E ACABOU (3)

SÃO PAULO (merecido) – Lando Norris é o 35º campeão da história da Fórmula 1. O inglês de 26 anos, completados no último dia 13 de novembro, precisou de 152 GPs e sete temporadas para comemorar seu primeiro título. É o primeiro de um piloto da McLaren desde 2008, quando Lewis Hamilton levou a taça numa decisão épica em Interlagos.
Hoje, em Abu Dhabi, não foi tão épico assim. O roteiro da corrida, escrito com as tintas da obviedade depois da definição do grid ontem, previa uma vitória de Max Verstappen e o título para Norris, que só precisava de um pódio para fechar o ano na frente de seus rivais – além do holandês, o australiano Oscar Piastri, seu companheiro na equipe papaia.
Foi exatamente o que aconteceu. Max venceu, Piastri foi o segundo e Norris, o terceiro. Ao final das 58 voltas em Yas Marina, a tabela mostrava 423 pontos para o novo campeão, contra 421 do tetra da Red Bull e 410 para Oscar.

Esses dois pontos de diferença podem levar os analistas mais entusiasmados a apontarem o dedo para duas situações no campeonato que, na sua visão, foram “decisivas” para o título. Primeiro, o incidente entre Verstappen e George Russell no GP da Espanha. Max ficou irritado com uma ordem da equipe para ele devolver a posição depois de uma suposta manobra fora dos conformes e acabou batendo no inglês da Mercedes. Nenhum dos dois abandonou. O holandês foi punido pela direção de prova e o quinto lugar que tinha conquistado na pista virou décimo. Perdeu nove pontos, na brincadeira.
A outra foi a inversão de posições entre Norris e Piastri no GP da Itália. Um pit stop ruim no carro de Lando fez a McLaren solicitar a Piastri, que tinha assumido o segundo lugar, a troca de lugar entre eles. Oscar ficou meio enfezado, mas acatou. Assim, naquela prova, Norris fez 18 pontos em vez dos 15 que faria se terminasse em terceiro. Os defensores do time vão dizer até o fim dos tempos que foram esses três pontos que deram a taça a Lando.
É claro que não é assim que a banda toca. O Mundial teve 24 corridas e seis Sprints, e ao longo dessa jornada erros são cometidos e decisões de todos os quilates são tomadas, muitas vezes equivocadas. A de Monza, por exemplo, foi. Acabou com a saúde mental de Piastri, que depois daquela prova murchou de vez. Ele era o líder do campeonato. Será que se tivesse chegado em segundo, marcando mais pontos, as coisas não seriam diferentes para ele dali em diante?


Nunca saberemos. Ao chilique de Verstappen, podemos contrapor o de Norris no Canadá, quando bateu em Piastri tentando uma ultrapassagem anômala. Se perdesse o título hoje, alguém indicaria aquele momento como decisivo, esquecendo o faniquito de Max em Barcelona. A McLaren, se fosse derrotada, talvez atribuísse a perda do título ao desgaste da prancha sob seus carros em Las Vegas, da ordem de frações de milímetros. Ali, na desclassificação de ambos, Norris perdeu 18 pontos de um segundo lugar e Piastri, 12 do quarto.
Cito tais fatos para desestimular as tentativas fáceis – e sedutoras – de explicar o resultado de um campeonato inteiro a partir de episódios isolados. Eles se sucedem ao longo de um ano e só quando são empilhados e organizados contam a história toda. E toda história, como se sabe, precisa de capítulos para ser contada. Alguns são mais bem escritos e aderem à memória. Quantas vezes você já ouviu falar que Alain Prost perdeu o título de 1984 porque só fez metade dos pontos da vitória “roubada” de Ayrton Senna em Mônaco? Fez 4,5 pontos em vez dos seis que marcaria se tivesse terminado em segundo sem interrupção da prova, e fechou o ano meio ponto atrás de Niki Lauda. Eu mesmo devo ter dito e escrito isso mil vezes. E o título de 2008, que Felipe Massa reivindica até hoje pelo que aconteceu em Singapura?


Não, não é assim que a banda toca mesmo. Prost teve cinco abandonos em 1984 e Lauda engatou uma sequência de três vitórias e três segundos nas últimas sete corridas, e é por isso que foi campeão, não por causa da vitória pela metade do francês em Monte Carlo. Massa rodou e abandonou na Malásia, chegou em 13º em Silverstone porque não parou de pé na pista molhada, teve motores quebrados na Austrália e na Hungria, e foi por isso que perdeu o título para Hamilton em 2008, não porque Nelsinho Piquet bateu de propósito em Singapura.
Assim, portanto, que a banda toca. Norris teve mais bons do que maus momentos em 2025, e por isso foi campeão. Claramente mudou sua postura depois de um começo de ano claudicante diante da exuberância de Piastri. Cumpridas as nove primeiras corridas do ano, Oscar tinha cinco vitórias contra apenas duas de Lando. Se aprumou a partir do GP da Áustria e correu atrás do prejuízo – acho essa expressão perfeita, tem gente que deixou de usar porque “ninguém corre atrás de prejuízo”, o que é uma besteira, a gente corre para recuperar o que perdeu, corre atrás do prejuízo, sim, chega nele, dá-lhe uma voadora e segue em frente; também uso “risco de vida”, mas isso explico outro dia.

Norris reagiu, passou a dividir vitórias com Piastri e quando a F-1 voltou das férias, a partir do GP da Holanda, teve como maior aliado Verstappen, que acordou de um certo entorpecimento da Red Bull e passou a esmurrar um letárgico Oscar na tabela de pontos.
Max entrou na briga e nocauteou Piastri. Mas não derrubou Norris. Deu-lhe, é verdade, alguns diretos no queixo. Mas Lando, se cambaleou aqui e ali, não foi à lona como seu colega de time. Soube trabalhar a vantagem que construíra ao longo do ano. E a vitória em Interlagos praticamente resolveu a contenda.
A desclassificação dupla da McLaren em Las Vegas reanimou Verstappen, claro. Em três corridas, contando a da terra dos cassinos, o cara fez 80 pontos. Na mesmas três, Norris marcou 33. E mesmo assim foi o campeão. Porque tinha sido competente o bastante nas 21 anteriores. E é assim que se abre a picada no meio do matagal dos que ainda não ganharam títulos. Max já conhecia o caminho, a arrancada no final foi fácil para um sujeito com quatro taças na estante. Não precisou de tanto esforço, sabia como usar o facão para escancarar o caminho. No final, no entanto, tinha um menino determinado um pouco à frente. E o menino não deixou a peteca cair.
Está em ótimas mãos o título de Lando Norris. É o primeiro de um piloto alheio à dupla Red Bull-Mercedes desde 2009, quando a BrawnGP foi campeã com Jenson Button, na temporada mais nonsense de todos os tempos. De lá para cá, os rubro-taurinos ganharam oito vezes e os prateados, sete.
Para contar a história do GP de Abu Dhabi que encerrou a temporada, talvez não fossem necessários muitos parágrafos. Mas pela importância desse último capítulo de 2025, eles foram escritos. Pode ser que lá pela metade deste relato bata uma certa sonolência no leitor. Mas é assim mesmo. Nem todas as decisões na F-1 são epopeicas, fabulosas, recheadas de atos de heroísmo ou ousadia desmedida. Algumas são suaves. E foi assim hoje.


Verstappen largou muito bem e trouxe com ele os dois carros da McLaren, que estavam em segundo e terceiro no grid. Mas antes do fim da primeira volta Piastri, com pneus duros, ultrapassou seu companheiro de equipe. Norris caiu para terceiro com um pilhado Charles Leclerc em quarto. Fernando Alonso, Russell, Gabriel Bortoleto, Isack Hadjar, Esteban Ocon e Yuki Tsunoda eram os dez primeiros.
Nas estratégias iniciais, quatro pilotos estavam com pneus duros – além de Piastri, Tsunoda, Kimi Antonelli e Lance Stroll –, três com macios – Hamilton, Alexander Albon e Nico Hülkenberg – e o resto, com médios.
Pelo rádio, a McLaren tranquilizava Norris. Se é verdade que naquele momento Lando trafegava no limite do necessário para ser campeão, um terceiro lugar, não era menos verdade que, se preciso fosse, arrumariam um bate-esteira de vaquejada para derrubar Piastri e Lando subir uma posição. Estava tudo sob controle.
Com dez voltas, as três primeiras posições estavam alteradas. Max tinha 2s de vantagem sobre Piastri, que por sua vez segurava as pontas com outros 2s em cima de Norris. Leclerc, pela primeira vez, aparecia mais de 1s atrás de Lando e já não podia mais abrir a asa móvel.

Na volta 15, Russell foi o primeiro da turma da frente a parar para trocar pneus. Colocou um jogo de duros e voltou lá atrás, em 14º. Bortoleto fez o mesmo na volta seguinte. Ele vinha mantendo a sétima posição desde o início da prova. Norris já estava mais tranquilo em relação ao espevitado Chaleclé. E na volta 17 o inglês parou, colocou um jogo de pneus duros e voltou à lida sem sustos. Leclerc e Alonso também pararam. Lando voltou em nono, com pneus duros para seguir na pista por um bom tempo. Mas no tráfego, o que sempre aborrece um pouco. Naquele momento, Verstappen era o campeão da vez com 421 pontos, contra 410 de Norris. Mas tinha muita água para passar debaixo daquela ponte, ainda.
Na volta 18, com pneus novinhos, Norris começou a escalar sua montanha. Passou Antonelli e Carlos Sainz e foi para sétimo. Na 19ª, foi para cima de Stroll e Liam Lawson e passou os dois de uma vez só. O neozelandês da filial da Red Bull ofereceu certa resistência para justificar o crachá e a cesta de Natal que a firma manda no final do ano, mas ficou nisso. Com a parada de Ocon, que chegou a ficar em segundo, Lando já era o quarto na volta 20. Seu próximo adversário seria Tsunoda.
O japonês foi orientado pelo rádio da Red Bull a dar uma segurada em Norris. Demitido, o que faria o pequenino Yuki? “Eu sei o que tenho de fazer, me deixem em paz”, respondeu, irritado. Tsunoda tinha largado de pneus duros justamente para chegar a esse momento: o de atrapalhar Lando. E, na volta 23, Norris foi para cima, decidido. Pegou o nipônico de surpresa, que para se defender fez um zigue-zague esquisito – para não dizer escroto. Lando passou na reta entre as curvas 5 e 6 pelo “acostamento”, espremido que foi. Foi tenso, bem tenso. O único momento de tensão na prova, a rigor.

Na 24ª volta, foi a vez de Verstappen parar. Piastri assumiu a liderança e Max voltou em segundo, coisa de 18s atrás do australiano. Para aumentar o nervosismo na mureta da McLaren, a direção de prova mandou duas informações: estavam sendo investigados Tsunoda, por forçar o adversário para fora da pista, e Norris, por ultrapassar o #22 da Red Bull pela parte externa àquela delimitada pelas faixas brancas.
O rádio da McLaren nem falou com Lando sobre a intensa atividade na torre de controle. Quanto menos informação, melhor. Leclerc voltou a aparecer no retrovisor do inglês, na quarta colocação. Estava animado, o monegasco. Era um incômodo inesperado para a McLaren. Mas só nas primeiras voltas de seus pneus novos. Depois, o rendimento caía. Um incômodo. Tipo aquela mosca varejeira que aparece do nada com sua carenagem verde metálica, gruda na janela e precisa abrir para que ela voe longe antes de cair dentro da sopa — muitas vezes com o auxílio de pano de prato. Nada mais que isso.

Veio, então, o alívio nas hostes papaia. A direção de prova comunicou um pênalti de 5s a Tsunoda por ter mudado de direção 200 vezes à frente de Norris algumas voltas antes. E nenhuma punição ao inglês, perdoado por ter feito uma manobra evasiva atrás do segundo carro da Red Bull. Com 31 voltas, Piastri, Verstappen, Norris, Leclerc, Russell, Tsunoda, Stroll, Hamilton, Alonso e Bortoleto eram os dez primeiros. Norris voltava à posição que precisava para ser campeão.
Com 34 voltas, Piastri, em primeiro, e Stroll, em sexto, eram os únicos que ainda não tinham trocado pneus. Hamilton já havia feito duas paradas. Verstappen vinha chegando em Oscar, 8s atrás. Os pneus do australiano estavam começando a abrir o bico. “Tá ruim esse pneu aí?”, perguntou o engenheiro. “Sim.” “Quer parar?” “Não sei.” O engenheiro, então, se virou para Zak Brown e perguntou: “O que está acontecendo com Oscar hoje, que está tão falante?”
O resultado que se desenhava para a prova era o mais óbvio antes da largada: Verstappen ganharia a corrida e Norris seria o campeão. Max reduzia a diferença para Piastri rapidamente. Na volta 39, 2s7. Na 40, 1s1. Foi quando Leclerc parou para uma segunda parada e a McLaren fez o mesmo com Norris na volta seguinte. Colocou pneus duros novinhos em folha. Bola de segurança, como se diz. Faltavam 17 voltas.




Verstappen assumiu a liderança de novo na volta 41 ao passar Piastri como se ele estivesse parado. Norris voltou do pit stop em terceiro, tranquilo. Oscar estava fora do jogo pelo título, era muito claro – com Max e Lando na pista, suas chances não existiam. Foi chamado para sua parada única, colocou pneus médios, voltou em segundo, 24s atrás de Max e 4s7 à frente de Norris. Era tudo que a McLaren precisava, seus dois pilotos juntos – just in case. Não importava quem estivesse na frente, desde que eles se mantivessem na zona de pódio.
Piastri perguntou pelo rádio o que precisava fazer para ganhar a corrida. “É ele mesmo?”, continuou cabreiro o engenheiro, espantado com aquela verborragia desconhecida. Na dúvida, respondeu que não havia muito o que fazer a não ser esperar por uma eventual segunda parada de Verstappen, que a dez voltas do final tinha mais de 20s de vantagem sobre ele. Max, por sua vez, queria saber se Leclerc estava chegando em Norris para atacá-lo pelo terceiro lugar. “Mais ou menos”, respondeu “GP”, o engenheiro do holandês. Ou seja: não, não estava.
Volta 50: Verstappen, Piastri, Norris, Leclerc, Russell, Alonso, Ocon, Hamilton, Oliver Bearman e Bortoleto eram os dez primeiros. Era muito claro que Max não iria parar de novo. O campeonato estava resolvido. Oscar não tinha mais o que fazer. Lá atrás, para os registros, Gabriel se segurava à frente de Sainz, primeiro, e de Stroll, depois, para tentar garantir um pontinho na despedida da Sauber. Não conseguiu. O canadense da Aston Martin passou os dois e foi para décimo. Hülkenberg veio lá de trás babando com pneus novos e passou todos eles, se colocando em nono e garantindo um lugar na zona de pontuação para o time que, no ano que vem, vai se chamar Audi.



Max ganhou pela oitava vez no ano, 71ª na carreira. Foi o piloto com mais vitórias em 2025. Norris e Piastri venceram sete cada um e Russell levou as outras duas. Piastri e Norris foram para o pódio com ele, nessa ordem. Leclerc, Russell, Alonso, Ocon, Hamilton, Hülkenberg e Stroll foram os dez primeiros. Bortoleto terminou em 11º. Hulk foi um dos grandes destaques do dia, ganhando nove posições em relação à de largada. Hamilton ganhou oito. Stroll, cinco. No Mundial de Construtores, a Mercedes garantiu o vice com 469 pontos contra 451 da Red Bull. A McLaren já tinha sido campeã.
Norris chorou bastante na comemoração. Agradeceu à equipe e aos pais, Cisca e Adam, que estavam nos boxes acompanhando a consagração do filho. A festa foi bonita e simpática, no nível de euforia que britânicos conseguem exibir. Verstappen, o vencedor, procurou diminuir a frustração do time dizendo que ninguém precisava ficar chateado com a perda do título, ao contrário: todos deviam ter orgulho do que fizeram em 2025, especialmente na segunda metade da temporada.






E assim terminou o ano da Fórmula 1. Terminou também, para o telespectador brasileiro, o período de cinco anos de transmissões da TV Bandeirantes. Em 2026, a categoria volta às plataformas da Globo, que por cinco décadas, de 1972 a 2020, mostrou as corridas para o país – desde 1981 com exclusividade e exibindo os Mundiais na íntegra. Nestes cinco anos, a equipe de transmissão da Band – integralmente oriunda da Globo – surfou na conquista de um novo público pela F-1. Sim, sendo bem preciso, é lícito dizer que, antes da emissora, foi a F-1 quem correu atrás de um novo público. E o encontrou, com o uso massivo das redes sociais, aplicativos para celular, a criação da série “Drive to Survive”, filme no cinema, ações promocionais ao redor do planeta, pilotos mais jovens e afáveis alinhados com o mundo digital, e uma revolução na estética das transmissões de TV. Esse novo público seria conquistado da mesma forma, estivesse a F-1 ainda na Globo, na Band, no SBT ou no Canal Rural.
Mas como chegou uma galerinha muito jovem, que nesses cinco anos passou da infância/adolescência para a idade quase adulta, a saída de cena do canal paulista tem o mesmo efeito nos novos fãs que a passagem do ensino fundamental para o ensino médio na escola. Atribui-se a justa importância aos primeiros professores e deles advém uma saudade antecipada quando chega uma nova tropa. Nesse sentido, a equipe da Band que realizou a cobertura nesses cinco anos tem mérito inegável. Fez o que pôde, sem muitos recursos e contando com profissionais que, pelo menos, conheciam o assunto. Funcionou. Não era muito complicado. O produto, repaginado, era muito bom.


Ninguém inventou a roda, porém. Há críticas que podem ser feitas, mas outros tantos elogios que não devem ser omitidos. O maior deles, ao aumento do tempo das transmissões, algo que a grade da emissora permite e não é muito comum em TV aberta bem-sucedida. A atuação da repórter Mariana Becker foi, igualmente, um ponto alto desse período, em que pese um certo personalismo exagerado – mas aí é opinião minha, gosto pessoal. No lado negativo, sempre cito, quando instado a falar sobre o tema, o desleixo de usar um tema musical requentado das coberturas antigas da Indy e a ausência de narrador e comentaristas nos locais das corridas. Foram 114 GPs nesse período, e a turma só pisou num autódromo em Interlagos. Questões técnicas, como o alcance limitado do sinal da rede em território nacional, também não devem ser desprezadas. A Band não chega em todo lugar. E em algumas repetidoras regionais, eram comuns sessões de classificação aos sábados sendo substituídas, muitas vezes, por transmissões de leilões de gado ou reportagens sobre parto de porcas prenhas ou sementes de soja transgênicas.
Em tudo, para a F-1, a volta à Globo será positiva. A emissora carioca tem audiência muito maior, abrangência nacional, e se não vai mostrar todas as corridas em sinal aberto, o que já está definido, compensará com um (prometido) amplo trabalho nos seus canais fechados de esportes, além de suas plataformas digitais. “Ah, mas tem de pagar!” Pois é. Hoje se paga para ver futebol, tênis, vôlei, surfe. Por que a F-1 ficaria fora disso?
A verdade é que a F-1 é coisa de gente grande, sempre foi, e no universo de mídia a Band não está à altura da categoria. Quase perdeu os direitos no ano passado por falta de pagamento e, neste ano, ao final do contrato, nem se mexeu para tentar renová-lo.
Surpresa, mesmo, foi a Globo abrir mão desse produto em 2020. Uma burrice que o grupo vai corrigir a partir de agora. E ninguém vai morrer porque o narrador não vai mais comer pão na chapa com o comentarista. Era apenas um estilo informal de narração, gracejo que já era feito nos tempos em que eles trabalhavam no Sportv — que é da Globo.
Existem outros.
Sobre a corrida e o título o FG ja escreveu magnificamente e é justamente sobre o texto dele que quero deixar a minha opinião. A minha impressão é que atualmente, até os bons e consagrados jornalistas aderiram a defesa das suas convicções sem um mínimo de imparcialidade ou simplesmente jogam para o que o seu público quer consumir. Não há o cuidado de se ater aos fatos e explorar a informação sem distorce-la, em vez da racionalidade que educa escolhem o caminho de falar o que a galera quer ouvir.
Eu só tenho a agradecer ao Flavio por não tomar o caminho mais fácil e ainda fazer jornalismo em grande nível… aquele que até em razão de trazer um ponto de vista divergente, agrega mais conhecimento.
Será este o último post do blog?
Não.
Como sempre um excelente texto, nem sempre comento, mas sempre leio, muito obrigado por tanta informação durante a temporada!
Grande abraço!
Antes que o blog congele, vou fazer meu exercício de futurologia: Verstappen será octacampeao, a Williams será campeã mundial de pilotos e construtores até 2030 e o Alinso se aposentará sem o sonhado. Tricampeonato Mundial.
Acho que para as transmissões do ano que vem a equipe deveria ser Edgard de Mello Filho narrando, Claudio Carsughi comentando, Flavio Gomes, por ser junior ainda, fazendo reportagens nos boxes e Fábio Seixas de estagiário.
Acho que o Hamilton aposenta e torço pro Alonso ter um carro fodaralho para El Fodon ser campeon
Esfregando as maõs aqui no aguardo das supresas de 2026. Imagina a Audi vir vencedora – para fazer uma torcidinha pachecosa. Ou então uma RB, uma Ferrari e uma Aston Martins infernais, para tirarmos a teima sobre quem é melhor: Max, Hamilton ou o Canalha (ele sabia!, com certeza sabia – da batida e da espionagem) Alonso? Ou então a Haas e a Alpine, para vermos se Bearman e Colapinto têm estofo de campeão? Vai ser muito blá-blá-blá e muita escaramuça até lá, mas a coceira e a ansiedade já estão na pele e no ânimo.
Curioso também pra saber se o Hadjar é rápido mesmo, ou se o Max vai fritar ele . Torço pela primeira opção
Independente do Gabriel, an Audi por si só já seria fator de torcida.
É legal demais ver a Audi entrando na F1.
Pena que em 2009 ocorreu aquela mudança de regulamento, pois a BMW estava com uma dupla fortíssima – Kubica tinha o carimbo de “futuro campeão” na testa -, e o carro vinha melhorando e até fazendo frente para a Ferrari e McLaren em algumas pistas.
Mais um pouquinho acho que eles bateriam campeão.
Quanto comentário no Blog hein! Bombando 💣
Boa a menção das mudanças de transmissão. Aos que reclamam, assinem a F1TV e tenham 20 cameras de cockpit e acesso ao rádio dos pilotos, além de escolher o idioma da narração. Dá para aprender inglês tb 😆
Excelente Flavio: completo, abrangente, isento. E muito bom de ler !!!!
Flavio
Tu frisa o tempo todo sobre “mandar narrador e comentarista pra corrida”
A Globo não manda nem pra futebol aqui na América do Sul na maioria das vezes.
E vai mandar o Everaldo pra Suzuka? Pra Jeddah? Pra Melbourne?
Vou contar quantas vezes isso vai acontecer.
Fim do ano que vem, virei aqui pra podermos atualizar essa conta.
Birra sua, birra minha.
Não precisa nem esperar o fim do ano. Já disse diversas vezes nas lives, onde o assunto é recorrente. Se não mandar, vou malhar do mesmo jeito.
E o que falar sobre o Hulkenberg que largou em 18º e chegou na frente do Bortoleto largando em 7º.
O bortoleto teve problema no carro , vc não viu o pos-corrida?
O carro dele depois da parada ficou “bouncing “, ou seja , quicando muito . A equipe pediu desculpa pra ele
Que tristeza ver a F1 na globo de novo. Foi triste ver a equipe da Band dizer adeus. Foi em belo trabalho mesmo com as limitações tecnica$. Vão iniciar a transmissão faltando 5 minutos para a largada e encerrar assim que o último cruzar a linha de chegada.
” Globo e você, nada a ver “
Bola de cristal? Ou alguém da Globo te contou isso?
Pódio só se o Bortoleto estiver nele, hehehe.
Tínhamos as viúvas do Senna… agora temos as viúvas da Bandeirantes. Vou te contar…
hahaha… muito bom
Na verdade, esse título do Lando Norris tem a cara dos títulos do Prost na mesma McLaren, principalmente os dois primeiros:
Fazendo o que tem de fazer, com o regulamento embaixo do braço e ponto final!!!!
Com um piloto mais qualificado (por exemplo, Russell e Leclerc, sem contar Hamilton e Alonso, que aí já é apelação), o título já estaria com a turma papaia antes, sem tanto estresse no final…
E sobre a transmissão na TV, sentirei falta da Band, mas entendo os motivos da Liberty Media, que depende mais da Globo, do que a Globo depende dela e da Fórmula 1, pois ela se vira bem com o Globo Rural e o programinha do Daniel nas manhãs de domingo!!!!
Só não entendi por que a não contratou o Flavio Gomes ?
Burrice da Globo.
Eu se fosse um CEO da Globo contrataria , nem que fosse se freelance ,
o FG e a Mari Becker , pelo menos em respeito a quem ama o esporte.
Título merecido mesmo. O que vale é o conjunto da obra no ano. Max mostrou o quanto é superior aos outros.
Comentei ontem – aqui no blog – que acho o capacete do Lando Norris horrível, o mais feio da F1 nos últimos 40 anos.Retomo e encerro o assunto. O juízo estético do Norris é de um jovem de 26 anos. Meu juízo estético é de um idoso de 64 anos.O que é arte, pra mim, não deve ser arte, pra ele.
O Palmeiras tem mundial!
Sem bajulação, até porque detesto bajulação. Mas acho que Flávio Gomes seria um nome considerável para comentar as corridas no ano que vem nas transmissões pela TV.
Um texto primoroso, obrigado por manter a mídia escrita viva, é difícil encontrar alguém que ainda escreva sobre qualquer coisa, é um deleite ter um texto sobre F1 com tanta qualidade e esmero.
excelente !!
Entre as perdas e ganhos da troca de emissoras, ontem me chamaram atenção dois comentários durante a corrida: “se a Mari Becker acertar a estratégia de pneus do Piastri, eu vou embora” e “será que alguma namorada de piloto tem olhos que não sejam azuis ou verdes?”.
Ah, é só um gracejo, o “humor da família brasileira”. Aham.
É o tipo de piada inofensiva que pavimenta o caminho para o locutor (que já foi da Globo) fazer postagem transfóbica em rede social e seguir impune.
Espero que a visibilidade e o RH da Globo ajudem a reduzir o feminicídio no Brasil. Na transmissão da Fórmula 1, a Bandeirantes poderia ter ajudado mais.
O narrador já se mostrou homofóbico mais de uma vez, com certeza é misógino também.
Pelos serviços prestados eu acho o Reginaldo Leme um patrimônio do automobilismo nacional, porém foi difícil acompanhar essa trajetória dele na Band… parece que teve algumas questões de saúde que explica os apagões dele e isso se releva facilmente, porém dois comentários, esse dos olhos azuis e o da esposa feia de algum piloto foram lamentáveis. A má companhia pode aflorar o nosso pior… e é por isso que deve haver um mínimo de rigor na linha editorial.
E chegamos ao fim de mais uma temporada com um campeão inédito. Um final relativamente emocionante. Tomara que ano que vem tenha mais equipes e pilotos brigando por vitorias.
Valeu, FG!
Alguém sabe dizer se hoje antes da corrida Junior amigo do Papuda vestiu camiseta ‘Chefe é Meuzovo’ ?’
Eu fico aqui pensando, e se o Sergio Pérez tivesse continuado na Red Bull, hein? Ano passado o mexicano ainda marcou 152 pontos, enquanto que em 2025 a dupla Tsunoda + Lawson entregaram apenas 33 pontos. Verstappen passa o ano inteiro praticamente lutando sozinho e perde por apenas dois pontos, sem ter em momento algum alguém para ajudá-lo a tirar pontos dos concorrentes diretos.
O penta começou a se esfarelar na dispensa do mexicano.
E o Pérez foi importantíssimo naquela corrida que definiu o primeiro título do Verstappen. Conseguiu segurar o Hamilton com aquele foguete por algumas voltas.
Não fosse o Pérez, no momento do safety car o Hamilton teria vantagem suficiente para entrar nos boxes, trocar os pneus e voltar para a pista sem se preocupar com o que Verstappen faria.
Red Bull sendo Red Bull. Muito sacana a manobra do Tsunoda.
O filme do Canadá deve ter passado pela cabeça do Norris. Mas ele foi valente e competente. Fora a ultrapassagem dupla.
Ao final, apesar de uma corrida morna, Norris teve performance de campeão.
“no nível de euforia que britânicos conseguem exibir”
Olha, não entendo essa eterna implicância na suposta falta de sentimentos dos europeus. Alemães são “frios”, franceses são isso, ingleses são aquilo. Queria o quê? Que se esgoelassem, fizessem no estereótipo brasileiro que tanto é criticado aqui? Estilo Barichello? Família do Massa? Aí estaria bacana? Mais do que a mãe do Lando Norris comemorou? Que Norris chorasse mais do que chorou? Aí sim eles não seriam “frios”, “distantes”? Daí para pensarem que isso valeu menos para eles é um passo.
Mas aí, se um dia ganhar o Gabriel, e agir feito um imbecil, e levantar bandeira, será criticado aqui mesmo.
Realmente, não entendo a implicância. Não entendo como eles precisariam “sentir” mais do que sentiram.
A frase não contém crítica nenhuma.
Se o prefeito de Londres criticou o guaraná, qual é o problema de criticar o humor britânico que apenas eles entendem ?
Afff… quanto mi-mi-mi
Garanto que nenhum inglês ficou ofendido com essa frase.
Titulo em boas mãos,
Que venha 2026 , nova F1 , Globo de volta
Deveriam aproveitar e tirar alguns pilotos que já deu o que tinha que dar:
Alonso , Hulk , Tsunoda , Strol, até o 7 vezes campeão Hamilton
( Alguem indica mais algum)
Tsunoda vai embora mesmo, stroll nunca deveria ter entrado.
E o Hamilton realmente é caso de aposentadoria.
Agora alonso e hulk estão em ótima forma.
… e lá fui eu procurar o que é um bate-esteira de vaquejada.
hehe
Belo texto camarada Gomes, se a pessoa não assistiu a transmissão pelas suas palavras pode imaginar facilmente.
Texto bom é assim te leva dentro do acontecimento. Parabéns pela escrita
Ja que é pra ter que pagar pra ver, irei de F1TV em 2026 pois la pelo menos o produto e telespectador nao serao maltratados
Vale cada centavo. Transmissão e programação com profissionais de altíssimo nível. Sem contar o acervo de corridas dos anos anteriores, documentários e outras coisas.
Quem será que vai narrar na Globo? O Everaldo?
Que seja. Mil vezes melhor que o Luiz Roberto “sabe de quem”.
Deus te ouça. Luiz “guol” Roberto é ruim demais
Corrida bem xoxa do bortoleto, ainda mais levando em conta que o hulkemberg largou em 18 e chegou em nono.
No final, matematicamente todo ano tem um campeao. Norris e McLaren foram campeoes, mas não brilharam fazendo algumas corridas espetaculares, ou por problemas sair no fim do pelotao remando e batendo rodas etc. Foguete nas mãos, correndo de cara pro vento e resultava trofeus. Teve meritos de “ganhar” as corridas na classificacao de sabado.
Torcendo pras Ferraris e Mercedes melhorarem ano que vem.
Vivi para ver o Damon Hill (ou seria o Jacques Villeneuve) ganhar dois títulos do Schumacher.
Que “campeãozinho” criado pela McLaren.
É até um pecado uma sequência de 4 títulos de um gênio (Verstappen) ser quebrada por um piloto desse nível.
Não fosse aquela palhaçada em Monza…
Piastri é outro que talvez nunca mais tenha chance de ser campeão.
Ano que vem muda o regulamento e que outras equipes possam chegar.
Verstappen fez uma das melhores temporadas da vida. É muito, mas muito, mas muito mais piloto do que a dupla de Enzo…e juntos ainda.
Saturno passando por Áries entre Junho e Agosto, do mesmo jeito que estava passando em 30 de Setembro de 1997, nitidamente azarou o Vespa. É nítido que o Vespa antes de 25 de Maio e depois de 31 de Agosto, era um, esse aí que você disse que fez uma das melhores temporadas da vida. Enquanto o Vespa durante o período de 25 de Maio a 31 de Agosto, era outro. Azarado, mas porém, parecendo estar decaído como piloto. É de arrepiar imaginar que o Retorno de Saturno num trânsito curto deu uma alterada pra pior no Vespa como piloto. 👀
Hill e Villeneuve ganharam apenas um cada, vô. 🤣🤣🤣
Você não entendeu a brincadeira?
O Hill / Villeneuve (Norris) ganhou do Schumacher (Verstappen) de novo.
Vivi para ver um Damon Hill ganhar dois campeonatos é uma brincadeira.
Eu acho Lando Norris dessa prateleira.
Acho Russel e Leclerc bem mais pilotos, por exemplo.
Comparar com Verstappen, Alonso e Hamilton já é sacanagem.
Todo respeito a equipe da Band, todo ! Não sei se vai ser melhor ou pior ,acho que vai ser diferente,se é que me faço entender
A Globo, de narrador, está muito bem. Everaldo Marques dispensa apresentações. O problema está nos comentaristas. Rafael Lopes é do mundo digital, nunca comentou nada em televisão. Ponto negativo para a emissora carioca. Luciano Burti foi piloto de F1, passagem relâmpago diga-se, há muitos anos. 25 anos, para ser mais preciso. É muita coisa. Seu tempo já passou. Inexplicavelmente, a platinada carioca o trouxe de volta. Outro ponto negativo. Piloto por piloto, Rubens Barrichello seria um nome muito melhor nos comentários. Comenta-se que Christian Fittipaldi já teria um acerto com a Globo. Até agora nada confirmado. E Lito Cavalcanti seria a melhor escolha para substituir Reginaldo Leme, verdadeiro monstro sagrado das transmissões de Fórmula 1 não só no Brasil, mas no mundo. Enfim. Apesar de o FG estar justificando por A+B+C+D o retorno para a Globo, não conheço ninguém esteja comemorando a saída da Band. Mas é assim que é por enquanto.
O Christian Fittipaldi comentando seria bom demais. Com todos os aspectos sobre a transmissão da Band exaustivamente discutidos neste blog, também não vi ninguém suspirando com a volta à Globo.
Você estava indo bem até falar no Lito Cavalcante… kkkk
Nada contra ele, ótimo jornalista , mas ele também, assim como o Reginaldo , já passou do ponto. São duas lendas, mas tem que dar espaço para os jornalista mais jovens.
Deviam chamar o Flávio Gomes …
Lito é fera. É um dos caras que mais sacam de Formula 1, lê , se informa, tem timing para falar. Parem com esse discurso etarista.
Esse tal de Everaldo é mais um caso modinha, alguem um dia disse q ele era bom e neguinho repete que nem papagaio, se for ele o narrador vou ter q assistir as corridas sem som…
Um texto sem economia, gratuito e, até o momento, na mesma emissora dos últimos 20 anos. Belíssimo fim de temporada e que venha 2026!
Depois da ultrapassagem sobre o Stroll e Lawson, e em seguida sobre o Tsunoda, percebi que o Norris seria campeão. E apesar de tê-lo desmerecido em algumas ocasiões, acho que o título foi merecido.
Fato, a regularidade após as férias pesou a favor do Norris. Estou curioso para ver se a confiança após o título se refletirá nas próximas disputas com Verstappen.
A única forma de lembrar de uma corrida nesta pista é quando há decisão de título e olha lá. O dinheiro fala mais alto.
Ganhou o piloto que foi mais regular ao longo do ano, mas que mesmo com um equipamento superior teve que suar o macacão.
É esperar para ver o comportamento das equipes com o novo regulamento.
O Retorno de Saturno pro boca de peixe durou pouco em 2025, mas fez seu trabalho. 0 vitórias entre 25 de Maio e 31 de Agosto. Se esse período tivesse durado 1 mês a menos, o boca de peixe teria igualado o dick vigarista(que foi um que não conseguiu ganhar sob o Retorno dos Anéis). E se preparem Verstapetes, pois se 3 meses fizeram estragos nos planos de recorde do boca de peixe, imagina duas temporadas inteirinhas? Apertem os sintos bando de Bolsominion. Rsrs
Pra quem está negativando, saiba que episódios como Schumacher se chocando com Villeneuve, Alonso não conseguindo passar o Russo em Abu Dhabi e batendo em Spa e Suzuka, são alguns clássicos efeitos do Retorno de Saturno pra pilotos na F1. Atualmente, não estamos em Saturno em Áries como estávamos entre Junho e Agosto e como o mundo estava em 30 de Setembro de 1997, mas estaremos durante todos os anos de 2026 e 2027. E bom, Saturno em Áries deixou seu rastro sim contra o Holandês. Tá muito claro que ele não ter ganho nenhuma corrida entre Junho e Agosto(principalmente a do Canadá), fez falta.
Ninguém aqui está interessado em astrologia… esse não é o blog do João bidu
Liam Lawson foi penalizado em 5 segundos por “pilotagem errática”. Também recebeu um ponto de penalização na Superlicença.
Salvo engano meu, foi a primeira vez que li a expressão “pilotagem errática”, na tela da TV, em uma corrida de F1.
Não foi o tsunoda?
Os dois foram punidos, mas “pilotagem errática’ foi para o Lawson
Merecido pro Lando. Mas talvez o ano de melhor pilotagem do Max.
E que temporada anêmica do Hamilton. Humilhado pelo Leclerc.
Uma pena…
Um texto para uma leitura prazerosa e confortável após um disputa longa.
Bom. Tivemos dois campeonatos distintos. Na primeira metade a supremacia absoluta da Mclaren, com Max terminando 104 pontos atrás do primeiro colocado. A vantagem derreteu para dois pontos no fim da segunda etapa. Ou seja, quando a Red Bull conseguiu parear seu carro, o braço do piloto holandes fez a diferença. Pra sorte da Mclaren, o desempenho pifio da Redbull no qualifying do GP do Brasil foi decisivo para o resultado final da contenda.
Lando tem muito a comemorar. Nunca se sabe quando terá essa vantagem absurda do primeiro semestre novamente.
Um dia descobrirei como és capaz de escrever tantas palavras num textão arretado assim pouco depois dos carros estacionarem na garagem.
Parabéns para Lando, correu com a cabeça e assim se ganha campeonatos de corrida de automóvel: com os pés, as mãos e a cabeça.
A McLaren fez o arroz com feijão e mereceu mesmo ser campeã de tudo. Mas que foi bacana a reação do Verstappen, isso foi.
P.S.: que foto linda essa da Mercedes do Russell. Há muitos anos, não via uma tão bonita na F1.
No começo de 2021 na hora que anunciaram que ia ter F1TV assinei sem perguntar o preço. Foi o melhor dinheiro investido em F1 em todos os tempos.
Muito principalmente porque a narração local torna a experiência inassistível
Gostei da avaliação da questão da transmissão da Band. Ate pq tentar discutir isso nas redes sociais e quase impossível. As pessoas defendem a transmissão da Band na base da ignorância chega a ser ridículo….
Para transmitir a F1 ter mais canais na TV a cabo faz a diferença ou streaming como o globo play. Na Band As repises da corrida no BandSports era terrível pq nunca tinha horário para passar a reprise em favor de tantas outras coisas que o canal mostra por ex. Se não visse a corrida no Domingo sendo ao vivo ou a noite na principal reprise, ja era!!
Ótimo texto. Max mostrou mais uma vez que é o piloto. Fez sua parte com brilhantismo. Um dos problemas, é que a Red Bull é equipe de um carro só. Eu imaginei que Oscar poderia estragar a corrida do Lando. Mas, se a F1 fosse um presidio, foi depois de Monza que Oscar colocou batom, salto 15 e saia de borracha.
Eu não queria que o boca de Tilápia (Verstappen) fosse o campeão mundial de 2025. Então, gostei muito do Norris ter levado o título. Mas tenho uma, digamos, “observação diferente” sobre o Norris: ele usa o capacete mais feio dos últimos, sei lá, 40 anos da F1. É o capacete verme, o capacete com desenho de muitos Ascaris Lumbricoides (lombriga).
Tsunoda: por ser a última corrida, achei que ele (também) faria zerinhos na pista. Fica a dúvida: não sei se ele não quis fazer, ou se ele quis, mas não foi autorizado. Lembrando: Felipe Massa fez zerinhos em sua última corrida.
Talvez ele não saiba
Capacete de protozoários. Costuma-se dizer que carro bonito é o que vence, acho que não vale para capacete.