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segunda-feira, 21 de novembro de 2011 - 1:42Antigos em geral

LINDA HISTÓRIA

Desculpem, não sei quem mandou. Mas é legal demais.

28 comentários

  1. Vinicius Vidal disse:

    Não tô de puxasaquismo barato não, Flávio, mas o que eu mais gosto quando venho ao teu blog (acesso aos finais de semana pq trabalho e estudo), é ver alguma história legal ou linda, como neste caso, e vc é um especialista nisso mesmo quando a história não é sua. Me lembro de algumas coisas recentes, como o primeiro “busão” do teu filho, do Trabant (Gerard, né?) da conquista da Lusa (e olha que sou Palmeirense), pq. minha memória é uma josta. Vc. é arrogante algumas vezes com seus seguidores (ok…muitas vezes eles merecem mesmo, mas não todas), no entanto eu não consigo deixar de comparecer aqui, bem como seguí-lo no twitter pq. na minha opinião vc é o melhor escriba que conheço (não tô puxando o saco não!!!). Com relação a este “post”, eu também tenho o sonho de recuperar um Opala 1969 que meu pai (que já morreu) teve. Foi nele que aprendi a gostar de carro, é dele as minhas primeiras memórias de passeio com o velho e minha mãe, os três sentados no banco da frente, como eu prestava atenção na maneira como meu pai fazia pra dirigir aquele carrão O primeiro que lavei com e pro meu pai. Foi nele que aprendi a dirigir quando tinha 12 anos de idade (escondido do velho, claro!). Já entrei no sítio do clube do Opala, falei com meu primo que tem uma loja de semi-novos, até para o Paulo Tohmé, seu amigo, eu pedi ajuda. Só que nada até agora. Se um dia eu conseguisse recuperar esse carro, acho que eu choraria mais do que o pai do rapaz aí do vídeo. O problema é que só lembro da placa dele à época, com duas letras apenas. Missão hercúlea. Quem sabe um dia eu consiga. Falei demais. Abraços!

  2. Bruno disse:

    Armação da marca ou não, é interessante a história. Eu queria achar o Chevette 78 que meu pai teve, o primeiro carro da família. Mas como é difícilimo, pelo menos gostaria de ter um modelo igual…

  3. Willian disse:

    Uma nação que está tão acostumada a matar pessoas as vezes até seus próprios filhos em pbenefício do poder econômico, que fica difícil de careditar que algum americano tenha algum tipo de sentimento como este. Pra mim isto é mais teatro.

  4. Nelson Roberto Filippi disse:

    É galera, eu ganhei meu DODGE 1972, não dos meus filhos, mas da minha esposa….
    tinha vendido outro clássico tempos atrás, na pretenção de adquirir meu V8, as negociações com o dono do DODGE haviam encerrado, o negócio emperrou e já tinha dado como perdido, nisso minha esposa sai de casa dizendo que iria na casa da sogra e some por uma tarde inteira, até ai tudo certo, o caso é que no fim do dia chega em casa na maior simulação dizendo que havia batido nosso outro carro, sai enfurecido porta afora para avaliar os estragos, ainda comentei ” não basta ter perdido o DODGE você me vem com essa noticia” nisso vejo entrando em casa o DODGE, guiado pelo meu amigo. Com requintes de crueldade tinham colocado até um laço vermelho sobre o capô.
    Coração velho bateu muito, muito forte…. já se vão 10 anos!!! Valeu Cintia.

  5. galileu disse:

    qual o filho que não gostaria de fazer essa surprêsa para o pai.
    eu consegui uma miniatura dochevrolet 48 que meu pai teve, pintei da mesma cor e coloquei em uma caixa de acrilico, foi o maximo que consegui, mas gostaria de resgatar o carro onde todos nós aprendemos a dirigir, inclusive meu pai.
    esses são videos que não tem preço, não em palavras pasra ser exploicado, simplesmente emocionante. valeu chevrolet.

  6. Tiozão disse:

    Meu pai já se foi, mas seu Fuscão está bem guardado.

  7. Túlio Parodi disse:

    Showrei!!! Fantástico!!! Mesmo que procurasse o Opalão 72 4100 de cor roxa (o que seria ganhar 1000 vezes na megasena), não teria a sorte de passar para o meu velho que mora nas estrelas.

    Esse cara tem muita sorte traduzida em felicidade…

  8. Alexandre Bento disse:

    É galera… estamos ficando todos emotivos?? Emocionante. Acho que daqui a 30 anos nossos filhos não sentirão falta dos carros que hoje dirigimos…nem nós mesmos.

  9. Major disse:

    Vai um elogio.
    Você e esse blog/site estão melhores sem o IG.

  10. Ed disse:

    Quem hoje mantém um carro por 20 anos?

  11. Jason Vôngoli disse:

    Propaganda pura, com direito a porradão no microfone escondido, toda vez que o velho bate no peito…

  12. adonis disse:

    Linda história mesmo!! De emocionar!!

  13. Moacyr Lopes disse:

    Acho que estou ficando velho. Tô chorando muito fácil.

  14. João Carlos Bifulco Gomes disse:

    Sensacional!
    Queria ter grana para encontrar e “devolver” para o meu pai o Bel-Air 54 dele, onde aprendí a dirigir.
    Que baita inveja!

  15. sylvio disse:

    A história pode até ser verdadeira, mas a produção…..só quem não mora nos EUA, pode acreditar naquela “emoção” do pai ao ver ao longe a ‘volta’ do carro querido….quase teve um ‘ataque do coração’……haja ‘reality’…..

  16. Luis Augusto disse:

    Linda história! Poucas marcas têm tanto carisma quanto a Chevrolet.

  17. Rodrigo Monassa disse:

    Nãos e trata de consumismo, materialismo ou esta coisa aloprada que existe hoje. mas sim um saudosismo, lembranças que ficaram guardadas nas memorias desta família, a volta de um sentimento precioso. ok, o carro é lindo, representa uma época de ouro da industria automobilística, mas é como se , no caso em tela, estivessem buscando de volta um ente querido, valores que entendem eles precisavam ser resgatados, numa busca ‘ correta ou não’ pela felicidade que ja tiveram.

    Quem sabe não encontro o Fusca 1300 cor de vinho, 1970, que meu pai chamava de “vermelhão da Serra” ?

  18. Hugo Matos disse:

    Entrou um cisco aqui no meu olho…rs…

  19. Márcio Montechese disse:

    Emocionante! E o carro é lindo!

  20. Fowler T Braga Filho disse:

    Meu … quase tive o quarto infarto, pois me senti no lugar do pai.

  21. Marcelo disse:

    Acho que foi o LUCIANO quem mandou, no post abaixo.

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