Comentários

  • Nelson Piquet dizer que “cansou, encheu o saco e não voltaria á F1” depois de aposentado é uma coisa. O cara é sincero. Fala na cara mesmo o que pensa.
    Mas no caso do Alonso, só saiu da F1 porque não encontrou mais espaço por lá, por pura REJEIÇÃO de equipes que poderiam lhe dar um carro competitivo.
    O cara é um CHATO, arrogante, de difícil convívio.
    Sem um carro pronto e campeão nas mãos então…
    A F1 é que cansou do Alonso.
    Os outros pilotos são profissionais, cumprem todos os compromissos de contrato e não ficam de mimimi de estrelinha dodói.
    Gol da Alemanha.
    E com o avanço da internet nas comunicações, penso eu que a cobertura de midia de todos esse eventos de equipes, entrevistas, etc, não exigem mais tantas viagens de repórteres que fazem a cobertura da categoria.
    “Antigamente” era muito mais trabalhosos e cansativo para alcançar e trazer/publicar a informação, a notícia.
    O povo reclama demais.
    Hoje em SP, as 6h30 da manhã(!) já estava fazendo 24 graus.
    Tem gente que pega o ônibus, o trem, lotados, sem ar condicionado para trabalhar, faz ida e volta 6 vezes por semana 11 meses/ano, muitos amam a F1 e só podem achar ridiculo tanto chororô, dentre outras coisas, por fazer tantas viagens de avião, conhecendo o mundo….”á trabalho e fazendo o que gosta”.

  • Alonso cansou de perder, isso sim.
    Estivesse vencendo, não veria esforço e cansaço nenhum em estar em evidência e cumprindo todos esses compromissos.
    Desde moleque esses caras sonham em chegar á F1 e ficar lá o máximo de tempo possível. Desde as categorias de base já sabem como funciona o “trabalho”, o trabalho de RP, os eventos promocionais, etc, etc. Está inclusive no contrato que assinam.
    Ai quando chegam lá ficam de mimimi do que “cansa”?
    Quer só chegar no dia da corrida, pegar o melhor carro já pronto, subir no pódio e depois ir pra casa?
    Que fique em casa e seja um piloto de videogame oras!
    Não cansa, não polue, pode tirar o som, não dá entrevista…
    É muita baitolagem.

  • A F1 devia ter 24 corridas. Austrália. Bahrein. Dubai(Autódromo de Dubai). Cingapura. China. Portugal. Espanha. San Marino. Áustria. Alemanha(poderiam refazer o velho Hock). Canadá. EUA(Road America). Holanda. Inglaterra. Bélgica. França. Itália. Azerbaijão. Pacífico(Fuji). Japão(Suzuka). Texas(Austin). México. Brasil. Malásia.

  • A gente diz que é muita grana, muito status, muito mimo… Mas a verdade é que deve ser estressante demais chegar ao topo e se manter lá!
    Pra mim foi exatamente isso que fez o Rosberg meter o pé. Teve que dar 120% pra ganhar do Hamilton (e ainda assim contou com um pouco de sorte, mas todos os campeões têm sorte também), e viu que, se quisesse ganhar outro título, talvez tivesse que dar 150% pra ganhar de um Hamilton que ia vir virado no samurai, babando pra todos os lados e com a faca nos dentes. E chegou às suas conclusões íntimas e decidiu sair. E bato palmas pra ele até hoje pela decisão, que, pra mim, longe de ser covarde, foi de uma coragem ímpar. Tem que ser muito macho pra dizer que não dá mais. Nesse orgulho besta é que muitos vão além de onde podem e passam do ponto.
    Em suma, tem hora que cansa, sim.

    • O Nico Rosberg “largou a F1” porque sabia que nunca mais iria ter outra oportunidade de ser campeão de novo. Mesmo ficando na Mercedes.
      Tudo o mais que for dito é mentira e demagogia.
      Schumacher conquistou 7 títulos.
      Campeão – ainda com idade, auto confiança e gás para mais – não cansa. Luta!

  • Nego trabalha 260 dias por ano (se contar férias 230) e piloto ta reclamando de trabalhar 84 dias?

    Concordo que cansa sim, viajar dessa forma toda hora, fuso horário, regras, alimentação etc…deve ser um inferno. mas…ossos do ofício, ganham MUITO BEM DEMAIS pra fazerem isso. E ainda são mimados.

  • Caro Flavio,
    Recebi hoje seu livro autografado (enviado através da promoção sobre a única vitória do Schumacher pela Mercedes), e gostaria apenas de lhe agradecer pelo presente. Li as primeiras páginas, e aposto que o livro todo será ótimo.
    Muito obrigado! Abraços.

  • Passei de 1986 a 1999 viajando como executivo pelas Américas. Cerca de duas a três semanas por mês.
    Seu comentário me fez lembrar exatamente de como me sentia, com relação a meus filhos, aos aeroportos, a entrar e sair de países muitas vezes sem estrutura (Honduras, Guatemala, Venezuela, etc), e reuniões massacrares com clientes, e assim vai. Por isso aos 49 anos deixei a carreira de executivo corporativo de multinacionais.