QUANDO TEREMOS UM…

SÃO PAULO (na correria) – Todo dia alguma alma me pergunta quando teremos de novo um brasileiro na F-1. Os dois quadrinhos abaixo, de certa forma, mostram a realidade. As temporadas da F-3 e da F-2 começam neste fim de semana no Bahrein. São 30 pilotos na primeira e 22 na segunda. Do total de 52, apenas dois brasileiros — Gabriel Bortoleto e Enzo Fittipaldi, ambos na F-2; um estreante, outro em seu último ano na categoria.

A resposta é quase matemática.

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Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás

Brasileiro na F1? Só quando ressucitarem o Simca Chambord!

Tales Bonato
Tales Bonato
1 mês atrás

Por aqui alguns dos melhores kartódromos e autódromos vão sucumbindo à expansão imobiliária unida à falta de interesse por corridas. Para piorar os moleques das gerações mais recentes cada vez menos têm inclinação por carros, gasolina, automobilismo…

Também, a F2 e outras categorias de base faz tempo que, incrivelmente, perderam a capacidade de promover os principais talentos para a F1.

Então, melhor esquecer a antiga tradição brasileira de formação de bons pilotos para a F1. Isto não mais nos pertence.

Last edited 1 mês atrás by Tales Bonato
Celio Ferreira
Celio Ferreira
1 mês atrás

F1 hoje é só $$$$$$$$. ou se tiver um fora de série .
( Como Kimi Antonelli ) Será ?????

Alex Tadeu
Alex Tadeu
1 mês atrás

Como o FG ja disse algumas vezes, para a F1 a nacionalidade não é relevante. Berços do automobilismo como a Italia não têm nenhum piloto, e a Alemanha por pouco não ficou sem nenhum representante também. O Brasil só terá um novo piloto, quando surgir alguém bom o suficiente! Ou com muito dinheiro, algo que em um país com dólar a R$5,00 pode ser meio difícil.

Luiz Carlos
Luiz Carlos
1 mês atrás

Oi Flávio Gomes
Penso que a Formula 1 hoje é uma ferramenta da geopolítica, restringindo o carater meritocratico que existiu em algins momentos, inclusive quanto à admissão de novas equipes. Há um forte predomínio anglo – saxão com concessões a representante latino e chinês.
Nova esquadra brasileira não existirá nesse esporte geopolítico cujo promotor tem a última palavra sobre o órgão regulador – a FIA.

Filipe
Filipe
1 mês atrás

Teremos quando tivermos um novo fora-de-série, e olhe lá… Bortolleto o é? Enzo definitivamente não parece… fora que pra uma empresa brasileira patrocinar, precisa de quase um milagre. Drugovich aparentemente não tem mais os apoios que tinha (ou eles se reduziram a ponto das empresas nao poderem mais estampar os carros da Aston Martin).

Yuri Campos
Yuri Campos
1 mês atrás

Olhando as fotos eu também me pergunto…. O dia que Hamilton se aposentar, quando teremos outro negro na F1?

Precisamos de times que levem a representatividade neste “Road to F1”, na Indy temos times que são formados por 50% de homens e 50% de mulheres… A Formula 1 precisa sair do discurso e começar com as ações

Rogerio R Silva
Rogerio R Silva
Reply to  Yuri Campos
1 mês atrás

Vai exigir Cotas na Fórmula 1 ?

O crítico
O crítico
Reply to  Rogerio R Silva
1 mês atrás

Mais um da turma que tenta disfarçar mas não consegue…

Sadi Gentil
Reply to  Yuri Campos
1 mês atrás

Você vê o Hamilton como um negro???!!!…
eu vewjo como um corredor de f1

O crítico
O crítico
Reply to  Sadi Gentil
1 mês atrás

Olhe, fraquíssima tentativa de ser isentão, a sua. Lewis é um piloto de F1 preto, é assim que ele se enxerga, é assim que ele quer que todas as pessoas o enxerguem e à sua luta contra o preconceito. Se você é cego quanto a isso ainda está em tempo de abrir os olhos pra uma outra realidade, fora do circo da F1.

Luke
Luke
1 mês atrás

Só tem um jeito de termos brasileiro na F1: Max Verstappen se casar com Kelly Piquet e requerer a cidadania brasileira! Fora isso, é impossível! Não vamos ter brasileiro nenhum pelo resto da década de 2020, nem na de 2030!

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O crítico
O crítico
1 mês atrás

E pensar que em 1991 o Brasil era o país com maior número de títulos de pilotos, com oito, contra cinco da Argentina, Inglaterra e Escócia. A Alemanha, na época, não tinha um título sequer. Desde então estamos estagnados, a Alemanha ganhou 12 e a Inglaterra mais nove (eram para ser 10, mas um foi devidamente garfado na última volta…). Massa esteve muito perto em 2008 (se acha campeão, mas na minha opinião sua luta é inglória e sem razão de ser) e Rubinho não soube aproveitar sua melhor chance, em 2009. Daí pra frente, a coisa degringolou e nem vitórias mais nossos pilotos conseguiram. Acredito que por falta de opções na formação dentro do próprio país não temos um número maior de talentos, mas meu conhecimento sobre o assunto é
insuficiente para embasar minha opinião.

Everton de Castro
Everton de Castro
Reply to  O crítico
1 mês atrás

Deixe-me ajudá-lo, em 1991 a Alemanha tinha sim um campeão, Jochen Rindt, campeão em 1970, que não correu a última corrida por ter morrido em acidente nos treinos e mesmo assim ninguém superou seus pontos. Há muita confusão no caso dele pela questao de moradia e dupla cidadania, mas nasceu alemão.

O crítico
O crítico
Reply to  Everton de Castro
1 mês atrás

Desculpe, Everton, entendo sua boa intenção, mas oficialmente ele corria representando a Áustria, da mesma forma que o boca de tilápia, que é belga de nascimento, corre representando os Países Baixos. Agora, se pensarmos em Mario Andretti, ele nasceu em território italiano, posteriormente anexado pela Iugoslávia (ainda antes de sua migração), hoje parte da Croácia. Mas corria representando os norte-americanos. Então, reafirmo, em 1991 a Alemanha ainda não tinha campeão mundial.

Enoque S Oliveira, o Eno!
Enoque S Oliveira, o Eno!
Reply to  O crítico
1 mês atrás

Voces não sabem nada, consultem antes de falar, ele corria pela Republica Sul Africana,

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

Vamos lá, peço desculpas, mas acho que nos dias de hoje o funil é muito mais estreito.

Quando teremos um novo brasileiro na F-1? Temos duas respostas ->

1) Quando tivermos um brasileiro com o talento nato de um Emerson, Piquet ou Senna… que podem ser comparados hoje a pilotos como um Hamilton, Schumacher e Verstappen… aquele tipo de piloto que voce sabe que ira vencer. Pergunta do milhão -> Temos isso?

2) Quando algum piloto brazuca tiver a grana que o Guanyu Zhou, Stroll e o Nicolas Latifi tem. Pergunta do Bilhão -> Temos isso?

Por isso que sempre digo -> “que os Deuses do Automobilismo” nos brinde com o quarto piloto iluminado desse Pais… como torço para que nos de um novo Guga, e por ai vai… um Pais de Talentos inesperados… em que o acaso nos brinda com seres muito especiais.

Chupez Alonso
Chupez Alonso
1 mês atrás

Inocente.

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Sadi Gentil
Reply to  Chupez Alonso
1 mês atrás

O gato co9meu e ninguém viu……!!!!
Sorrizinho maroto do nosso amigo…. Eu sou curioso e vejo tudo mais não julgo e nem condeno, a gente precisa ter um mínimo de ética navida

Chupez Alonso
Chupez Alonso
1 mês atrás

Por falar em ascender à F1, agora sabemos o motivo da ida de Hamilton para a Ferrari:

Foi preterido pelo Kimi Antonelli.

E a Mercedes, ciente que perdeu Versttapen para a Red Bull por estar comprometida a longo prazo com Hamilton e Rosberg, não quis cometer o mesmo erro again.

Vivendo e aprendendo.

Rumo ao 8cta…!

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O crítico
O crítico
Reply to  Chupez Alonso
1 mês atrás

fase oral, o rei das novidades e dos delírios só dele. É muita forçação de barra essa “ciência” da Mercedes em relação ao boca de tilápia. O sujeito inventa de tudo para desmerecer Lewis, sabemos que detestado pelo racista disfarçado. Pois é, mas o octa pode acontecer já este ano (era pra ter sido em 2021, mas tinha um Masi no fim do caminho, no fim do caminho tinha um Masi…). E aí vai ter um que vai sumir daqui de novo, espero que levando todas(os) chupettes junto.

Enoque S Oliveira, o Eno!
Enoque S Oliveira, o Eno!
Reply to  O crítico
1 mês atrás

Eu acho que aqui nas longínquas comunidades brasileiras não ficamos sabendo de tudo…. e ás vezes vem distorcido… este blog ajuda muito. e esse tal crítico(estado) e o Hamilton se merecem!

Igor
Igor
Reply to  O crítico
1 mês atrás

Cara, vc é muito chato. Tudo bem não gostar do boca de tilápia, de adorar o Lewis, mas vc passa do ponto. Chama o cara de racista disfarçado, xinga mais uma meia dúzia e ainda fica reclamando!

O crítico
O crítico
Reply to  Igor
1 mês atrás

Tá certo, da próxima vez vou chamar só de racista, mesmo.

Sadi Gentil
Reply to  O crítico
1 mês atrás

Você taxa os outros de tudo quanto é coisa, critica condena…mas e você??? quem você ou pensa que é? dá um tempo mano, você deveria taxar só a você mesmo pra ser sincero porque os demais pilotos, bloquistas, comentaristas nem de longe você conhece!

O crítico
O crítico
Reply to  Sadi Gentil
1 mês atrás

Amigo, não sou governo, não taxo ninguém. Agora, as carapuças estão servindo direitinho.

Igor
Igor
Reply to  O crítico
1 mês atrás

Não disse? Tudo que eu falei se confirma… Não conhece ninguém daqui e agora está insinuando que carapuça serviu, provavelmente dizendo que somos racistas também.

O crítico
O crítico
Reply to  Igor
1 mês atrás

Amiguinho, foi você quem falou.

Januário
Januário
1 mês atrás

Olha, atualmente está difícil para qualquer piloto entrar na F1, independentemente da nacionalidade e da qualidade. As carreiras são mais longevas e, na prática, F2 e F3 estão produzindo pilotos para outras categorias (Indy, FE etc.).

Leon Neto
Leon Neto
1 mês atrás

Para as equipes de F1 , a nacionalidade do piloto só tem alguma relevância se ajudar a trazer patrocínio. Fora isso é absolutamente irrelevante. Veja a Ferrari, que é uma das poucas equipes que tem algum tipo de ligação com um país específico; nem pensam em contratar um piloto italiano faz tempo.

Cristiano
Cristiano
1 mês atrás

Enzo não fez um campeonato bom, não está mais no programa da Red Bull e foi para uma equipe pior, já podemos imaginar. Bortoletto, empresariado pelo escritório do Alonso, está no programa da McLaren, que poderia ser uma boa, só que tem mais meia dúzia de pilotos sob contrato e que na hora que precisa contratar o Mauro Chocolate rouba o Piastri da Alpine. Sem mais kkkkkk

Marcus
Marcus
1 mês atrás

Podem esquecer brasileiro na F1 nessa década. Não vai acontecer.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Marcus
1 mês atrás

É triste, mas penso da mesma maneira… o cidadão teria que ser muito melhor que um Russell, Piastri, Norris, Albon, Verstappen, Leclerc, Sainz para poder sentar em um carro campeão… e nem levo em consideração o Hamilnto e o Alonso que já estão com uma idade um pouco mais avançada. São poucos carros e tem um monte de pilotos muito bons para ocupá-los. O “novo brazuca” deveria ser do calibre de um Hamilton, Verstapen, Schumacher, Kimi, Vettel e Alonso para furar a fila e pegar um bom carro. Para pegar carro ruim basta ter R$1.000.000.000,00 de reais na conta (US$200.000.000,00).

Megas Alexandros
Megas Alexandros
1 mês atrás

Assisto as corridas da Formula 2 (e suas antecessoras, GP2 e até F3000) há muitos anos, desde que a TV transmite. Mesmo assim, ainda acompanhava fielmente na revista Quatro Rodas as tabelas todos os meses. Também curto assistir a F3, acompanhar a evolução da gurizada.

Na F2 deste ano, há muitos postulantes na briga pelo título:

  • Os que já mostraram serviço antes,não tiveram uma F2 excepcional no ano passado em comparação com as expectativas e estão tentando uma nova chance, talvez a última: Dennis Hauger e Enzo Fittipaldi (ambos na terceira temporada)
  • Os que estão na segunda temporada da F2 e vieram cheio de expectativas: Victor Martins e Oliver Bearman (ambos não foram necessariamente mal na estreia, vamos ver se evoluem mais), Isaac Hadjar e Zane Maloney (achei eles ótimos na F3, mas foram muito irregulares na F2);
  • Os estreantes-“maravilha”: Gabriel Bortoleto (campeão da F3, começou voando, venceu as duas primeiras, depois administrou e não venceu mais nenhuma, É veloz e parece saber o momento certo de ultrapassar) e Andrea Kimi Antonelli (o ragazzo me fez assistir até a F4 italiana em 2022, e a chatíssima FRECA ano passado. Veloz, talentoso e inteligente);

Não vai fugir muito disso, os outros novatos como Zack O’Sullivan, Paul Aron e Pepe Martì foram até bem na F3, mas ainda têm que evoluir bastante.

A Formula 3 não tem grandes nomes com potencial claro. Os que estão no segundo ano e foram razoáveis ano passado, como Gabriele Mìni e Dino Beganovic parecem bons, mas também têm muito o que evoluir se quiserem um lugar ao sol um dia na F1. Outros que acompanhei na FRECA podem se destacar, como Tim Tramnitz e Martinius Stenshorne. Não deve fugir muito disso.

Não torço por nação nenhuma, gosto de automobilismo, mas como a matéria menciona, farei uma análise em relação a brasileiros. Primeiro, não tem como saber se o Bortoleto evoluirá ou não. Título da F3 é um bom prenúncio, mas não garante sucesso na continuidade. Hauger parecia um ótimo piloto na Fórmula 3 e vem patinando na F2. Como já mencionei, ele parece ser veloz, mas a melhor característica é a inteligência pra ultrapassar e administrar a corrida (algo que vi também no Drugovich, de quem falarei a seguir). Venceu as duas primeiras corridas principais, depois foi administrando o campeonato, fazendo corridas boas, mas nada excepcional. Não sei se só foi controlando essa folga na pontuação ou se estagnou mesmo. Pelas corridas, parece que a primeira opção é mais válida, acabou não arriscando tanto e manteve uma folga imensa na liderança.

Já o Drugovich era um fantasma na F3 e provou-se excelente na Formula 2. A temporada de título dele foi um dos maiores domínios que vi nas categorias de base até hoje, não só em pontuação, mas em disparidade técnica. Veloz, inteligente, sabe cuidar dos pneus como poucos e ultrapassar no momento certo. Acredito que é o melhor brasileiro que vi na base, posto que Nelsinho Piquet ocupava após sua épica disputa ponto a ponto com Hamilton em 2006. Analisando friamente pelos resultados, demonstra mais potencial até que Massa (que como pulou a “F2” – que na época era a F3000 – não se pode comparar muito) e Barrichello (que na F3000 ficou em terceiro, atrás dos medianos Luca Badoer e Andrea Montermini, sem vitória alguma mas com uma temporada constante, característica que manteve na Formula 1, e mesmo assim subiu bem pra F1).
Enfim, Drugovich tem mais nível técnico e algo a provar do que diversos estagnados na F1, como Zhou, Tsunoda, Sargeant, Stroll, Hulkenberg, Magnussen e Bottas. Parece ter potencial pra ser mais completo que Pérez e Sainz. Se evoluir como pareceu prometer, pode ser melhor que Ocon e Albon, ou até que outros ótimos campeões da F2 como Gasly. Não é veloz como Leclerc ou Russell, mas demonstra melhor psicológico.

Por fim, o Enzo Fittipaldi fez uma ótima Formula 2 em 2022, mas ano passado ficou muito abaixo das expectativas. Agora será a prova de fogo, contra os caras que citei no início da análise. Não vejo ele como um grande campeão de Formuila 1, mas até pode cravar um lugarzinho ao sol numa equipe de fundo e mostrar alguma coisa. É melhor que outros que passaram por lá recentemente, como Lucas di Grassi e Bruno Senna, mas não chega a ser um Felipe Nasr.

Mas assim, nesses anos todos já vi estrelas da F2 não brilharem nada na F1, e “desconhecidos” surpreenderem. É outra realidade mesmo. Contudo, a maioria acaba cumprindo as expectativas.

Megas Alexandros
Megas Alexandros
Reply to  Megas Alexandros
1 mês atrás

Como estou com tempo na hora do almoço, só pra acrescentar, nas últimas 2 décadas de GP2/Formula 2 tivemos campeonatos muito bons, como o de 2006, aí veio uma sequência grande razoável, e voltou ao auge com 3 temporadas seguidas de 2016 a 2018:

  • Em 2005 o futuro campeão de F1 Nico Rosberg venceu o finlandês Heikki Kovalainen com razoável folga;
  • Em 2006 disputa sensacional corrida a corrida entre Lewis Hamilton e Nelsinho Piquet, com o título do inglês no final;
  • Em 2007 o alemão Timo Glock era pódio ou muro, e foi campeão em cima do constante Lucas di Grassi na última etapa;
  • 2008 foi o ano do mediano italiano Giorgio Pantano vencer com razoável folga em cima dos brasileiros Bruno Senna e Lucas di Grassi e do francês Romain Grosjean;
  • 2009 o alemão Nico Hülkenberg sobrou em cima do russo Vitaly Petrov, Lucas di Grassi e Romain Grosjean;
  • 2010 o venezuelano Pastor Maldonado, mesmo não pontuando nas últimas 5 corridas, também venceu com boa vantagem o mexicano Sérgio Pérez;
  • 2011 foi o ano do francês Romain Grosjean com vantagem imensa sobre o italiano Luca Fillipi e o francês Jules Bianchi;
  • 2012 foi a vez do italiano Davide Valsecchi, com folga sobre o brasileiro Luiz Razia, em mais um campeonato fraco;
  • 2013 mais uma edição fraca, com o suíço Fabio Leimer vencendo disparado sobre o britânico Sam Bird;
  • 2014 deu continuidade a uma sequência fraca, com o inglês Jolyon Palmer sobrando sobre o belga Stoffel Vandoorne;
  • 2015 também fraco, foi a redenção de Stoffel Vandoorne, que venceu com uma vantagem imensa o estadunidense Alexander Rossi;
  • Já 2016 foi um ano excelente na GP2, com o francês Pierre Gasly garantindo o título sobre o italiano Antonio Giovinazzi na última etapa. Ambos pareciam já bem promissores;
  • 2017 foi um ano incrível de Charles Leclerc, campeão da GP3 no ano anterior, que já demonstrou sua qualidade na classificação fazendo a pole em 9 das 11 etapas (uma delas foi anulada por questões técnicas). Sobrou em cima do russo Artem Markelov;
  • 2018 foi sensacional em termos de qualidade técnica, apesar do britânico George Russell (também campeão da GP3 no ano anterior) ter sobrado sobre o conterrâneo Lando Norris, o tailandês Alexander Albon e o holandês Nyck de Vries;
  • 2019 deu Nyck de Vries com folga sobre o canadense Nicholas Lattifi em um campeonato mediano, assim como;
  • 2020, em que o alemão Mick Schumacher venceu com apenas 2 vitórias e nenhuma pole, garantindo o título na última etapa sobre o britânico Callun Illot e o japonês Yuki Tsunoda;
  • 2021 voltou a ter o título de um novato campeão da GP3, com o australiano Oscar Piastri ascendendo no meio do campeonato pra bater o russo Robert Shwartzman com grande folga;
  • 2022 foi o ano do brasileiro Felipe Drugovich, terminando com a maior vantagem da história da categoria sobre o jovem francês Théo Poourchaire. O brasileiro ainda sobrou em número vitórias, poles e voltas mais rápidas;
  • 2023 foi razoável em termos de nível técnico, mas ao menos teve uma disputa emocionante até a última etapa com Théo Pourchaire vencendo o dinamarquês Frederik Vesti.
  • 2024 a expectativa é sensacional. Veremos se será cumprida…
Anderson Leite de Campos
Anderson Leite de Campos
1 mês atrás

Rapaz, achei uma menina na F3… tem alguma informação se ela é promissora? Seria muito, mas muito interessante uma mulher chegar numa equpe de ponta.

Além de um baaaaita marketing… uma mulher da alemanha…seria muito, muito interessante…

O Montoya na F3 é filho daquele mesmo ???

Danilo Cândido
Reply to  Anderson Leite de Campos
1 mês atrás

🤣🤣🤣

Megas Alexandros
Megas Alexandros
Reply to  Anderson Leite de Campos
1 mês atrás

A alemã Sophia Flörsch é razoável em termos técnicos. Foi a melhor da equipe dela ao menos (são 3 por equipe) e marcou os primeiros pontos de uma mulher na categoria. Mas chamou atenção mais pelo gênero do que pela pilotagem.

E o Sebastián Montoya é filho do Juan Pablo mesmo. Foi mediano na última temporada, com alguns bons lampejos. Provável que tenha o mesmo futuro da maioria dos sobrenomes famosos que permearam as categorias de base nos últimos anos e não chegaram na elite.

Ainda em relação a sobrenome, outra curiosidade é que o australiano Christian Mansell não tem relação alguma com o inglês campeão de 1992 da Formula 1.

Marcus
Marcus
Reply to  Anderson Leite de Campos
1 mês atrás

É filho dele.

F macedo
F macedo
Reply to  Anderson Leite de Campos
1 mês atrás

Sophia Florsch é a mesma daquele acidente terrível em Macau onde fraturou a coluna. Legal ver que ela se recuperou bem;

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Anderson Leite de Campos
1 mês atrás

Sou daqueles que acha que talento não é medido por sexo ou raça. Se a menina for tão boa tecnicamente quanto um “Hamilton” certamente chegara a F-1.

Obs -> Sou daquele que polemiza de homens trans jogarem esportes como o Volei junto com mulheres… acho que existe um doping genetico que mais uma vez coloca as mulheres numa situação de opressão e desvantagerm em relação aos homens trans.

Fabio Amparo
Fabio Amparo
1 mês atrás

Particularmente acho que o Drugo está melhor posicionado para ingressar. Ainda mais neste ano com muitos pilotos em seu último ano de contrato e a aparente saída de Alonso da Aston Martin.

A ver…

Marcus
Marcus
Reply to  Fabio Amparo
1 mês atrás

O Alonso já disse que pretende ficar mais anos na F1. É bastante possível que seja na Aston Martin, que promete quando for empurrada pelo motor Honda.

Barreto
Barreto
1 mês atrás

Já podemos afirmar que nenhum brasileiro subirá da F3 para F2 no ano que vem.

Albert
Albert
1 mês atrás

Verdade seja dita, quando alguma conversa caminha para esse assunto (sim, ainda consigo conversar sobre F1 com algumas pessoas) minha paciência reduz a zero.

O pachequismo é tanto que tinha gente querendo enxergar chance do Drugovich na Mercedes. “A XP, os motores Mercedes…”. Poupe-me.

Marcus
Marcus
Reply to  Albert
1 mês atrás

Estou contigo nessa. O pensamento desejoso pachequista é de doer. “Mas a XP e a Porto são relevantes…”

Bruno Laporta
Bruno Laporta
1 mês atrás

Resumindo… Pietro foi para a Indy, Drugovich, só corre se precisarem do reserva e, numa eventual aposentadoria do Alonso e aval do Stroll. Ou seja, difícil. Bortoleto precisa mostrar serviço urgente e achar uma alternativa a McLaren, que tem bons pilotos titulares. Enzo só por um desempenho muito fenomenal esse ano. Mais fácil voltar o Nasr.

Milton
Milton
1 mês atrás

Pilotos reservas temos dois (Pietro e Drugovich), certo? Em quantos?

Diogo
Diogo
1 mês atrás

Vix, achei e foi fácil. Apaga isso aí, rsrs.

Diogo
Diogo
1 mês atrás

Viu Flávio. Lembrei de uma coisa, será que ainda existe o S nos carros da Williams? Acho que agora que mudou de dono não mais né…só pra saber mesmo. Vou pesquisar aqui mas duvido achar algo. De qualquer forma não trouxe muita sorte nem pro sir Frank, nem Rubens e Massa quando passaram por lá. ( Não que o objetivo fosse sorte né, mas enfim).

Oto
Oto
Reply to  Diogo
1 mês atrás

Se não me engano tiraram.

Diogo
Diogo
1 mês atrás

O Enzo a mim parecia que iria. O irmão depois daquela corrida nem tanto. Parece que não foi nada bem na GP2 o fittipaldinho menor. Não sei se estou falando bobagem, não acompanhei mas acho que se tivesse indo eu saberia. Demérito nenhum, tanta gente boa não ficou, exemplo linkado a algo recente, o Gil. Mas é uma puta duma pena, não ter ninguém! Caralho, a quanto tempo já sem nenhuma vitória de um país com tanto cara bom que já teve. Some-se a isto o 7×1 e vamos que vamos. Parece que depois do Senna, parece que depois do Ronaldo…Funesto.