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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016 - 23:09F-1

2016, DIA #1

Motor Racing - Formula One Testing - Test One - Day 1 -  Barcelona, Spain

SÃO PAULO (tem dia que não acaba) – Sim, o ano fiscal da F-1 começou hoje em Barcelona. Com muitas notas positivas. Primeiro, a moçada andou até cansar. Poucas quebras. Segundo, nenhum grande absurdo no cronômetro. Inclusive com a Haas, que esteve longe de demonstrar nanismo crônico. Foi a que menos andou, mas fechou 31 voltas. Não está bom?

Claro que está. Assim como a McLaren, que com 84 voltas completou, em um dia, cinco a mais do que nos quatro dias da primeira sessão de testes de inverno do ano passado. “Eu ia me arrepender muito se tivesse resolvido me aposentar”, disse um animado Button depois de fechar a segunda-feira a apenas 1s7 de Vettel, o mais rápido do dia. Não vou lembrar qual foi essa diferença em 2015. Mas foi muito, muito maior.

A Sauber foi a única a usar carro velho. As outras dez equipes colocaram na pista o que tinham de mais novo e a Mercedes, com impressionantes 156 voltas, mostrou de cara que vai passar longe de qualquer problema de confiabilidade.

O dia começou nublado, com o sol aparecendo de tarde. Grosjean teve uma asa dianteira solta, mas a Haas resolveu o problema rápido. Mal-estar se viu na Force India, que abriu os trabalhos com um jovem mexicano, Alfonso Celis, em vez de dar o carro a um dos titulares, que ficaram chupando o dedo nos boxes. Mas o moleque, na foto acima, fez o sexto tempo. Longe de decepcionar.

Red Bull em terceiro e Manor a 3s3 do líder foram surpresas interessantes. A rigor, só a Renault deixou a desejar, com o último lugar a distantes 4s4 do tempo de Vettel.

Um bom começo, em resumo.

FRASE DO DIA
“Estou feliz de saber que ainda sei pilotar!”
Hamilton, que completou 156 voltas sem nenhum problema com a Mercedes

4 comentários

  1. frank disse:

    E a Sauber andando no bolo com o carro do ano passado.

  2. Marcelo R disse:

    Segundo alguns sites de lá de fora o motivo da dispensa de Arai na Honda foi porque o serviço foi tão ruim que um grupo paralelo, formado por ex-integrantes da F1 (como é que esses caras não estavam antes ?) e especialistas em tecnologia híbrida conseguiu consertar e remodelar o projeto melhor do que a equipe titular.

    Outra coisa, segundo se comenta a Honda está decidida a limpar o nome porque a McLaren vai usar uma versão do motor nessa semana, eles chamam de Mark I, depois dos testes vão aprimorar a unidade pra segunda rodada e levarão o motor com os dados do primeiro teste (Mark II) e depois desse teste vão promover novas mudanças com o que conseguirem nos testes, o que vai resultar numa terceira versão do motor (Mark III) que será o levarão para Melbourne.

    Parece que dessa vez conseguiram.

  3. Pedro Moral disse:

    Olhando a “Galeria” de fotos do Grande Premio, sobre o 1º dia de treinos em Barcelona, vi dois detalhes que passaram despercebidos (ou seria desapercebidos?) de vossos reconhecidos “olhos de águia”:
    Tanto Mclaren quanto Mercedes aumentaram o tamanho da entrada de ar, sobre a cabeça dos pilotos.
    Dado que são motores turbo, este aumento na “captação de vento” ou é parte do projeto da Dilma de armazena-lo ou é uma ação para otimizar a passagem do fluxo de ar, agora na parte de cima do carro.

  4. guilherme disse:

    A última coisa que a Renault queria era uma quebra de motor logo no primeiro contato com o asfalto. Eles só deram mais voltar do que a Hass, e mesmo assim não muitas. Será que os franceses tiraram o pé pra aliviar o possante?

    E pode ter havido mal-estar no time indiano, mas a decisão de dar o carro para um novato não é ruim. É apenas um shakedown, ninguém está buscando os limites do carro, vai dar experiência para o piloto, de quebra agrada alguém de bolso gordo que vai continuar amigo. Gera notícia, mídia, business, essas coisas. Se alguém ficou sentido, beijinho no HANS.

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