Comentários

  • Apesar de não curtir a Indy e corridas em ovais em geral, não perco as 500 Milhas. É uma corrida mítica. E o feito do Helinho foi incrível. Um corridaço. Merecia realmente mais reconhecimento e mais respeito. Mas, por aqui, futebol….e……só…melhor deixar pra lá.
    A história as vezes é injusta. E acho uma pena o Helinho não ter títulos na categora, depois de tanto tempo.
    E falando das maiores provas do automobilismo mundial, ainda acho que 24 de Le Mans é a maior de todas!!!

  • Boa Flávio. A observação sobre a falta do devido destaque na mídia foi certeira. Um País que não valoriza os feitos dos seus é um País doente e estamos, de fato, real e metaforicamente, doentes

  • O Helinho é mais popular nos Estados Unidos do que no Brasil, tanto que o apelido de Homem Aranha vem de lá.
    O feito do Helinho de vencer quatro vezes as 500 Milhas de Indianápolis quase não vale nada no Brasil por ser pouco conhecido pelo povão brasileiro que só tem um piloto em mente se esquecendo até de Emerson e Piquet, imagine lembrar de Gil de Ferran, Cristiano da Matta e Tony Kanaan que foram os outros brasileiros além de Emerson com Títulos de Campeões na Indy.

  • Tendo lido ÍMOLA 1994, acho (grande bosta) que essa galera do jornal já tinha escolhido o tamanho do espaço na primeira página que seria reservado para Indianapolis e ficou com preguiça de mudar tudo de última hora. A hipótese de não ter considerado relevante o suficiente me da nos nervos.
    Legal ver você falando que tem muito futebol na mídia tradicional, na Fox vcs falavam bastante de futebol mas tenho quase a convicção (uma bosta maior ainda) que se não fosse por vc, não teríamos tido o Nitro.

    Abraços

  • Flávio, mesmo tendo algumas opiniões e posicionamentos diferentes, aplaudo essa edição!
    Falemos de automobilismo, mas também tenhamos inteligência, pra saber que não importa seu lado da cerca, um canalha é sempre canalha, e uma pústula sempre será cheia de pus! Nunca suportei esse cancro quando estava fingindo exercer cargo legislativo, nunca acreditei que ele seria bom governante, e, após ficar órfão de pais relativamente jovens, saudáveis e ativos, por causa de falta de imunização que poderia ter chegado a tempo não fosse o egoísmo e ignorância, trouxe a coisa para o lado pessoal, aumentando o desprezo por esse ignóbil.

    Tomara que a racionalidade derrube mitos