Comentários

  • Legal a sua coleção, mas faltou mostrar o fosso com os jacarés e crocodilos que espantam os curiosos que você citou naquela bateria de perguntas que os seus seguidores do blog fizeram há algum tempo atrás.

  • Muito legal, mas o bacana são as histórias por trás de cada um.

    Deixa essa miniatura acidentada, ficou legal, e também tem mais uma história para contar para os netos de quem quebrou ela.

    Que venham mais vídeos da coleção.

  • A Lotus era do Hakkinen, não do Lehto, de 1992. O que mais gostei foi o adesivo da Marlboro do Alboreto, eu torcia para ele na Ferrari. FG, já foi no Museu do Tempo, em Caramulo, Portugal? É muito legal, mesmo, tem carros como o F3 do Schumacher, calhambeques, entre outros.

  • A Minardi não era uma equipe ruim … as outras equipes é que eram boas demais. xD
    Sempre torcia pra ela quando assistia as corridas.
    Tenho a miniatura do carro de 2005 . Carro simples, porém muito bonito

  • Morávamos numa rua sem saída no Fonseca, em Niterói, e o quarto dos meus pais era grande e tinha um tapete verde-escuro. O piso era de taco, madeira escura, a cama ficava bem no meio do quarto, sobre o tapete. A cama era um túnel, o tapete era a grama, e o piso exposto de tacos entre a borda do tapete – zebra – era o asfalto do meu autódromo particular. Quem botou os tacos ali teve o capricho de botar tacos mais escuros em linha, ao redor de todo o quarto. E onde eles ficavam expostos era o pit lane.

    Passei a infância ali, fazendo qualquer coisa de carrinho de F1, de tampinha de caneta Bic àqueles carrinhos de roda presa que a gente ganhava na festa junina da escola. Até o dia em que meu pai me deu duas miniaturas da Onyx. Uma era uma McLaren do Senna, acho que de 1990, e a outra era a primeira Jordan, de 1991. Não sei que fim tiveram os carrinhos, mas com esses eu brinquei até não poder mais.

    Bons tempos… Obrigado por me ajudar a revisitar esse momento, FG.

    • Cara, ler o que você escreveu me fez lembrar o que eu fazia. Eu pegava folhas de cartolina e desenhava as pistas com canetinha do jeito que eu as via no jornal e nas revistas. Minha mãe me comprava carrinhos, e de acordo com as cores deles eu determinava as equipes – vermelhos eram Ferrari ou Dallara, azuis Ligier, verde Benettons etc. E eu brincava dias inteiros assim, fingindo ser os pilotos e o narrador.
      Hoje, homem formado, li seu comentário e relembrei esses dias. Obrigado.