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terça-feira, 16 de março de 2010 - 15:49F-1

SENNA, 50 (13)

SÃO PAULO (belo carro) – Em 1987, Senna ia para seu terceiro ano na Lotus. Nos dois primeiros, motor Renault. No último, o primeiro contato mais forte com a Honda. Sua temporada foi decisiva para que os japoneses, digamos, recomendassem sua contratação à McLaren, que passaria a usar seus motores em 1988. A McLaren, que não era boba, aceitou. Apesar de já ter Prost.

Mas 1987 não foi o mais brilhante de Ayrton na Lotus quando se analisa apenas o quesito velocidade absoluta, no qual se destacara nas duas temporadas anteriores. Depois de fazer fez sete poles em 1985 e oito em 1986, conseguiu apenas uma com a Honda. Por outro lado, teve um campeonato mais consistente, com duas vitórias, em Mônaco e Detroit, e oito pódios no total. Fechou o Mundial em terceiro, com 57 pontos, atrás apenas da dupla da Williams, igualmente empurrada pelos incríveis turbos da Honda, Piquet e Mansell.

A foto foi tirada no Rio, com toda a tchurma da Lotus já patrocinada pela Camel. O companheiro de equipe, exigência da Honda, era o japonês Satoru Nakajima.

89 comentários

  1. Carlos Borba disse:

    O Peter Warr (o loiro alto da direita) disse que foi obrigado pelo Senna e pelo Ducarouge (o da esquerda do Senna) a assinar com a Honda, eles chegaram a oferecer o motor Honda para Mclaren que não aceitou o motor, a Mclaren queria os Honda, mas exigia motores iguais aos da Williams, porque por contrato a Williams tinha direito aos melhores motores (leia-se Honda RA 167-E) este motor é de 1987 e atingia 14 mil giros com 900 cavalos em corrida e 1000 nos treinos. A Lotus teve que usar o motor da Williams/86 (Honda RA 166-E) que girava bem mais baixo eles davam 850 cavalos a 12,5 mil giros e nos treinos 900 cavalos, ambos os motores usavam uma válvula de limite de pressão do turbo em 4 bares. A Mclaren só aceitou os Honda em 1988 quando o Senna conseguiu convencer a Honda a dar motores iguais para a Mclaren e Lotus em 1988 (Honda RA 168-E) ambos com 650 cavalos e agora usando uma válvula de 2,5 bar. O Peter Warr diz que foi um grande erro se desfazer dos motores Renault, por que eles estavam melhorando muito depois que a equipe Renault saiu da fórmula 1 em 1985, para 1986 a Renault estava priorizando os motores investindo mais que a própria Honda, colocaram bobinas individuais, comando desmodrómico etc…e vinha muito mais novidades, o motor Renault também era mais leve (alumínio) já o Honda usava no bloco Ferro, resultado os Lotus 99T eram pesados e pouco potentes, já que usavam uma pesada suspensão ativa e um motor de ferro, as Lotus iam muito mal nos treinos, nas corridas até que ele foram bem mas só foi bem porque não trocava de pneus, acho que se o Senna tivesse mais 2 anos de experiência teria ganho o campeonato de 87, ele cometeu vários erros….. O Peter Warr diz que foi obrigado pelo Senna e Ducarouge a pegar os Honda “se eu pegasse os Honda iguais aos da Williams até que dava para aceitar”, mas os nossos Honda eram bem mais fracos que os da Williams, outro problema era o alto salário do Senna que fazia que a equipe não tivesse dinheiro para investir na suspensão ativa, Isto obrigou a o Peter Warr a trazer o Piquet para a Lotus, e o Piquet trouxe o motor Honda de última especificação o RA 168-E que era igual ao da Mclaren, mas aí faltou estrutura para a Lotus desenvolver o novo carro o Lotus 100t, a Lotus por estar endividada (escândalo Delorean) estava com pouco dinheiro em caixa.

  2. Edson - Cambuquira/MG disse:

    Essa amarela eu tenho montadinha de um Kit Tamiya.
    Na cristaleira!

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