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quinta-feira, 21 de março de 2013 - 15:00Caminhões

QUERÊNCIA

SÃO PAULO (invejinha) - Linda, maravilhosa matéria do Jason Vôngoli em “O Globo” sobre a viagem de alguns donos de caminhões FNM à fábrica onde eles foram feitos em Xerém. Está aqui. Primor de texto e de jornalismo. É por reportagens como essa que os jornais impressos ainda não morreram.

C

22 comentários

  1. Mancio camara neto disse:

    Amigos tudo bem, voce poderiam me ajudar onde lovalizar o manual e diagrama eletrico do
    Ford f350 ano 1966

    Grao

    Mancio

  2. Ivan Gouveia disse:

    Realmente, é um primor de matéria. Mesmo eu que só vi os FNMs de longe – quando menino a gente tinha até medo de se aproximar desses caminhões – chego a me emocionar com a matéria que traz a imagem deles somada a essa idéia de uma fábrica tão polivalente. Assistência médica, produção de alimentos, lazer e funcionários com participação nos lucros é, em termos gerais, uma utopia até no Brasil de hoje. Uma lástima e uma vergonha para nós o fechamento da FNM.

  3. Paulo Pinto disse:

    Caramba! O Fenemê do seu Constantino! Fez nossa mudança para Jacarepaguá, eu era criança.

  4. Julio Cesar disse:

    Lembrei que tinha um FNM que faz ou fazia o Truck Test nas corridas de Fórmula Truck. Bonitão o bichão!

  5. Márcio Santos disse:

    Flávio, colocarei aqui um texto que troquei com o nosso querido Mahar há mais de 2 anos quando ele enviou um texto mencionando sobre os FNM.
    “Pois é Mahar, eu outro dia me peguei em altas horas pesquisando sobre o FNM e vi muita coisa bacana… esse interesse veio por conta de dar saudade do tempo em que um tio-primo meu era caminhoneiro e passou uma temporada aqui no Rio com o FNM dele que tinha carreta aberta. Nas terras baixas de Vilar dos Teles (quase uma Holanda) ainda era barro puro e muitos terrenos livres e dentre estes terrenos, um era um campinho de futebol de frente para a minha casa. Lembro q meu tio colocava o caminhão dele lá e a molecada em peso subia para brincar na carroceira e qdo não no cavalo também. O mais bacana era se borrar de graxa, abrir no caminhão pelas portas suicidas, e principalmente, dar uma volta no FNM. Me bateu vontade de relembrar o ronco daquele motor Alfa Romeo que cansei de ouvir na minha infância e também ouvir perto da rodoviária, no porto. Aí era bacana aquele troca-troca de marchas (1ª curta/ 1ª longa, 2ª curta/ 2ªlonga…) e o motor sem nem passar dos 1.800 rpm (rs)…
    Pois bem, comecei a pesquisar sobre o caminhão na internet procurando maiores informações e saber mais da minha infância, mas agora com o tempero da nostalgia que toma conta de nós a cada ano que avançamos pela escala cronológica e foi quando vi uns vídeos no youtube(http://www.youtube.com/watch?v=fY3hHHlHPU0&feature=related , http://www.youtube.com/watch?v=PToICKTI3Ro , http://www.youtube.com/watch?v=jYttKS3zBps&feature=related ), me veio na mente aquele moleque de 4 anos vendo uma confusão de braços trocando marchas simultaneamente e nem ter o discernimento de quão belo era aquele painel simples e funcional. Mas daí q sou (*ponto de retomada do texto iniciado no mesmo dia do e-mail e só retomado no dia 07-11) um curioso e não parei por aí né… achei um site bacaníssimo (quer por um acaso você nos indicou em sua lista agora nestes dias http://alfafnm.wordpress.com), alguns outros mais (como o http://amocaminhoes.wordpress.com/2009/06/28/historia-da-marca-feneme-fnm/) e o mais bacana foi uma tese de um aluno da UFRJ (http://www.fnm.ufrj.br/) em que o pai trabalhou na empresa e ele próprio também.
    Fico pensando como era preciso realmente saber dirigir naquele tempo, sem maiores assistências de comandos hidráulicos e muito menos de cérebros paralelos e que a menor imprudência, imperícia ou negligência seria punida com o maior dos rigores…

    Márcio Santos”

  6. igor disse:

    Que texto! É uma aula de história do Brasil, do mundo e da FNM.

  7. Mauricio disse:

    Só bastaram as fotos. Caminhões lindos! Mas difíceis de dirigir…
    Mas o que importa isso?
    Bela dica Flávio.

  8. samuel.aju disse:

    Na minha infância (1976…) gostava de ver passar e tb ouvir o ronco desses “monstros” mais que charmosos… meu pai era caminhoneiro e eu sonhava um dia ele estacionando um daqueles na porta de casa. Mas isso nunca aconteceu, e eu somente conheci de perto os Mercedes Benz 1113 e 1513.

  9. edkaefer disse:

    em tem uns videos no youtube dos motoristas de FNM cruzando marchas…… Fenomenal….

  10. edkaefer disse:

    Parágrafos curtos e objetivos. Do jeito que eu gosto de ler.

  11. Marcelo Dellastampa disse:

    Adorei o texto do sr. Janson. É bem legal poder relembrar a história dos famosos Fenemês. Eu nem sabia que existiam exemplares tão bem cuidados, parecendo caminhões novos. Os dois estão de parabéns, o sr. Flavio, que eu sempre leio, pela divulgação de matérias que realmente valem a pena ser lidas, e o sr. Janson pela aula de conhecimento e cultura automotiva. Um grande abraço, Marcelo Dellastampa

  12. JT disse:

    Texto gostoso de ler que deixa a gente insatisfeito, ou seja, com vontade de ler mais.

  13. Rafael Ribeiro disse:

    Compro O Globo às 4as. feiras só por isso… Só faltou um FNM plataforma com um Alfa Romeo JK/2150 em cima, seria o máximo! A propósito, meu pai trabalhou lá em Xerém.

  14. Quando era criança me ensinaram que aquele FNM na frente significava “Feio, Nojento e Mole”

    Já vi muito fenemê que fazia jus a isso, mas estes da foto estão lindos. No porto do Rio tem uns que ainda trabalham e estão em ótimo estado, por só rodarem nas docas.

  15. João Carrieri disse:

    Cara, que saudades do meu pai! Ele não foi caminhoneiro, mas quando viajavamos (de VW Brasília 1974) eu tinha uns 8 anos e adorava ver os caminhões “Fenemê” (acho que por causa das letrinhas) e cada um que vinha longe no sentido contrário, ele já avisava: olha lá o Fenemê!!!, eu ficava paralisado vendo essa máquina. Bons tempos!

  16. James disse:

    Essa matéria é muito boa mesmo.
    Saiu no Jornal EXTRA impresso na semana retrasada.

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