TIRA UMA FINA (3)

SÃO PAULO (tudo errado) – Olha, serei sincero como sempre. Fiquei esperando este GP de Mônaco por causa da promessa de Galvão Bueno na transmissão da Band(eirantes) e com alguma curiosidade pelo desfecho da primeira prova nas ruas de Monte Carlo com obrigatoriedade de dois pit stops.
Galvão não apareceu – exceto numa entrada gravada bem antes da largada na beira do porto, para não dizer nada, ao lado da repórter Mariana Becker. Estou tentando apurar com minhas fontes no submundo da TV para saber o que aconteceu. Ter Galvão em Mônaco e não usá-lo em uma hora de “esquenta” para a corrida me parece uma estupidez. Mas sapeando o “insta” do amigo percebi que ele estava lá, pelo jeito, não pela emissora. Mas, sim, a convite de um banco chamado Stark que levou clientes para o Principado, descolou um barco, colocou nele um DJ e fez do casal Bueno uma espécie de dupla de mestre de cerimônias para entreter os convidados comandando as carrapetas e dançando no convés.
(Aqui, parênteses que adoro. Ano passado esse banco me procurou para fazer a mesma coisa. Na verdade, uma agência a serviço do banco, que é desses “de investimentos”, não de varejo como o Itaú e o Bradesco. Me pediram dicas, valores, caminhos. Avisei que era bem caro – não meu cachê, mas um barco em Mônaco. Coloquei-os em contato com uma amiga na Itália que organiza essas coisas, trabalha para várias equipes fazendo a logística em muitos países, dei um preço para meu trabalho, incluí uma segunda passagem na conta para levar a Laêne (de Econômica para ambos), expliquei que era difícil arrumar hotel para todo mundo, dei opções em outras cidades, enfim, gastei meu tempo e conhecimento para situar o pessoal de modo que eles entendessem o que é um GP de Mônaco. Depois de receber todas as informações, não me responderam nada, deixaram minha amiga no vácuo mesmo tendo recebido dela vários orçamentos com iate incluído e tudo, e quando cobrei uma posição, porque precisava me organizar e pedir credencial para a corrida, há prazos que devem ser respeitados, foram ligeiramente rudes e disseram que o banco achou os valores “um pouco acima”, citando a segunda passagem para a Laêne. E a proposta foi recusada. Claro que Galvão & Desirée devem ter ficado ainda mais “acima”, mas reconheço que são uma atração mais atraente que Gomes & Laêne. Só gostaria, da próxima vez, que fossem menos rudes. Por isso não tenho conta nesses bancos esquisitos.)
Já os dois pit stops obrigatórios apenas desaceleraram a prova, disputada em ritmo lento e quase desinteressado. Os dez primeiros no grid só não chegaram exatamente nas mesmas posições porque Fernando Alonso, que era o sexto na largada, quebrou. E Lewis Hamilton, que era sétimo, ganhou a posição de Iscak Hadjar porque o francês da Aproxima ou Insere? fez suas paradas logo no início apostando em alguma intercorrência alheia, mas nada aconteceu. O único fora do top-10 na largada, Carlos Sainz, entrou nos pontos graças ao abandono do espanhol da Aston Martin.
Resumindo, não deu certo.
Ah, ganhou Lando Norris, o pole-position. Vejam vocês. Já estou no sexto parágrafo deste modesto relato, falei de Galvão, TV, barcos e bancos, e não tinha mencionado o vencedor. Isso lá é jornalismo?
Lando Norris da McLaren, está dito. Com Charles Leclerc, da Ferrari, em segundo. E Oscar Piastri, o outro da McLaren, em terceiro. Foi a sexta vitória da carreira do inglês, segunda no ano, primeira da equipe em Mônaco desde 2008. Segundo pódio da Ferrari na temporada. Na classificação, Lando se aproximou bem do parceiro australiano: Oscar lidera o campeonato com 161 pontos, contra 158 do vencedor da corrida. O terceiro é Max Verstappen, 136. Ele foi o quarto colocado na prova.
Pronto, respondidas as perguntas clássicas que qualquer reportagem tem de responder logo de cara: o quê (GP de F-1), quem (Norris), quando (hoje), onde (Mônaco), por quê (Galvão foi convidado do banco e as duas paradas não funcionaram).
Falta o “como”. Então, foi assim.

A largada foi limpa, com Norris dando uma fritada de pneus na freada da Sainte-Dévote e mantendo a ponta. Só no meio da volta foi acontecer a primeira treta do dia: Gabriel Bortoleto, que tinha feito uma linda ultrapassagem sobre Kimi Antonelli na Loews, a curva mais lenta do mundo, acabou levando o troco na entrada do Túnel. Sem espaço, bateu de leve nos pneus e o safety-car virtual foi acionado. Yuki Tsunoda, que largou de pneus macios, já foi para os boxes. O brasileiro conseguiu dar a ré e voltar. Pierre Gasly e Oliver Bearman também queimaram o primeiro pit stop.
Dos 20 no grid, 11 tinham largado de pneus médios. Oito, com duros. E só um, Tsunoda, de macios. Podia colocar uma lista completa aqui, mas ela é irrelevante e só travaria o bom andamento da leitura deste texto. A escolha dos pneus não teve nenhuma importância no andamento e no resultado final da prova. Qualquer composto, exceto os macios, duraria as 78 voltas.
A relargada aconteceu na quinta volta, depois que ajeitaram a barreira de pneus. Todo mundo meio lento, esperando para ver o que ia acontecer. Aí, na volta 9, Gasly bateu na traseira de Tsunoda na saída do Túnel e levou o carro todo estropiado para os boxes. Deixou um pedaço de asa pelo meio do caminho. A direção de prova hesitou, não acionou safety-car nenhum e fechou a entrada do pit-lane porque o francês nem conseguiu chegar à garagem da Alpine. Alguém entrou correndo na pista e limpou a área. Bandeira verde e pau na máquina.
Na volta 12, as 11 primeiras posições eram exatamente as mesmas da largada. E tirando Tsunoda, que já tinha parado, e Bortoleto, que havia batido, os demais também estavam nos mesmos lugares, sem ultrapassagens. Era uma corrida esquisita, de espera: todos em ritmo muito lento.
Hadjar, na volta 15, foi o primeiro da turma da frente a parar. Colocou pneus macios. Era quinto, saiu em oitavo. Perdeu só três posições. E como conseguiu isso? Porque a Débito ou Crédito fez seu companheiro Liam Lawson segurar todo mundo, para voltar à frente dele com um pit stop pago. Depois parou Alonso: duros. Na sequência, Esteban Ocon: médios. Uma zona desgraçada, uma salada de pneus diferentes, mas inútil.



Pelo rádio, os pilotos perguntavam aos seus engenheiros o que fazer. O líder Norris, que chegou a virar tempos ridículos na casa de 1min19s, começou a fazer suas voltas em 1min14s. Hamilton era um desses, cheio de dúvidas. Na volta 19, a Ferrari trocou seus pneus. O líder Norris parou na volta seguinte. E na 21, Hadjar: pneus duros, queimando sua segunda parada obrigatória. Esse não precisava fazer mais nenhum pit stop. Parecia interessante, a estratégia da Nossa Maquininha Tem Cashback. Não perdeu posição nenhuma, o francês, voltando em oitavo de novo.
A história dos dois pit stops lançava interrogações no ar, mas não necessariamente emoções. A prova seguia sendo um desfile de carros de F-1 em ritmo de cágado, tão devagar que o risco de um safety-car era drasticamente reduzido. Quem iria bater andando a 50 por hora?
Nas duas primeiras posições, na volta 22, Leclerc e Verstappen, sem paradas. Atrás deles, Norris, Piastri e os demais até o oitavo lugar, com um pit stop cumprido. Charleclé parou na volta 23. Na pista, Max, o líder, ainda não tinha trocado pneus. Além dele, Lawson, Alexander Albon, Sainz, George Russell e Antonelli, do nono ao 13º, também estavam com os mesmos pneus da largada. Era um segundo bloco da corrida, liderado pelo neozelandês que tinha segurado todo mundo para ajudar Hadjar.




Max parou, finalmente, na volta 29. Norris retomou a ponta, com Leclerc e Piastri atrás dele. Naquele momento, Hadjar, Bearman, Bortoleto e Franco Colapinto já tinham feito os dois pit stops obrigatórios. Lawson, Albon, Sainz, Russell e Antonelli seguiam sem trocas. Os demais, com uma parada.
Na volta 33, Verstappen reclamou que suas trocas de marchas estavam tão lentas quanto no GP de Mônaco de 1972. Sei lá por que escolheu 1972, mas foi engraçado.
O fato é que era quase uma “não-corrida”. Ninguém corria de verdade e ninguém corria contra ninguém. Carros de F-1 desfilavam pelas ruas chiquérrimas de Monte Carlo morrendo de medo de errar e esperando pelos erros dos outros.
Na volta 38, Alonso abandonou. Estava em sexto. Seu carro parou saindo fumaça do motor. Como estacionou numa pequena área de escape, vaga para idosos, não foi necessária nenhuma intervenção da direção de prova. Muito civilizado, Fernandinho. Com 40 voltas, Sainz, Russell e Antonelli ainda tinham de pagar duas paradas. Estavam em décimo, 11º e 12º. Os demais seguiam em procissão esperando por alguma novidade. Que não vinha.
A esperança era que algum piloto tivesse um surto psicótico e saísse acelerando, passando os coleguinhas lentos e batendo em todo mundo. Mas nem isso era possível, porque em Mônaco não há sequer espaço físico para surtados. O tédio era visível. Torcedores bocejavam nas arquibancadas. Outros observavam as belas paisagens: mar, montanha, barcos, mulheres de biquíni. Na pista, nada acontecia.


A Williams colocou sua estratégia em prática parando Albon pela segunda vez. Quando ele voltou à pista, estava à frente de seu companheiro Sainz, que ainda não tinha parado. O tailandês saiu da frente, deixou o espanhol ir embora e começou a segurar todo mundo, fazendo voltas em – novamente – ridículos 1min19s. Objetivo? Dar um pit stop de graça para o parceiro.
Estava uma chatice. Norris, Leclerc, Piastri, Verstappen, Hamilton, Hadjar, Ocon, Lawson, Sainz e Albon eram os dez primeiros na volta 48, a 30 do final. Como nada acontecia, Piastri foi para os boxes na volta 49 e fez sua segunda parada obrigatória. Voltou em quarto. A Red Bull mandou Max acelerar. Leclerc parou na 50. Voltou em terceiro. Norris, na 51. Voltou em segundo. Todo mundo desistindo de esperar por um safety-car. Verstappen assumiu a ponta.
De saco cheio, Russell passou Albon cortando a chicane da saída do Túnel para se livrar do trenzinho puxado pelo piloto da Williams. Assumiu o risco de receber uma punição de 5s. A equipe até pediu para ele devolver a posição. “Eu fico com o pênalti!”, decidiu o piloto, irritado. E a direção de prova foi rápida: drive-through, uma punição mais pesada, que leva o cara aos boxes e ele não pode trocar pneus. George esperava menos. Ao ser avisado, encerrou o assunto: “Prefiro não falar mais nada”. Toto Wolff, aliviado, comentou com seu engenheiro: “Vou torcer para mais dessas”. Não devia. pela primeira vez no ano, a Mercedes terminaria um GP sem pontos.

Com 60 voltas, Verstappen liderava com Norris em segundo e, na sequência, Leclerc, Piastri, Hamilton, Hadjar, Ocon, Lawson, Sainz e Russell. Max torcia para um meteorito cair sobre o Principado e causar uma bandeira vermelha, porque ainda tinha uma parada para fazer. A Williams era a grande vilã da prova, por ter orientado seus pilotos a andarem devagar para franquear um pit stop aos seus companheiros. Sainz estava na frente de Albon naquele momento, mas o time avisou: troquem as posições daqui a pouco.
Russell, sem trocas, foi chamado para os boxes na volta 64. A corrida se arrastava. Na volta 67, a dupla da Williams fez a inversão de posições: Albon foi para nono, Sainz ficou em décimo. Oh, que bela merda.
A dez voltas do final, só os cinco primeiros estavam na mesma volta. Desculpem a repetição, volta & volta, mas não escrevo mais “giro” como sinônimo de volta faz tempo. Às vezes repetições são necessárias, mesmo comprometendo a estética de um texto — como pneu & pneu, em vez de “compostos”. Também tem ocorrido com frequência. Ah, os cinco eram Verstappen, Norris, Leclerc, Piastri e Hamilton. O sexto, Hadjar, estava um giro atrás, já tendo feito suas duas trocas de compostos.
Max, na liderança, passeava com tempos na casa de 1min16s. Norris já estava colado nele, com Leclerc idem e Piastri ibidem. Não havia o que fazer. Apenas aguardar pela segunda parada do holandês para voltar à ponta. Na volta 72, o último dos moicanos foi para os boxes: Antonelli, que não tinha parado ainda. Estava em 12º. Não faria a menor diferença inclusive se não parasse, fosse desclassificado e crucificado.



No futuro, quando o resultado dessa corrida for publicado por algum texto feito por inteligência artificial, alguém haverá de achar que deu muito certo a regra das duas paradas. Afinal, os três primeiros teriam cruzado a linha de chegada muito próximos. Oh, que disputa! Não seja burra, IA. Foi uma porcaria, totalmente artificial. Como você.
Verstappen foi chamado para os boxes na última volta. Esperou por algum milagre até o fim, que não aconteceu. Colocou pneus macios, voltou em quarto e fim de papo. Norris venceu, seguido por Leclerc (a 3s131), Piastri (a 3s658) e Verstappen nas quatro primeiras colocações. Hamilton, Hadjar, Ocon, Lawson, Albon e Sainz fecharam a zona de pontos. (Detalhe que nem todo mundo percebeu, porque nem todo mundo fica ligado na cronometragem: os computadores, que devem ter dormido de tanto tédio, embaralharam as posições finais e saíram do ar até os tempos serem corrigidos.)

O pódio foi elegante, como sempre. Príncipes e princesas entregaram os troféus e a única nota destoante foi o chefe da McLaren, Zak Brown, com sua pança de hambúrguer com milk-shake que, ao receber a premiação de Bernard Arnault, dono da Louis Vuitton, mandou um urro gutural e bateu no peito com força, como se estivesse num octógono de MMA. Típico de americanos fãs de Donald Trump.
E assim, de um jeito tosco e cafona, terminou o GP de Mônaco de 2025. Ano que vem vão ter de inventar alguma outra coisa para melhorar o espetáculo. Caso contrário, aqueles que defendem sua exclusão do calendário – eu não sou um desses, que fique bem claro – terão mais munição ainda para bradar contra a existência de uma corrida charmosa e cheia de história.
O problema é que para escrever boas histórias, precisa ser corrida, e não desfile. A solução é obrigar essa turma a correr, não desfilar. Como fazer isso, sinceramente, não sei.
Esse GP é uma tragédia. Monaco tinha que ser que nem os All Star Game que existem em algumas ligas. Colocam os caras pra andar de carro de lego, disputa de pitstops, bingo com distribuição de brindes, e uma disputa de volta mais rápida. Seria muito melhor do que esse cortejo fúnebre
A título de curiosidade as escolhas de Russel…
https://youtube.com/shorts/NavZ_DpJG48?si=C0PvUbRX4BoCNrPS
Se permitissem o abastecimento durante a corrida, aumentariam as possibilidades de estratégias diferentes e resolveria essa porcaria. Ainda diminuiriam o peso e tamanho do carro pq não teriam que carregar 100 quilos de combustíveis
Estive pensando e, sinceramente, se eu fosse a Liberty faria de Mônaco um fim de semana quase que festivo. No sábado uma super-classificação, valendo os pontos da corrida. E no domingo desfile de carros de F1 antigos acelerando no circuito… e uma corrida com carros pequenos padronizados com as cores dos times, deixando os pilotos competirem no braço, valendo pontos tbm estilo sprint… algo do tipo. Seria bem divertido pro público e pros pilotos.
Só sei que alguma coisa precisa ser feita. Deixar como está tá beirando o insuportável, e não dá pra mudar todos os carros só por causa de Mônaco. Mas tbm não dá pra tirar Mônaco, seria como uma F1 sem Ferrari. Mônaco virou literalmente um problema de luxo pra F1.
Galvao tava por cima e foi de primeira classe ainda… acho que vale uma auto-avaliação.
Essa história de reclamar de Mônaco já ficou monótona, Mônaco é o que é, se chover pode dar alguma coisa, mas tem um monte de pistas assim, a próxima corrida na Espanha é igual ou pior, a corrida na Austrália é um tédio de chorar.
Pachequismo não é minha praia, mas querer comparar a temporada do Hadjar com a do brasileiro é complicado. Até o Lawson, que tomou um cartão vermelho por performance, chega nos pontos com esse carro da Racing Bulls. Antonelli é outro que não é minimamente pertinente querer comparar. Tá simplesmente na Mercedes onde o outro piloto chega no pódio e num carro infinitamente melhor que a Sauber. As vezes com vontade de não querer ser pacheco, se exagera nas cobranças ao brasileiro e se faz o mesmo no elogio aos demais novatos numa tentativa clara de minimizar a temporada do brazuca que nem tem como ir bem num carro caxingó desses e numa equipe mais atrapalhada que comédia pastelão. Hein mas porque ele foi pra Sauber então? Era o que tinha disponível e tem a promessa de virar uma Audi (só acredito quando os carros alinharem no grid) e ainda tem o Binotto que conseguiu a façanha de trocar Vettel por Sainz. E sim o italianinho fechou a porta depois de tomar uma vergonhosa passada em Mônaco de uma Sauber capenga, esperto foi o brasileiro que preferiu perder o bico do carro do que perder a corrida, burra foi a equipe que trocou os pneus de macios por duros quando o cara parou nos boxes pra trocar o bico e parou mais 2 vezes, pra ver nível do circo que é essa Sauber.
Análise corretíssima! Quando você pensa que a Sauber não conseguiria piorar a estratégia, eles conseguem. Pararam bortoleto 3 vezes em uma corrida que provavelmente não precisava parar nenhuma. Porque diabos botaram o pneu macio no segundo pitstop? Se tivessem votado outro médio ou duro teria ido até o final e chegado em décimo segundo (na frente de Colapinto e Bearman). Inacreditável a incompetência. Até meu filho de nove anos percebeu a tamanha burrice ao colocarem aquele pneu macio.
Antonelli faz um campeonato medíocre para o carro que tem. Tirando a pole na sprint de Miami ele ainda não mostrou a que veio e fica constantemente atrás de Russell. Bortoleto pelo menos vira e mexe está na frente de hulkemberg na classificação ou na corrida (quando a sauber não faz o favor de estragar tudo). Mas de longe Hadjar eh o melhor novato do ano. Consistente e com poucos erros.
Será que vai rolar uma DR entre fornecedora (Mercedes) e cliente (Williams) de motor?
Quando o candidato a aposentado ganha o direito ao benefício, as vezes, o INSS manda e-mail para o felizardo com a boa notícia, informando o banco onde terá que se dirigir para receber a bolada.
Um desses bancos, acreditem, chama-se banco AGIBANK. Aposto uma pataca que esses Agibank e Spark são primos de tias diferentes.
A ‘agência’’, vamos chamar assim, do AGIBANK de Campina Grande funciona em lugar que era uma residência. Há em torno de 6 funcionários para atender cento e poucos ‘clientes’. Não existe fila, nem caixa. Um caos.
A porta de entrada do ‘banco’ é a mesma da residência, com espaço suficiente para passar um ‘cliente’ de cada vez. Deve ser por motivo de segurança.
O nome do banco, Spark, ou Faísca, é boa dica de que pulou uma fogueira.
Na verdade é Stark. Já corrigi…
Esse fica na Rua Pamplona. Site todo em inglês. Quem quiser e tiver tempo e paciência, há um storytelling sobre “empoderar empresas e empreendedores para desafiar o status quo e transformar o Brasil através da tecnologia”.
Mas te acharam caro, FG! Não quiseram te empoderar para, junto com a Laene, desafiarem o status quo em Monaco. Muito storytelling, muito clean, muito bem-intencionado para um banco.
É preciso que tudo mude para que tudo fique como está, já escreveu Lampedusa.
Stark – Winter is coming 🐺
Boa tarde FG.
Acho q vale falar no “Sobre Ontem de Manhã” qual foi a última vez que o sexto colocado terminou a corrida uma volta atrás do vencedor.
Acho q a última vez foi no início dos anos 2000.
Abraço.
Se considerar apenas Mônaco:
2014 – Rosberg, Hamilton, Riccardo e Alonso terminaram na mesma volta. Hulkenberg (Force India), terminou em 5º a uma volta.
Já considerando outros GPs:
Hungria/2020 – Hamilton 1º, Vettel em 6º, a uma volta do vencedor.
Portugal/2020 – Hamilton 1º, Gasly em 5º.
Estíria/2021 – Verstappen 1º, Norris em 5º.
Holanda/2021 – Verstappen 1º, Gasly em 4º.
México/2021 – Verstappen 1º, Sainz em 6º.
Áustria/2022 – Leclerc 1º, Schumacher em 6º.
AMIGUES DA REDE BAND,
O maior escándalo de Montecarlo foi a ausencia da Voz do Brasil na F1.
A corrida foi o de sempre, os 4 primeiros chegaram nos 4 primeiros.
O divertido foi SM fingir que estava emocionado o tempo todo.
Imagina se Erika Hilton estivesse no Principado, ai sim a coisa ia esquentar.
Esse povo do PSOL so gosta de viajar menos que a Janja e o Bananinha.
Parabens a Borto e Franco que chegaram na frente dos compadres.
Como repetiu o Papa dia desses, os ultimos serao os primeiros. Em Monaco!
Viajar, para você, só na maionese. E sempre azeda.
Concordo. Esses bancos virtuais não me seduzem. É melhor repetir palavras no texto do que criar sinônimos estranhos.
Esse banco é parceiro, ou algo que o valha, do Safra. Tem 9 funcionários, todos com aquelas fotos e textos típicos de rede social e linkedin. Sedes físicas em Itu e Campinas, telefone de contato ddd 11 é whatsapp. Sei lá, estranho.
Acho que a melhor solução para o GP de Monaco é usarem os carros de LEGO ou então liberarem o uso dos carros da Formula E.
Outra opção que eu prefiro é alguma outra competição colocar corrida no mesmo horário… Le Mans seria ótimo já que ninguém na F1 libera piloto pra correr lá.
Aqui uma ultrapassagem do Schumacher no Wurz em Monaco 98, idêntica à do Kimi sobre o Bortoleto ontem, exatamente no mesmo lugar.
https://www.youtube.com/watch?v=rhpd16d5BfU
Ngm foi pro muro e ngm ficou chorando depois.
O Barrichelo também levou uma ultrapassada das boas do M Schum. Em pela Mônaco, daquelas inacreditáveis, Rubinho chora até hoje quando se lembra.
deve ter sido em 2006, quando o Schumacher largou em ultimo pq tinha estacionado o carro na Rascasse na classificação, passou uma galera na corrida e terminou entre os 5 primeiros.
No ano que vem, classificação com F1, corrida com Karts, devidamente adesivados com o layout das equipes; sobrará espaço e os pilotos irão se divertir…
Mônaco é uma espécie de “All-Star Game” da F1. Um amistoso de luxo. Não dá pra esperar grande coisa mesmo mudando as regras. Enquanto corrida, não tem mais salvação na F1 atual. Resta assistir como uma exibição de carros velozes em um lugar charmoso (apesar da lentidão forçada neste GP). Uma espécie de Goodwood com as jamantas do ano.
A corrida já era chata e ficou mais chata ainda….
Pelo visto aqui nos nos comentários, só as Viuvettes ainda nutrem uma paixão por Mônaco….
A maioria quer autodromos com pistas emocionante, traçados inyeligentes e desafiador, ultrapassagens, emocionantes, ate Interlagos que não tem atrativo nenhum fora das pistas é preferido a Mônaco, e não é só brasileiros que tem essa opinião!
Putz, o vegetal gosta de uma hipérbole, hein?
Tipo Gremlin. Se cair água em um, se multiplica.
Vi uma postagem da senhora Galvão Bueno no Instagram mostrando a luxuosa primeira classe da Lufthansa. O casal estava indo para Mônaco com uma parada em Frankfurt. Tinha até caviar no serviço de bordo.
O que não têm solução, solucionado está…não é o que dizem? Imagino que Mônaco nunca sairá do calendário, tradição e economia são fortes agentes políticos, e perder esse GP nunca seria um acréscimo a F-1, pois não haveria uma alternativa tão charmosa e emblemática. O duro é que a prova seguinte – Espanha – também têm forte potencial sonífero, poderiam dar uma mexida nesse calendário para alternar etapas chatas com corridas disputadas; sei lá. Os carros estão muito grandes, que saudades dos bólidos dos anos 90, em Mônaco talvez não fizessem diferença alguma, mas em outras pistas…
Aprendizado para todos nós, coroas e jovens, mesmo trabalhando em área diferente do jornalista FG que admiro; dependendo do grau de complexidade e precisão de um orçamento para um plano de trabalho, o orçamento invariavelmente precisa ser cobrado. Anos atrás tomei uma lapada de um advogado se dizendo representante de investidores ingleses, acionei uma colega profissional, deu um trabalho danado, com promessa de iniciar a avaliação do projeto com remuneração imediatamente, nunca mais. No final ficou muito mal para mim. Moral da estória, cobrem pelos seus orçamentos e, se nada acontecer não haverá ressentimentos.
Certíssimo você. Como dizia o finado Senna, “no money no race”. Pagamento antecipado, cada um deve saber o quanto vale seu trabalho.
Os carros atuais são simplesmente enormes para a largura da pista. Além disso, os tempos já estão abaixo de1min10s, o que pode significar que o traçado já não dá conta da velocidade. Faz parte do esporte, mas o que a Williams fez foi muito feio.
Enquanto isso, as 500 Milhas tiveram chuva, papelão do Scott McLaughlin (tipo o Roberto Guerrero em 1992), do Shvartzmann e o Palou venceu.
Não faz sentido corrida de F1 em Monaco. Pelo menos com os carros atuais.
Podiam fazer um evento F1 de time attack, por exemplo. A emoção de ver quem sobreviveria aos muros seria 100x maior que a ridícula corrida falseta de ontem.
Pensar em um evento show diferente no circo da F1. Aproveitando a aura e a tradição de Monaco. Poderia ser, por exemplo, a primeira prova do ano, apresentação dos carros.
Ninguém gostou da corrida… Tô falando a nivel mundial !
Porque nao trocam logo essa bagaça de Monaco ultrapassada e arcaica? Portugal, Alemanha. HOLLANDA, Africa do Sul, Argentina, segunda corrida no Brasil, Correia, …. opções é que não faltam
Pelo grito, o vegetal é tiLLapete.
Na fase oral eterna.
Depois do caos que foi a largada da Formula 2 por causa de uma tentativa de ultrapassagem na primeira curva, até alimentei a esperança de que o Leclerc tentasse algo mais ousado, partindo do princípio de que o Norris não arriscaria cair fora da corrida em uma disputa com um franco atirador.
Mas não deu.
Assisti a corrida de cabo e rabo, não achei boa nem ruim. Até ler a publicação para sentir um beliscão para entender que, na realidade, a corrida foi uma bomba, uma presepada, uma idéia de jerico, um gasto absurdo de pneus sem necessidade. Ao assistir a corrida com a leseira tipica dos senis, havia entendido que os tempos altos era para economizar pneu e gasolina. Imagine só.
Podem obrigar pilotos a troca pneu a cada volta que não resolverá o problema de falta de ultrapassagem em Mônaco.
Max acertou na mosca ao lembrar a corrida de 1972 com Beltoise na ponta, foi a primeira corrida de F1 que assisti. Max é bom de memória.
Relato preciso e de qualidade que só um jornalista/piloto poderia fazer. Especulo que o Galvão talvez já saiba das negociações da F1 com a Globo para ano que vem, e se preserve, é especulado pela Motorsport e acho que faz sentido já que o GE está publicando matérias muito maiores, frequentes e com análises do que o fez ano passado.
Gosto de Mônaco, mas pra resolver as corridas chatas só diminuindo tamanho do carro e aumentado o espaço da primeira curva, que ficou minúsculo com a saída dos boxes.
Flavio,
Reclamar do tamanho dos carros (eu também não goto desses caminhões) não resolve: na F2 e na F3 (ambos bem menores) também não aconteceram ultrapassagens !!!
A solução seria mexer no traçado:
1 – alargar e mudar o desenho da “nouvelle chicane, para obrigar uma preada mais forte na descida e mais espaço pra tentar entrar lado a lado.
2 – alargar a Saint Devote (é muito estreita) e criar novo desenho para obrigar uma freada mais forte e longa.
3- Criar uma chicane no final da Massenet, pra permitir aproximação e tentativa de ultrapassagem na Mirabeau Haute (antigamente se chegava mais devagar e se ultrapassava ali).
4 – Mudar o desenho do grupo La Rascasse/Antoine Noghes, criando uma curva a direita e uma reta margeando o porto. Depois, uma curva de 180 graus votando em direção a reta dos boxes, desembocando um S de baixa para conectar a reta dos boxe, obrigando a uma freada forte lá também.
Acho que isso, bem estudado por especialistas, criaria condições de ultrapassagens.
O circuito ficaria maior e a velocidade media ficaria mais baixa.
Antonio
Concordo: foi uma “não-corrida”.
Imaginei que haveria gente largando de macio e parando logo no começo (voltando lá atrás mas com pista livre para andar rápido) ou deixar a segunda parada para a última volta.
A realidade da estratégia “segura todo mundo atrás porque é Mônaco”, ainda que válida, acabou com a brincadeira e uma parte do grid levou facilmente uma ou duas voltas por conta disso.
Foi chato para dizer o mínimo. Comentário a la Alonso: Argh!
Sugestão (zueira): os compostos do ano que vem serão somente C6 ou C1 para todo mundo. :)
O problema são as “jamantas” dos carros da F-1. Na Formula-E, semanas atrás, a rodada dupla na pista do principado rendeu cerca de 384 ultrapassagens, com disputas e mudanças de posição a rodo (haviam até 3 carros lado a lado na Lowes), e emoção até o fim…
Ótimo texto. Está claro que estes carros atuais da F1, sao muito grandes para correr em Mônaco. A opção pode ser a própria F1 ter carros próprios para a corrida . Ele sorteiam na quinta feira e na sexta feira treinam e sábado qualificação. Carros pequenos tipo anos 50 mas tecnologia 2025. Seria um “puta” evento.
A unica coisa de boa nos finais de semana de gp de Monaco são o Texto do Gomes e os comentários ( a maioria pelo menos)….
Pois eu acredito que a maioria aqui pensa que você faz parte da minoria, vegetal.
Droga de corrida , ritmo de formula 2 , enfim , Mônaco já era.
A ultima poli de Senna em 1991 foi 1m20 seg.
a poli de Norris 1m09 seg, ( Pista ultrapassada a muito tempo )
Diminui o tamanho dos carros apenas para o GP de Mônaco, não seria viável?
Não.
Deveriam diminuir para todas as pistas, pois assim as históricas, como Ímola, seriam mais viáveis. Qual o sentido dessas banheiras, maiores que sedãs médios e que os protótipos do WEC?
Sobre o Galvão, a Bandeirantes mandou um 171 nessa!
Talvez na próxima devam correr com os carros de Lego para ver se fica mais emocionante
Flávio, você dá um show de jornalismo, de desenvolvimento de texto e me fez ter vontade de ler você narrando uma pasmaceira com graça e inteligência!
Grato por manter esse blog.
Ano que vem, a organização da prova deveria sortear os carros entre os pilotos, tanto na classificação quanto na corrida. Aí talvez tenhamos alguma emoção.
Todo ano é a mesma coisa: me empolgo com o cenário lindo e a tradição de Mônaco… e me decepciono com a corrida. Parece que 1 ano é o suficiente pra gente esquecer as coisas.
Achei, como todo mundo, que as 2 paradas fossem dar uma movimentada, mas o jogo de equipe deixou a corrida ainda pior do que já é. Depois dessa não vejo mais solução. Deve ser ainda muito divertido pra quem fica na sacada de hotéis e prédios, ou dentro do iate: vê os carros desfilando, entra, come alguma coisa, pega um drink, e volta sabendo que nada mudou. Pra audiência só o sábado diverte.
Mesmo com essa praga atual de corridas de rua, tirando os melhores circuitos do calendário, Mônaco continua sendo a corrida mais linda e mais chata da F1. E toda vez que paro pra assistir só lembro da frase do Piquet: “correr em Mônaco é como andar de bicicleta na cozinha”.
Acho que todo mundo que adora reclamar de Mônaco se esquece de algumas coisas: 1) existem outras corridas monótonas no calendário; 2) alguns momentos históricos que já tivemos nas ruas do principado (garanto que vários que clamam pela extinção da corrida monegasca, adoram dizer que lembram do duelo Senna x Mansell em 92); 3) Não gostam, não assistam. Ninguém é obrigado. Vão fazer outras coisas mais interessantes então e 4) Mônaco é icônica e não vai sair do calendário. Aceitem que dói menos!
Não teve duelo em 92. Já naquela época não dava para ultrapassar… imagina agora com esses carros SUV da F1 atual.
Não teve duelo em 92?!?! Sugiro vc procurar no Youtube entao o Senna se defendendo do Mansell nas ultimas voltas. Mônaco nunca foi sobre ultrapassagens e velocidade pura. Mônaco é (sempre foi e sempre será) sobre estratégias e, principalmente, o imponderável.
No tal duelo de 92, um cara com um carro muito melhor, teve que trocar pneus e voltou atrás de um carro pior com pneus velhos. E não conseguiu passar. Se tivesse mais voltas, ficaria atrás também. Esse tipo de duelo teve aos montes na corrida do último domingo. Um monte de gente ficou atrás dos carros da Racing Bulls e depois atrás da Williams.
A melhor definição da pista de Mônaco que eu escutei é a do Piquet “pilotar em Mônaco é como andar de bicicleta na sala de sua casa”
Olá Flávio!
Vc acha que as equipes dormiram no ponto com as estratégias? Quando Lawson começou a andar feito tartaruga, a resposta não seria fazer quem estava atrás parar para forçar ele a acelerar e anular esta estratégia de andar devagar? Claro que isso não adiantaria nada e o GP, apesar de charmoso continuaria monótono!
Abraços
para mim o melhor da corrida foi escutar o narrador(??) afirmando ,em tom de sabido,que Emerson havia ganho em 72,foi de arrepiar o cadáver de Beltoise
Gostei da obrigatoriedade de duas paradas. Em Mônaco sou a favor até da chuva artificial outrora sugerida por Eclestone. A pista não é compatível com a F1 moderna e não sairá do calendário, porque é o templo Mor. Então são válidas quase todas as tentativas pra dar uma graça diferente. Em condições normais nao é corrida e sim uma procissão. Hoje a procissão, pelo menos, foi mais bagunçada. Tomara que articulem alguma outra gracinha pro amo que vem.
Uma saída para melhorar a corrida poderia ser o push to pass.
Não resolveria.. pois se o cara coloca o carro no meio da pista ninguém passa
Com esses carros enormes, não dá.
Foi corrida interessante em alguns momentos, engraçada até, e na mesma em outros…a expectativa (natural) diante dessa regra de jogos de pneus criou um certo “frisson”.
E no mais, destaque para o Lando que, com essa vitória, ganhou força mental na luta pelo campeonato.
Semana que vem na terra de Alonso e Sainz.
E mais um senhor texto do Flavio hoje. Falta só o clássico “sobre domingo de manhã…” para encerrar oficialmente o fim de semana monegasco.
Vamos que vamos.
Mais uma não-corrida no paraíso fiscal…Vão inventar o que agora? 4 paradas? Pneus que duram duas voltas? Alagar a pista?… Seria melhor excluir esse pseudo circuito e deixar Imola.
Já lhe ocorreu que muitos gostam. Seja pela tradição, seja pela possibilidade de emoção, ainda que nem sempre aconteça. É uma corrida icônica e já houve na história da corrida momentos memoráveis. O que voce me diz de Senna em 84, ou Senna x Mansell em 92? Pannis ganhando em 96 depois de quase todos abandonarem ou Bernoldi segurando Coulthard por 50 voltas (não me lembro o ano)? Ano passado, a corrida em si foi entediante, mas depois de uma panca magistral na primeira volta, Lecrerc, um monegasco, fez historia ganhando em casa. Momentos assim, pra quem gosta do esporte, fazem Mônaco ser única. Não gosta da corrida? Não assista… simples!
5,60 x 2,00. Imagina 20 carros BMW X7 correndo nessas ruas.
É isso! E olha que a SUV extra grande alemã é um pouco mais curta.
Deveriam criar um chassis curto e menos largo idêntico para todas equipes apenas pra essa prova.
Flávio, na minha humilde opinião de quem assiste F1 desde meados dos anos 1970, acho que temos a tendência de olhar para o lado errado quando falamos do GP de Mônaco. Não é uma corrida ‘normal’! O que conta mesmo são a estratégia, consistência e o evento em si (que eu, particularmente, adoro). Sempre foi assim, apesar de em alguns anos termos espetáculos dentro da pista. Mas essas são exceções, não regras, Discordo de você com relação à artificialidade dos 3 primeiros terminarem agrupados, porque não foi resultado das paradas extras. Elas influenciaram as posições posteriores, mas não os 3 primeiros que estiveram sempre próximos e o Leclerc esteve próximo do Lando o tempo todo. Leclerc tem um brilho extra em casa e guiou muito, assim como Lando! Mesmo Max, com sua estratégia de rezar para uma bandeira vermelha, acabou se destacando de Lewis (em 5o) e forçando o ritmo em dado momento. Mas eu culparia os carros de dimensões caminhônicas e não o traçado em si, para a falta de ação (Borboleto e Kimi bem que deram espetáculo. Bortoleto deveria ter previsto que o Kimi tentaria o troco e deveria ter posicionado o carro mais para o meio da curva, fechando a porta). Definitivamente não tem como esperar uma pista cheia de ação. Não é, e nunca será! E sempre, em 75 anos de F1, foi assim… e ainda assim amamos essa corrida!
Fiquei com pena do Alonso…..seriam seus primeiros pontos no ano (?!). Pobre príncipe das Astúrias., nem o mago Adriam pode salvá-lo dessa vez….
Errei feio. Por gostar do clima do principado, internamente estava me abstendo de pensar, “porra que bela merda”, mas ainda bem que tem alguém mais qualificado pra pensar isso por mim, foi libertador, rsrs. Cara, duas coisas dignas de nota nesta bela merda, o desânimo do Hamilton, que não sei se estava perdido ou uma bela tartaruga, ou sabe-se lá o que, e a ultrapassagem legal do Bortoleto e consequente mergulho radical do Kimi Lancheirinha da Patrulha Canina, jogando-o pra fora. Aliás, porque não tem mais esses mergulhos na Lowes, tanto dá que o Borboleto fez, bando de cagão do cacete, a culpa é dessa galera aí e pronto, de que adianta começar e terminar atrás? Tem um três, vá, as belas musas que frequentam o principado. E só, domingo de terror.
Mônaco é uma chatice, não sei porque perco meu tempo assistindo.
Por mim podiam excluir essa corrida do calendário tranquilamente
Ok… não assista ano que vem! Não é porque voce não gosta que irão excluir a corrida!
Ok querido, então assista essa merda.
Quem reclamou foi vc, querido! Eu vou continuar assistindo. Se for chato e não acontecer nada, tá tudo bem. Ano que vem tem mais… mas não vou ficar pedindo para tirarem a corrida do calendário só porque foi chata. Voce gosta de todas as partidas do seu time de coração? Quando ele joga na retranca e fica no 0x0, voce vai gritar na porta do clube pedindo para fecharem essa merda?