“GP ÀS 10”: A HONDA VIRA?

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Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

19 Comentários

  • Honda é passado.
    Alonso pode ser obtuso mas em uma coisa ele estava certo : motor nível GP2
    RBR e o fedelho mimado , Horner e o Dr. Marko vão comer o pão que o Demo amassou, sem dó nem piedade. É bom hidratar pois a choradeira vai ser geral!

  • Flavio,
    A Honda foi “a HONDA” no tempo dos motores autorais, com o Osamu Goto de projetista-chefe. Tal como Keith Duckworth foi o mago dos motores Ford Cosworth nos anos 60-70 ou Hassan uma década antes na Jaguar. Ainda tem (obviamente) esse cargo dentro das fábricas mas são mais gerenciais que de criação propriamente dito. O tempo dos gênios passou.
    Hoje engenheiro bom é o que sabe programar bem e simula até “de cabeça” (putz). Mas não sabe pra que lado aperta um parafuso.

    Antes que alguém venha em defesa da classe e blá blá, aviso que também sou engenheiro e estou no meio de máquinas e motores nos últimos 60 anos e ainda vejo gente no TCC (trabalho de conclusão de curso-da engenharia mecânica, diga-se de passagem) girar para um lado e outro para ver em qual o parafuso afrouxa…

  • Verstappen, além de pilotar muito, é tão ou mais idiota que o Alonso. Portanto aposto que a tolerância dele com a eventual falta de potência ou confiabilidade dos Honda será na prática mínima. Principalmente agora quando ele estava numa ascendente de bons resultados.

  • A honda pode melhorar, mas a Red Bull não.

    Pra Honda é uma certeza, vai ter o melhor chassi desde que retornou a F1, pra Red Bull ,com alguma sorte ,se ficar no estagio atual quando corria com motor Renault ,vai estar no lucro , literalmente falando, não vai pagar pelos motores.

    Esse regulamento fez as fabricas caírem fora ,só ficou quem se arriscou, a com certeza metade do grupo deve arrepender disso.

    Mesma coisa aconteceu no WEC , custos elevados junto com técnica complicadíssima ainda fora de uma realidade popular, exemplo disso é a Porsche, caiu fora e vai se junta a Hartley na Formula E.

    Outra opção atrativa as fabricas é a IMSA.

    Não vejo a hora desse regulamento chato virar a pagina da F1, claro, se a Ferrari tivesse ganhando ………….ai tudo bem.

  • Acho que tudo esta aberto, mesmo porque o motor para 2019 é um motor (e não versão) novo.

    A imagem pode estar arranhada e escangalhada, mas continua sendo a Honda.

    Quanto a ser um “motor de GP2” acho que ficou claro em 2018 que a Mclarem tinha um “Chassi de GP2” e chassi ruim é culpa do piloto, no caso o Idiota Veloz Espanhol pode ser considerado o principal culpado pois “liderava” o projeto. (vale lembrar o quanto os pilotos da Williams foram massacrados em 2018 pois foram considerados incompetentes para desenvolver o carro)

  • Não acho que a Honda vai melhorar muito a ponto de brigar pelo campeonato, a STR Honda ficava por volta de 1.5, 2 segundos atrás da Mercedes, as vezes até mais, supondo que espetando o motor Honda no chassi da RBR logo de cara você ganhe um segundo só pelo chassi melhor da RBR, buscar mais 1 ou 2 segundos só no motor pra passar na frente da Mercedes, sem quebrar, ser constante a ponto de ganhar corridas, eu acho pouco provável, lembrando que os Gêrmanicos também não estão parados contemplando o horizonte, estão trabalhando forte tembém, e os Ferraristas mais ainda, acho que o cenário de 2018 se repetirá, e com chance da RBR andar para trás.

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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