DICA DO DIA

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RIO (que charlatão!) – Antes de mais nada, perdoem um ou outro probleminha no blog por estes dias. Como se nota, mudamos um pouco o layout e a navegação e temos alguns ajustes a fazer. Na internet é tudo assim. No começo a gente estranha, fica com raiva, mas depois se acostuma. A dica de hoje é do Jean Tosetto, que escreve:

Antes de ser escalado para o papel de James Bond, no começo dos anos de 1970, o ator Roger Moore foi o astro da série de TV “The Saint”. Num episódio que foi ao ar em 1965, o protagonista financia um construtor de carros de corridas, seguidamente prejudicado por um concorrente suspeito. Para descobrir o real culpado pelas sabotagens, que incluem um incêndio na garagem do time, o “Santo” resolve pilotar, ele mesmo, um Fórmula 1.

As imagens utilizadas para o episódio foram captadas durante o Grande Prêmio da Inglaterra de 1964, em Brands Hatch. Em algumas cenas, é possível ver Jack Brabham em ação, com seu Brabham-Climax nº 5 saindo do pit lane, observando o carro nº 6, do companheiro de equipe Dan Gurney. John Surtees, em sua Ferrari nº 7, também aparece. Na corrida real, Jim Clark ficou em primeiro, com Graham Hill em segundo.

Para quem não entende inglês e quer ir direto para o clímax da história, a ação decisiva na pista começa em 40min50, mas há várias passagens interessantes sobre o ambiente da Fórmula 1, ao longo de toda a narrativa – um interessante registro do esporte, anterior ao filme “Grand Prix”, de 1966.

Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

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Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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