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SÃO PAULO (daquelas da vida…) – Com uma vitória e um terceiro lugar nas duas corridas disputadas em Jedá no fim de semana, Felipe Drugovich assumiu a liderança da F-2 depois de duas rodadas e quatro provas disputadas. Ele tem 43 pontos, contra 34 do neo-zelandês Liam Lawson. O campeonato é longo, são 13 etapas com duas corridas cada, mas é um ótimo começo, claro. E ainda fez uma pole, mostrando que o momento é bom. Tem de aproveitar.

Paranaense de Maringá, Drugovich completa 22 anos no próximo dia 23 de maio. Coincidência: mesmo dia do aniversário de Rubens Barrichello e, pasmem, Dia Internacional da Tartaruga. Ele está em sua terceira temporada na categoria e corre pela equipe holandesa MP Motorsport, pela qual estreou em 2020 — e obteve três vitórias. A próxima etapa acontece em Ímola, entre os dias 21 e 23 de abril.

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Megas Alexandros
Megas Alexandros
1 mês atrás

Escrevi no post da F1, mas aqui é mais pertinente: que talento tem o Drugovich, heim!? Baita potencial, é veloz sabe a hora de ultrapassar, e o faz sem afobação, é bom em defender posição. Se for comparar entre os brasileiros, é o melhor que vi na base desde que Nelsinho Piquet brigou corrida a corrida com o Hamilton em 2006 na GP2. Achava ele extremamente arrojado e vis um baita potencial, mas circunstâncias extras nos impediram de saber aonde chegaria.

Drugovich tem mais potencial até que Massa e Barrichello, pelo que demonstravam antes da F1.

Massa foi campeão da Euro Formula 3000 em 2001, que era mais regionalizada (tanto que até o ano anterior era Formula 3000 italiana). Venceu 6 de 8 corridas, mas nenhum adversário que ele enfrentou é conhecido hoje. No mesmo ano, Justin Wilson vencia a F 3000 internacional, contra nomes que chegaram à F1, como Mark Webber, Sebastien Bourdais e Antonio Pizzonia.
Já Barrichello disputou a F 3000 internacional em 1992. Ficou em terceiro, atrás de Luca Badoer e Andrea Montermini. Não venceu nenhuma corrida, mas ao menos ficou à frente de David Coulthard e Olivier Panis (que foi campeão no ano seguinte).

A grande incógnita é que o Drugovich está correndo acima da médoa com uma equipe pequena, mas não foi tão bem numa equipe grande. O Barrichello também ia muito bem nas pequenas na F1, mas não virou um grande vencedor nas maiores. Mas vejo potencial, espero que tenha a sua chance.

Wagner
Wagner
1 mês atrás

Torço para que este garoto realize uma boa temporada pois pelo visto ele está gastando o ouro da família através do “paitrocinio” e ela não tem exatamente a grana de um Stroll

Celio Ferreira
Celio Ferreira
1 mês atrás

E fazia tempo que não ouvia nosso hino após uma corrida…muito legal..
Bõa sorte pro menino neste ano…de olho no proximo…

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

Tem que sentar e acelerar… que se divirta e seja feliz!

John
1 mês atrás

Falta de respeito pelo RB.
Mas esperar o que de vc né ?
E como diria MS, devagar se vai ao longe !!!

Rafa
Rafa
Reply to  John
1 mês atrás

Momento “Chris Rock” do Flavio. kkkkk

CHAGAS
CHAGAS
1 mês atrás

Este ano é a última chance do brasileiro sonhar ainda com a F1. Ano que vem deve abrir uma vaga na Williams e se Drugovich for campeão existe uma chance. Ontem foi uma aula defendendo a posição na largada e controlando a corrida, com um olho nos que escolheram tática diferente, e o outro no ritmo de Verschoor o único que conseguiu acompanhar o brasileiro com a mesma estratégia. Hino brasileiro novamente tocado o que é um sensação muito gostosa. Agora o que foi aquilo na corrida Sprint com Hauger liderando e com o acionamento do SC entrou nos boxes solitariamente entregando de bandeja a vitória certa? Erro da equipe? Ou será que Masi deixou seu legado com mais um erro da direção de prova?