sei pq, toda vez que ouço a transmissão tosca omitindo os NOMES dos times, no caso da RBR me vem a novela mexicana na cabeça… e STR é algum tipo de formato de arquivo.

    Então fica nisso: o Vettel com cabelo vermelho cantando músicas pegajosas no palco em espanhol e o buemi com a cara de vírus de computador, hehe.. Olha, eu preferiria ser instigado a pensar na bebida energética, muito melhor para a sanidade mental do telepectador.

  • ROSAS DE OURO, CAMPEÃ DO CARNAVAL DE SÃO PAULO.
    A escola teve de mudar a letra de seu samba por pressão da Globo. A expressão “cacau é show” foi alterada para “cacau chegou” –a agremiação é apoiada pela marca de chocolates Cacau Show.
    Quem vai conseguir parar essa emissora? Teremos que chamar o Hugo Chaves para dar um basta nessas atrocidades? Ou o Edir Macedo?
    Bem que os profissionais de imprensa e comunicação poderiam se manifestar, mas parece que todo mundo tem um medinho dela ou um sonhozinho de trabalhar lá.

    • E vou te dizer mais: se a escola tivesse peitado a Globo e mantido o “Cacau é Show”, duvido que tivesse ganho. Talvez jamais soubéssemos da história, mas não ganharia. Podem me chamar de teórico da conspiração, mas duvido. Fico imaginando o tom da ameaça, afinal, que medidas práticas a emissora poderia tomar? Tirar pontos da escola? Tô pra ver babaquice maior.

  • Não da pra acreditar nisso. Fui conferir em alguns canais da globo e confirmei eu mesmo: rídiculo.

    E essa história do volêi, eu não conhecia. Acho que a globo deveria ser punida por isso, de alguma forma.

    • Bruno, essa omissão dos nomes dos patrocinadores fica mais evidente nos canais Sportv, pois são os que transmitem vôlei, basquete, etc ….. é rídiculo !!!!
      Notem também a utilização de editores de imagem para apagar qualquer marca que fique visível durante entrevistas, por exemplo !!

  • Previsível.
    Afinal de contas, o Gagalvão Bueno teve um chilique durante a cobertura do GP Brasil 2009 porque a Schincariol, partnerchip da Rede Globo na F-1, viu-se numa saia justa ao ver um dos melhores carros do ano, as Brawn, ostentarem em seu aerofólio propaganda da Cervejaria Itaipava. O piti do Maximo Bueno foi quando o diretor da Brawn mostrou para a camera do amigo da Rede Globo o energético TNT, fabricado pela Itaipava, em suas mãos. Aí o Pavão Bueno começou a regurgitar sua verborragia com um monte de asneiras sem sentido, de que ele deveria manter a compostura, que os esportes precisavam de bons exemplos, que era um absuuuuurdo, amigo da Globo, um absuuuuuurdo aquela atitude e bla,bla,bla,bla,bla, bla…

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    Mudando de assunto, fora da esfera do artigo (se quiser limar, Flavio, tudo bem)… e não é que as distribuidoras de combustível e os cartéis de postos resolveram embarcar na onda do “mais lucrativo”, à exemplo do que os altruístas empresários usineiros no Brasil estão fazendo com a produção de etanol??
    Pelo menos, foi o que um colega meu disse. Procede isso, Flavio ??

    Pois bem, viajei pela Washington Luiz e todas as paradas de pedágio meu carro, abastecido a álcool(?) de um posto de combustível de bandeira e confiável (até agora) morria. Quando cheguei a São Carlos visitar meus pais, o carro não parava de apagar. Achei tratar-se de um caso isolado, mas minha mãe abasteceu seu veículo naquela cidade, e minava água pelo escapamento quando desligava o carro. Fora o fato de o injetor “afogar” a mistura ar-combustível quando pressionado o pedal do acelerador. Não era um fato isolado, duas cidades diferentes, com o novo combustível que chamarei de “Metanágua” (Metanol+Álcool+Água).
    As distribuidoras estariam importando metanol do Chile a preços irrisórios e adicionando ao álcool nas bombas. Obviamente com uma porcentagem de H2O, já que o metanol é toxico se ingerido, inalado ou em contato com o mesmo e, para amenizar seus efeitos, estaria sendo acrescido de água para, na fértil mente erudita de nossos fornecedores de combustível, com Ph.D. em Química, suprimir a toxicidade do metanol.

    Fico imaginando em uma cidade como São Paulo, em plena hora do rush, uma horda de automóveis cuspindo “metanágua” pelos escapamentos. Azar de quem estiver ao lado. Isto é, de todos.

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    E fui rindo, nem sei porquê, me lembrando que uma vez os barões usineiros produtores de Etanol foram chamados de heróis…
    O que esses heróis, comprometidos com o interesse coletivo da sociedade, fizeram recentemente?? Ah, esses malditos remédios que tomo para estabilizar meu humor não me deixam lembrar…

    E ri ainda mais, pela impunidade de uma manobra (diminuição da produção de Etanol privilegiando a produção de outros produtos, de maneira deliberada para aumentar os lucros) que poderia ser considerada crime contra a economia popular e, portanto, passível de Processo Judicial em qualquer Promotoria Pública…

    • Apenas alguns comentários meu caro:
      1) “e não é que as distribuidoras de combustível e os cartéis de postos resolveram embarcar na onda do “mais lucrativo”, à exemplo do que os altruístas empresários usineiros no Brasil estão fazendo com a produção de etanol??”
      Sua afirmação é, no mínimo, desprovida de bom senso e conhecimento. Este procedimento já está sob investigação da ANP e se assemelha à injeção de solvente à gasolina, ou seja, adulteração de combustível. Daí afirmar que são as distribuidoras (quais ?!? ) que estão adulterando o etanol foi demais, não ?!? A prática da adulteração ocorre no posto, raras vezes ocorrendo diferente ! O posto que você abasteceu não é tão confiável assim !! Busque informações sobre como identificar um posto, realmente, confiável !!
      2) “As distribuidoras estariam importando metanol do Chile a preços irrisórios e adicionando ao álcool nas bombas …”
      Mais um absurdo: Distribuidora não importa nada sem a anuência da ANP, lógico, a ANP iria questionar o uso desse produto no Brasil, além da distribuidora não adicionar nada nas bombas !! Sugiro entrar no Google e pesquisar sobre como funciona a distribuição de combustíveis e se informar antes de espalhar pulhas virtuais !! A fraude do metanol existe, mas é beeeem diferente da forma como descreveu.
      3) “E ri ainda mais, pela impunidade de uma manobra (diminuição da produção de Etanol privilegiando a produção de outros produtos, de maneira deliberada para aumentar os lucros) …”
      Vai morrer de rir então mal humorado, sempre foi assim desde que o mundo é mundo !! E não são “outros produtos”, é um produto: Açúcar !! Se o preço internacional sobe, as usinas direcionam sua produção da mesma forma que o fazem quando cai e o preço do álcool na bomba despenca !! Não há uma política governamental de produção mínima de álcool para suprir a demanda, assim sendo isso ocorre e vai continuar ocorrendo !!! E ao que me parece não é crime, é simplesmente a regra básica da economia: lei da oferta e da procura !! Simples assim …..

  • Essa foi demais. Deu na Folha OnLine de hoje, 16 de fevereiro. Preparem os antiácidos:

    “A presidente da Rosas de Ouro, escola campeã do Carnaval paulistano, afirmou que continua a favor de parcerias com empresas, como a realizada por sua agremiação para o desfile deste ano.

    A escola teve de mudar a letra de seu samba por pressão da Globo. A expressão “cacau é show” foi alterada para “cacau chegou” – a agremiação é apoiada pela marca de chocolates Cacau Show.

    “Há um mês, tive de mudar uma palavra do samba-enredo. Não foi fácil para a comunidade aceitar. Mas, agora, vamos voltar para a letra original”, disse Angelina Basílio durante a comemoração do título, ainda no Anhembi. “Fizemos um trabalho impecável e vamos levar essa taça para a ponte da Freguesia do Ó [local da sede da escola]. Agora podemos dizer que o cacau é show”, completou a presidente. “A Rosas de Ouro acredita em parceiros.”

    (…)

  • Esse mesmo assunto foi levantado no blog do Rodrigo Mattar (que, justiça seja feita, usa os nomes corretos em seu espaço) e ele afirmou, perguntado por um internauta, que se a atual política da emissora fosse vigente à época, a equipe Benetton seria chamada de Toleman. Não é brincadeira (embora pareça…). Dá pra acreditar em um absurdo desses?

  • Amigos, pior do que transformar nomes de equipes em siglas é o erro, a desinformação. Chamar uma equipe por um nome que não existe por um capricho comercial é o jornalismo às avessas. Quer dizer que se a Brawn tivesse sido vendida, digamos, para a Monster Energy e passasse a se chamar Monster Racing, seria chamada de Brawn, mesmo não sendo mais Brawn?

    Além de desinformar, acho essa estratégia um tiro no pé, mesmo sob o aspecto comercial. Peguemos o exemplo do vôlei: ao não chamar os times pelos nomes dos patrocinadores, a TV está afugentando os mesmos investidores que propiciam a existência da liga que ela mesmo transmite, ou seja, sem os quais ela não teria o (bom) produto que dá audiência e atrai seus patrocinadores diretos, os que bancam a transmissão e não o evento em si (que é quem ela quer preservar ao omitir os nomes de eventuais concorrentes que patrocinem as equipes). Quem não se lembra de equipes antológicas como a Pirelli, Fiat-Minas, Atlântica-Boavista e a Supergasbrás? Como seriam chamadas hoje? E se por acaso o Rio tiver dois times, serão Rio de Janeiro I e II? Recentemente, o Banco Finasa cancelou o patrocínio ao Osasco e deixou bem claro que o principal motivo foi a omissão do seu nome pela TV.

    Eles falam em “publicidade gratuita”. Ora, é “gratuito” bancar um time de vôlei? E uma equipe de F-1? Indiretamente eles não estão dando retorno comercial à própria emissora ao bancar o show que ela transmite e vende cotas caríssimas de patrocínio?

    Um abraço!
    LA

  • Sorry, Flávio, desconsidere o meu comentário anterior. Copiei um comentário que fiz no blog do Rodrigo Mattar (que é contra essa palhaçada e cita todos os nomes corretamente, apesar de ser funcionário da Globo) e esqueci de editá-lo. Em seguida, vai o comentário com a devida edição. Desculpe-me mais uma vez.

    Um abraço,
    LA

  • Amigos, pior do que transformar nomes de equipes em siglas é o erro, a desinformação. Chamar uma equipe por um nome que não existe por um capricho comercial é o jornalismo às avessas. Quer dizer que se a Brawn tivesse sido vendida, digamos, para a Monster Energy e passasse a se chamar Monster Racing, seria chamada de Brawn, mesmo não sendo mais Brawn?

    Além de desinformar, acho essa estratégia um tiro no pé, mesmo sob o aspecto comercial. Peguemos o exemplo do vôlei: ao não chamar os times pelos nomes dos patrocinadores, a TV está afugentando os mesmos investidores que propiciam a existência da liga que ela mesmo transmite, ou seja, sem os quais ela não teria o (bom) produto que dá audiência e atrai seus patrocinadores diretos, os que bancam a transmissão e não o evento em si (que é quem ela quer preservar ao omitir os nomes de eventuais concorrentes que patrocinem as equipes). Quem não se lembra de equipes antológicas como a Pirelli, Fiat-Minas, Atlântica-Boavista e a Supergasbrás? Como seriam chamadas hoje? E se por acaso o Rio tiver dois times, serão Rio de Janeiro I e II? Recentemente, o Banco Finasa cancelou o patrocínio ao Osasco e deixou bem claro que o principal motivo foi a omissão do seu nome pela TV.

    Enfim, entendo perfeitamente a sua posição, Rodrigo, e é louvável que neste espaço se preserve o bom jornalismo – e a Red Bull seja chamada assim, com todas as letras, assim como a Toro Rosso (essa até hoje não entendi, porque não é nome de nada, só pode ser mesmo essa fixação em padronizar as coisas…), a Virgin e que tais. Há outros exemplos de posturas semelhantes dentro da própria Rede Globo, como o Jô Soares, que faz questão de citar nominalmente todos os patrocinadores de peças e espetáculos culturais cujos atores são entrevistados por ele, mas acho um enorme desserviço adotar esse \”padrão\” em transmissões esportivas. Eles falam em \”publicidade gratuita\”. Ora, é \”gratuito\” bancar um time de vôlei? E uma equipe de F-1 (muito menos…)? Indiretamente eles não estão dando retorno comercial à própria emissora ao bancar o show que ela transmite e vende cotas caríssimas de patrocínio?

    É o que eu acho.

    Um abraço!
    LA

  • Não sei como essa emissora não parou com a F1 quando houve a queda na audiência das corridas no pós-Senna… Pouco lhes interessa o esporte. Pior, treinaram em sua estupidez várias gerações de “torcedores” de F1; viúvas do Senna; essa gente que só enxerga tudo como uma disputa onde só vale o lº lugar. Esses que odeiam o Barrichello porque “não foi campeão”. Gente que não percebe o amor que pilotos italianos recebem dos italianos sem – até… – nunca terem ganhado corrida alguma. Essa imbecilidade quanto ao esporte motor foi cria dessa empresa estranha, a Globo…

    • É por isto que nem assisto mais. E olha que sou do tempo em que Sena e Piquet brigavam pelas primeiras posições, mas a torcida do Galvão era toda pro Sena. Só porque o Piquet era um mala. Mas já era bi-campeão, então merecia o nosso respeito. Mas o Galvão não suportava então vivia enchendo o bola do futuro campeão. E neste caso acertou em cheio. Mas no caso do Barrichelo… E agora é a vez do Massa. Tomara que ele não se deixe levar pelo canto do cisne. Talento ele tem de sobra, só falta dar duro e ter um pouco de sorte.

  • Já pensaram se a Campos fechasse acordo com a Volkswagen e adotasse esse nome? Como que a Globo passaria a chama-la? De VW. Uma coisa e dizer o nome de montadoras com um pequeno mercado no Brasil, como Renault, BMW, Mercedes, Toyota, Honda. Outra coisa é falar uma marca que é sinônimo de carro no Brasil.

  • Concordo com o post, mas vamos considerar que mesmo a FIA chamava Red Bull e Toro Rosso de RBR e STR, respectivamente, através da geração de caracteres. Assim, a Globo seguia o padrão da FIA. Vamos ver se agora ela seguirá o mesmo conceito, ou seja, dizer o que os caracteres da geração da TV mostrarem, senão aí fica esquisito mesmo.

  • Esta é uma causa que apoio, e não só no automobilismo. Mesquinharia burra das emissoras (isso não é prática só da Globo ). Lembro-me da homenagem de Frank Williams no anúncio ( mentiroso na época ) da Petrobras de ter atingido a “autosuficiência”. A Globo sequer citou o fato, detalhe, a Petrobras é cotista de anunciantes para F1 na emissora.

  • Concordo co FG,seguindo esse raciocinio,deviam chamar a Mercedes de Brawn gp, pois com certeza os alemães tem mais atividades comerciais no Brasil vendendo seus carros e caminhões do que qualquer outra equipe com seus energéticos e viagens espaciais…por que as emppresas que investem pesado em patrocínio não fazem nada?????????

  • Por isso que há mais de um ano eu deixo a TV no mute e escuto o áudio da transmissão pelo rádio, fica perfeito, e com a super mega hiper ultra vantagem de não ter que aguentar o Chatão Bueno seus ufanismos e as censuras de nomes da “Grobo”. Ahhh além do que se aquela rádio estiver chata dá pra trocar por outra :)

  • Depois essa galera da Globo, que ignora o investimento das empresas no esporte, vem fazer melodrama com atletas sem patrocínio. O Diego Hipólito, por exemplo, foi vítima dessa hipocrisia da Globo. Queria ver se ele fosse patrocinado por alguma empresa conhecida, se os globelezas iam mencionar isso!!!!!!!!!!!!!
    É realmente lastimavel a mentalidade de certos cartolas de nossa televisão.

  • A rede globo faz um deserviço a nação, aos esportes com essa palhaçada de esconder, as logo marca em alguma matéria jornalística, ou quando simplesmente, diz RBR, quando deveria dizer Red Bull Racing , isso é desestimulo aos patrocinadores, e inclusive mais absurdo ainda a rede globo faz com o Vôlei, os times não que tem nome de Rexona, leva um nome de Rio de Janeiro, por exemplo, isso mata o primeiro argumento para o time pedir o apoio as empresas, (que a marca será falada na mídia).

  • uma coisa todos concordam….a transmissão da globo é péssima, mas as demais emissoras também não nenhuma competência para confrontar a transmissão da Globo.
    Então, infelizmente estamos sujeiros ao velho dito popular “RUIM COM ELA….PIOR SEM ELA” que tristeza!!!!!!

  • O pior Gomes, é que ela fala em Renault, BMW, Mercedes, Ferrari, Toyota, Honda com uma naturalidade que faz isso que ela faz com a Red Bull e agora com a Virgin ser, alem de ridícula, incoerente, porque marcas de carro podem e demais marcas não? A justificativa de que marcas de carro tem a ver com a F1 e bebidas energéticas e companhias de aviação não tem, não vai colar…

  • Acho que isso retrata bem o que é a Rede Globo. Vivemos a ditadura do General G.B. e seus comandados, o Sargento R.L. e o soldado L.B. E como bem disseram os amigos ai anteriormente, é o unico meio de assistir Formula 1 no Brasil. Eu, particularmente tiro o audio da TV e ousso a Jovem Pan, com o Té José, por que nao da pra engolir o G.B., ele consegue dar azia em uma carreta lotada de sonrisal.

  • Quero ver como serão as justificativas do GB qdo aparecer “Virgin” na geração de caracteres. Aí ele vai explicar. “Veja bem, Virgin é o nome do PATROCINADOR da equipe. O nome da equipe mesmo é Manor. Por isso chamamos ela de Manor.” ou então “A geração é de responsabilidade da FOM! Então não é Virgin, é Manor!”