BAÍA DA MARINA (3)

SÃO PAULO (fechou) – Quando as cobertas dos pneus foram retiradas no grid de Singapura, George Russell olhou para o lado, viu que Max Verstappen estava de macios e falou: “Xi, me ferrei”. Com aquela borracha, a chance de o holandês pular na frente na largada era real, e se acontecesse, o cara não perderia a corrida nem por decreto.
Na pole, o inglês da Mercedes estava de médios, uma estratégia que fazia todo o sentido, como fez para a maioria dos pilotos. A tentativa da Red Bull, da mesma forma, não era absurda. Só que não deu certo. Do lado sujo da pista, Max não conseguiu o arranque que desejava. George largou como nunca, disparou na frente, e essa foi a história do GP de Singapura.
Russell venceu pela quinta vez na carreira, segunda no ano. Verstappen terminou em segundo e Lando Norris foi o terceiro com a McLaren, que também fez o quarto lugar com o emburrado Oscar Piastri. O resultado deu ao time papaia seu décimo título mundial de Construtores, segundo consecutivo. São 650 pontos, contra 325 da vide-líder Mercedes. A equipe, agora, só não tem mais taças que a Ferrari, que faturou 16 desde 1958, quando foi estabelecido o campeonato das equipes.



No Mundial de Pilotos, a situação não mudou muito. Norris descontou apenas três pontos do líder Piastri e agora está 22 atrás – 336 x 314. Verstappen, com 273, tinha 69 de déficit, agora são 63. Faltam seis etapas para o final da temporada, com três Sprints. São 174 pontos em jogo. Para ser campeão, Lando precisa fazer quatro pontos mais que Oscar por final de semana de GP. Max tem de tirar 11. A tarefa do inglês é factível. A do piloto da Red Bull, dificílima.
A prova de Marina Bay não foi das melhores de todos os tempos. Longe disso. O lance decisivo, no que diz respeito à disputa do título, aconteceu nos primeiros metros depois que as luzes vermelhas se apagaram. Norris largou muito bem, partindo para o pau contra Piastri. Pulou de quinto no grid para terceiro. Os companheiros papaia chegaram a se tocar. Oscar reclamou pelo rádio. “Ele bateu em você?”, perguntou o engenheiro. “Sim.” “Quer que a gente avise os comissários?” “Sim.” “Quer que a gente peça para ele te devolver a posição? “Sim.” “Você não acha que foi meio frouxo demais?” “Sim.” “Da próxima vez dá no meio dele.” “Sim.” Zak Brown pediu para o engenheiro parar de perturbar o rapaz: “Não fica bem essa zoeira no rádio, agora temos novos donos, vendi esta bagaça por quatro bilhões de dólares, pelo menos finja que se importa com ele”.


Russell, como Norris, tinha largado como um foguete. “Que tiro foi esse?”, comemorou o engenheiro da Mercedes pelo rádio, para desgosto do piloto inglês. “Não aprecio a autora dessa canção”, censurou, contrariado. “Ela se revelou uma fascistoide insuportável. Por que não Guilherme Arantes para descrever poeticamente minha largada?” E começou a cantarolar: “Pegar carona nessa cauda de cometa/Ver a Via Láctea, estrada tão bonita/Brincar de esconde-esconde numa nebulosa/Voltar pra casa, nosso lindo balão azul”. “George, nosso carro é prateado”, resmungou Toto Wolff. “Mas meu capacete é azul, Toto, você precisa entender essas associações que faço de vez em quando. A Via Láctea é prateada. Sacou?” “Cala a boca, George”, encerrou o chefe, que anda meio sem paciência com seus pilotos.
O fato é que com o tiro da Jojô (que é mesmo uma fascistoide, Russell tem toda razão) ou no rabo do cometa de Guilherme Arantes, em quatro voltas, o inglês já tinha mais de 2s sobre o holandês e passou a controlar a corrida sem muitos sustos. Mais atrás, Fernando Alonso, Isack Hadjar, Franco Colapinto, Lance Stroll e Yuki Tsunoda foram os outros que largaram com pneus de faixa vermelha com as mesmas intenções de Max, ganhar posições no início. Mas ninguém fez milagre.

Russell, Verstappen, Norris, Piastri, Charles Leclerc, Kimi Antonelli, Lewis Hamilton, Alonso, Hadjar e Oliver Bearman eram os dez primeiros na volta 10, com o #63 socando o pé para não dar nenhuma esperança a Max, num ritmo de encher os olhos. A diferença dele para o #1 da Red Bull já passava dos 5s. As posições registradas no final da primeira volta, do primeiro ao último, se mantinham inalteradas, diante da proverbial dificuldade de ultrapassagem em Marina Bay.
Na volta 14 começaram os pit stops. Gabriel Bortoleto parou e aproveitou para trocar o bico de seu Sauber verde-alface, danificado num esfrega-esfrega na largada com Stroll. Tsunoda também foi para os boxes e colocou pneus duros, para ir até o fim da corrida – era um sinal do que faria Verstappen logo mais.
Na volta 17, a McLaren chamou Norris para os boxes. “Pode vir para ultrapassar Verstappen, vamos aplicar nele um ‘undercut’, eles não contavam com nossa astúcia!”, gritou o engenheiro com entonação teatral pelo rádio. Lando estava pouco mais de 1s atrás de Max. Mas era um blefe mequetrefe, jogado no ar para a Red Bull reagir e chamar seu piloto, com medo do tal “undercut”. Certamente sugestão de algum estagiário protegido de alguém na equipe: “Tive uma grande sacada, vamos enganar os caras fingindo que nosso piloto vai para os boxes!”. Macacos velhos, os engenheiros da equipe dos energéticos não caíram na lorota e ambos ficaram na pista.

Max foi parar na volta 20, porque seus pneus macios já não davam mais. Colocou duros, como Tsunoda. Voltou em sétimo e perderia a posição para Norris se não fizesse pelo menos umas duas voltas voadoras com a borracha nova. Lando, por sua vez, apertou o ritmo justamente para fazer o tal do “undercut” sobre o rival na hora da parada. O estagiário se sentiu vitorioso. “Ganhei essa corrida. Esses velhos calvos não entendem nada. Nós, jovens, somos o futuro do planeta”, comentou com uma colega na sede da McLaren, onde estava. Vestia colete “puffer” e mocassins Dolce Gabanna. A gola da camisa polo estava virada para cima. “Babaca”, resmungou a menina.
Lá na frente, Russell desfilava. Tinha mais de 9s de vantagem para Norris, agora segundo colocado, e só na 24ª volta entrou no rádio para falar sobre seus pneus. “Estão começando a perder performance”, avisou. “Vejam bem, não estou querendo, aqui, falar mal da fornecedora, a Pirelli, de tanta história e reputação. Empresa italiana, de um país que adoro. Ah, a Toscana, os vinhos, as massas! Como falar mal da Itália? Mas talvez seja a hora de…”, então Toto Wolff pediu: “Chama ele logo para trocar pneu, senão não para de falar”. George parou, efetivamente, na volta 26. Voltou em terceiro, atrás da dupla da McLaren.
Então, Lando fez seu pit stop, na 27ª. Voltou atrás de Verstappen, em quarto. A tentativa de “undercut” não deu certo. O estagiário, que já tinha pedido para o ChatGPT produzir um novo texto para seu perfil no LinkedIn incluindo o “undercut” de Singapura (“coloque que foi épico e que eu fiz história”, escreveu no prompt), cancelou a operação. “Otário”, falou a colega, baixinho.
Piastri assumiu a ponta, ainda sem trocar pneus. O que foi fazer na volta 28, e a McLaren demorou um pouco mais que o normal. Não resultou em perda de posição, mas afastou o australiano um pouco mais de Norris. Com todo mundo de pneuzinho novo, na volta 30 os sete primeiros eram exatamente os mesmos da primeira volta: Russell, Verstappen, Norris, Piastri, Leclerc, Antonelli e Hamilton.






Alonso, que era o oitavo até sua parada, despencou para o fundo do pelotão por conta de um pit stop atrapalhado da Aston Martin. Quando voltou à pista, o engenheiro avisou: “Faltam 34 voltas”. Irritado, o espanhol respondeu: “Se você ficar me falando isso toda volta, vou desconectar o rádio”. Não tem nada mais legal no mundo do que um piloto ranzinza — no fim da corrida, vocês vão entender mais adiante neste relato, ainda deu um show radiofônico xingando muito Hamilton.
De repente, e não mais que de repente, a tranquilidade de Russell ameaçou ser abalada ali pela altura da volta 35. A diferença dele para Verstappen, que tinha se estabilizado na casa dos 6s no início da corrida, caiu para 2s7. Pelo retrovisor, o inglês já via o tetracampeão. Max, no entanto, cometeu um erro na volta 37 e perdeu tempo. “Esse carro está uma merda!”, berrou pelo rádio. A vantagem de Russell voltou à casa dos 5s, o holandês desistiu da vitória e quem se aproximou foi Norris, o terceiro colocado. Mas sem ameaçar de verdade o rival.
Quando começaram a aparecer os retardatários, Verstappen se viu em maus lençóis por alguns instantes. Na volta 46, Lando encostou de vez, ficou menos de 1s atrás e passou a ter o direito de abrir a asa para tentar a ultrapassagem. Max iria sofrer para manter a McLaren atrás.
Hamilton, em sétimo, fez uma segunda parada para colocar pneus macios e tentar atacar Antonelli nas voltas finais da corrida com uma borracha mais aderente e veloz. Seus tempos passaram a ser cerca de 3s melhores por volta que os do italiano da Mercedes. A distância era grande, mas pelo menos abria a perspectiva de uma briga, embora por posição pouco celebrada. Verstappen se segurava à frente de Norris. Na volta 50, a diferença seguia inferior a 1s, mas Lando não atacava.


O último a trocar pneus foi Carlos Sainz, na volta 51. O espanhol da Williams esperou até o último momento por um safety-car que não veio. Como Liam Lawson, Alexander Albon e Stroll, que adiaram suas paradas até onde a borracha aguentou, foi lá para o fundão. Assim, Alonso voltou à oitava colocação, apesar da parada lerda da Aston Martin.
O primeiro – e único — ataque de Norris sobre Verstappen aconteceu na volta 53. Colocou o carro lado a lado numa freada, mas preferiu não pagar para ver o que aconteceria se tentasse consumar o ato. O muro estava muito perto. E, como diz o ditado, quem tem muro tem medo.
Mudança relevante de posição aconteceu um pouco mais atrás, com Antonelli ultrapassando Leclerc e assumindo a quinta posição. Hamilton, voando, teria pela frente, assim, seu companheiro de equipe, e não mais o jovem da Mercedes. Passou sem dificuldades na volta 56 e partiu para o ataque a Kimi. A estratégia da Ferrari funcionava, o que não é exatamente comum nos dias de hoje.
À frente deles, Norris seguia especulando sobre Verstappen, mas sem partir para a briga aberta. Hamilton chegou em Antonelli na volta 60. Do pessoal que adiou a parada, Sainz era o único que via o esforço sendo recompensado, entrando na luta pelo último pontinho da corrida. Colou em Hadjar e passou, assumindo o décimo lugar.
Lewis, no entanto, não conseguiu superar Kimi. Quando estava grudado no Mercedes #12, pronto para o bote, reportou problemas sérios pelo rádio. “Estou sem freios!”, avisou. Não é a coisa mais agradável do mundo, num carro de corrida. Tirou o pé para não acabar colado no muro. Perdeu a posição para Leclerc e ficou se arrastando na pista em sétimo, rezando para a prova acabar logo.



Russell venceu a corrida com autoridade, levando com ele ao pódio Verstappen em segundo e Norris, que se conformou com a terceira posição – o medo que esse rapaz tem de Max é coisa para tratar na terapia. Piastri, Antonelli, Leclerc, Hamilton, Alonso, Bearman e Sainz fecharam os dez primeiros. Bortoleto foi o 17º. Lewis recebeu a bandeirada 0s4 à frente de Fernandinho. Se o circuito tivesse mais uns 20 metros, perderia também o sétimo lugar. Na pista, não perdeu. Mas no tapetão, sim. Os comissários puniram o inglês com 5s em seu tempo total de prova porque na última volta excedeu os limites de pista várias vezes. Alonso berrava no rádio. “Desgraça! Não pode! Não é porque tá sem freio que pode fazer isso! Guiar sem freio é perigoso! Carajo!” Acabou que Hamilton caiu para oitavo e Alonso ficou com a sétima colocação.
A F-1 volta à nossa agenda daqui a duas semanas, com o GP dos EUA em Austin, no Texas.
Tava vendo a corrida e me distraí com sei lá o que, as crianças, alguma coisa que tinha de fazer e fui descobrir hoje o que raios tinha rolado com o Hamilton nas últimas voltas. Se a Ferrari desse um carro pra ele, eu não sei. Esse George não é de todo ruim não, não entendo o Toto, Verstappen é um craque, mas ele devia era fazer um carro melhor, isso sim, já diria Sir Frank.
O estagiário, um revolucionário das estratégias.
Durante a corrida, quando soltam um rádio do Russell ou do Enzo canguru, já rio sozinho imaginando o texto pós corrida aqui do blog! 😂 Mas nessa de Singapura, guardada as proporções, o Piastri argumentou mais que o Russell. Ninguém mais lembrava e o cara puxou o assunto com o engenheiro.
Hamilton ama a Brembo!
Flávio, o George Russell é um sujeito assim tão falante, ao melhor estilo Rolando Lero, ou é só um chiste seu em relação ao cara?
Pergunto porque acho muito engraçado as intervenções dele e da mamãe do Kimi Antonelli por aqui (seria ela a Giovanna Antonelli kkkk)???
É tudo verdade! Mas tem um leitor aí que não gosta.
Não co segui chegar ao final do texto. Ocupado tentando parar de rir do “no rabo do cometa do Guilherme Arantes”.
Legal, Mauricio. Mas tem gente que acha que estou repetindo as piadas, que não tenho graça nenhuma. Alguma sugestão?
Vou pedir permissão para me intrometer….
Aqueles que não gostam, são aqueles que só conseguem ler 250 caracteres e com palavras abreviadas.
Por mim, podem pegar o rabo do cometa e ir para a….via láctea. hehehehe
Que tal ele assistir a série completa de palestras do Eduardo Moreira?
Se tem um lugar que rende corridas chatíssimas, é Singapura. Uma das pistas mais desinteressantes que o esporte já pariu e ontem não foi diferente, perto dela, Mônaco é uma Spa
Quanto a McLaren, coisa de corrida e Piastri é imensamente mais piloto que Norris, é até bobo discutir isso, vai ser campeão fácil, com méritos e a equipe vai ter que engolir.
Cacete, eu não acho. Acho que o Norris tem pobrema, mas não concordo mesmo! Bom essa vai ficar para aquela de no futuro a gente vê, talvez você tenha razão, afinal Piastri tem menos KM e pode evoluir mais. Aproveitando, vou dar uma de George, o blog já era, mas fosse adiante, deveria ter uma espécie de login como o do YouTobi onde os participantes recebessem notificações de fulano respondeu seu comentário. Isso retroalimenta views, du contraire, duvido que nosso amigo lera minha resposta séculos depois. Já escrevo sabendo, afinal, eu que tenho mania de ler 50 mil posts num dia e nunca mais voltar.
é muito bom ler esse blog!!! seus textos são fantásticos!!!
Com o título garantido, bem que a McLaren poderia liberar seus “Enzos papaias” para se virarem no parquinho. Essa novela de esconder atrás do Andrea e falar que “o Lando/Oscar fez língua pra mim” já encheu o saco há muito tempo.
Uma piada contada para a mesma audiência só é engraçada na primeira, ou no máximo na segunda vez quando contada. Está chato vir aqui e ler sempre estas piadinhas “engraçadas” sobre Piastri, Russel e Antonelli.
Ah, mas aí é fácil… É só não vir. Que tal?
Que mongol. (Perdoe-me Gengis).
Aprenda Piastri. Na proxima nao seja trouxa de devolver a posicao como voce fez em Monza. Nao era problema seu se cagaram no pitstop do Cholando. Quer ser campeao? Tem que ser egoista e acabou.
Quanto ao toque entre os pilotos da mclaren, achei um incidente de corrida, numa pista de rua, sem área de escape, o norris não tinha para onde desviar, o contato com o Piastri foi inevitável.
Daqui para o fim do campeonato a tendência é aumentar o chororo dos pilotos da mclaren.
Consigo ver o Russell tetracampeão nos próximos quatro anos. Basta a Mercedes voltar a fazer o melhor carro. 2025 tem sido ótimo para ele: Hamilton foi embora e Antonelli não ameaça. GR parou de cometer erro bobo e agora lidera a segunda melhor equipe do campeonato.
Se a Mercedes demorar a melhorar, Russell corre o risco de, quando a equipe voltar a ser a melhor do grid, ver seu companheiro se tornar o que Piastri é pro Norris hoje.
Essa dupla da Mclaren está parecendo Button e Barrichello. Sem sal nem açúcar.
Mas um deles vai ser campeão do mundo, vc gostando ou não
O que vc disse é fato, como é fato tbem o que o Andre postou
o que vc esta dizendo é verdade.
Faço de suas palavras as minhas
Oiá, vossa comparação é muito pertinente, eminente comentarista.
Se problema de freio não é justificativa válida pra sair da pista o que seria?
Eu e minha esposa amamos seus textos!!
Comentários aleatórios: os 20 carros completaram a prova no tinhoso circuito e sem nenhum safety car.
Ano que vem teremos sprint nesta pista. Duas procissões.
Provérbio popular: trabalhei mais que o DRS do Norris.
Provérbio popular: trabalhei mais que o DRS do Norris.…isso no final deu um duplo sentido, compreende ?
Entendo o Hamilton… meu Fiat Palio tambem ficou assim no meio da descida da serra de Ubatuba… um horror !
Flavio
Se possivel obviamente. Como esta a situacao de motores do max pra essas 6 etapas?
A mxlaren ja atingiu o limite maximo com seus 2 pilotos.
Mas tb atingiu? Isso.pode ser algo favoravel nas contas do holandes
AMIGUES DAS TRIADES DE HONG KONG,
No meio da transmissao do modorrento, mequetrefe, GP nas ruas da cidade-estado de Cingapura, SM teve um repente em meio ao tedio e pensou:
SM: FELIPE…Que acha de chamarmos a Mari Becker para falar alguma coisa?
Ja que ela atravessou meio mundo para estar aqui com o canal da emocao!
F: SERGIO MAURICIO…Quem nao tem cao, caca com o gato. Tipo Lewis .
SM: Que maldade, Felipe.
E Mari foi chamada das redes sociais da rede Band para falar alguma coisa.
Mais adiante, Felipe soltou outra perola que entrara para os livros de historia.
F: SE EU FOSSE O LEWIS, PARAVA AGORA…
Exato, Hora de pendurar o capacete Lewis!
Sua tentativa de homenagear o saudoso canino deu com os burros n’agua.
Passou todo mundo em Cingapura, mas os freios nao deram folga.
E ai KIMI de mentira, Monegato passaram de novo. E quase Alonso passa!
Nao adianta chorar o leite derramado Lewis. Sem mimimi!
Assim como nao adianta chorar, com magoa, rancor e despeito, menines.
Honra ao Merito!
Toto, Vasseur, Marko, um bando de incompetentes diante do triunfo Papaya.
Papa Papaya Zak tirou o time laranja do fundao dos Bortos, Slowsons, Nepo-Babys, Francos e quejandos e o levou a GLORIA de dois TITULOS MUNDIAIS com antecipacao, humilhando a concorrencia dos cavalinhos, bois e zebras.
Ave Zak!
PAPAYA INVICTUS VINCIT.
E quando Landinho Rapidinho tem seus momentos de Max Verstappen, COERENCIA menines. Aplausos!
Oscarito espertito nao curtiu, Mas os dois com sangue nos olhos.
E sagradas PAPAYA RULES mantendo a convivencia civilizada entre eles, pavimentando o massacre sobre Scuderia Enzo, Boi Vermelho e Toto Mercedon .
Ah sim.
Sir George merece um contrato, Toto. Nao seja mesquinho, paroquial.
Faca como a Rede Band, faca o Pix para Sir George e deixe fake KIMI de ferias.
Max Hermann, esse merece um lugar melhorzinho para seus recordes.
Boi Vermelho te da asas para ver o triunfo das PAPAYAS e seus “Enzos”.
O choro e livre, menines. Assim como os carecas do INSS e os mensaleiros.
Tempo, senhor da Razao.
Além de tudo é bolsominion? Eca.
Já era perceptível…
Tem todas as características: incoerente, inconsequente, inapto, imbecil, iludido, ininteligível, recalcado, cabeça oca e com um ego muito maior que os textos que escreve.
Transmissão da band hoje foi tenebrosa, no fim da corrida teve uma imagem recuperada da ultrapassagem do kimi no leclerc e eles acharam que era o Hamilton. Parece que não prestam atenção na corrida.
Torcer pra que a próxima corrida seja melhor, porque essa foi um tédio…..
Não falo nada…
Alguém que manje de tv poderia dizer se aquela tabela que fica do lado esquerdo da tela aparece para o narrador, comentaristas? Por ela me informo muito melhor sobre a prova e não caio nas ciladas da narração.
Champs,
Mesmo sem pagar o dindim da Liberty Media, a Rede Band recebe direto o sinal-fonte. SM, Felipe e seus asseclas tem acesso direto ao que passa nas telinhas, streamings e cuts de vosotros.
Trata-se da boa e velha incompetencia – a mesma que faz a Ferrari bater no carro de Landinho Rapidinho ou a Briatore Racing largar com Pierre ou Pagamico sempre dos boxes.
Looser. Só isso.
Põe tenebrosa nisso. Eles tem dois comentaristas que não se dão o trabalho de fazer nenhuma leitura da corrida. Quando o Max parou nem falaram da diferença do tempo com pneu novo e velho, se a distância daria pro Norris dar o undercut, erram o tempo todo, não sabem o que é ao vivo e replay. Fora que a Mariana entrou ao vivo pelo zap com a voz metálica. Fim de feira total… Mas o abraço pro Denis, Tatola, Ângelo e Ricardinho sempre tem.
Alguma dupla de equipe de ponta mais xoxa do que esses papayas? tálôco!
Eu fico impressionado como os pilotos da McLaren são insossos, até mesmo o Norris que era tão promissor. Os caras tem o melhor carro, numa equipe com o dobro de pontos do 2° time, mas parecem não ter fome pela vitória. Até arrisco dizer que os 2 pilotos papaias não estão nem entre os top-5 da categoria. Certamente atrás de Verstappen, Leclerc e Russell, e ainda tem Hamilton e Alonso no grid.
Disse tudo. E esse Piastri, com sua eterna cara de sono, ta se esforçando pra perder esse titulo pro nao menos insosso do Lando…
Só não vai perder porque Verstappen voltou a ter equipamento tarde demais e o Dano Molis ainda vai tremer muito perto do holandês e, consequentemente, perder pontos. Piastri é mais piloto que o inglês, mas paga o preço por ser muito submisso à equipe.
Norris promissor?
O piloto que precisou de 7 anos na F1 para vencer um GP?
Coitadinho do Norris
Bem observado, não tinha olhado essa perspectiva.
Do jeito que vai, teremos em breve uma confusão mais forte entre Norris e Piastri. E Piastri vai se servir da vantagem que os pontos lhe fornecem, pois as tais regras “papaia” estão meio que perdendo a cor.
Ainda acho o mundial aberto. Numa prova onde a red bull era nuito inferior max chegou na frente das 2 mclaren.
A diferenca pra piastri e confortavel pra mclaren. Pra lando nao e. 41 pontos em 6 corridas e 3 sprints nao e garantia de nada.
O problema e que pra mim e nitida a preferencia da equipe por lando
Tem razao….a McLaren ta que nem o VAR em jogos do Palmeiras: sempre “coincidencia” a favor deles, né ?
Segue o líder kkkk
Segue o líder…
Véio Alonso P7 e Driver of the Day !
Uau, ficou em 7 lugar, realmente ninguem para Alonso…
Valeu Flávio, vc escreve muito bem. Pena que brasileiro não é afeito a leitura 📚. Gp muito tedioso foi esse. Vc. Não gosta de Sstock, não é? Mas por lá tem uma competitividade muito boa. Talvez valesse alguns textos.
Pois, sobre sua (ótima!) sugestão para que o Flavio fale sobre a Stock, uma coisa eh certa: Particularmente, lembro com saudade dos anos compreendidos entre 2007 e 2010, ocasião nas quais o dono , no então ‘blig’ do Gomes (!), destilava textos maravilhosos, mostrando a ‘realidade’ da categoria (e, o mais legal: muitas pessoas ligadas ao comando, tinham ‘medo’ de por lá comparecer e ao menos tentar efetuar a defesa… nunca entendi tal ‘medo’. Estamos falando de pessoas rica$, com casa segura e carro na garagem. Qual ‘problema’? Eles nada tinham a perder…)
Me causou vários problemas… Mas cansei de dar murro na ponta de algumas facas.
Corrida ruim.
Pior ainda foi a transmissão, que deixou de mostrar os poucos momentos relevantes de ultrapassagens, optando pra filmar algo que todos saberíamos: norris respeita demais o Max.
Vai que o sonho dele é ser o número dois na RBR e escudeiro do tilápia?