ESQUEÇAM

SÃO PAULO (pena) – Jean Todt descarta o uso do terceiro carro em 2015, mesmo se o grid tiver apenas nove equipes.

OK, Todt. Vai ser lindo ver 18 gatos pingados alinhando em Melbourne.

Comentários

  • Uma coisa simples é liberar a venda de carro usado no ano anterior (claro, com mesmo regulamento técnico) , estes carros vendidos não teriam pontos no campeonato de construtor , mas seriam uma boa chance a baixo custo a times novatos………… e estes teriam que passar por uma pre-qualy.

  • Os carros de F1 de hoje não quebram mais, por isso não faz nenhuma diferença se tem 12 ou 18 ou 26 carros largando.
    Grid grande era para quando metade dos carros quebrava, por isso precisava largar 26 prá chegarem 12 na bandeirada.

    Alíás em 2015 só precisa ir pro grid quem tiver motor Mercedes, o resto vai só fazer figuração, não servem prá nada.

  • Falam em 3 carros por equipe, mas porque não liberam equipes com um carro só??? Ah, mas as grandes podem reclamar e tal…mas é só criar um jeito de restringir os gastos dessas novas equipes…Se pensarmos que RBR, Ferrari, McLaren, Mercedes e talvez Force India, STR e Williams coloquem 2 carros teriamos 14, poderiamos ter Marussia, Sauber, Caterham com 1 carro cada, fora os empresarios e empresas que animariam entrar na Formula 1, podendo ateh chegar pelo menos aos 20..fora que ficaria show aquele tanto de carro com cores diferentes, de repente volta equipes antigas (mesmo que só no nome…É só uma ideia dentre tantas que tem

  • Concordo com Todt. A intenção é não quebrar as equipes menores. Aliais, não sou a favor de um terceiro carro, e sim de até de um quarto carro, para a McLaren. Bastaria a McLaren comprar a Caterham, até mantinha o nome da equipe, atualizava o carro e colocava motores Honda. E resolveria de vez o problema dos pilotos, já que a dupla da McLaren B poderia ser Magnussen e Vandoorne. Dando uma sobrevida ao Jenson na McLaren, e o direito para ele continuar na carreira, bastaria para ele fazer com Alonso o que fez com Villeneuve em 2003, aonde a situação era similar, motor Honda, equipe em transição e companheiro de equipe badalado. Em 2016, Magnussen ou Stoffel seriam promovidos, no lugar de um dos dois medalhões da equipe. E o medalhão a sair poderia ser o Alonso, que em caso de carro ruim, se aposentaria da Fórmula 1 e partiria para o WEC provávelmente.

  • Era legal aquele tempo em que haviam escuderias anãs, às vezes só com um carro, que não conseguiam nem o tempo pra largar. A gente via uma nanica na corrida e entendia que era ruim, mas era boa o suficiente pra estar lá.

    Falta um plano de “promoção” das nanicas, elas entraram na F1 sem que ninguém esperasse qualquer coisa delas, ficaram por lá sem fazer nada e saíram sem deixar saudades. Ninguém as adotou pra ser celeiro de talentos ou tecnologia e nem elas mesmo perseguiram metas factíveis: também, com aquele orçamento…

    Deveria haver “liberdades” para as equipes enquanto não marcarem pontos, como relaxamento das punições por troca de componentes e/ou alargamento da taxa de consumo de combustível. E, mais do que isso, deveria haver metas a serem batidas, com prêmio em dinheiro, dando alguma merrequinha por corrida pra quem ficasse entre décimo-quinto e vigésimo.

    Do modo como estiveram as coisas, as nanicas eram literalmente outra categoria em tudo, exceto que estavam submetidas ao mesmo regulamento. Uma estrutura assim sufoca e aniquila equipes iniciantes, principalmente se não tiverem um orçamento alto (que não conseguiriam obter com resultados tão fracos e, sem orçamento, os resultados pioram ainda mais…).

    E as próximas da vez são as “médias”. Periga a F1 perder até uns 6 carros este ano, se nada for feito pra coisa melhorar.

  • estranho estes ultimos acontecimentos, não!!! datas do WEC e F1 coicidindo, a fia vetando o 3º carro, parece que estamos vendo aquela briga dos anos 80 que o Rodrigo Mattar mencionou em seu blog na descrição da copersucar e a saga da Familia Fittipaldi, sera que a fia esta brigando novamente com o Berne? sera que ja vimos este filme? aguardo seus pareceres

  • posso estar enganado, mas penso que preencher o grid com um terceiro carro de cada escuderia seria apenas isso: uma forma de preencher o grid. cara do jeito que está a formula 1 talvez nem as grandes equipes poderiam dar conta de arcar com os custos da competição. acredito que a saída seria arranjar uma forma para não elevar tanto os custos para mais equipes entrarem na modalidade e não forçar as grandes a adotar um terceiro carro e um terceiro piloto, o que serviria apenas para concentrar ainda mais resultados e ganhos. aliás, urge repensar a distribuição dos lucros entre as equipes, para as grandes ganharem menos e as menores não ficarem com tão pouco. mas quem abre mão de seus lucros hoje?

  • Flávio

    Os caras jamais vão admitir que estão gerindo a categoria de forma errada… pelo menos publicamente. E mesmo que isso afetre a quantidade de carros no grid.

    A F1 deveria ser como na Indy, cada equipe coloca a quantidade de carros que definir e com as cores que quiser.

    Abs

  • Na minha opinião, 18 carros é suficiente para o espetáculo. Menos que isso começa a ficar crítico. Numa época de diminuição de custos, acrescentar 1 carro nas grandes iria na contração, apesar de incrementar o espetáculo, como já argumentou nosso ilustre blogueiro

  • Ainda acho melhor do que um terceiro carro… melhor ter 18 carros “diferentes” de que ter uns 20 e tantos mas a competição ficar mesmo entre poucos carros… pq ninguém acha q uma ferrari da vida vai abrir a disputa entre 3 pilotos né ?

  • Na minha opinião as equipes que não alinharem também não fazem falta alguma pois não tem competitividade ,são muito ruins e pela sua falta de qualidade em situações extremas podem ocasionar um acidente como o de Jules Bianchi,que se tivesse num carro melhor de “chão” muito provavelmente não teria pedido o controle ou alguém acha que era só ele que estava em plena aceleração naquele trecho em Suzuka. Que adianta ter um grid com trocentos carros ruins,sem a menor condição de estar entre os tops 6,só para criar situações perigosas como aconteceu com Webber ao ultrapassar um carro de muito menor velocidade final . Apesar de F 1 não ser a minha categoria predileta, na verdade nenhuma de monoposto ou mono marca , eu gostaria de ver pelo menos duas equipes em condições de ganhar corridas ou pelo menos ter uma disputa justa , E que os criadores de regras não façam como a A C O que “sacaneou” a AUDI e seu maravilhoso motor diesel só para beneficiar os fabricantes que não tem competência de fazer um bom motor que use este combustível , ai criaram restritores para diminuir a potência do motor diesel e beneficiar os a gasolina . pois se não fosse por estes restritores, nem Toyota , nem Porsche ou qualquer outro fabricante teriam condições de vencerem a AUDI sem desenvolverem um magnifico grupo propulsor com seu motor a combustão ser do ciclo diesel , levando em conta as capacidades cubicas dos motores prevista no atual regulamento.