N’UOL
A temporada de 1952 foi a última da F-1 sem vitória de piloto ou equipe do Reino Unido. Foi quando Elizabeth se tornou rainha. Isso pode acontecer de novo, 70 anos depois. É o tema da minha coluna uólica desta semana. Pode ser lida aqui.

A temporada de 1952 foi a última da F-1 sem vitória de piloto ou equipe do Reino Unido. Foi quando Elizabeth se tornou rainha. Isso pode acontecer de novo, 70 anos depois. É o tema da minha coluna uólica desta semana. Pode ser lida aqui.

A sede da Red Bull Racing é na Inglaterra… rsrsrsrs
Corre como equipe austríaca.
Só complementando, Elizabete é incomparável, quanto à F1 MAX VERSTAPEN e RBR, Ferrari farão a parte e o resto se “esforçarão” ao maximo pra valer a coincidencia.
A Rainha da Inglaterra nos deu um exemplo de ser humano maravilhoso digno de louvor, manteve a descrição e o charme natural, enquanto muitos tiranos de paises quase insignificantes andam pendurados com cordoes de ouro amantes e contas em paraisos fiscais: lembram idiamim dada ???, ela com sua familia deu exemplo de dignidade mesmo com problemas conjugais, quem é rainha de verdade nunca perde a majestade, e a F1 o mais britanico dos esportes
Interessante é que antes do Mundial de pilotos de 1950, as grandes equipes eram, geral, ou alemãs (Mercedes, Auto Union), ou italianas (Alfa Romeo, Maserati), tinha as temporadas, dos Grand Prix e as principais corridas, as Grand Eprouves. Alguns anos, especialmente na década de 1930, teve algumas dessas etapas válidas pelo Europeu de pilotos, três vezes vencido pelo Rudy Caracciola, alemão. Tinha outros dois, que foram campeões, Rosemeyer, também alemão, e Tázio Nuvolari. Tinha também os franceses, com os carros da Bugatti, e Louis Chiron, de Mônaco. Os Britânicos eram coadjuvantes nesta época. Tinham um piloto de destaque, Williams Grover Williams. Só no pós Guerra, com as equipes garagistas e uma geração de pilotos vencedores (Hawthorn, Brooks, Arundell, Moss), é que deslancharam, e aí não pararam mais de vencer.
E nenhuma será mais “british” que a Lotus de Chapman
Mesmo que citada apenas por contexto, 20 dias pós morte seguimos falando da rainha dos outros. A velhinha fofinha enaltecida em telejornais teve 70 anos no trono e morreu sem ao menos se desculpar pelas atrocidades cometidas pela Grã-Bretanha em séculos de pilhagens, saques e destruição à base de escravidão em suas colônias. Até inícios dos anos 90 deu de ombros ao apartheid! Foi muito colonialismo a transmissão por dias inteiros do cerimonial do enterro da veia. Foi-se tarde!
Se todos os paises e reinos fossem se desculpar dos erros, atrocidades e demais delitos cometidos no passado, não iriam fazer outra coisa além disso. Quem sabe o capitão “e”mbroxável se desculpa do que fizemos na Guerra do Paraguai!
Galvão?