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terça-feira, 9 de março de 2010 - 13:31F-1

SENNA, 50 (5)

SÃO PAULO (algo mais?) – Passagem razoavelmente obscura sobre Ayrton Senna nos meses que antecederam sua contratação (opção, talvez) pela Toleman foi um teste que fez em Paul Ricard com a Brabham de Bernie Ecclestone e… Nelson Piquet.

Quem mandou a foto e o relato que segue foi o blogueiro Arthur Bomfim. Ele não mencionou a fonte do texto, e é claro que se alguém souber onde foi publicado originalmente, o crédito será dado aqui. De qualquer forma, segue:

Concluindo os testes de Ayrton Senna na pré F-1 em 1983, mostrarei seu último teste antes de assinar com a equipe Toleman. A equipe da vez foi a Brabham.

Depois de bater recordes de pista e andar mais rápido que os pilotos titulares nos três testes anteriores, Senna é convidado por Bernie Ecclestone, chefe da equipe, para dar algumas voltas em sua Brabham no circuito francês de Paul Ricard. O teste foi marcado pelo primeiro encontro de dois gênios brasileiros na F-1: Nelson Piquet Sotto Maior e Ayrton Senna da Silva.

Piquet foi primeiro a andar. Deu algumas voltas, fez um acerto no carro e virou 1mn05s90. A partir daí, o carro não mais seria modificado. Os pilotos convidados para testar a Brabham foram Senna, claro, o colombiano Roberto Guerrero, o italiano Mauro Baldi e seu compatriota Pierluigi Martini. Com a saída de Riccardo Patrese da Brabham para a Alfa Romeo, uma vaga de segundo piloto se abriria para guiar a Brabham ao lado do bicampeão Piquet.

Bernie estava muito animado com o teste, e em tom de brincadeira disse que apostava que Senna seria mais rápido que ele. “Tudo bem, aposto 100 mil dólares…”, disse Piquet já mordido com as comparações. Senna e Baldi viraram praticamente o mesmo tempo, Guerrero e Martini vieram um pouco atrás. Os tempos:

Paul Ricard, 14 de novembro de 1983 – Brabham BT52B BMW
1min05s90 Nelson Piquet
1min07s80 Mauro Baldi
1min07s90 Ayrton Senna
1min08s60 Roberto Guerrero
1min08s90 Pierluigi Martini

“Claro que eu seria mais rápido. Eu tinha acabado de ser campeão mundial naquela Brabham. Se um cara que estava conhecendo o carro naquele dia conseguisse me superar, era hora de fazer a mala e ir embora para casa”, disse Piquet. Senna: “Meu pior teste, com certeza, foi com a Brabham em Ricard. Eu estava sentindo que podia fazer muito mais”.

Dois problemas afetaram uma possível ida de Ayrton para a Brabham. O primeiro foi a intervenção da Parmalat, que queria um nome italiano vinculado com o seu carro para garantir maior atenção da imprensa italiana, e o segundo, partiu do próprio Piquet, que não queria Ayrton no time. Fato este que Nelson negou veementemente, mas Herbie Blash, diretor da Brabham, Chris Witty, diretor da Toleman e Ayrton Senna disseram o contrário. Para Bernie, foi até mais que um veto: “Nelson ficou muito chateado quando descobriu. Percebi isso porque ele, pela primeira vez, levou um assunto ao patrocinador. Disse à Parmalat que era estupidez ter dois brasileiros, pois eles nunca iriam se dar bem. E eu disse à Parmalat que Senna era mais veloz que Piquet e que era por isso que ele não o queria na equipe”.

Resultado: a Brabham ficou com um italiano para a temporada de 1984, mas não foi nem Baldi e nem Martini. O escolhido foi Teo Fabi.

Como eu disse, o episódio é obscuro pelas negativas de Piquet, que jura nunca ter vetado ninguém. E também porque até hoje tem gente que garante que Senna colocou tempo em Nelson, o que não é verdade. Mas a história é ótima. A foto também.

256 comentários

  1. Daniel disse:

    Existem planilhas do teste, relatórios dos tempos pra esclarecer se Piquet botou 2 segundos mesmo como diz? O que nao seria estranho, como ele mesmo explicou por conhecer o carro e etc.

  2. Paulo Cesar disse:

    O problema do Piquet é que ele quer dar uma de malandro carioca, tipo lei do Gerson, tipo Eurico Miranda que tem dezenas condenações, mas por ser deputado nos crimes mais fortes tipo sonegação de impostos ele não é condenado se bem que a lei tá mudando já estão punindo políticos coisa que não ocorria no passado, já nos pequenos delitos o Eurico paga cestas básicas e responde em liberdade…nosso país estimula a impunidade, o Piquet sabe que pode falar mal de todo mundo que não ocorre nada, o Piquet é muito inteligente o que ele faz uma grande guerra psicológica contra pilotos fortes ele mesmo declarou isto em várias entrevistas, Mansell foi a vítima favorita dele quando ele viu que o Inglês era 0,5 segundo mais rápido que ele…. começou a fazer intrigas contra a família do Mansell, Chico Serra também foi atacado por ele, Barrichelo também, Senna…etc…mas os pilotos fracos ele não ataca como Cristian Fittipaldi, o Roberto Moreno (este é medíocre foi demitido da Ferrari -piloto de teste- e da Benetton por deficiência técnica, mas vive chorando se dizendo vítima), o Massa é outro piloto fraco é que agora que pegou um piloto forte como o Alonso está sendo desmascarado…

  3. Gustavo disse:

    Na verdade, Piquet (ele diz no documentário A era dos campeões) recebeu a proposta de Bernie de 100 mil dólares se ele andasse mais rápido que Senna. A resposta: “Eu pago 100 mil dólares se ele ficar no mesmo segundo que eu.”

  4. General Dególe disse:

    O carro mais bonito dos 80′s , depois da Lotus -Renault JPS

  5. Danilo de Paula disse:

    Que loco! O carro tinha uma parte semi transparente na frente do cockpit? A parte em azul parece uma espécie de acrílico.,, dava pra ver por debaixo da carengem… era um carro com estilo

  6. Antonio Seabra disse:

    Impressionante analisar os comentários, como um todo. Quem nunca viu nem leu nada sobre corridas de carro, chega aqui pela primeira vez e lê tudo o que está escrito ai acima, vai acreditar piamente que a Formula 1 é um campeonato Verde e Amarelo, do qual só participaram 2 pilotos, Senna e Piquet.

    O que surpreeende não é o Piquet ter metido 2 seg. por volta no Senna, mas o fato do Baldi ter metido tempo nele. Mas, em corridas de carro, essas coisas acontecem, e não tem explicação logica, como querem alguns. Vejam que na primiera corrida do Mikka na McLaren, substituindo o Michael Andretti, ele classificou na frente do Senna. E já tinha metido tempo no Senna e no Michael Andretti nos treinos exta-ocicias da McLaren, dai ter sido acelerada a “aposentadoria” do Andrettinho, para promoção do Mikka a piloto titular. E isto nao quer dizer que ele fosse melhor ou mais rapido do que o Senna.

    Onde eu pretendo chegar com isto? Queor lembrar aos senhores debatedores que a analise não é cartesiana, que nem sempre o cara está no seu dia bom, e que o adversário também pode ter seus dias bons, e que a Formula 1 não teve apenas estes dois brasileiros. Certamente esses 2 era fantasticos, mas houve também muitos outros pilotos fantasticos, alguns talves até mais rapidos, como Villeneuve, Peterson, Rindt, Clark e cia ltda. E, incluam nesta lista mais dois brasileiros, igualmente grandes e rapidos, o Emerson e o Moco.

    É absolutamente injusto comparar o Piquet em final de carreira com o jovem Senna, é claro que o Senna acabaria
    ( e acabou) sendo de certa forma o algoz do Piquet. Assim como o jovem Schumacher acabaria sendo o algoz de um Senna mais maduro, caso não houvesse ocorrido o tragico acidente na Tamburello. Lembrem-se que a idade “freia” o cronometro, isto é fato inevitável. Esta é a ordem natural das coisas.

    Erra quem analisa apenas o Emerson do final de carreira, e esquece o piloto rapidissimo que ele foi quando jovem, no tempo de seu primeiiro campeonato. Ele também foi o jovem algoz de um Stewart maduro. O jovem Stewart teria sido também um algoz para um Clark mais velho, não fosse a injusta fatalidade de Hockenheim. E por ai vai .

    Quanto a colocar diferentes pilotos em um carro hipoteticamente desconehcido, é lícito imaginar que se cada um pudesse mexer no carrro a seu modo sem “colar” o acerto dos outros, os grandes acertadores, como Piquet, Prost e Emerson, estariam entre os mais rapidos. Porem, se fosse para pegar o carro do jeito que foi entregue, sem poider mexer em nada, e sair acelerando, eu não apostaria minhas fichas nem no Piquet nem no Senna, mas sim no Villeneuve, no Peterson e no Rindt. E provavelemte também no Clark.

    Mas tudo isto é tremendamente subjetivo, porque depende igualmente muito do carro e do circuito. Existem carros que são mais a feição de um determinado piloto, como por exemplo a Ferrari da primeira metade de 2002, que não se adequava ao estilo do Schumacher e sim ao do Rubinho , o que fez com que, pela primeira vez o brasileiro conseguisse ser diversas vezes mais rapido do que o alemão. Que, inquestionavelmente, era muito melhor do que o Rubens.
    Do mesmo jeito, existem circuitos que se adaptam como uma luva ao estilo de determinados pilotos, e o exemplo tipico é que o Ickx era praticamente imbatível em Nurburgring. Ou que o Merzario era invariavelmente o mais rapido dos pilotos das Ferrari 312P em Fiorano. Idem o Senna em Monaco. Idem o Clark em Spa. E o Emerson era rapidissimo em Brands, só pra ficar com estes exemplos.

    Mas, pra encerrar esta Formula 1 dividida apenas entre Emerson e Piquet, como nos devanieos dos que aqui debatem, eu lembraria que se se fosse perguntado ao Nigel Roebuck, hoje (depois de não contarmos mais com Jenkinson, Crombac, Lini, etc), certamente uma das maiores autoridades mundias em Formula 1 e em corridas de carros em geral, que foi o melhor, quem foi o mais rapido, quem foi o mais completo, ele provavelmente diria:

    Mais rapido: Gilles Villeneuve
    Melhor piloto: Jim Clark
    Mais completo e versatil: Mario Andretti

    No que eu concordo com ele em genero, numero e grau !!!

    Mas, só pra divergir um pouco do Nigel Roebuck, ele cita o Reutemann entre os melhores pilotos que ele viu guiar. E, embora eu reconheça que o Lole, no dia dele, era um osso duro de roer, não concordo de jeto nenhum com esta avaliação do Nigel.

    E, pra complicar ainda mais esta equação insoluvel, há ainda quem discorde da “autoridade” do Nigel como o melhor jornalista de F1 vivo.

    Aqueles que gostam e conhecem corridas de carro não se limitam a uma discussão inocua sobre quem foi melhor, Senna ou Piquet, porque sabem que existem diversos outros players fortissimos, nessa disputa.

    Preferencia por preferencia, os ingleses mais jovens consideram que o piloto mais rapido do mundo foi….Nigel Manssel !!!!

    Preferencias emocionais, e por isto mesmo irracionais, cada um tem a sua, e não se discute, fim de papo.

    Antonio

    • Marcos disse:

      Parabéns pelo comentário, sensato.
      Sou fã do Nelson, admirava o Ayrton até 1988, depois virou estrelinha demais.
      Um abraço.

    • Fernando disse:

      Somente comentários a respeito do fim de carreira de Emerson. Não se pode falar em decadência de Emmo, pelo fato dele ter trocado suas chances no Campeonato pelo sonho de desenvolver uma equipe brasileira. Pois ele foi campeão em 74, 2º em 75 e em 76 foi para a Coopersucar, amargando a 17ª. Mas abrindo um capítulo importante da F1 para o Brasil.. Ficou na F1 até 1980, mas ainda tinha muito fosfato pra queimar. Correu na Indy até 1996.

  7. Cassius Clay Regazzoni disse:

    Fato: Com o mesmo carro Piquet meteu 2s em Senna.

    Hipótese: Podem inventar o que quiserem viuvada, a verdade está aí em cima o resto é choro de perdedor.

  8. Luiz disse:

    O Emerson ganhou as 500 milhas de Indianápolis como Hill e Jim Clark, o Nelson foi parar na parede e o Senna ficou com medinho.

  9. Luiz disse:

    Cadê o meu comentario anterior?Será que aqui só vale ser Piquet ou Senna? Dizer que o maior foi Emerson Fitipaldi não pode?Vamos lá, direi que o grande Rato foi o maior de novo e daí. Ofendí alguém com isso?

  10. Sheldonn Reis disse:

    Texto*. Perdoem-me o erro de grafia.

  11. Sheldonn Reis disse:

    Esse testo fora originalmente publicado pelo excelente Blog F1 nostalgia, num trabalho abnegado do seu criador o Rianov Albinov. Por gentileza Flávio ponha os créditos e para os leitors vale muito a pena visitar o blog que conta com um acervo magnífico de fotos e boas histórias. É válido lembrar que existem textos de todos os testes do Senna no blog. Vale a pena conferir.

    • Beto disse:

      Muito estranho pegar um piloto novato como o Senna que saiu da F3 com motores com 1/3 da potência do F1 e com pneus muito mais finos, menos peso, aerodinâmica diferente e com o cockpit adaptado ao Piquet, que conhecia os limites do carro é claro que o Senna perde …além disto o Senna tinha sérios problemas de adaptação aos carros que eram feito pra destros o Senna era canhoto, eu sou piloto e canhoto e tenho que fazer modificações na posição do câmbio. Piquet já tinha 5 anos de F1 em 83 ele desenvolveu o carro conhecia tudo principalmente o melhor ajuste aerodinâmico. O correto é analisar o Piquet na Lotus em 1988 com com 9 anos de experiência ele botava 1,0 segundo por volta no Nakajima em média, já o Senna na Lotus 1987 botava quase 3,0 segundo no Nakajima, agora Senna estava indo na 4° temporada tava amadurecido, conhecia o carro e os treinos eram oficias da FIA, façam a média dos treinos dos 16 GPs. É por isto que criaram a F3000 em 1984 que durou até 2004 por que tinha carros bem mais parecidos com F1, em Potência, aerodinâmica e pneus, o Senna só começou a ficar bom lá por 1990, no seu 6° ano de F1, as pessoas não nascem sabendo.

  12. Joe disse:

    No youtube tem os vídeos do documentário “A Era do Campeões” onde o próprio Piquet conta essa história.
    Se não me engano são 10 vídeos que formam uma sequência contando a história dos 3 campeões brasileiros.
    Tem o Emerson falando também. Vale a pena assistir.

  13. Fernando RD disse:

    Revendo os tempos, duas conclusoes:

    1 – Piquet dizia que o carro era utlizavel somente de 9.000 a 11.000 rpm, e por isto deveria ser muito melindroso. Imaginem só: até 8000 rpm um Uno Mille, dos 8 aos 9 mil um Tjet e dos 9 aos 11 mil uma Ferrari 430. PQP. Para quem era novato no ramo, deveria ralar de verdade.

    2 – Senna estava longe de estar nos seus melhores dias. Deve ter tomado um chá de calcinha da Xuxa uns dias antes e nao estava no seu melhor momento visto que embolou o tempo com o Baldi.

    E a conclusao 3 de qubra: o Piquet deu uma afinada com o a presença do galo novo no terreiro. Como a historia mostrou depois, tratava-se de um exemplar legítimo de galo preto, o malvado!

  14. cacersa disse:

    Por que ninguém comenta do que já li que o Senna pagou ao Gerard Decarrouge (projetista da Lótus) para fazer um carro ruim em 1988. Segundo o Jack Stwart que testou o carro, nenhuma mudança nos ajustes fazia o carro melhorar. E ai?

    • Beto disse:

      Cacersa o Lotus 88 era pra ser do Senna, pois ele já estava sendo desenvolvido em meados de 1987, só que o Senna que ia muito bem em pistas travada e molhadas e estava liderando o campeonato de 1987 até o GP de Detroit com 31 pontos na metade do campeonato, só que as provas do segundo semestre eram de alta velocidade onde a aerodinâmica era fundamental, aí a Lotus começou a ir pra traz, e Senna que tinha um temperamento difícil acabou brigando com o chefe da equipe o Peter Warr, Warr acabou demitindo Senna e contratando Piquet, mas a Honda já tinha decidido que ficaria com 3 pilotos, Nakajima por ser japonês, Piquet por ser tri-campeão e Senna que eles condideravam o mais rápido, por isto não tem esta do Senna comprar o Gerard pra prejudicar o Piquet, segundo o Piquet os chassis da Lotus eram do tipo sanduíche e por isto torcia muito, prejudicando qualquer ajuste aerodinâmico, eles não tinham rigidez e torciam muito, por isto a culpa não é do Piquet, o Nigel Mansell que andou nos Lotus do Ducarouge e motor Renault em 1980-1984 também só fazia fiasco, assim com o Piquet em 1988, mas a Lotus usando um chassis do Frank Dernie em 1989, continuou indo mal, se bem que uma parte da culpa era do motor Honda aspirado V8 (desenvolvido pela Judd). O que ninguém consegue entender é por que as Lotus de 85, 86 e 87 andavam forte em treinos e não adianta dizer que era o motor Renault de 86 era o mais forte com 1200 HPs, o BMW tinha 1400 Hps, o Honda tinha 1250 Hps, a Lotus do Senna levava uma surra nas retas o máximo que eles atingiram foi 331,00 contra mais de 351,00 dos Benetton-BMW e 341,00 do Mansell Williams-Honda. Em todos os treinos era assim levava nas grandes retas de 10 a 15 kms/h nas retas, as vitórias da Lotus eram em pistas travadas ou molhadas, onde a aerodinâmica não é tão importante é muito provável que Senna tenha sido o piloto mais rápido da história da F1, não foi o melhor ele se desconcentrava fácil e por isto perdeu um monte de corridas ganhas na Lotus e Mclaren. Isto é opinião de vários engenheiros de F1.

  15. Leandro 440 Magnum disse:

    Não entendi qual a razão da eterna discussão entre fãs de Ayrton Senna e Nelson Piquet.
    Os dois foram realmente dois pilotos geniais,possuem o mesmo número de titulos na F1.
    Ayrton era melhor para tomada de tempo e chuva.
    Nelsão é insuperavel em mecanica – ele começou preparando carrinhos de autorama.
    Caracteristicas diferentes mas com um objetivo em comum,a vitória.

  16. Ronaldo Celestino da Silva Junior disse:

    Flávio, o texto foi tirado do livro “Ayrton Senna, O Herói Revelado” de Ernesto Rodrigues. Livro muito bem escrito.

    Com apreço,

    Ronaldo

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