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domingo, 1 de dezembro de 2019 - 14:08F-1

CREPÚSCULO (2): VIVA AS MINA!

Hamilton leva Britta Seeger ao pódio: mais uma do campeão, num país que despreza mulheres

RIO (e já estamos ansiosos) – Vou começar pelo fim. Tem enorme significado o que fez Hamilton antes de receber seu 11º troféu de vencedor nesta temporada. Correu aos escritórios da Mercedes para buscar Britta Seeger, diretora de marketing e vendas da marca alemã. Fez questão de levar uma garota ao pódio para receber a taça de um xeique qualquer num país que, embora finja ser todo moderninho, relega as mulheres ao segundo plano em sua sociedade.

O cara, em resumo, tem sido um campeão em tudo. Na pista, nos gestos, nas palavras, na militância, no engajamento.

Hamilton venceu o GP de Abu Dhabi de ponta a ponta depois de fazer a pole e ainda cravar a melhor volta com pneus duros bem usados no crepúsculo da corrida — foi na 53ª das 55 voltas da última etapa do campeonato. Isso aí chama Grand Chelem, e é a sexta vez que ele consegue o feito — só Jim Clark, oito vezes, fez mais.

Fecha o ano com 11 vitórias e cinco poles, pontos em todas as 21 etapas e dizendo que se sente “um garoto de 22 anos”. Desde o início da era híbrida da F-1, em 2014, o inglês ganhou 62 de 121 GPs disputados — mais da metade. Foram 11 em 2014 (de 19 corridas), 10 em 2015 (de 19), 10 em 2016 (de 21, quando perdeu o título para Rosberguinho), 9 em 2017 (de 20) e 11 no ano passado (de 21).

A vitória de hoje foi a 84ª de sua carreira, o que o deixa a sete de empatar com Michael Schumacher, o maior vencedor de todos os tempos. Pela média dos últimos anos, imagina-se que vai superar o alemão em 2020, último ano do atual regulamento da categoria. Em 2021 os carros serão bem diferentes, haverá teto de gastos e é possível que a relação de forças que se vê desde 2014 sofra um ou outro abalo. Mas também é possível que a Mercedes siga na frente. E como Hamilton diz que se sente um jovenzinho cheio de vontade, é legítimo acreditar que as marcas que irá estabelecer serão muito difíceis de superar por muito tempo.

Hamilton: 11 vitórias no ano, 84 na carreira e contando

Não há muito o que contar sobre o GP que fechou a temporada, o que não chega a ser uma novidade. As corridas no circuito de Yas Marina não são grande coisa desde sempre. O cenário é belo e impressionante, mas a pista é chata e artificial. Em 11 das edições realizadas, seis foram vencidas por quem largou na pole. Outras quatro, por quem largou em segundo. A única surpresa foi a prova de 2012, vencida por Raikkonen, de Lotus, a partir do quarto lugar no grid — o melhor GP de todos na pista árabe.

Assim, completamente relaxado, Hamilton não teve dificuldade nenhuma para levar seu carro até a bandeirada sem ser ameaçado por ninguém. Alguma ação se viu um pouco atrás dele no início e no meio da corrida. Verstappen, com quem Lewis dividia a primeira fila, perdeu a posição para Leclerc logo de cara e só foi recuperá-la no meio da corrida para terminar onde largara.

A Ferrari, mais uma vez, se atrapalhou toda na estratégia e, ao contrário de quase todo mundo, foi para duas paradas. Leclerc largou de médios, trocou para duros e terminou de macios. Em terceiro, 43s atrás de Hamilton. Vettel partiu de macios, mudou para duros e acabou com médios. Em quinto, 1min04s atrás do vencedor.

“Não foi um bom ano”, admitiu Vettel. “A equipe precisa melhorar sua performance e eu também. Sei que posso ser melhor”, reconheceu o tetracampeão, que fechou o campeonato em quinto com 240 pontos, 24 atrás de Leclerc. Perdeu de 12 a 9 para o monegasco em posições de largada e terminou 12 corridas à frente do jovem companheiro. Mas ganhou só uma prova, diante de duas de Charlinho — que acabou sendo o maior “poleman” de 2019, com sete largadas na posição de honra.

Entre os dois carros da Ferrari em Abu Dhabi chegou Bottas, que largou em último e foi escalando o pelotão até a quarta colocação, com uma exibição bem convincente. Mais ainda porque nas primeiras 20 voltas, por conta de problemas nos sensores de pista, o uso da asa móvel foi bloqueado pela direção de prova.

Norris: oitavo com a McLaren e zoando a equipe no rádio

É verdade que alguns pilotos conseguiram driblar as limitações do traçado para buscar resultados que valesse alguma coisa. Pérez, por exemplo, lutou muito pelo sétimo lugar, o chamado “primeiro dos outros”, atrás das duplas de Mercedes, Ferrari e Red Bull (Albon foi o sexto). Chegou pela sexta vez seguida nos pontos, fazendo muito mais que seu time pode oferecer.

Norris, em oitavo, fechou bem sua temporada de estreia, Kvyat foi guerreiro para buscar o nono lugar e Sainz Jr., na última volta, ganhou o décimo lugar de Hülkenberg e somou o ponto que precisava para terminar o Mundial na sexta posição, com 96 pontos — uma à frente de Gasly.

Hulk se despediu da Renault e da F-1 ganhou um agrado do amigo internauta, sendo eleito o “Piloto do dia” pela votação no site da categoria. Fechou seu último campeonato com a 14ª posição. Só um piloto, entre os 20 que participaram de todas as provas, não pontuou: Russell, da Williams.

E acabou. Foi um campeonato de desfecho previsível, mas com ótimas corridas. A sequência depois do péssimo GP da França foi muito boa. Vencedores se alternaram, Verstappen teve atuações brilhantes, as tretas internas da Ferrari entretiveram o distinto público, a nova geração de Albon, Norris, Leclerc, Gasly, Sainz Jr. e o próprio Max, uma espécie de “jovem veterano”, não se intimidou com figurões como Hamilton, Vettel, Ricciardo e Raikkonen, a Honda ressuscitou com a Red Bull e a Mercedes mostrou, mais uma vez, sua competência irritante.

O ano, porém, não foi só de alegrias. A F-1 em 2019 chorou as mortes de Charlie Whiting e Niki Lauda, além do acidente fatal da F-2 em Spa, que tirou a vida de Anthoine Hubert no fim de semana do GP da Bélgica.

No meio desta semana, as equipes voltam à pista em Abu Dhabi para o último teste do ano, já pensando em 2020. Ano que vem serão 22 corridas, com as entradas de Holanda e Vietnã no calendário e a saída da Alemanha.

E ao contrário do que se possa imaginar, ninguém vai descansar, claro.

74 comentários

  1. Jb disse:

    Caro Flavio, a Sra Britta Seeger é membro do Conselho de Administração da Daimler AG, além de ser responsável global por Marketing e Vendas da Mercedes-Benz cars.

    https://media.daimler.com/marsMediaSite/en/instance/print/Curriculum-vitae-Britta-Seeger.xhtml?oid=13030097

    Ela não é uma garota é uma mulher, tem 50anos, 30 deles prestando serviço à Mercedes Benz.

    O L. Hamilton exaltou, você diminuiu!

    • Flavio Gomes disse:

      Desde quando chamar uma mulher de 50 anos de garota é diminuir alguém? Vai se tratar, rapaz.

      • JB disse:

        Garoto, tentarei novamente, pois obviamente respondeu sem pensar, apesar de ter corrido para corrigir o texto, espertinho. Você diminui o cargo da pessoa em questão, dando uma informação errada, ela não trabalha na equipe Mercedes ela tem um cargo “enorme” na Daimler, talvez você não saiba a diferença, mas em mundo machista como o corporativo isso também deve ser exaltado. Em tempo, caso não saiba a diferença entre uma garota e uma mulher quem precisa se tratar é você. Obrigado.

      • Flavio Gomes disse:

        Cara, não me enche o saco. Vai procurar outro blog, arruma uma vida.

  2. bara disse:

    Rebanho, atenção….pole + volta mais rápida + vitória: sem precisar disso! Mas é isso mesmo segundo vcs guia pouco, a equipe é isso, é aquilo, o bottas nem deu as caras durante o ano……….mas vcs entendem muito disso aí né??????? Busquem na telemetria da volta da pole tem hamilton x leclerc e vejam onde ele é mais rápido que a ferrari,…………..quanta besteira vcs falam……….o amigo do menino ney guia muito, mas muito mesmo…………
    Ferrari tbm só besteiraiada equipe incompetente, um monte de imbecil……a unica que tem poder de veto para as decisões tomadas na F1

  3. Nunes disse:

    Tem gente falando que foi a pior década em termos de competição. Mas eu aposto, se fosse um brasileiro ganhando tudo, ao invés do Vettel a algum tempo atrás , agora é o Hamilton, as opiniões seriam bem diferentes !!!

  4. Robson disse:

    Vendo o Max pilotar, com arrojo e perfeito domínio do carro, considero ele o único piloto capaz de desafiar Hamilton na atualidade, isso com equipamentos semelhantes.

  5. Brabham-5 disse:

    1 – Vettel venceu DUAS corridas nessa temporada. A vitória do Canadá foi ROUBADA dele.
    2 – Hamilton é o maior talento da F1 atual. Mas, devagar com a babação de ovo.. Até outro dia o inglês circulava pelo paddock dos autódromos com um patinete elétrico á toda velocidade para se livrar do assédio dos fãs e repórteres. E não ficava por aí: Uma MULHER, sua assistente pessoal, coitada, A PÉ, tinha de ir correndo como louca atrás do “reizinho” em seu patinete veloz, carregando o capacete do “bebêzão” e outros utensílios do piloto. Custava ele ter comprado um patinete igual para a moça acompanhá-lo? E que eu saiba ele era o ÚNICO piloto que usava um patinete e praticava essa DESELEGÂNCIA para dizer o minimo, com essa pobre MOÇA.
    3 – Mas fiquem tranquilos. Agora Hamilton aposentou o patinete elétrico. Agora CIRCULA COM SEIS SEGURANÇAS pelo paddock para evitar qualquer contato com fãs e repórteres. Quanta humildade, não? Ah, o que as câmeras não mostram…#AVerdade
    4 – A Ferrari SABOTOU a temporada do seus DOIS pilotos, abusando de tanta INCOMPETÊNCIA.
    5 – Max Verstappen >>>>> Charles Leclerc.

  6. Ed disse:

    VERSTAPPEN foi o melhor piloto de 2019. LECLERC o segundo melhor. Independente de resultados, devido a grande vantagem em desempenho da Mercedes (com muito trabalho é claro), e o 2o piloto mais amigável que Hamilton poderia ter . O holandês e o monegasco nos garantirão fortes emoções no futuro.

  7. Sergio Terra disse:

    Curiosidade: há mesmo, uma “tradição”, de os mecânicos de explodir os motores após a ultima prova?

  8. Renato F1/FE Mercedes disse:

    Parabéns, Mercedes! Fechou o ano como começou: com pole, vitória e volta mais rápida. Só não foi dobradinha por causa da falha que tem de ser corrigida da quebra do motor Mercedes-Benz do carro de Valtteri Bottas no Grande Prêmio do Brasil, há duas semanas.

    Citando o Bottas, só não foi ao pódio no último Grande Prêmio do ano porque, mais uma vez, a máfia italiana foi beneficiada. Como já sabem da trapaça em relação ao fluxo de combustíveis, agora, arrumaram outro meio de trapacear: informando quantidade menor de combustível para poder abastecer o carro com mais. E, assim, poder jogar mais combustível, no motor, na reta. Mas, como a FIA (Ferrari Internationale de l’Automobile) favorecerá sempre a máfia italiana, não tem como aquela “equipe” ser devidamente penalizada (deveria ter sido desclassificada e não receber uma multa de valor irrisório). Aliás, a equipe que trapaça no fluxo de combustíveis receberá o maior valor na distribuição de verbas para a competição; valor maior até do que a campeã Mercedes. Isto é muito errado. Mas, neste mundo insano, o errado virou certo e vice-versa.

    Que venha a temporada 2020 com mais corridas e muito mais domínio da Mercedes! Torço por isto!

    • Ferrarista disse:

      Falou o baba-ovo da Mercedes! Tá tudo errado pra você, tá? E aí, você vai conseguir consertar ou vai continuar jogando no ventilador?

      • Renato F1/FE Mercedes disse:

        Prezado Ferrarista, não está tudo certo, pois a quebra do motor Mercedes-Benz no Grande Prêmio do Brasil foi um balde de água fria na confiabilidade do motor Mercedes-Benz. São pontos importantes que foram perdidos por causa do abandono e por causa da punição (não fosse largar em último, poderia a Mercedes ter feito mais uma dobradinha.

        Agora, quanto a dois pilotos da máfia italiana se batendo no Grande Prêmio do Brasil, está tudo certo; não precisa de consertar nada. Podem continuar se batendo ou batendo nos carros dos chifrudos vermelhos. Quanto ao que devem consertar, a FIA deveria consertar a trapaça que os mafiosos italianos fizeram no medidor de fluxo de combustível para ganhar potência em reta, como o Verstappen disse.

        Ah! Por fim, já que você escreveu o verbo consertar, quem tem de consertar o Brasil é o povo brasileiro, não votando e muito menos elegendo porcarias que acabam com as conquistas da população trabalhadora e que batem continência para a bandeira de outro país: sem educação de nível superior, sem trabalho e direitos trabalhistas e sem aposentadoria. Agora o país está “consertado”.

      • Garagista disse:

        Você ainda não sabe, Ferrarista? Esse Renato é o Segafredo!

      • Renato F1/FE Mercedes disse:

        Prezado Garagista, tendo em vista que você está fazendo uma acusação, desafio você a apresentar provas do que você afirmou? Ou é mais um baba-ovo presidencial e adora espalhar notícias falsas pela rede?

        O desafio começou. Vamos ver se tem coragem e/ou culhões para provar o que diz? Ou apenas se esconderá no mundo virtual atrás de apelidos?

      • Garagista disse:

        Sem ameaças e sem palavrões. Seja educado!

      • Renato F1/FE Mercedes disse:

        Prezado Garagista, inicialmente, não fiz nenhuma ameaça, nem de vida, nem de integridade física e moral, nem psicológica ou outra qualquer; apenas lancei um desafio para que você prove o que você escreveu. Por fim, não considero nenhuma palavra do que eu escrevi um palavrão. Mas, se você considerou, peço vênia. Não foi minha intenção ofender você nem ninguém.

  9. Ricardo Bigliazzi disse:

    Acaba mais uma temporada, e fica uma certeza: O próximo brasileiro a ocupar um cockpit de ponta na F-1 vai ser bom para cacete, pois com essa molecada que surgiu em 2018/2019 o bicho vai pegar na próxima década e só um piloto extraordinário para balançar o quadro que começa a ser formar. Verstapen, Leclerc, Sainz, Norris, Albon, Ocon, Bottas,

    Que 2020 seja melhor ainda!

  10. CHAGAS disse:

    Hamilton está em uma fase espetacular, ontem foi uma pilotagem arrasadora sem dar chances alguma pra concorrência. Fazer a melhor volta no fim da corrida com pneus mais desgastados que Leclerc e Vettel é impressionante.
    O segundo melhor piloto do dia foi Bottas, saindo de vigésimo para quase subir ao pódio e como lembrou o blogueiro sem a artifício da asa móvel no primeiro terço da corrida.
    Verstappen e Leclerc sempre se esfregando nas pistas em um duelo pra muitos anos, o que podemos dizer que será impossível vestirem a mesma camisa.
    Vettel e Albon foram mal. Vettel de pneus novos não conseguiu superar Bottas de usados e Albon tomou um vareio de 1 segundo por volta do companheiro com as mesmas estratégias.
    Palmas para Sainz que ganhou o título de melhor do resto. Pérez também após as férias fez um campeonato brilhante. E Ricciardo que decretou a primeira derrota de Hulk na Renault.

  11. Murilo disse:

    Bom dia Flavio,

    Por favor, faz um apanhado da década (2010 – 2019). Apenas três pilotos foram campeões, apenas duas equipes. Hamilton ganhou 50% das provas que disputou. Não fiz a conta, mas Vettel deve ter vencido outros 20%.

    O sistema de pontuação, asa, baterias de dão mais potencia… tudo isso não resultou em competitividade, vimos duas grandes e chatas hegemonias. 2019 foi um ano atípico com boas corridas, mas em geral os campeonatos foram muito chatos. Saldades dos anos 90.

  12. Flavio Padilha disse:

    Saudações Flavinho Gomes ! comentar sua postagem seria heresia, pois quem tem condições de contestar alguma coisa ? o fato da mulher de burca ? talvez! mas vamos aos que falam que a F1 é chata pelos ciclos de pilotos hegemônicos, mas e o santos de Pelé, o atual Flamengo ? Vamos elogiar a competência da Mercedes, o imbatível Hamilton e não ficar inventando moda. Que a a concorrência se estabeleça de forma competitiva, como vem fazendo a RBR e chorem, Ferraristas e todos aqueles que durante o ano criticaram Lewis Hamilton, um m bando de ignorantes…abs

  13. CRSJ disse:

    O Hamilton fecha o seu melhor campeonato de forma absoluta, perece que o Hamilton não terá dificuldades de ser Hepta no ano que vem.
    No ano que vem o Hamilton será o novo recordista de vitórias ainda podendo ser o único da história da F-1 a vencer 100 vezes, e o Räikkönen deverá ser o novo recordista de GPs disputados na F-1, o Rubinho já vai se despedindo do seu recorde.
    Realmente as mortes de Charlie Whiting e Niki Laula foram um dos momentos tristes, além do acidente da F-2 em Spa que vitimou Anthoine Hubert, raramente o automobilismo escapa de um momento triste.
    Apesar dos tiroteios e tropeços dentro da Ferrari, Charles Leclerc sai como revelação do ano.
    Kubica e Hülkenberg se despedem.

  14. GASTAO disse:

    Flávio, desde há uns 4 dias no consigo entrar no Grande Prêmio (tanto em casa, com o computador, como na rua, com o celular e outro operador). O problema é só meu ou é geral? (estou em Portugal. Isso já ocorreu anteriormente. Obrigado

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  15. Paulo Fonseca disse:

    Prezado F&G L. Hamilton é simplesmente fantástico, piloto salvou a F-1.

  16. Bruno Chiquetto disse:

    Perceberam que a Globo não fez uma menção sequer aí Reginaldo Leme? O cara é um ícone, o maior nome do jornalismo automotivo do país, e não merece nem um muito obrigado?

    • vamos rir disse:

      Fez bem a Globo….!

    • murilo disse:

      Deu 60 horas de cobertura ao Gugu (e não citou a entrevista fake ao PCC). Vai entender.

    • Joel Lima disse:

      Bruno, esse é o padrão Globo para quem não trabalha mais pra ela. Reescrevem a história no melhor estilo Newspeak de 1984 do Orwell. Um dos exemplos mais terríveis era como a Globo tratava o Luciano do Valle= quando alguma reportagem tinha que usar a narração de algum gol da seleção brasileira de 82, eles trocavam a narração do Luciano por uma narração da rádio Globo. Essa sacanagem só mudou no dia em que Luciano morreu e aí eles puseram um gol com a narração dele. Escrotos.

  17. Vai Vettel! disse:

    Mais do mesmo, como sempre.

  18. FOC disse:

    Temos que tirar o chapéu para o Hamilton o cara está “o fino”.

    FG ou moderador, perdoe o link fora do contexto, mas terão tem duas Kombis última série em leilão na quarta feira aqui no Rio.
    Eu não tenho dinheiro/interesse nelas mas como você curte pode se interessar.
    https://www.rogeriomenezes.com.br/leilao/246?page=3

  19. Zé MCZ disse:

    Rapaz,
    Não é nostalgia, mas a F1 não tinha hegemonia tão chata como na atualidade que se iniciou com o Schumacher, Vettel, agora o Hamilton…
    Aliás iniciou, eu acho, com o McLaren Porsche Tag, se bem que houve uma disputa acirradíssima Senna x Prost que venceram praticamente todos os GP (1988 não foi completo porque o Senna bateu num retardatário). Mas houve briga, ao menos isso. Não havia coadjuvante! Hoje o piloto é dono da equipe e há o segundo carro porque o regulamento exige!
    Michael Schumacher – o maior piloto de todos os tempos!
    Sebastian Vettel – um dos maiores pilotos de todos os tempos!(ou do seu período vencedor)
    Lewis Hamilton – o maior piloto de todos os tempos, vai ultrapassar todos os recordes impossíveis e inimagináveis!
    E que representam os pilotos do passado, mesmo aqueles que não foram campeões como Stirling Moss, que só perdeu para o Fangio? A acirrada disputa da década de 1970?
    Infelizmente está tudo deletado…
    Não existe história!
    Lewis Hamilton…
    Mercedes…
    Imbatíveis…
    Ponto do fim.

    • Zé MCZ disse:

      Só corrigindo:
      McLaren Porsche Tag foram Prost vs Lauda. Senna x Prost foi com motor Honda, que já era chato, só não tão porque tinha um brasileiro na briga, junto com a ideologia da Globo/Galvão.

    • Wanderson Marçal disse:

      A única coisa que esses domínios do Vettel e do Hamilton serviram foi pra mostrar que não existe nada de tão absolutamente genial em ser dominante com carros muito acima. Lá pela metade dos anos 2000 era insuportável ter de ouvir que o Schumacher era o melhor de sempre (e alguns falavam entre todos os esportes!) só por quebrar recordes (meu ovo esquerdo, se tem mais corrida, carros quebram menos e o cara tá num carro dominante e por longo período, óbvio que vai quebrar todos os recordes. É o natural). Hoje com cenário parecido vê-se pilotos fazendo o mesmo.

      Ponha Senna, Prost, Alonso e até o Vettel que tá claramente abaixo de Senna e Prost em carros dominantes sem companheiro à altura e eles vão fazer isto mesmo: dominar, bater recordes com 400 corridas por ano…

      E só pra fazer um paralelo, hoje tem uma galera no futebol que tá na mesma vibe das schumachetes nos anos 2000, que são os fãs do Messi (também beneficiado por um futebol monopolista fruto das leis de livre mercado (Lei Bosman etc) que concentraram craques em poucos times). Acham que o cara redescobriu a roda porque faz não sei quantos gols. Daqui 10 anos aparece outro e essa babação acaba.

      • Segafredo disse:

        Por isso mesmo que um Schumacher, Vettel ou Hamilton nunca podem ser colocados no mesmo pedestal de um Ayrton Senna. E por este motivo que o cara foi eleito o maior de todos os tempos!

      • Ferrarista disse:

        Você não passa de uma piada pronta, Segafredo!

        hahahahahahahahahahahahahahahahahahahaha!

      • Wanderson Marçal disse:

        O Senna também se beneficiou disso. Ele é o primeiro grande piloto a ser campeão na era dos monopólios, que começa a meu ver com a McLaren em 88.

        E eu não acho que o problema seja comparar Schumacher e Hamilton ao Senna ou a outros do passado. E sim usar número de vitórias e campeonatos pra sacramentar. Muito mais importante que isso é o desempenho e o que o cara fez, em que contexto.

        O Schumacher por exemplo teve uma concorrência bem abaixo e pra mim isso pesa. Apesar de ter surgido enfrentando os melhores, na hora do vamos ver que é onde a onça bebe água, o único da geração dele que se aproximava em talento era o Villeneuve. E o Villeneuve sepultou a carreira indo para o projeto BAR. O Hakkinen que teve melhores condições nunca foi além de um bom piloto. Isso pra mim pesa mais que ter 91 vitórias…

      • Hamiltete Desgovernada disse:

        Segafredinho, eu não sabia que tinha eleições na fórmula-1. Eu pensava que as marcas fossem conquistadas nas pistas.

  20. Maurício disse:

    E nas três primeiras posições, o primeiro piloto de cada uma das três equipes top do grid.

  21. Regis disse:

    Flavio,
    Não sei o que está acontecendo, mas não consigo mais acessar o site do Grande Prêmio já há quase 1 semana. Algum problema com o Terra?
    A propósito, moro na Itália. Pode ser esse o problema?

  22. Paulo disse:

    Bola dentro de Hamilton – mais uma – e sua também, Flávio! Duvido que outro meio de comunicação tenha feito a leitura que você fez; ou se fizeram, omitiram.
    Até que a corrida não foi tão chata como imaginava, teve pegas interessantes, claro, do segundo lugar para trás. Veremos ano que vem, e quem sabe Red Bull e Ferrari mais competitivas.
    Abraço

  23. Valter disse:

    Uma mulher usando o traje tipico entregou um troféu.

  24. Alfredinho disse:

    Houve época em que dois ou três pilotos disputavam acirradamente o título no último GP da temporada. Disso tudo, restou alguma coisa. Restou uma disputa estratégica pelo terceiro lugar.

  25. Edgard disse:

    Acho que essa foi a melhor definição do momento da F1: “Mercedes mostrou, mais uma vez, sua competência irritante.’
    Todo mundo quebra, bate, explode, fura o pneu e eles sempre lá, irritantemente, sem falhar uma miserável vez (ou tão poucas que a gente nem lembra).
    Pela falibilidade dos carros de corrida, novamente!

    • Renato F1/FE Mercedes disse:

      Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, São Paulo, Brasil, tarde de 17 de novembro de 2019, quando o motor Mercedes-Benz do carro do Valtteri Bottas estourou, causando o abandono do piloto da equipe Mercedes, a entrada do carro de segurança (particularmente achei um exagero; para que criaram o carro de segurança virtual? Não houve acidente; somente a necessidade de tirar o carro dele da pista) e a punição de troca de componentes. Ou você acha que o Bottas quis largar em último por diversão?

      Mais uma vez, o povo brasileiro demonstra uma falta de memória irritante. É por isto que temos esta porcaria como presidente da república: o povo não tem memória para lembrar o que ocorreu há quinze dias; quanto mais para (pesquisar e) lembrar o que um lunático, insano, antinacionalista fez por 28 anos no congresso a favor do povo brasileiro: absolutamente nada!

      • Ferrarista disse:

        Baba-ovo da Mercedes, você quer saber mais que os comissários da FIA sobre o uso do Safety-Car?

      • Renato F1/FE Mercedes disse:

        Prezado Ferrarista, não quero saber mais do que ninguém; só achei um exagero a entrada do carro de segurança, pois existe o carro de segurança virtual. A meu ver, interpretando o regulamento, acredito que a situação fosse muito mais para o carro de segurança virtual do que para o carro de segurança.

      • Garagista disse:

        Gente! Esse Renato é o Segafredo! É o mesmo papo.

      • Renato F1/FE Mercedes disse:

        Prezado Garagista, tendo em vista que você está fazendo uma acusação, leviana e infundada, desafio você a apresentar provas do que você afirmou? Já sei: você é igual a um determinado presidente de um país da América do Sul em que se fala português e espalha um monte de mentiras na rede! Só pode!

        O desafio começou. Vamos ver se tem coragem e/ou culhões para provar o que diz? Ou apenas mais um covarde que se esconderá no mundo virtual atrás de apelidos?

      • Garagista disse:

        Leia o meu comentário na sua postagem mais acima.

      • Renato F1/FE Mercedes disse:

        Réplica no comentário anterior.

  26. Tales Bonato disse:

    E começa a temporada de crise de abstinência. Para nós, viciados em F1.

  27. MarcioD disse:

    Com 2019 chegamos ao fim dos anos 2010 e se usarmos os títulos e as vitórias como parâmetros mais relevantes, os que mais ficam para a história, vamos chegar à uma triste conclusão: Esta é a pior década no que diz respeito à competitividade, equilíbrio e imprevisibilidade. Nestes 10 anos tivemos somente 3 pilotos campeões e 2 equipes campeãs e uma média de 0,24 vencedor diferente(contado ano a ano)/GP ou seja um resultado pior do que os anteriores anos 2000 e dos anos 50. Para efeito comparativo nos anos 60, os mais competitivos da historia da F1, tivemos 7 pilotos campeões e 6 equipes campeãs, com uma média de 0,49 vencedor diferente(contados ano a ano)/GP.

    E para piorar tivemos 2 domínios de longa duração( 4+ anos de títulos seguidos de pilotos e construtores com 50%+ vitorias) sequenciais. Tivemos uma sequencia de 4 títulos(Vettel) e outra de 3(Hamilton). No período de 61-85 ou seja durante 25 longos anos não tivemos titulo sequencial de nenhum piloto, somente 2 pilotos conseguiram 3 títulos de forma alternada e ninguém conseguiu ser tetracampeão.
    Principal causa deste desequilíbrio? muito $$$$ envolvido e a distribuição desigual dele.

    A esperança para nós aficionados é que com as novas regras a partir de 2021 novos ares passem a soprar sobre a categoria mudando a situação.

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