N’UNGRIA (1)

RIO (tristeza, putz) – Não costuma chover em fim de semana de GP da Hungria. Lembro que, por anos, essa corrida ficou esperando por sua primeira edição no molhado. E demorou. Sei lá, quase 20 anos. Não lembro direito.

Hoje caiu o mundo no segundo treino livre. Só 13 carros foram à pista. De manhã, no seco, a Mercedes dominou as ações com enorme facilidade. E a Point Aston India Racing Martin Force ficou em terceiro e quarto. No molhado, deu Vettel. Parece que a previsão é de chuva amanhã e depois, mas achei estranho Hamilton não andar no segundo treino se a expectativa é mesmo de água por aquelas plagas magiares..

E teve mais, nesta sexta:

  • Duas pessoas (não identificadas) testaram positivo para o novo coronavírus na turma que foi à Hungria. Foram isoladas. A F-1 fez 4.997 testes entre os dias 10 e 16 de julho. Essas duas pessoas, segundo os organizadores, não estiveram na Áustria.
  • Vettel admitiu que está conversando com a Mercedes rosa que vai virar Aston Martin no ano que vem — aliás, sua única opção se quiser continuar correndo.
  • Claro que se isso acontecer, sai Pérez. Afinal, Stroll é filho do dono do time. Mas o mexicano não deve ficar a pé. Pelo menos na Haas e na Alfa Romeo vagas serão abertas e ele cabe em qualquer uma delas.
  • Hoje faz 25 anos da morte de Fangio e cinco da morte de Bianchi. Que sejam reverenciados à altura.
  • Será que teremos F-1 na TV aberta brasileira no ano que vem? As coisas com a Globo estão empacadas. Bandeirantes?

Sei lá, tá tudo muito esquisito. Eu achava que alguma surpresa poderia acontecer neste ano, com uma corrida em cima da outra, sem tempo para respirar. Pelo jeito, a surpresa é a lerdeza dos outros. A Mercedes não tem adversários. Vai ser fácil e sem graça. Que, pelo menos, as corridas sejam boas. As duas primeiras foram.

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