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Tuesday, 24 de October de 2017 - 11:26Gomes, Grande Prêmio

“GP ÀS 10”: CIRCUS AMERICANUS

46 comentários

  1. josé says:

    Quem gosta de “shows” que vá a outro lugar, gosto de corridas e tudo que envolve esse esporte, essas papagaiadas americanas eu dispenso.
    Para quem não gostou é só assistir a Moto GP para ver disputas de verdade com pilotos de verdade.

  2. Jose Brabham says:

    Também acho que cabe no GP dos EUA, e só. Se fosse em todas as corridas iria encher o saco

  3. Eduardo S says:

    Fecho contigo, Flávio. Show de americano, papagaiada, para o meu gosto. E se for em todas as corridas, haja saco !

  4. Dorival says:

    No meu entendimento, deveriam mudar tudo, explico…

    Nada de câmbio semi-automático, nada de abertura de asa, nada de controle de tração, nada de recuperação de energia, nada de comunicação via rádio, nada de tipo de pneus (chuva e sol e pronto), nada de um monte de merda que tiraram a disputa das mãos de quem tem que faze-lo,
    Pode por cinto de segurança, air bag, e o que mais for para preservar o piloto, de resto…

    Bota no acelerador e ponto final.

  5. Giovanni says:

    Se for nos EUA, ok, mas não em outros lugares. Cada um com seus costumes. O problema é que brasileiro confunde o que o americano faz de bom. O que os brasileiros devem copiar dos EUA em eventos não é o costume, mas a estratégia para fazer o evento. Por exemplo, preencher as “lacunas” do evento, como um show no autódromo a noite, etc.

    Como Flavio disse no video, uma tradição DA F1 era o warmup no domingo de manhã, mas acabaram com ele. Isso sim poderia voltar, e cairia muito bem, acabando com essa bizarrice de não poder mexer no setup do carro. Além disso, poderiam “liberar” mais as visitas aos boxes, enfim…

    Outra coisa que a Liberty poderia fazer é acabar com esses asfaltos quilométricos fora do traçado que até Austin que possui um ótimo traçado, fica parecendo um gigantesco estacionamento de supermercado, coisa ridícula e que só ajuda os pilotos que erram mais, pois o preço que se paga pelo erro nessas pistas é quase nulo.

  6. Jonny'O says:

    Falou tudo Flávio!

    Eu adoro as 500 milhas e toda papagaiada que existe nela, tenho até alguma tristeza pelo fato de terem mudado o sistema de classificação dos anos 90, mas enfim.

    Mas realmente não gostaria de ver outro evento como as 500 , tira a graça ,realmente.

    E concordo, devem limitar essa papagaiada ao GP USA .

  7. Daniel says:

    Eu achei bem legal, mais uma tradição na F1

  8. Fernando says:

    Bem, sempre se falou “o circo da Fórmula 1”. Então não mudou nada, apenas mais um pouco de mau gosto, americanus no caso. Fosse no Brasil – se a ideia infelizmente pegar – seria uma escola de samba, outro exemplo de gosto duvidoso. Breguice não é exclusividade americana, é que eles são imbatíveis no quesito.

  9. Samuca says:

    Acho que não tem nada a ver a F1 com os EUA, pois a F1 passa a ideia de ser cosmopolita e globalizada ao competir em vários países e continentes, ao contrário da visão americana – ”inlooking”- de se olhar para dentro, voltado para o próprio país (deles), narcicisticamente. Ok…que haja uma outra ”novidade” da Liberty, mas espero que alguém chame a atenção da Liberty para o caso dela avançar muito na sua ”sanha” de americanizar a F1. Quem quiser assistir ”coisa de americano” que vá curtir Nascar, Indy, etc.

  10. marcos says:

    Não sei se está medindo isso, mas n curto ou não estou curtindo os comentários virem por vídeos. 99% das vzs n posso abri-los (conexão, trabalho, tempo, formato etc). Texto da pra ler e comentar a qq hora. Abrs

  11. Paulo Fonseca says:

    Prezado F&G : Eu gostei, faz parte da organização da corrida no Estados Unidos,em cada pista têm o seu charme, como você disse, em Mônaco é diferente, na Alemanha tem cerveja com Salsicha , no Japão o torcedor vai fantasiado, em Monza, vai a torcida organizada Ferrari, na Inglaterra tem uma exposição de carros antigos, faz parte da tradição de cada pista. NO GP às 10 o controle remoto kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkRSRSRSRSRSRSRSRSRSRSRSRSRSRSUAHUAHUAH …… engana o jornalista .

  12. Francisco says:

    E SOBRE O ONTEM DE MANHÃ….

  13. Wagner Neves says:

    Acho o mesmo. Aquele é apenas o jeito americano de fazer as coisas. Inclusive, estranhei o fato de, faltando cinco minutos para a volta de apresentação (momento em que vários pilotos estão se concentrando perto do carro, como já vimos várias vezes pela tv), o grid estava cheio de gente alheia à corrida em si circulando entre os carros. Não imagino que a pilotaiada tenha curtido essa situação em particular.

  14. Jefferson Brunelli says:

    Boa tarde. Concordo com você. A apresentação ficou “over”, meio cafona, até. Aliás, o estadunidense em geral, e’ muito cafona. E como você disse, e’ o jeito deles e não tem o que fazer, certo? Mas supondo que a cada etapa o organizador pudesse fazer algo diferente, algo característico do pais que esta sediando a corrida. O que seria feito no Brasil, em sua opinião?

    • Rodrigo Correa says:

      O que já tem atualmente no GP Brasil é que na hora do champanhe ao invès de tocar a tradicional música clássica, é tocado um samba, normalmente acompanhado de papéis picados.

      Acho que o que deveria ser obrigatório nos GPs é um desfile individual dos pilotos em carro aberto, ou seja, um conversível. Isso ocorre em muitos GPs mas não em todos. Naquele desfile em caminhão não é possível o público presente identificar os pilotos

    • Giovanni says:

      Já fizeram. Botaram o Luan Santana, Ivete Sangalo pra cantar o hino e no pódio tocava samba.

  15. Luiz says:

    Uma coisa que já virou tradição é a carmen de Bizet(que a globo dificilmente mostra) ao final do pódio. Sabe quando que ela passou a ser tocada?

  16. Toni Righi says:

    Hamilton gostou bastante da apresentação da luta. Então, se o chefe aprovou, não há o que reclamar.

  17. João Ferreira says:

    Achei bacana a apresentação, é festa para americanizar a Formula 1, nos moldes de Indianapolis ou Nascar.

    De fato, isso só ocorre nos Estados Unidos, a Formula 1 não precisa fazer em todos Grandes Prêmios, acho que podiam é deixar a F1 mais popular e ter mais envolvimento com o público, por exemplo, fazer os pilotos interagirem mais com crianças, autógrafos, ou mesmo brincadeiras, realidade virtual, corridas de video-games ou gincanas bobas em dupla com fãs…

    Acho que isso, deixa a F1 mais próxima do que esta apresentação, mas uma apresentação de vez em quando não faz mal a ninguém. rsrs

  18. Yorkshire Tea says:

    Para mim, não combinou nem um pouco.

    Também não gosto daquela papagaiada nas 500 milhas de Indianápolis. Até entendo. Mas, pessoalmente, não gosto. Como você disse, faz parte da tradição de Indianápolis. Agora, na F1, ficou uma merda. Não combina.

    Outra coisa ridícula são aquelas poses de “machinho” nas quais os pilotos posam/posavam. Nenhum deles têm físico de boxeador/lutador. Todos – até os mais velhos – têm cara de meninos tratados a iogurte e Todinho.

    Enfim, há inúmeras coisas que podem ser feitas para melhorar o espetáculo. Começando por aumentar a competição na pista.

    Uma coisa que poderiam fazer e que poderia aumentar os pegas em toda a pista seria distribuir pontos para todos os classificados (menos o 20º lugar). Assim, mesmo se um piloto tivesse um problema mecânico, desde que não fosse o primeiro a sair da prova, não sairia de mãos abanando. Certamente haveria mais disputas no pelotão de trás. Se estou em 15º a mais de 30 s atrás do 10º nas últimas voltas, qual o meu estímulo em tentar alguma coisa contra os carros que estão imediatamente à minha frente? Vou forçar o equipamento só para correr o risco de alguma peça quebrar, e eu ser premiado com uma perda de “n” posições? Pra quê? Não vou ganhar um ponto se chegar em 14º ou 13º,

    Em outro lugar, escrevi uma proposta de liberar os custos, mas colocar handicaps nos mais gastões:

    1) Todas as equipes são livres para gastar à vontade no desenvolvimento dos carros. Não há limitação.

    2) Grupo I – Qualquer equipe que gaste acima de 50% da quantia gasta pela equipe com o maior orçamento na temporada anterior terá de seguir regras técnicas muito estritas, limitando downforce, tamanho do motor e aderência mecânica. Seus testes seriam limitados a 20 dias/ano.

    3) Grupo II – Qualquer equipe gastando até 50% da quantia gasta pela equipe com o maior orçamento na temporada anterior teria mais liberdade em termos de downforce, tamanho do motor e aderência mecânica. Ela também seria menos penalizada em termos de problemas mecânicos/eletrônicos que ela viesse a ter ao longo do ano. Elas teriam direito a realizar 30 dias de testes ao ano.

    4) Grupo III – Qualquer equipe gastando até 40% da quantia gasta pela equipe com o maior orçamento na temporada anterior teria ainda mais liberdade (10% a mais do que no Grupo II) em termos de downforce, tamanho do motor e aderência mecânica. Ela também seria menos penalizada em termos de problemas mecânicos/eletrônicos que ela viesse a ter ao longo do ano. Ela faria jus a 40 dias de testes ao ano,

    5) Grupo IV – Qualquer equipe gastando até 30% da quantia gasta pela equipe com o maior orçamento na temporada anterior teria ainda mais liberdade (10% a mais do que no Grupo III) em termos de downforce, tamanho do motor e aderência mecânica. Ela também seria menos penalizada em termos de problemas mecânicos/eletrônicos que ela viesse a ter ao longo do ano. Não haveria limites para testes nesta categoria.

    6) As equipes satélite (ex.: Torro Rosso) teriam de seguir os mesmos limites que a equipe principal, para evitar que esta obtivesse vantagens indevidas.

  19. Carlos Tavares - Campinas SP says:

    Na minha modestissima opinião, achei uma palhaçada. Coisa de americano.

  20. Plinio says:

    Americano gosta daquele tipo de alagazarra. Na corrida deles vale a pena.
    Em outros países, talvez, outras coisas funcionem melhor.

  21. OSCAR says:

    Sigo o relator. Papagaiada mesmo. Imaginem o Raikonnen, Bottas etc encarando toda a corrida esse suplício. Não rola mesmo. Senti vergonha alheia pelos pilotos. único ponto positivo foi conhecer os demais pilotos do grid, rostos desconhecidos pela velha fórmula 1.

  22. Leon Neto says:

    Sobre a apresentação dos pilotos, concordo com o Flavio; É bem cafona e bom se for só nos EUA, se virar uma tradição local. Não vejo como isso seria importado para outras corridas. Agora, dizer que Americano só sabe fazer “esse tipo de show””, é pra lá questionável. A maioria dos esportes profissionais nos EUA são rentáveis e auto-sustentáveis. Eles sabem sim fazer muita coisa boa.

  23. Café Concreto says:

    Concordo plenamente: papagaiada, cafona de doer. E mais: patriotada, chauvinismo, aquela coisa asquerosa de ianque não só achando que o país deles representa o ápice da humanidade, mas esperando que o resto do mundo entre na mesma… É um pé no saco.

  24. Maurício MV. says:

    Belas corridas, lindos pegas são o que a F1 pode e deve mostrar ao público.

  25. Carlos Tadeu Antonio Filho says:

    Eu sinceramente gostei muito. É a cultura dos gringos. Acho que ficaria legal se cada país fizesse um show desses baseado na cultura local.

  26. JOAO ERNESTO SOARES CUNHA says:

    Na minha opinião, o que vai mudar a “história” da F1:

    Fiscais = pilotos ou ex-pilotos. Se vc nunca correu um campeonato na vida, não tem condições de ser fiscal.

    Limites de pista = pavimento -> tem pavimento? é pista, se vira com isso. Não tem pavimento? É grama ou brita e olhe lá… se o cara conseguir passar ali sem colocar em risco a vida de alguém… tenta lá…

    Controle de gastos é coisa de Estado… F1 não é Estado… se vc não tem grana pra brincar, não brinque.

    Assessor de imprensa é para equipes não para pilotos, que retorne a guerra psicológica e as opiniões abertas.

    Economia de combustível é para grandes cidades e não para o esporte, o futuro já se mostrou eletrificado, F1 não precisa mais ser laboratório de muita coisa… menos ainda para tecnologias que resultam em menor consumo de combustível.

    Por fim… cadê o vácuo real?

  27. Wladimir says:

    Gostei muito, é da cultura americana? sim, mas a corrida é na casa deles, então…..
    Quando a corrida é transmitida pela Globo a transmissão já começa com os carros prontos para a volta de apresentação, nos acostumamos com isso e ficou a ideia de que F1 é assim, mas quando a transmissão da corrida corrida começa uma hora antes (Sportv) este tipo de show cai muito bem.
    Mas concordo que uma vez por ano está de bom tamanho.

  28. Igor Dusse says:

    Perfeito. Não tenho o que tirar ou acrescentar.

  29. Hedryk says:

    Nao acho que mudou e nem foi algo que me agradou,, mas acho louvável tentar algo novo. Sempre defendemos que a F1 tinha que estar mais perto do público, então entendo que iniciativas assim valem a pena. Algumas serão mais efetivas e bacanas que outras, mas vale a iniciativa. Pra nós que gostamos de automobilismo na sua essencia isso não muda nada, mas talvez para o menino de 10 anos seja sensacional. Enfim, concordo que não agregou, mas acho super válida a iniciativa. Valeu.

  30. Brabham-5 says:

    Ah essas cheerleaders na década de 70, ainda mais nos tempos do James Hunt…rsrs

  31. John Player says:

    Circo total.
    E o Hamilton, uma mistura de Cristiano Ronaldo com Neymar (no mau sentido), entrando dançando?
    Papagaiada desnecessária. Mas tem piloto marqueteiro que gosta de tanta “exposição” né?
    Quem PERDE UM TÍTULO para o NICO ROSBERG com CARROS IGUAIS ainda tem de provar muita coisa antes de ser considerado um dos maiores, muito menos o MAIOR da história.
    Não, NÃO É.

  32. Jose Morais says:

    Os pilotos curtiram? (vírgula) o Kimi NÃO!
    “Ele pensou assim – Vou ligar para o meu amigo Flavio Gomes e pedir para ele fazer um vídeo a respeito.”
    Na atual F1 estou igual o Kimi, sou torcedor dele, porém, já devíamos sair fora (eu assistir) e (ele correr) faz tempo.

  33. Sérgio Santana says:

    Como novidade e assistindo ao vivo… curti pacas! Achei bem diferente (para os padrões F1). Mas pensei exatamente o que você disse: “como isto pode se tornar um ritual, sem ficar repetitivo, nem deixar os pilotos putos?” Talvez eles estejam procurando novas formas de atrair o público, mas aquilo ali, é muito “usa, usa, usa”.

  34. jose leao says:

    Muita viadagem, Vão transformar a F1 em Indy 2..

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