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Como deixar de registrar o milagre de ontem em Indianápolis? Estreante na categoria, sem nunca ter andado em ovais, o israelense Robert Shwartzman, nascido em Tel-Aviv e de família russa, fez a pole-position para a Indy 500. Querem mais? A Prema, sua equipe, é igualmente estreante. Shwartzman, 25, fez a média de 232,790 mph (374,559 km/h) nas quatro voltas de classificação. É o primeiro estreante a fazer a pole para as 500 Milhas desde Teo Fabi em 1983.

Shwartzman é o típico caso de piloto que subiu todos os degraus para chegar à F-1, mas teve de desistir. Campeão da F-3 em 2019 e vice da F-2 em 2021, foi recrutado pela Academia da Ferrari. Participou de seis treinos livres em finais de semana de GP em 2022 e 2023, pela própria Ferrari e pela Sauber. Fora os testes pós-temporada. No fim, não foi efetivado em time algum. Fez testes pela DS Penske na Fórmula E, foi para o WEC e acabou na Indy com a Prema, seu time nas categorias de base europeias.
Andar a primeira vez em oval e logo em Indianapolis e cravar a pole
o cara tem que estar no alto da prateleira, um cara a ser observado.
Drugovich está caminhando para o mesmo destino, ambos talentos que não tiveram a oportunidade na F!
Existe vida fora da F1. As 500 Milhas de Indianapolis são uma coisa muito mítica, num nível que a F1 não é.
Robert foi simplesmente genial! Se encontrou tão bem com Indianápolis… Um cara a olharmos com atenção e que, quem sabe, grandes equipes prestem atenção nele com isso… Merece!
A Indy tem dessas coisas. Não é uma categoria tão elitista como a F1 e se presta a boas surpresas e icônicas segundas chances…