PARQUE DO ALBERTO (4)

Leclerc nos braços da Ferrari: vitória incontestável

SÃO PAULO (bom dia) – Foi uma daquelas vitórias clássicas e raras, com pole, melhor volta e todas elas em primeiro lugar, da largada à bandeirada. O tal do Grand Chelem. Pois Charles Leclerc fez isso em Melbourne e com a vitória no GP da Austrália, terceira etapa do campeonato, disparou na liderança do Mundial com 71 pontos. Foi sua segunda vitória no ano e quarta na carreira. Como Max Verstappen, seu teórico principal adversário, abandonou pela segunda vez no ano, a folga na tabela é gigantesca: 46 pontos de vantagem sobre o holandês, que está apenas em sexto na classificação.

A prova no renovado circuito de Albert Park não foi tão movimentada quanto se esperava com as três zonas de asas móveis disponíveis e carros que podem andar perto uns dos outros. Não houve tantas ultrapassagens e as disputas por posição na frente se resumiram às ações de Sergio Pérez sobre Lewis Hamilton e George Russell, da Mercedes. O mexicano da Red Bull terminou a corrida em segundo, 20s524 atrás de Leclerc. Jorginho foi o terceiro e Comandante Aamilton, o quarto. Fecharam os pontos os mclarianos Lando Norris e Daniel Ricciardo em quinto e sexto, seguidos por Esteban Ocon, da Alpine, Valtteri Bottas, da Alfa Romeo, Pierre Gasly, da AlphaTauri, e Alexander Albon, da Williams.

Leclerc começou bem a prova, mantendo a liderança nas primeiras voltas sem nenhuma dificuldade. A largada também foi boa para Hamilton, pulando de quinto para terceiro. Ruim mesmo foi a partida de Carlos Sainz, companheiro ferrarista de Charlinho, que optou por começar a corrida com pneus duros — a maioria foi de médios — e despencou de nono para 14º na primeira volta. E como desgraça pouca é bobagem, o espanhol escapou na pista na terceira volta ao tentar passar Mick Schumacher. Foi na grama, atravessou a pista e acabou atolado na caixa de brita. Um desastre.

O safety-car foi acionado e na sétima volta a relargada foi autorizada, sem grandes alterações. Foi só na décima volta que Pérez conseguiu passar Hamilton, que não tinha muitos meios de resistir. Lá na frente, Leclerc já abria mais de 4s sobre Verstappen, que não conseguia imprimir um ritmo nem parecido com o da Ferrari.

Pérez: boas ultrapassagens e segundo lugar no fim

Na volta 18 começaram os pit stops com Ocon, que colocou pneus duros e ficou muito claro que seria corrida de apenas uma parada como estratégia-padrão. Verstappen foi aos boxes na 19ª, voltando em sétimo. Na 23ª pararam Leclerc, Pérez e Hamilton, com o inglês conseguindo retomar a posição do piloto da Red Bull. Na mesma hora Sebastian Vettel bateu sozinho e o safety-car foi acionado de novo. Sorte de Russell, que correu para os boxes, trocou seus pneus e voltou em terceiro, na frente do companheiro.

A relargada aconteceu na volta 27 e Leclerc teve seu único susto na corrida, quando Verstappen insinuou um ataque. Ficou no ensaio. O monegasco se aprumou no fim da reta dos boxes e foi embora de novo. Naquela altura da prova, três “outsiders” apareciam entre os dez primeiros: Alonso em quarto, Magnussen em sétimo e Albon em décimo. Todos tinham largado de pneus duros e, por isso, ainda não haviam feito seus pit stops.

Vettel parado depois de nova batida: péssimo fim de semana

A farra de Fernandinho não durou muito e na volta 30 ele foi ultrapassado por Pérez. Na 31ª foi a vez de Hamilton deixar o espanhol da Alpine para trás. O mexicano, então, partiu para cima de Russell e na volta 36 assumiu o terceiro lugar. A Mercedes, pelo rádio, orientou seu piloto a não resistir muito para “administrar os pneus”. “Não é o tipo de mensagem que eu queria receber”, reclamou o inglês.

A corrida perdeu um pouco o encanto com a turma da frente bem espalhada, até que na volta 39 um “ooooh!” se ouviu nas arquibancadas do circuito australiano — que receberam, em três dias de evento, nada menos do que 419.114 pessoas, um recorde. Era Max Verstappen parando no acostamento e avisando pelo rádio que sentia um cheiro esquisito “de algum fluido” e que estava “tudo cagado” (as palavras são dele, sorry pela vulgaridade) em seu carro.

Foi o segundo abandono do holandês em três corridas. No Bahrein, a Red Bull disse que ele teve um problema no sistema de alimentação de combustível — mesmo motivo para o abandono de Pérez na abertura do Mundial. Agora, a informação oficial foi a de que houve um vazamento de combustível. Max saiu de Melbourne cuspindo marimbondos. “Quem quer lutar pelo campeonato não pode ter esse tipo de problema. É frustrante e inaceitável”, disse.

Verstappen abandona o GP: “inaceitável”

Desta vez não foi preciso safety-car, apenas o virtual, e nesse momento Alonso e Magnussen aproveitaram para, finalmente, trocar seus pneus. Só ficou Albon na pista com a mesma borracha da largada. A corrida foi rapidamente retomada e nada de mais relevante aconteceu até o final. Pode-se dizer que o trenzinho puxado por Stroll, da Aston Martin, foi divertido. O canadense fez zigue-zague, foi punido, xingado e terminou fora dos pontos. Mas foram lances do meio para trás do pelotão, sem grande importância.

Nas últimas voltas, Hamilton chegou perto de Russell, mas não tentou nada porque seu motor estava superaquecendo e poderia quebrar. As posições se acomodaram. Restava saber qual seria o destino do tailandês da Williams, que só fez sua troca obrigatória de pneus na volta 56, a duas do final. Estava em sétimo, caiu para décimo. E fez um pontinho quase milagroso, porque tinha largado em último. Leclerc à parte, foi o nome da prova.

Albon, décimo: façanha com a fraca Williams

Charlinho, no final, perguntou pelo rádio se era o caso de buscar o ponto extra da melhor volta colocando pneus macios novos. Recebeu um sonoro “não” na fuça, “porque você já fez a melhor volta e ninguém vai superar seu tempo” — como explicou com seu sotaque macarrônico o engenheiro da Ferrari. Não precisava mesmo, mas por via das dúvidas na última ele cravou a volta mais rápida da corrida.

“Foi a primeira vez que consegui controlar uma prova do começo ao fim”, disse Leclerc. Sobre o favoritismo precoce ao título, já que Red Bull e Mercedes têm mais problemas que pontos, o garoto pobre criado nas comunidades dos morros de Monte Carlo procurou conter a euforia: “O campeonato é longo, mas é claro que se as coisas continuarem assim, pode ser que a gente tenha o que comemorar no final. A gente passou por temporadas muito difíceis nos últimos anos. Temos de manter os pés no chão. Por enquanto tudo está correndo bem”.

Os dez primeiros em Melbourne: vitória tranquila

Com 104 pontos em três corridas, a Ferrari lidera o Mundial de Construtores — que não conquista desde 2008. A Mercedes está em segundo com 65, seguida pela Red Bull com 55. McLaren (24) e Alpine (22) vêm na sequência. A Aston Martin é a única que ainda não pontuou.

Quem saiu com uma tromba do tamanho do mundo do Albert Park foi Alonso, que acabou zerando na corrida — foi o 17º. “Estou sem palavras. Sábado eu estava sonhando com um pódio. Hoje, se não fosse o safety-car, chegaria em sexto. E estou com dois pontos em três corridas”, lamentou. Já a turma da McLaren festejou quinto e sexto para Norris e Ricciardo, assim como Bottas não tinha do que reclamar após um oitavo lugar. Migalhas para os coadjuvantes.

Alonso, 17º: resultado frustrante

A próxima etapa do Mundial acontece no dia 24 em Ímola, a primeira corrida europeia do ano. Lá algumas equipes podem apresentar atualizações de seus carros, já que vai ser possível trabalhar direito nas fábricas depois de semanas longe de casa com testes e corrida no Bahrein e, depois, GPs na Arábia Saudita e na Austrália.

Red Bull e Mercedes terão muito trabalho. À Ferrari, resta torcer para que nenhuma delas consiga o milagre da multiplicação da velocidade. Do jeito que está, para os italianos, está bom demais.

Ferrari dominante: tudo que os italianos desejam
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Zé Maria
Zé Maria
1 mês atrás

(Off-Topic).
Flavio, seguinte:
Reparei que a Williams apareceu em Melbourne com as laterais (sidepods) miniaturizadas, estilo MB.
Foi novidade para essa etapa, ou já haviam andado antes nessa configuração?
Abraço.

Zé Maria
Zé Maria
Reply to  Flavio Gomes
1 mês atrás

Desculpe pela péssima resolução, foi o melhor que consegui.
Certeza de que você pode encontrar uma imagem melhor na web.
Percebe-se nitidamente que o sidepod termina na altura dos dizeres “Bang & Olufsen” e “Dorilton”.

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Zé Maria
Zé Maria
Reply to  Flavio Gomes
1 mês atrás

Verdade, tens razão.
Buguei numa imagem da época do lançamento, aparentemente no shakedown em Silverstone já apresentava essa lateral curtinha.

Luis Felipe
Luis Felipe
1 mês atrás

Será que o Leclerc, líder absoluto do campeonato e pilotando uma Ferrari, vai querer vencer a próxima etapa, que será disputada em um autódromo chamado Enzo e Dino Ferrari?

Alexandre Neves
Alexandre Neves
1 mês atrás

Como o mundo dá voltas, em 21 Lewis e Max lutaram ponto a ponto, este ano estão em 5° e 6° c/ menos da metade dos pontos do 1°…

Valmir Passos
Valmir Passos
1 mês atrás

Corrida mais ou menos. E até agora, o tão falado equilíbrio não apareceu. Antes, o carro a ser batido era a Mercedes, agora é a Ferrari. A distância entre os 3 primeiros e o resto do pelotão é absurdamente grande.
Espero que dessa vez, a Ferrari seja realmente boa, e não na base da trapaça/apito amigo.
Do jeito que vai, está bem sem graça.

Marquim Crato Ceará
Marquim Crato Ceará
1 mês atrás

Pra quem achava que o boca de tilapia ia fazer alguma coisa ta ai a resposta, ah…ia esquecendo as Flexas de Prata estão chegando, aqui é Lula Presidente.

RICARDO BIGLIAZZI
RICARDO BIGLIAZZI
1 mês atrás

Russel mantendo a tradição de andar na frente do 2o. piloto da equipe… “chovam as pedras”… hahahah

CHAGAS
CHAGAS
Reply to  RICARDO BIGLIAZZI
1 mês atrás

Russel foi derrotado por Kubica em 2019. Será derrotado por Hamilton este ano, e diga-se de passagem na única corrida que dividiu garagem com Bottas levou pau na classificação e terminou a corrida atrás do finlandês. Agora a bobagem que você escreveu provavelmente seja pelo fato de o “Jeorjão da Massa” ter derrotado de forma implacável o simpático Latifi. Um feito extraordinário, batemos palmas pro inglesinho????

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  RICARDO BIGLIAZZI
1 mês atrás

Pessoal, vamos usar mais o 11o. Mandamento: Não nos levemos tão a sério diante de uma brincadeira… faz mal para a saúde.

Felipe
Felipe
Reply to  RICARDO BIGLIAZZI
1 mês atrás

Ninguém percebeu que o Russel “só” chegou na frente do Sir Hamilton porque ele deu sorte de parar durante o safety car?

Tales Bonato
Tales Bonato
Reply to  RICARDO BIGLIAZZI
1 mês atrás

Hamilton foi o cara na F1. Desde 2007. A enquadrada no super alonso (com minúsculas) na temporada de estréia explica tudo. Mas o tempo passa. Mas alguns não percebem…

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  RICARDO BIGLIAZZI
1 mês atrás

Impressionante… ninguém entende uma brincadeira… pobre de nós diante dos “expertis”… segue o jogo… viva a vida… uma vida mais leve

Celio Ferreira
Celio Ferreira
1 mês atrás

Não sei se compensou ficar acordado e ver uma corrida sem ultrapassagens , só sobrou
a do Peres sobre Hamilton , muito pouco,
Obs: Carros novos , iguais pra todos , os segundos pilotos andando de junto com os
pilotos principais. É não deu pra fazer carro especial para primeiro piloto . Só a Ferrari
é excessão neste quesito , o Sainz não se acerta com o carro,

Eu mesmo
Eu mesmo
1 mês atrás

A Mercedes, com um projeto ruim porém “estável”, à frente da Red Bull, confirma a máxima de que o primeiro objetivo é sempre terminar as corridas.

Marcus
Marcus
1 mês atrás

FG, você deve conhecer algum “tief kehle” na Mercedes.

Marcus
Marcus
1 mês atrás

Mais uma corrida esquecível em Melbourne. Albon foi o destaque.

Edison
Edison
1 mês atrás

Ocon 20 X 2 Alonso…. Russell na frente do patrão.
Realmente a nova geração está pedindo passagem

Vitor Viegas
Vitor Viegas
Reply to  Edison
1 mês atrás

Muito cedo ainda, as posições ainda podem mudar. Mas, de fato, é uma nova geração bem interessante.

Mauricio Rocha
Mauricio Rocha
1 mês atrás

Estou tentando entender. A Mercedes, que está ruim, está em segundo lugar no campeonato de construtores e em segundo no de pilotos. Russel e Perez estão a frente de seus companheiros campeões. Eita….

Antonio Seabra
Antonio Seabra
1 mês atrás

Flavinho,

Num dos posts que você fez aqui a algum tempo (não consegui achar), você conta sobre alguns comentários que o Cesare Manucci fez com você. Num deles, ele se refere a uma informação obtida nos bastidores da Ferrari, de que o Vettel estava tendo muita dificuldade de adaptar-se ao freios chamados “brake by wire”, aqueles que usam a fase de regeneração de energia dos motores elétricos do sistema hibrido como força de frenagem.
A partir dessa informação, colhida no teu blog, passei a prestar atenção nos (muitos) erros que o campeão alemão cometeu, desde seus últimos anos na Ferrari até agora. E cheguei a conclusão que TODOS eles (ou quase todos) se iniciaram durante períodos de frenagem.
Hoje ele errou de novo, e confessou, que “estava tendo dificuldades para avaliar a distancia de frenagem nesse circuito” (sic).
Penso que essa dificuldade não resolvida é que tem sido determinante para os desempenhos medianos que o boa praça alemão tem apresentado desde o inicio do uso desse implemento de frenagem “indireta”.
Existem diversos casos de pilotos que demoraram a se acostumar, ou não se acostumaram, as novidades instaladas nos carros de F1. Um exemplo típico foi a demora do Barrichello em a “reaprender” na Ferrari a frear com o pé esquerdo (que ele já deveria estar adaptado desde o kart).
Temo que essa dificuldade do Vettel em frear os carros atuais venha a resumir precocemente a carreira dele.

Antonio

Vitor Viegas
Vitor Viegas
Reply to  Antonio Seabra
1 mês atrás

É uma explicação plausível.

Tales Bonato
Tales Bonato
Reply to  Antonio Seabra
1 mês atrás

Vettel foi “piloto de um carro só”. E faz tempo que tem desempenho de ex-piloto em atividade. Apesar do show que deu na época de RB, para mim ele é o menos relevante dos multi-campeões.

Victor Serrão
Victor Serrão
Reply to  Tales Bonato
1 mês atrás

Lembrando que ele poderia ter sido batido pelo Mark Weber em alguns dos campeonatos que ganhou, e só não o foi por conta da equipe.

Allez Alonso!
Allez Alonso!
Reply to  Antonio Seabra
1 mês atrás

Vettel errava em saídas de curva também, esse aí nunca mais fez nada desde a saída do blow diffuser, e eu já sabia.

CHAGAS
CHAGAS
1 mês atrás

Com o devido registro do blogueiro sobre Albon, acrescento.- O menino precisou de três corridas para pontuar com o pior carro do grid. Enquanto “outros” precisaram de três temporadas.

Edison
Edison
Reply to  CHAGAS
1 mês atrás

Pior carro do grid é a Aston Martin…. pelo menos por

CHAGAS
CHAGAS
Reply to  Edison
1 mês atrás

Aston Martin não é o pior carro do grid. Seus pilotos que estão com péssimas performance neste inicio de ano.

Gabriel
Gabriel
Reply to  CHAGAS
1 mês atrás

o pior carro do grid é a Aston Martin, vamos e convenhamos

Vitor Viegas
Vitor Viegas
Reply to  CHAGAS
1 mês atrás

Ué, ele está pilotando o carro do ano passado? Só assim para termos uma comparação justa com os “outros”…

CHAGAS
CHAGAS
Reply to  Vitor Viegas
1 mês atrás

Com o carro do ano passado Albon faria pódio, e digo pódio em corrida de verdade e não na marmelada de Spa.

Arthur Maia
Arthur Maia
1 mês atrás

Flávio, boa tarde. Fiquei emocionado também com sua reação a Lusa… Isso sim é ser torcedor, parabéns e como pescador sei que nada melhor do que um dia após o outro!… Só queria te pedir uma coisa, já que a palavra do dia é “volta”… Volta amigo Gola Profunda, a Ferrari ressurgiu e que alegria para a F1 é isso!!!

Gabriel
Gabriel
1 mês atrás

Foi uma corrida bem mais ou menos, não fossem os safety-cars e o Leclerc teria chegado quase uma volta na frente do segundo… Flavinho, se lhe apetecer, faça um post sobre a campanha vitoriosa da Lusa, seus textos sobre o time do Canindé são sempre brilhantes…

Last edited 1 mês atrás by Gabriel
Igor
Igor
1 mês atrás

A transmissão da Band tá uma bagunça. Falaram antes da largada que muitos largariam de pneus macios, o que não era lógico e não aconteceu logicamente. Quando o Magnussen tava defendendo das Mclarens, Sérgio Maurício disse que ele tinha passado os dois!! Falaram que os pilotos que colocaram pneus médios no fim da corrida estavam apostando no final pra chegar numa posição melhor, só que simplesmente tinham que colocar outro composto por força da regra, e ainda falaram bobagem de que a tática não deu certo… E a cereja do bolo: Reginaldo confundiu o tempo total de prova no final de 1 hora e 40 com o tempo da última volta do Leclerc e disse que tava errado. Ficam transmitindo como se estivessem numa feira. Coisa horrorosa…

Marcio Klitzke
Marcio Klitzke
Reply to  Igor
1 mês atrás

Pois olhe no post a tabela divulgada com o erro…

Gabriel
Gabriel
Reply to  Igor
1 mês atrás

por mais que a Band “erre” (e nem acho que errou, vc citou só coisas insignificantes e que passaram batidas de qualquer um que estivesse acordado) ainda precisaria de um tsunami de imbecilidade pra chegar num nível “hoje sim hoje não” ou aquela pataquada com musiquinha e bandeira verde-amarela que o Galvão fazia na época do Ayrton vivo. Comentário ranzinza, com todo respeito.

Igor
Igor
Reply to  Gabriel
1 mês atrás

Ok. Se foi insignificante pra vc, beleza. Mas isso foram só exemplos, isso acontece o tempo todo. Se quiser nivelar por baixo, comparando com a Globo, aí é por sua conta. Mas na MINHA OPINIÃO está ruim.

Fabio Ribeiro
Fabio Ribeiro
Reply to  Igor
1 mês atrás

Pra quem entende inglês e puder pagar, vale muito a pena assinar a F1TV e ouvir a transmissão inglesa da Sky com o David Croft e o Martin Brundle. Não tem nem comparação em termos de qualidade, por mais respeito que eu tenha pelo Reginaldo Leme. E você ainda leva a F2 e a F3, que são sempre corridas muito divertidas.

Zé Maria
Zé Maria
Reply to  Fabio Ribeiro
1 mês atrás

Respeitando o seu comentário, Fabio.
Mas para o meu gosto, o narrador também grita demais.
Quanto ao Brundle, irrepreensível.
Sempre perfeito nas participações.

Edison
Edison
Reply to  Igor
1 mês atrás

Reginaldo Leme é uma lenda, mas já passou da hora de aposentar. Na corrida anterior ele também fez uns comentários constrangedores.

Marcelo Duarte Kosienski
Marcelo Duarte Kosienski
Reply to  Edison
1 mês atrás

Concordo. E hoje ele tava sonolento, pra piorar.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Edison
1 mês atrás

Reginaldo de vez em quando (muito) está “Galvanando” (do verbo Galvão Bueno que indica o ato de torcer descaradamente durante uma transmissão). É uma pena, mas é da vida e nada podemos fazer.

FMFerreira
FMFerreira
Reply to  Igor
1 mês atrás

Eu também achei o narrador bem perdido, foi uma transmissão cheia de erros mesmo. Ah, sem contar a gritaria durante a madrugada “Band isso, Band aquilo” como se estivesse no horário do almoço. Não poderiam fazer diferente? E ainda tem que aturar o estilo à la Galvão, detesto esse estilo cafona de narração, mas tudo bem.

Uma coisa que fizeram mais dessa vez, pelo menos, foi dizer os tempos de volta com uma maior frequência. Esse é o tipo de informação que eles deveriam trazer sempre, podiam se preocupar mais com isso ao invés das piadinhas sem graça que ficam fazendo.

Sandro
Sandro
1 mês atrás

Dúvida: Albon só parou na última volta para a troca de pneus! Qual punição o piloto terá se for até a bandeirada quadriculada sem parar para a troca obrigatória de pneus?
– Desclassificado;
– 3O segundos de acréscimo no tempo;
– Multa.

Méritos para Albon e o primeiro pontinho da Williams!
Só a Aston Martin está zerada – por enquanto!

Leclerc magistral com o Grand Slam (ou Grand Chelem).

Ainda é cedo para dizer que Charlinho é o potencial campeão de 2022!

Gabriel
Gabriel
Reply to  Sandro
1 mês atrás

desclassificado

Sakamoto
Sakamoto
1 mês atrás

Ferrari e Leclerc, espetaculares!

Heriank
Heriank
1 mês atrás

Das equipes de ponta, a que tem mais problemas é a Mercedes. Se não fosse pela quebra da Ferrari e Red Bull as Mercedes chegariam em Quinto e Sexto. Com a evolução da McLaren, a Mercedes que se cuide!

Last edited 1 mês atrás by Heriank
Paulo Travaglini
Paulo Travaglini
1 mês atrás

Principal acontecimento do dia: 1º Leclerc 71 pts; 2º Russel 37 pts. O rapazinho, com o terceiro melhor carro do grid, está nessa situação. Acabou a moleza para Sir Hamilton. Até “o melhor de todos os tempos” pode ser derrotado. O fim está próximo.

Felipe
Felipe
Reply to  Paulo Travaglini
1 mês atrás

Ninguém percebeu que o Russel “só” chegou na frente do Sir Hamilton porque ele deu sorte de parar durante o safety car?

André
André
1 mês atrás

Gola Profonda bem que poderia ressurgir para dar notícias dos bastidores da Mercedes e da Red Bull.

Sandro
Sandro
Reply to  André
1 mês atrás

Por onde anda o personagem Gola Profonda?
Agora que a Ferrari deu a volta por cima!
Líder disparado tanto no Mundial de Condutores e no Mundial das Escuderias.

Carlos Pereira
Carlos Pereira
1 mês atrás

Se carro bonito é o que ganha corridas, então a Ferrari fez o carro perfeito: Lindo e rápido. Há muito tempo (na minha opinião, desde 2004), os carros da F1 não eram tão belos. Pilotos que eram chamados de gênios, não conseguem fazer nada com carros ruins, perdendo até mesmo para companheiros de equipes. Será que eram tão geniais assim ?

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Carlos Pereira
1 mês atrás

São geniais sim, é um momento novo onde praticamente tudo mudou, e não podemos esquecer que os motores estão no limite dado o congelamento previsto para os próximos anos, dessa forma as quebras e falhas são mais do que normais, agora eles tem que trabalhar para a confiabilidade. Leclerc está perfeito até agora, se não errar (carros bons acabam privilegiando uma menor quantidade de erros dos pilotos) pode abrir uma vantagem considerável nesse terço inicial do Campeonato. Estou com pena do Sainz que provavelmente sentira o gosto de ser um segundo piloto em poucas corridas (o porpoising do carro dele nos treinos era impressionante). Depois de tudo isso ainda temos que lembrar que existe um teto de gastos para as equipes o que deixa a Ferrari numa condição muito competitiva no Campeonato, basta imaginar o quanto de grana a Mercedes tem que gastar para consertar o carro mal nascido.

CHAGAS
CHAGAS
Reply to  Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

Este comentário podemos levar à sério, ou é um comentário café com leite também? E viva a vida.