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quinta-feira, 27 de dezembro de 2018 - 18:29F-1

GENTE PACAS

crowdbgp

RIO (e assim vamos) – A Fórmula 1 divulgou seus números de presença de público na temporada, comemorando um aumento de 7,83% no total de espectadores em relação a 2017 e de 2,7% na média por corrida. Segundo o Liberty Media Group, que controla a categoria, o GP da Inglaterra foi o que levou mais gente a um autódromo em 2018. Foram 340 mil pessoas em Silverstone no fim de semana da prova (foto), sendo 140.500 apenas no domingo da corrida.

No total, as pistas que receberam as 21 etapas do campeonato receberam 4.093.305 torcedores nos finais de semana de GP, com uma média de 194.919 pessoas por evento. O público acumulado nos domingos foi de 1.702.959, com média de 81.093 almas por corrida espalhadas pelas arquibancadas. Como comparação, a Copa da Rússia teve média de 47.371 pessoas por jogo neste ano; a NFL, liga de futebol americano, registrou público médio de 67.405 torcedores por partida; e a Champions League, na última temporada, 46.630.

No ranking dos GPs mais populares, depois da Inglaterra ficaram México (334.946 pessoas no fim de semana), Austrália (295 mil) e EUA (263.160). Singapura (263 mil), Bélgica (250 mil) e Hungria (210 mil) foram as outras corridas que quebraram a barreira das 200 mil pessoas durante todo o fim de semana do evento. O GP que registrou maior crescimento de público foi o do Azerbaijão, com 31,6% mais gente vendo a prova nas suas ruas históricas do que em 2017.

11 comentários

  1. Helio da TX disse:

    Salvo engano, 2,7% “em media” a mais de publico por corrida nunca resultará em 7% do total no ano…

  2. José disse:

    Flávio, teria como o pessoal do grandepremio fazer uma comparação com a MotoGP? Acho que seria interessante, já que a MotoGP também teve um período no meio da década de 2000 onde precisaram modificar regulamento para trazer de volta a competitividade e interesse do público.

  3. Henk disse:

    A comparação seria menos esdrúxula se coubessem 150 mil pessoas num estádio da NFL ou de futebol na Europa.

    • José disse:

      Foi apenas uma comparação em buenos absolutos, para se ter ideia de grandeza. Ninguém falou em “mais” ou “melhor”…

      • Henk disse:

        Também não falei em “mais” nem em “melhor”. E ideia de grandeza se mede com o mais próximo possível de equivalentes. Isso é óbvio. A comparação foi esdrúxula, ponto. Não é possível que não se possa criticar algum ponto de vista (passível de crítica, no caso) sem que apareça uma horda de puxa-sacos falando bobagem como se quem criticou estivesse ofendendo a mãe de quem se doeu. Tenham dó.

    • Rodrigo Lamonato disse:

      Esdrúxula apenas se você entender comparação apenas pelo prisma competitivo de “o meu é mais o seu é menos”.

      Até porque ninguém, nem a Liberty, disse que a F1 é mais popular que a NFL, ou a Copa do Mundo.

      Para entender dimensões de grandeza funciona, e bem.

      • Henk disse:

        A comparação é esdrúxula, uma vez que eu não consigo uma métrica adequada pra compreender a noção de equivalência que se quis transmitir no texto para mensurar tamanho, ou que as informações para tal comparação não tenham sido passadas a contento. As informações não são presumíveis a uma pessoa que não faz ideia do que seja NFL ou Champions League, por exemplo. É óbvio que o autor não precisa trazer esses dados, este é um blog pessoal, não um texto informativo de fato. Mas é igualmente óbvio que tenho o direito de dizer que a comparação é esdrúxula, porque é. É o mesmo que comparar o faturamento mundial da Coca-Cola e do Guaraná Simba só jogando os números, sem especificar ou usar critérios possíveis para ambas de modo a realmente usar uma métrica passível de comparação.

        Mas enfim, cada um se pendura onde quer. Abs.

    • Fabio Britto disse:

      Não há nada de esdrúxula na comparação. A média por corrida foi de 80 mil e existem estádios desse tamanho, ou até maiores, tanto na NFL quanto na UEFA. E se não houvesse e fosse necessário, eles construiriam. A questão é que uma corrida de F1 acontece uma vez ao ano em cada país e portanto tem maior apelo, fora que a média de um campeonato engloba jogos de menor expressão (enquanto toda corrida é “a corrida”). Se pegar a média de público do Barcelona (que tem um estádio de 99 mil lugares, com projeto de ampliação) verá que é bem similar. Mas nada disso invalida a comparação e a conclusão exposta no título: é gente pacas.

  4. Flavio padilha disse:

    Boa Noite Flavinho Gomes!!! Foi com muita tristeza que assisti ao Túnel do Tempo e o GP do Rio de 1983, época em que a empresa que trabalhei C. Junqueira, fazia as reformas e la estava eu com o sr. Norman Casari, consagrado piloto, fazendo coisas do arco da velha. Deu pena ver a lagoa de Jacarepaguá, hoje morta e lá ao fundo a Barra da Tijuca sem os prédios que hoje inundam a fétida paisagem com seus prédios sem esgotos. Como nossa CBA, deixou o sr. PAES acabar com um templo sagrado como aquele, para fazer as Olimpíadas da Vergonha de Nuzman. Eu que também dei um arriscadas pelos Passats e kart, fizemos passeatas, movimentos mas nenhum piloto famoso aparaceu, inclusive o que ganhou a corrida e merecidamente teve seu nome apagado da história, depois de tanto brilho…Mas é isso!!! Que traçado lindo…F1 sempre. abraços!

  5. Ricardo Bigliazzi disse:

    São bons números.

    Claro que os números acumulados do Futebol (Mundial e Americano) são bem maiores no acumulado mas os números da F-1 estão longe de serem desprezíveis.

    Pergunta do milhão: as médias de expectadores por evento de 194.919 é a maior da história da F-1?.

    O número atual é representativo, mas quanto esta acima ou abaixo da “melhor marca”?

    Esse pessoal da Liberty tem um “mundo novo” para administrar (vide a “crise” de audiência que as TV´s abertas andam a sofrer). Não deve estar sendo fácil administrar os contratos de transmissão dos eventos.

    Que a F-1 continue forte (porque gosto muito) e que o novo regulamento de motores da próxima década permita que o barulho dos carros fique mais atraente.

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