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Wednesday, 10 de July de 2013 - 17:32Fusca & cia., One comment

ONE COMMENT

somolecadaEssa tirinha que a presidenta da Lusa Michelle Abílio publicou só será compreendida por moleques até 15 anos e, eventualmente, por seus pais. Vou fazer isso um dia desses.

18 comentários

  1. Michelle says:

    Aproveita e passa aqui em frente! :-P

  2. Paulo Pinto says:

    Essa “brincadeira” envelheceu. Os estudantes (?!) hoje, saem na porrada sem necessidade de fuscas azuis ou derivados.

  3. Daniel Magnani says:

    Poxa, meu pai teve um Fusca Azul e eu nunca dei um tapa na minha irmã. Podia ter dado vários. ;-)

  4. Romualdo says:

    Eu tenho um Fusca Azul 79 e minhas filhas adoram fazer esta brincadeira

  5. Akio Kikuchi says:

    Fusca Azul!
    Semeando a discordia desde 19xx!!!!!

  6. Ricardo Sarmento says:

    rsrsrsrs, já ouvi falar dessa brincadeira

  7. charles says:

    Como diz o dono do “Cão Coragem”: brincadeira idiota!

  8. Flavio, é o que o pessoal está explicando. Minha filha trouxe essa brincadeira de São Paulo há uns anos: a cada Fusca avistado lá equivalia um beliscão. Aqui em Poços de Caldas tem tanto Fusca que acabei sofrendo… rsrs
    Se você notar, no último quadrinho parece que o moleque está dando uma “cachuleta” no outro!

    Um abraço!

  9. JT says:

    Meu primeiro carro foi um Fusca azul, mas essa brincadeira eu não conhecia.
    Na minha época de escola (anos 80) as brincadeiras eram outras.
    Na fila para entrar na sala de aula era preciso proteger a testa, senão… “piaba”! Um tapão daqueles, na fronte, vinha de origem desconhecida.
    Era preciso tomar cuidado também com a maleta ou pasta (nem todos usavam mochila nas costas). Os distraídos, quando ouviam alguém gritar “bisteca” levavam um golpe na maleta que esparramava livros, cadernos e canetas no chão.
    Todo mundo ria mas ninguém da minha turma foi processado por fazer bullying. Esse crime prescreve?

    • JT says:

      Lembrei também da “tchusbaba” que costumava vir depois da “piaba”, numa ação combinada entre doimeliantes. A “tchusbaba” consistia em passar a mão de baixo para cima, pelo queixo da vítima, colhendo a baba dos beiços e despejando a mesma no nariz do coitado.
      Ô infância divertida…

  10. Minha namorada esses dias me deu uma porrada quando viu um Fusca Azul. Fiquei sem entender.
    Quando vi um outro dia, tirei uma foto com celular e depois mostrei para ela. Devolvi a gentileza. :p

  11. Oswaldo Roschel says:

    Não sei exatamente como, mas meus filhos praticam o ritual há muito tempo. Achei que tinha algo a ver com a FEI, onde eles estudam – vejo que a coisa é mais abrangente.
    Eu, para não ficar como saco de pancadas, pratico também.

  12. Muller says:

    De fato, se é brincadeira antiga, acontecia em cidades do interior ou outros estados. Meu pai tinha um Ultima série (1986 – azul metálico), me buscava algumas vezes no colégio em SBC com ele e nunca vi nenhuma criança aproveitar a situação…

  13. Alexandre Santiago says:

    Meus sobrinhos de 8 e 3 anos dão uns tapas, mas vale para qualquer Fusca…. :(

  14. Banana Joe says:

    Sou nascido e criado em Curitiba e aos 40 anos nunca tinha ouvido falar dessa história. Mas ao saber perguntei pra minha sobrinha (que tem 13) e ela me descreveu exatamente a mesma brincadeira. Suspeito que não seja coisa das antigas. Se é deve ter chegado por aqui recentemente!
    Vai virar lenda urbana.

  15. Marcelo says:

    Funciona sim, nos últimos anos tomei uns 10 tapas da minha filha. Detalhe, hoje ela tem 17 anos e mesmo assim a coisa continua.

    “FUSCA AZUL, PÁÁÁ”

  16. Ricardo says:

    Nunca ouvi falar desta brincadeira, mas eu, com 43 anos, vou malhar um tapa em alguém quando vir um fusca azul!!

  17. Flávio

    Publicamos há algum tempo uma crônica de um amigo de Curitiba sobre essa brincadeira: http://www.maxicar.com.br/old/cronicas/96749384fuscazul.asp

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