Flavio Gomes segunda-feira, 7 de novembro de 2022 10:43 30 comentários
Depois de mais um episódio deprimente protagonizado por Nelson Piquet, na minha coluna de hoje no politizado portal discorro sobre a importância que teria um encontro entre Lula e Hamilton nesta semana. Para ler, aqui.
O que mais acrescentar ao texto ? Nada pois é impecável com Lewis e Luiz. E direto na canela com piquet pai, que torço cumpra a promessa e volte para a alemanha de 30, e que piquet filho o acompanhe. Aliás, torço também que alguém da equipe do presidente Luiz, o maior líder da história deste país, leia seu texto e arrange encontro entre Luiz e Lewis, o maior líder esportivo da história. Será magnífico.
O gado está à espera do general Benjamin Arrola e da dirigente da ONU Stefani Germanotta para intervir aqui
Joanna Esther
3 anos atrás
Cara gostaria muito de lhe ajudar. O melhor que posso lhe oferecer e’ procurar um psiquiatria antes que sua familia tenha que o visitar num manicomio. Abcos
PIQUET LIXO … não acredito que já fui fã… que burro !
João Missaggia
3 anos atrás
Velho bitolado. Encontrou nos bozominions a atenção e idolatria que lhe faltou quando piloto.
Luiz
3 anos atrás
O Piquet é um escroto tradicional. É babaca de longa data, ser bolsonarista é apenas o caminho natural de todos que tem um desvio de caráter tão grande como ele.
André
3 anos atrás
Por que essa gente não faz uma vaquinha e compra um pedaço de chão, do outro lado do planeta, para fundar um país e batizar Bozoland? Nem precisa ter eleição. Já colocam o Bozo como ditador.
robson
3 anos atrás
Sou fã dos textos do Flavio Gomes.
Luiz
3 anos atrás
Flávio, alguns expoentes do Box mundial sofreram e morreram por consquencias de golpes na cabeça. Quem sabe o motorista particular do Ditador de Calças Curtas tem esse problema devido ao acidente em Imola? Ou é esclerose mesmo? Esqueci, O Bob Televisão, outro esclerosado que tem um site até interessante e chama SUV de suve, também sofre disso.
Se tivesse escrito Bob Telefunken eu teria sacado na hora!😅😅😅😅 Mas me recordo do citado jornalista falando sobre o campeonato brasileiro de Marcas e Pilotos de 1984, como ele, que ajudou a fazer o regulamento, usou-o para dar vantagem à VW com seu Voyage… http://www.autoentusiastasclassic.com.br/2010/12/quem-nao-tem-cinco-corre-com-quatro.html?m=0
Veja nas entrelinhas um saudosismo barato de fumar dentro de um avião ou cortar vantagem contra as outras montadoras, que foram sim prejudicadas por terem vmcambuo de 5m dr série. Deram um jeitinho e isso foi comemorado por ele.
E o gado continua negativando comentários no blog.
SullIVAN
3 anos atrás
Flávio, ouvi comentários por aqui que os bloqueios bolsonaristas podem atrapalhar o transporte e a logistica do eauipamento de F1 ao ponto da prova ser cancelada…..SERÁ QUE ALGO TÃO TERRÍVEL PODE ACONTECER FG?
Eu fui igual a você numa época da minha vida: chato, inoportuno, sem-noção. Aí, um dia, fiz 13 anos.
Last edited 3 anos atrás by Marcus
Barreto
3 anos atrás
É incompreensível ver um Zé Ruela do rabo sujo falando estas asneiras, mas um cara rico, bem sucedido, empresário de sucesso, ídolo no esporte é de lascar. Realmente é uma seita satânica especializada em lavagem cerebral.
Marcelo Dalbelles
3 anos atrás
Sempre achei esse jeito debochado do Piquet muito parecido com o do genocida.
e da mesma forma, muita gente só riu dos descalabros de ambos, ahh eles são assim, são autênticos blablabla.
Muita gente riu qdo o chofer de fascista quando questionado entre ele e Senna quem era o melhor e ele respondeu: “Estou vivo”.
Assim como o anti petismo produziu algo grotesco, o ranço por Sennistas doentes que tratam o piloto como herói e semideus deu espaço para um Piquet da vida.
Um ressentido, que por onde passou criou atritos e divisões e nunca respeitou ninguém, que só falou do crashgate quando seu filhote fora demitido da Renault mesmo se sujeitando ao papel ridículo. Por quê não falou antes?
O mesmo pedaço de merda que nunca teve argumentos e ataca as pessoas, prática comum do Bolsonarismo, é o “neguinho”, Senna é viado, Mansell tem mulher feia, se fosse bom tava vivo… era tudo engraçado há alguns anos.
Que bom que hoje não é mais, gente assim merece a lata de lixo da história, no paddock entre os tricampeões ele é o menos celebrado, Senna, Lauda, Brabham e Stewart são sempre celebrados, mais um motivo pro tocador de berrante ficar todo ressentido.
Vindo de onde vem e tendo o pai ligações com a ditadura, não é de espantar que o velho Piquet seja um conservador, reacionário e etc. Mas o ser humano é pródigo em tornar tudo o que é ruim, pior. Se eu tinha alguma admiração adolescente por este caboclo, ela já se foi faz tempo. Aliás, piloto de corrida esquerdista é uma raridade. A maioria é como o Piquet. Senna, se fosse vivo aposto que seria simpatizante do Novo (desde que com o Amoêdo expulso) e seria quem sabe figurinha carimbada em podcasts com o Justus por aí… Enfim…
Cara o pai do Piquet foi caçado pela ditadura.Pela vivencia e pelo que aconteceu com o pai ele devia ter aprendido… Nos anos 80 quando tinha alguma relevancia piquet nem comentava sobre isso. Vide a entrevista da playboy.
O pai de Piquet, sr. Estácio, era deputado pela Arena, o partido oficial da ditadura. Foi cassado em 1968 ou 1969 numa leva que incluiu outros arenistas e por motivos que nada têm a ver com a luta pela restauração da democracia.
Retirado do site da FGV…biografia do pai do motorista do Ditador de Calças Curtas:
SOUTO MAIOR, Estácio Gonçalves
*dep. fed. PE 1955-1961; min. Saúde 1961-1962; dep. fed. PE 1962-1969.
Estácio Gonçalves Souto Maior nasceu em Bom Jardim (PE) no dia 30 de julho de 1913, filho de Pedro Gonçalves Souto Maior e de Josefa Leal Souto Maior, de tradicional família de Caruaru (PE).
Fez o curso secundário no Instituto Carneiro Leão, formando-se em 1935 pela Faculdade de Medicina de Pernambuco.
Iniciou suas atividades profissionais no interior pernambucano e no pleito de outubro de 1954 elegeu-se deputado federal por seu estado na legenda do Movimento Popular Autonomista, integrado pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e o Partido Social Trabalhista (PST). Empossado em fevereiro do ano seguinte, tornou-se em 1958 vice-presidente da Comissão de Orçamento da Câmara e foi ainda relator do Departamento Nacional de Obras contra as Secas (DNOCS).
Em outubro de 1958 foi reconduzido à Câmara dos Deputados, dessa vez na legenda das Oposições Unidas de Pernambuco, integrada pela União Democrática Nacional (UDN), o PTB, o Partido Social Progressista (PSP), o Partido Trabalhista Nacional (PTN) e o Partido Socialista Brasileiro (PSB). Com a transferência da capital para Brasília em 1960, associou-se a um frigorífico e passou a se dedicar à agricultura. Durante o governo do presidente Jânio Quadros (1961), apoiou sua política externa, conhecida como política externa independente. Após a renúncia de Jânio (25/8/1961), votou contra a Emenda Constitucional nº 4, que implantou o sistema parlamentarista de governo, sob o qual foi empossado o vice-presidente João Goulart.
Interrompeu o mandato em setembro de 1961, quando foi nomeado ministro da Saúde do governo de João Goulart (1961-1964), em substituição a Eduardo Catete Pinheiro. Em novembro de 1961, foi favorável à Emenda Constitucional nº 5, que ampliou a participação dos municípios na renda tributária nacional. Esteve à frente da pasta até junho de 1962, quando a transferiu para Manuel Cordeiro Vilaça de maneira a retornar à Câmara e liberar-se para disputar novo mandato. Reeleito em outubro de 1962 na legenda do PTB, com a extinção dos partidos políticos em decorrência da edição do Ato Institucional nº 2 (27/10/1965), e a posterior instauração do bipartidarismo, filiou-se à Aliança Renovadora Nacional (Arena), partido de sustentação ao regime militar instalado no país em abril de 1964.
Durante esses anos na Câmara, aceitou as teses do “bloco compacto” do PTB, que reunia os setores mais à esquerda da agremiação, e integrou a Frente Parlamentar Nacionalista (FPN), bloco interpartidário formado em 1956 por parlamentares do PTB, do PSB, do PSD e da UDN em torno de uma plataforma nacionalista, voltada para a condenação à intervenção do capital estrangeiro na economia nacional, especialmente no setor energético, e à remessa de lucros para o exterior. De acordo com o Correio Brasiliense, era favorável ao intervencionismo econômico e ao monopólio estatal, à reforma agrária cooperativista com a desapropriação dos latifúndios, a uma reforma eleitoral que reduzisse ou eliminasse a influência do poder econômico nas eleições, à reforma administrativa centralizadora e à regulamentação da remessa de lucros para o exterior.
Na legenda arenista se reelegeu em novembro de 1966 e durante a legislatura permaneceu atuando na Comissão de Orçamento, além de ter sido relator do Ministério da Educação. Exerceu o mandato até abril de 1969, quando foi cassado por aplicação do Ato Institucional nº 5 (13/12/1968).
Faleceu em Brasília no dia 12 de outubro de 1974.
Era casado com Clotilde Piquet Souto Maior, com quem teve quatro filhos. Um deles, Nélson Piquet, notabilizou-se como piloto de Fórmula 1.
Há muitos anos, assisti a um vídeo de uma entrevista que o chofer deu pra Marília Gabriela, lá pelos idos de 1994, em que, se minha memória não me trai, perto do final, ele admite que era miguxo do Collor e que adorava dirigir à toda pelas vias públicas de Brasília. E fiquei encafifado por, ainda assim, ele ser defendido veementemente pelo FG ante as viúvas. Imaginei que ou ele nunca tinha esbarrado nessa entrevista, ou acreditava que ele tinha se ‘regenerado’ com o passar dos anos. Obviamente deu com os burros n’água, e temos a comprovação de que o chofer sempre foi e sempre será um traste.
E já que gosta de desejar e tirar sarro da morte alheia (tal qual seu adorado Bozo), faço questão de retribuir o favor e lamentar que ele não bateu as botas (que ele quase perdeu) em 1992 no muro de Indianápolis. Não só nos pouparia de mais um fascista no mundo, mas não botaria os outros 32 carros em risco em 1993 ao correr num oval sem ter noção de profundidade. Aliás, melhor ainda se tivesse empacotado na Tamburello em 1987 e não tivesse colocado os colegas de F1 sob risco semelhante, só para poder encher o rabo de grana na Lotus e na Benetton.
Encontrei o motorista do Ditador de Calças Curtas no Aeroporto de Congonhas algum tempode pois do acidente na Indy e ela ainda com o pé cheio de pinos. Tinha me esquecido desse acidente. Quem sabe, juntado com o acidente em Ímola, os miolos de desprezível não tenham se misturado com o que sai de seus intestinos!
Jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.”
O que mais acrescentar ao texto ? Nada pois é impecável com Lewis e Luiz. E direto na canela com piquet pai, que torço cumpra a promessa e volte para a alemanha de 30, e que piquet filho o acompanhe. Aliás, torço também que alguém da equipe do presidente Luiz, o maior líder da história deste país, leia seu texto e arrange encontro entre Luiz e Lewis, o maior líder esportivo da história. Será magnífico.
O gado está à espera do general Benjamin Arrola e da dirigente da ONU Stefani Germanotta para intervir aqui
Cara gostaria muito de lhe ajudar. O melhor que posso lhe oferecer e’ procurar um psiquiatria antes que sua familia tenha que o visitar num manicomio. Abcos
Falando com quem?
Deve ser com o espelho…
deve ser com as vozes na cabeça dele
PIQUET LIXO … não acredito que já fui fã… que burro !
Velho bitolado. Encontrou nos bozominions a atenção e idolatria que lhe faltou quando piloto.
O Piquet é um escroto tradicional. É babaca de longa data, ser bolsonarista é apenas o caminho natural de todos que tem um desvio de caráter tão grande como ele.
Por que essa gente não faz uma vaquinha e compra um pedaço de chão, do outro lado do planeta, para fundar um país e batizar Bozoland? Nem precisa ter eleição. Já colocam o Bozo como ditador.
Sou fã dos textos do Flavio Gomes.
Flávio, alguns expoentes do Box mundial sofreram e morreram por consquencias de golpes na cabeça. Quem sabe o motorista particular do Ditador de Calças Curtas tem esse problema devido ao acidente em Imola? Ou é esclerose mesmo? Esqueci, O Bob Televisão, outro esclerosado que tem um site até interessante e chama SUV de suve, também sofre disso.
Tem gado negativando os comentários…..
Se tivesse escrito Bob Telefunken eu teria sacado na hora!😅😅😅😅 Mas me recordo do citado jornalista falando sobre o campeonato brasileiro de Marcas e Pilotos de 1984, como ele, que ajudou a fazer o regulamento, usou-o para dar vantagem à VW com seu Voyage…
http://www.autoentusiastasclassic.com.br/2010/12/quem-nao-tem-cinco-corre-com-quatro.html?m=0
Veja nas entrelinhas um saudosismo barato de fumar dentro de um avião ou cortar vantagem contra as outras montadoras, que foram sim prejudicadas por terem vmcambuo de 5m dr série. Deram um jeitinho e isso foi comemorado por ele.
Não lembrei de Telefunken, boa idéia. Obrigado!
E o gado continua negativando comentários no blog.
Flávio, ouvi comentários por aqui que os bloqueios bolsonaristas podem atrapalhar o transporte e a logistica do eauipamento de F1 ao ponto da prova ser cancelada…..SERÁ QUE ALGO TÃO TERRÍVEL PODE ACONTECER FG?
Você dormiu segunda-feira passada e acordou hoje?
Eu fui igual a você numa época da minha vida: chato, inoportuno, sem-noção. Aí, um dia, fiz 13 anos.
É incompreensível ver um Zé Ruela do rabo sujo falando estas asneiras, mas um cara rico, bem sucedido, empresário de sucesso, ídolo no esporte é de lascar. Realmente é uma seita satânica especializada em lavagem cerebral.
Sempre achei esse jeito debochado do Piquet muito parecido com o do genocida.
e da mesma forma, muita gente só riu dos descalabros de ambos, ahh eles são assim, são autênticos blablabla.
Muita gente riu qdo o chofer de fascista quando questionado entre ele e Senna quem era o melhor e ele respondeu: “Estou vivo”.
Assim como o anti petismo produziu algo grotesco, o ranço por Sennistas doentes que tratam o piloto como herói e semideus deu espaço para um Piquet da vida.
Um ressentido, que por onde passou criou atritos e divisões e nunca respeitou ninguém, que só falou do crashgate quando seu filhote fora demitido da Renault mesmo se sujeitando ao papel ridículo. Por quê não falou antes?
O mesmo pedaço de merda que nunca teve argumentos e ataca as pessoas, prática comum do Bolsonarismo, é o “neguinho”, Senna é viado, Mansell tem mulher feia, se fosse bom tava vivo… era tudo engraçado há alguns anos.
Que bom que hoje não é mais, gente assim merece a lata de lixo da história, no paddock entre os tricampeões ele é o menos celebrado, Senna, Lauda, Brabham e Stewart são sempre celebrados, mais um motivo pro tocador de berrante ficar todo ressentido.
NA VEIA!!!
Vindo de onde vem e tendo o pai ligações com a ditadura, não é de espantar que o velho Piquet seja um conservador, reacionário e etc. Mas o ser humano é pródigo em tornar tudo o que é ruim, pior. Se eu tinha alguma admiração adolescente por este caboclo, ela já se foi faz tempo. Aliás, piloto de corrida esquerdista é uma raridade. A maioria é como o Piquet. Senna, se fosse vivo aposto que seria simpatizante do Novo (desde que com o Amoêdo expulso) e seria quem sabe figurinha carimbada em podcasts com o Justus por aí… Enfim…
Cara o pai do Piquet foi caçado pela ditadura.Pela vivencia e pelo que aconteceu com o pai ele devia ter aprendido… Nos anos 80 quando tinha alguma relevancia piquet nem comentava sobre isso. Vide a entrevista da playboy.
O pai de Piquet, sr. Estácio, era deputado pela Arena, o partido oficial da ditadura. Foi cassado em 1968 ou 1969 numa leva que incluiu outros arenistas e por motivos que nada têm a ver com a luta pela restauração da democracia.
Retirado do site da FGV…biografia do pai do motorista do Ditador de Calças Curtas:
SOUTO MAIOR, Estácio Gonçalves
*dep. fed. PE 1955-1961; min. Saúde 1961-1962; dep. fed. PE 1962-1969.
Estácio Gonçalves Souto Maior nasceu em Bom Jardim (PE) no dia 30 de julho de 1913, filho de Pedro Gonçalves Souto Maior e de Josefa Leal Souto Maior, de tradicional família de Caruaru (PE).
Fez o curso secundário no Instituto Carneiro Leão, formando-se em 1935 pela Faculdade de Medicina de Pernambuco.
Iniciou suas atividades profissionais no interior pernambucano e no pleito de outubro de 1954 elegeu-se deputado federal por seu estado na legenda do Movimento Popular Autonomista, integrado pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e o Partido Social Trabalhista (PST). Empossado em fevereiro do ano seguinte, tornou-se em 1958 vice-presidente da Comissão de Orçamento da Câmara e foi ainda relator do Departamento Nacional de Obras contra as Secas (DNOCS).
Em outubro de 1958 foi reconduzido à Câmara dos Deputados, dessa vez na legenda das Oposições Unidas de Pernambuco, integrada pela União Democrática Nacional (UDN), o PTB, o Partido Social Progressista (PSP), o Partido Trabalhista Nacional (PTN) e o Partido Socialista Brasileiro (PSB). Com a transferência da capital para Brasília em 1960, associou-se a um frigorífico e passou a se dedicar à agricultura. Durante o governo do presidente Jânio Quadros (1961), apoiou sua política externa, conhecida como política externa independente. Após a renúncia de Jânio (25/8/1961), votou contra a Emenda Constitucional nº 4, que implantou o sistema parlamentarista de governo, sob o qual foi empossado o vice-presidente João Goulart.
Interrompeu o mandato em setembro de 1961, quando foi nomeado ministro da Saúde do governo de João Goulart (1961-1964), em substituição a Eduardo Catete Pinheiro. Em novembro de 1961, foi favorável à Emenda Constitucional nº 5, que ampliou a participação dos municípios na renda tributária nacional. Esteve à frente da pasta até junho de 1962, quando a transferiu para Manuel Cordeiro Vilaça de maneira a retornar à Câmara e liberar-se para disputar novo mandato. Reeleito em outubro de 1962 na legenda do PTB, com a extinção dos partidos políticos em decorrência da edição do Ato Institucional nº 2 (27/10/1965), e a posterior instauração do bipartidarismo, filiou-se à Aliança Renovadora Nacional (Arena), partido de sustentação ao regime militar instalado no país em abril de 1964.
Durante esses anos na Câmara, aceitou as teses do “bloco compacto” do PTB, que reunia os setores mais à esquerda da agremiação, e integrou a Frente Parlamentar Nacionalista (FPN), bloco interpartidário formado em 1956 por parlamentares do PTB, do PSB, do PSD e da UDN em torno de uma plataforma nacionalista, voltada para a condenação à intervenção do capital estrangeiro na economia nacional, especialmente no setor energético, e à remessa de lucros para o exterior. De acordo com o Correio Brasiliense, era favorável ao intervencionismo econômico e ao monopólio estatal, à reforma agrária cooperativista com a desapropriação dos latifúndios, a uma reforma eleitoral que reduzisse ou eliminasse a influência do poder econômico nas eleições, à reforma administrativa centralizadora e à regulamentação da remessa de lucros para o exterior.
Na legenda arenista se reelegeu em novembro de 1966 e durante a legislatura permaneceu atuando na Comissão de Orçamento, além de ter sido relator do Ministério da Educação. Exerceu o mandato até abril de 1969, quando foi cassado por aplicação do Ato Institucional nº 5 (13/12/1968).
Faleceu em Brasília no dia 12 de outubro de 1974.
Era casado com Clotilde Piquet Souto Maior, com quem teve quatro filhos. Um deles, Nélson Piquet, notabilizou-se como piloto de Fórmula 1.
Muito interessante o último parágrafo!
Mataram o Novo porque iria quebrar os paradigmas do toma-lá-dá-ca que todos os partidos tem.
Quando é o enterro?
Melhor cremar pra não voltar!
Há muitos anos, assisti a um vídeo de uma entrevista que o chofer deu pra Marília Gabriela, lá pelos idos de 1994, em que, se minha memória não me trai, perto do final, ele admite que era miguxo do Collor e que adorava dirigir à toda pelas vias públicas de Brasília. E fiquei encafifado por, ainda assim, ele ser defendido veementemente pelo FG ante as viúvas. Imaginei que ou ele nunca tinha esbarrado nessa entrevista, ou acreditava que ele tinha se ‘regenerado’ com o passar dos anos. Obviamente deu com os burros n’água, e temos a comprovação de que o chofer sempre foi e sempre será um traste.
E já que gosta de desejar e tirar sarro da morte alheia (tal qual seu adorado Bozo), faço questão de retribuir o favor e lamentar que ele não bateu as botas (que ele quase perdeu) em 1992 no muro de Indianápolis. Não só nos pouparia de mais um fascista no mundo, mas não botaria os outros 32 carros em risco em 1993 ao correr num oval sem ter noção de profundidade. Aliás, melhor ainda se tivesse empacotado na Tamburello em 1987 e não tivesse colocado os colegas de F1 sob risco semelhante, só para poder encher o rabo de grana na Lotus e na Benetton.
Encontrei o motorista do Ditador de Calças Curtas no Aeroporto de Congonhas algum tempode pois do acidente na Indy e ela ainda com o pé cheio de pinos. Tinha me esquecido desse acidente. Quem sabe, juntado com o acidente em Ímola, os miolos de desprezível não tenham se misturado com o que sai de seus intestinos!