COLAPINTO & WILLIAMS


SÃO PAULO (surpresa!) – A Williams acaba de anunciar a demissão (esperada) de Logan Sargeant e a efetivação (surpreendente) de Franco Colapinto como titular do time já a partir do GP da Itália, neste fim de semana. O argentino de 21 anos será o primeiro piloto do país na categoria depois de Gastón Mazzacane, que disputou 21 GPs entre 2000 e 2001 pela Minardi e pela Prost, sem conseguir pontuar.
Colapinto faz parte do time júnior da Williams desde janeiro de 2023. Fez um teste com a equipe no fim daquele ano em Abu Dhabi e, nesta temporada, participou do primeiro treino livre para o GP da Inglaterra. Vai correr com o número 43.
O argentino vinha disputando a F-2 pela equipe holandesa MP Motorsport. Estava em sexto no campeonato com 96 pontos, uma vitória e três pódios. Embora muito jovem, Colapinto já está na estrada faz tempo. Em 2019, com 16 anos de idade, foi campeão espanhol de F-4 com 11 vitórias em 21 corridas. Naquele ano, teve a carreira gerenciada por Fernando Alonso, que já dava seus primeiros pulos como empresário. Em 2020, disputou a F-Renault Europeia e ficou em terceiro. Na temporada seguinte, dedicou-se mais às provas de Endurance — correu as 24 Horas de Le Mans e de Spa, por exemplo. Voltou aos monopostos em 2022 e em duas temporadas na F-3 conquistou quatro vitórias, terminando um campeonato em nono e outro em quarto.
Sargeant deixa a F-1 com 36 GPs disputados desde o início de 2023, quando chegou à Williams. Seu melhor resultado foi um décimo lugar no GP dos EUA do ano passado, posição que só foi conquistada porque Lewis Hamilton e Charles Leclerc foram desclassificados. Sai da categoria, portanto, com apenas um pontinho no currículo. E vários carros destruídos. A gota d’água foi o acidente nos treinos para o GP da Holanda, sábado, dando um prejuízo à equipe na casa de US$ 1,7 milhão.
Em comunicado oficial, o time inglês agradeceu ao piloto norte-americano e prometeu continuar ajudando o moço em sua carreira. Logan deve correr na Indy no ano que vem.
A escolha por Colapinto acabou pegando muita gente de calças curtas. Os nomes de Liam Lawson, que seria emprestado pela Red Bull, e de Mick Schumacher, preferido de Toto Wolff (a Mercedes é parceira técnica e espiritual da Williams), eram os mais cotados depois da corrida de domingo em Zandvoort.
Franco tem um excelente retrospecto de resultados positivos, vamos torcer que ele consiga dar bons resultados para equipe Willians. Tudo indica que a contratação foi uma surpresa , e outros pilotos candidatos a vaga de Sargent, ficaram só na vontade .
Narrador: “ai vem Colapinto no capricho”
Dizem que o rapaz chegou trazendo patrocínio da SuperBonder.
A quinta série que em mim habita não tem como ignorar o trecho “A escolha por Colapinto acabou pegando muita gente de calças curtas“…
Na verdade o rapaz se chamava só pinto, mas teve um acidente há uns anos atrás e…. De qualquer modo, boa sorte pra ele, é a América Latina de volta ao grid, estarei na torcida!
um currículo médio desses chegando na f1…
Tomara que o rapaz desempenhe um bom papel, quem sabe assim as equipes se animem a trocar pilotos que só estão fazendo figuração ancorados na tal “experiência”.
Agora aguenta a turma da quinta série.
Eu torço pra não termos um brasileiro na F1 tão cedo pq não aguentaria o pachequismo da turma da band.
Colapinto no rego !
Imagina o amigão e Antero lendo essa notícia.
Saudades
Tomara que tenha um carro novo para sua estreia, pois aquele do Sargeant não deve dar alinhamento.
Pra Williams faz todo sentido colocar o seu reserva, assim já testa o cara. Se não der certo, em 2025 parte para outro.
Mas ela já vai partir pra outro em 2025…. chama-se Carlos Sainz
Agora, é aguentar a pachecada exigindo uma vaga para os “nossos Drugo e Bortô”.
P.S.: Eu ri alto com o final do texto. “A escolha por Colapinto acabou pegando muita gente de calças curtas”. Se foi de propósito ou não, rogo para que o FG nunca mude. Nunca. Porque a gente sai da quinta série, mas a quinta série nunca sai da gente.
A Willians corrigiu tardiamente algo q não daria certo, que é o Sargeant. E acho que acertou no substituto…
Lawson – ajudar a concorrência em dar km para o rapaz.
Mick – já teve a chance dele e não aproveitou
Colapinto – apesar da surpresa, tem extensa ficha corrida, conforme descrito na análise, portanto merece o benefício da dúvida e mesmo que seja uma catástrofe ao menos garantirá ótimas piadas de 5 série.
Feliz pelo Colapinto, mesmo sabendo que esse período dele na F1 tem prazo de validade. O argentino vai enfrentar uma prova de fogo, se for mal, pelo menos terá tido a chance que muitos campeões da base e de categorias como Indy, endurance e Fórmula E nunca tiveram. Mas se for bem, ele pintará não só como forte candidato à Audi no ano que vem, como também será um bom substituto caso Sainz ou Albon consigam assentos melhores. Li relatos de que o plano dele é correr essas 9 provas pela Williams, depois voltar pra F2 em 2025, e se surgir vaga em 2026, quem sabe?
Como muitos, nem pensei na hipótese de Colapinto ser o substituto de Sargeant. Eu achei que ele nem mesmo tinha os pontos da super licença. Mas só a mídia brasileira achava que Drugovich e Bortoleto tinham chances. Fora do país, o primeiro é considerado fraco por ter ido mal na F3 e só ter ganhado a F2 em seu terceiro ano. O segundo é mais bem cotado, mas é considerado verde pra F1, espera-se que ele faça mais um ano de F2.
As mídias especializadas estrangeiras falavam muito em Mick Schumacher e Liam Lawson. Dizem até que a Williams quis o neozelandês, mas a Red Bull não liberou. Agora, se estão prendendo o Lawson, é porque eles pretendem promovê-lo, não? Algo me diz que a paciência com Perez e/ou com Ricciardo está se esgotando… Mas se a promoção do Lawson não vier pela Red Bull, acredito que pode vir pela Audi, já que Jonathan Wheatley está lá e conhece bem o piloto. Embora a pressão da mídia alemã e de gente como Sebastian Vettel possa influenciar bastante a favor de Mick Schumacher. Vale lembrar que a Mercedes estreou com uma dupla totalmente alemã em 2010, pode ser que a Audi queira fazer o mesmo, embora Nico Hulkenberg e Mick Schumacher estejam a anos luz de distância de Michael Schumacher e Nico Rosberg.
Bom comentário Renato.
Logan já vai tarde , (Êta piloto ruim ). O tal de Colapinto , foi chamado
porque é da Williams , que não quis dar kilometragem para pilotos
das concorrentes, no que ela está certa ..
Que tal entao utilizar a linguagem neutra pra dar uma disfarçada ? Colepinte ?
Como que sera a narraçao na TV ? Pastedick ? Gomapenis ?
Tomara que não tenham trocado um sargento por um cabo.
Porque considerando o currículo do argentino, a princípio não dá para esperar muita coisa.
Acho que não colocar o Colapinto na lista dos “papáveis” para a Williams foi uma barriga que todo mundo comeu. Inclusive eu mesmo.
Venho prestando a atenção nesse argentino, desde a F3 e o WEC, e ele é bem rápido, além de ter um controle de carro (habilidade natural) excelente !!!
E ele faz parte da academia Williams a 1,5 anos e já fez um TL1 pela equipe, alé de estar fazendo uma bela temporada de F2.
Portanto, continuo achando que foi uma falha geral ninguém ter especulado o nome dele. Por outro lado, ser habilidoso e rápido não é garantia de bom desempenho na F1. Precisa ter muito mais: foco, determinação, inteligência, dedicação, moral forte, apoio da equipe.
Se tiver um bom “alinhamento dos planetas”, Franco Colapinto tem tudo pra andar junto ou até na frente do Albon.
Agora é esperar pra ver.
Mais uma notícia ruim para quem ainda acredita em pilotos brasileiros na F1 em curto prazo.
Estou curiosíssimo para ver como será tratado o nome dele na transmissão. Acredito que Sérgio Maurício deve estar coçando a cabeça para ver como vai resolver esse, digamos, imbróglio. Lembro que um tempo atrás teve um jogador argentino no São Paulo chamado Milton Caraglio, e que nas transmissões era chamado apenas de Milton.
Havia ainda um zagueiro ou lateral uruguaio chamado Porras e o antigo técnico da Áustria, o Franco Foda.
Sargeant obteve sua chance por que os financistas da F1 elucubraram que um yankee traria mais $$$ para o negócio. Não foi bem assim…
Quanto ao Colapinto parece que foi uma decisão soberana da Williams, ou seja caso de certo não vão ter que dividir os lucros e os louros com ninguém. Deu certo OK, caso contrario economizam as verdinhas gastas com Logan em suas diversos crash tests.
COLAPINTO VEM AÍ!!!! A TAREFA DELE É SIMPLES, SER MELHOR QUE O SARGENT… ISSO É MOLEZA
Colapinto pegou todos de calça curta … kkkkk.. Genival Lacerda reboot
Vale louvar esse posicionamento das equipes em colocar pilotos novos no grid, ainda que esse movimento é relativamente timido.
O que vou ter que ouvir de choradeira na tv durante o Gp de Monza! “Ai o Drugo, ai o Bortô…” o que eu menos desejava seria algum brasileiro lá em 2025, Seria doze demais suportar o pachequismo. Enfim a Williams trocou seis por meia dúzia, se no bater já está no lucro. A seguradora vai agradecer.
o assunto acabaria inevitável, então vamos lá: e o Drugovitch? Pra mim fica a impressão de que esse rapaz é muito mal gerenciado. Eu prefiro mil vezes assistir corrida de endurance às artificialidades da F1, mas é inegável que virar piloto do ELMS, campeonato semi-profissional que seria uma F2 do WEC, é muito pouco pra um campeão de F2.
Uai, por que o Drugovich? O piloto de testes da WILLIAMS é Colapinto. A equipe que precisa de piloto é a WILLIAMS. Não entendo a indignação.
Indignação onde? Calma. Só tô colocando a situação e colocando o tópico para discutir civilizadamente. De Vries não era piloto de testes da Williams e nem o Lawson era da Alpha Tauri.
Colega até onde acompanho ele é bem gerenciado e inclusive conta com forte patrocínio. Apenas acho que não estava no lugar certo na hora certa e talvez não tenha demonstrado nada de surreal para a turma se estapear por ele.
Em um mundo perfeito, o ideal seria que Mick Schumacher corresse apenas de carrinho de rolimã. É inacreditável que o nome dele seja cotado “para qualquer coisa” na F1.
Olhando a carreira do Sargent até a F1, era de se esperar mais dele. Tenho a impressão que o ambiente na Williams o afetou psicologicamente, minando a confiança e levando a pilotar tão mal. Espero que se encontre na Indy, pois parece ser uma pessoa decente.
Isso é o funil e o psicológico conta muito, mas não é o ambiente se adaptar a vc e sim vc se adaptar ao ambiente. De tentativas, chances e respaldo o rapaz não pode reclamar, desde o ano passado já era para ter sido rifado, não só deixou de demonstrar brilho como errou muito.
É interessante perceber que aqui na imprensa Argentina(vivo em Buenos Aires), mesmo entre influencers, sempre que falava-se na possibilidade do Colapinto ser o substituto do Saergent, existia um tom de cuidado, entendendo que talvez não fosse o momento, mesmo não sendo uma escolha ilógica, afinal, eles é da academia Williams. Muitos influenciadores brasileiros já estão “revoltados” com a escolha, como se drugovich ou bortoleto fossem escolhas mais óbvias. Enfim, me chama atenção a diferença de comportamento. Abraço Flavinho.
Brasileiros são mais emocionados, e isso acaba “zicando” um pouco os seus pilotos. E se Drugovich ou Bortoleto fossem promovidos, mas não preenchessem as expectativas desses fãs, tal qual Barrichello e Massa não foram capazes de preencher, esses mesmos que o jogaram lá pra cima iriam querer derrubá-los.
Portanto, “gol” da Argentina, por ser mais equilibrada no trato do seu piloto. Agora, eles colhem os frutos, como já colheram no futebol, sendo campeões antes do Brasil conseguir sair do jejum.
Perfeito Renato..vou me segurar pra não entrar no viralatismo, mas parte dos brasileiros quando não tem suas expectativas atendidas são cruéis e egoístas. Falta mais maturidade e perceber que não somos o centro do universo. Mas acho que a hora do Bortoleto vai chegar.
Influenciadores são uns boçais
Que escolha !!!! Nossa geração parece não atrair ninguém, uma pena.
Pena mesmo, mas eu me vejo obrigado a concordar com os comentaristas que acham que Amir Nasr vem deixando a desejar no gerenciamento de carreira do Drugovich. Nasr não é do meio, ele só “frequentou” a F1 lá pelos idos de 2015-16, quando seu sobrinho Felipe corria na Sauber, e dizem as más línguas que o comportamento de Amir contribuiu para que o piloto fosse demitido e ficasse sem vaga na F1. Recentemente, Amir deu entrevista, e disse que Drugovich só está sem vaga na F1 porque há poucas equipes. Como se ele não tivesse feito Drugovich não entrar em nenhuma academia de jovens pilotos, depois colocá-lo para correr em uma categoria semi-profissional que não conta nada para o mundo do automobilismo, sem contar que o fez perder 2 anos como reserva de uma equipe que não vai liberar vaga tão cedo, e caso libere, vai ser para contratar gente como Verstappen ou Tsunoda.
Quanto ao Bortoleto, ainda é cedo para dizer se ele terá chances de estar na F1 ou não. Atualmente, ele vem agradando com seu desempenho na F2, mas agora já sabemos que isso não vale de nada, se o piloto estiver na academia certa e tiver patrocinadores, a vaga é garantida, mesmo que esteja só em 16º lugar. E o fator academia pode pesar pro Bortoleto, já que ele está na da McLaren, que não pretende dispensar Norris e Piastri tão cedo. Eu penso que Bortoleto vai acabar na Indy, e que ele vai ficar lá por muito tempo, até ser esquecido.
Não que ele mereça muito pelo que fez quando foi titular da Haas, mas eu gostaria de ver o Mick de novo na F1 (apenas pelo pai e uma certa simpatia). Mas acho que não vai rolar mesmo, não…
Mico Schumacher…