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quarta-feira, 23 de março de 2011 - 15:37ESPN Brasil

COLETÂNEA DO INDIANA

SÃO PAULO (bem legal) - Quando eu fui para a ESPN Brasil, em 2005, criamos um quadro no programa “Limite” chamado “Indiana Gomes”. Uma brincadeira com o personagem Indiana Jones, arqueólogo vivido no cinema por Harrison Ford, já que a ideia era “descobrir” carros e contar suas histórias.

Todos esses vídeos estão disponíveis no site da ESPN, mas eu não sabia que muita gente tinha colocado no YouTube, também. Pois através desta página aí no alto, que traz uma reportagem sobre o SP2, dá para encontrar várias outras disponibilizadas pelos nossos fãs de esporte, como chamamos carinhosamente os telespectadores do canal. É só olhar a lista de vídeos na coluna da direita. Ou, então, digitar “Indiana Gomes” no sistema de busca do próprio YouTube. Está quase tudo lá.

Sei que vão perguntar do “Limite”, e já respondo: não sei se teremos uma nova temporada em 2011, é algo que está em estudos pela direção do canal, e portanto não tenho muito a dizer.

80 comentários

  1. Elisangela Scherwinski disse:

    É uma pena que bons programas brasileiros de esportes acabem, principalmente os que falam sobre todos os tipos de esportes automobilísticos, que além de nos fazer dar muitas gargalhadas, ainda mostram a realidade do descaso com o automobilismo brasileiro… Como muitos já disseram, só nos resta mudar de canal, a ESPN já não tem mais nada de atrativo. Assim como o descaso com o autódromo do Rio de Janeiro, esse é mais um corte no automobilismo brasileiro. Só sinto muito pelos apresentadores, que com certeza deram o seu melhor. Abraço Flávio, e muito triste com a notícia de que o programa não irá voltar.

  2. Fernando disse:

    Aff….. não acredito q a ESPN vai tirar o Limite do ar, eu curtia e muito o Indiana Gomes. Muito triste!!!!!.

  3. RafaelPereira disse:

    É uma pena não passar mais o programa. Era a unica coisa que eu assistia na ESPN. Gostava que voces falavam da Nascar mesmo sem muita propriedade. E depois que voce me bloqueou no twitter, fiquei meio orfão dos seus conhecimentos de automobilismo.

    Espero que o programa volte.

    Um abraço

  4. joao fabricio disse:

    façamos como um amigo aqui propos. vamos inundar os emails de trajano e outros diretores da espn pela volta do limite. Não é possível suporem tirar o programa do ar. É um público qualificado. Empresas sabem disso. Vejam os comerciais que passam no horário do programa: Mitsubishi, Nissan, tudo quando é montadora. Não é possível que seja por retorno financeiro ou por algum problema com os apresentadores. Merecemos, pelo menos, uma explicação sobre o possível cancelamento do programa.

  5. Ricardo disse:

    Flavio, assistia o Limite desde a estréia do programa em 2005 (acho eu). Inclusive, passei a acompanhar mais a sua carreira, bem como a própria programação da ESPN e da ESPN Brasil graças ao mesmo – embora já conhecesse o Grande Prêmio um tempinho antes. No entanto, nunca mandei nenhuma mensagem para que você, o João ou o Mauro respondessem, tampouco busquei concorrer a algum prêmio mostrado no programa.
    Porém, me considero sim um grande fã de vocês três, e de tudo que fizeram pelo automobilismo nesses seis anos de atividade.

    No começo, quando o Limite começou, dividia meu interesse entre este e o Linha de Chegada no SporTV. O dilema, porém, foi logo resolvido e assim migrei para a ESPN Brasil toda terça às dez. O formato do programa, o tom que conduzia as reportagens, a irreverência e a leveza junto ao compromisso de informar imparcial e eficientemente o grande público… As brincadeiras, o casamento perfeito entre música e velocidade, e claro, o clima nostálgico que permeava as reportagens por mais atuais que fossem… Enfim, o Limite logo se tornou um exemplo a ser seguido, seja referente ao automobilismo, como ao jornalismo, como a própria cultura atual. E ainda, acho que mesmo sem perceber, a ESPN foi se rendendo ao programa, fazendo valer de sua irreverência para ditar o ritmo das outras atrações da grade da emissora.

    No entanto, o grande mérito do Limite, sobretudo àquilo que ditava sua relação com o público, era a forma como o automobilismo era tratado. Claro, havia sim espaço para informações técnicas e demais pormenores relacionados ao funcionamento de um automóvel. Claro, havia sim dados referentes às estatísticas das temporadas das diversas categorias mundo a fora, bem como precisão certeira nas críticas e elogios destinadas aos envolvidos estejam estes dentro ou fora das pistas. E claro, havia todo o humor, como já citado acima, que se mesclava naturalmente às informações passadas pelo programa, e fazia o trio se firmar como – na minha modéstia opinião – o mais eficiente da TV brasileira.
    Mas acima de tudo, havia o tratamento especial jornalístico e esportivo que conciliava automobilismo e cultura.

    O automobilismo é um bem cultural. Algo enraizado no âmago do povo que o faz acordar cedo todo domingo às nove – ou, infelizmente, como mais frequentemente agora ocorre; todo sábado às três. Que nos faz buscar por notícias e informações referentes a essa ou aquela equipe, ou a esse ou aquele piloto. Enfim, que nos faz torcer, seja por um ou outro personagem, bem como pelo esporte em si. Mais ainda, é o que nos faz cortar madeiras e buscar rodinhas de rolimã, ou descer de bicicleta numa ladeira junto aos amigos em uma improvisada corrida. Que nos faz correr a pé mesmo nas calçadas, ou imitar barulho de motor enquanto sentados no carona de um carro qualquer. Resumindo, ao meu ver, o principal diferencial do Limite como programa era tratar o automobilismo numa forma cultural. Uma forma que forçava o interesse do público e sua identificação com o esporte, bem como sua revolta perante o descaso com o mesmo. Uma forma correta e honesta, como deve ser, e que nenhum outro programa do gênero jamais conseguiu ou mesmo se arriscou a fazer.

    Flavio, vejo aqui a quantidade de comentários insatisfeitos com a possibilidade do cancelamento do programa e chego a conclusão de que são poucos frente a quantidade que certamente assim seria caso todo o público – ou pelo menos a metade dele – já soubesse do descaso da ESPN Brasil quanto a sua renovação. Eu, por exemplo, só descobri ontem sobre isso e só tive tempo de escrever hoje.

    O que quero dizer é que, pelo bem do automobilismo – sobretudo do brasileiro -, o Limite não deve acabar. Essa postura da ESPN nada mais é do que uma Subaru tirando sua equipe do mundial de Rally. Um Nuzman ceifando Jacarépaguá. Um Domenicalli mandando o Massa tirar o pé. Um Cleyton Pinteiro escolhendo ir para Indianapolis ao invés de acompanhar o enfim surgimento de uma nova categoria de monopostos no Brasil. Enfim, um simples e desrespeitoso empurrão nos fãs que tanto cativaram e agora enxotam, em favor de, acho eu, motivos econômicos, empresariais e particulares.

    O Limite é, certamente, o mais eficiente veículo de apoio ao esporte na televisão brasileira. E o automobilismo deve muito a ele. Será um tremenda perda caso acabe.

  6. PILOTO PAULO LIMA disse:

    Oh Flávio, conversa com o produtor do programa pra ele fazer uma pesquisa de quantos programas sobre automobilismo existem! e que tenham comentaristas com propriedade e conhecimento de causa com conteudo sobre o tema. Além de reportagens sobre a historia do automobilismo feitas com o coração por quem ama verdadeiramente o que faz. Se for mantida a decisão só nos resta lamentar profundamente o declineo do grande espetáculo chamado LIMITE. Assinado Familia Lima de Curitiba.

  7. José Alberto disse:

    Flavio, é uma pena, era o melhor programa de automobilismo da TV por retratar a história de nosso automobilismo. Ficamos na espectativa de que o programa continue.

  8. danilo disse:

    a nostalgia querem acabar com ela mas nunca vao conseguir e o progama limite querem assasina o programa na grade da tv para por uke falar de ke

  9. evandro disse:

    talvez agora a espn coloque mais um progama de futebol no lugar do limite já temos tão pouco mesmo.
    minha unica esperança é que um dia saia brigas tão grande nos estadios de futebol que todos eles desabem

  10. Marcos Eduardo disse:

    Sacanagem, Flávio.
    O “Limite” sempre foi meu programa de automobilismo favorito. O único defeito é que era muito curto.
    Se tinha algo na TV que eu chamava de ‘meu programa’ (aquele que vc nem atende telefone enquanto está passando), esse era o Limite!
    Vamos ficar “órfãos”, uma lástima…
    Abraço

  11. Benê Farias disse:

    Já havia suspendido minha TV a cabo mesmo!!!

    Brincadeiras a parte, é uma pena que a ESPN não dê o devido enfoque que nós, fãs do esporte, e principalmente, fãs dos esportes a motor desejamos.

    Até entendo que a direção do canal diminua o foco relativo ao automobilismo pois o canal não possui direitos de transmissão de muitos eventos nesse ramo, porém não é a primeira vez que eu comento aqui no seu blog para reivindicar um maior espaço na programação para o Mundial de Rali, já que a ESPN é, até onde eu tenho conhecimento, é a única detentora dos direitos de transmissão do WRC.

    WRC que por sinal, na minha opnião, é a melhor categoria da atualidade. Enquanto a F1 busca idéias mirabolantes para aumentar as ultrapassagens e a emoção das corridas, o Mundial de Rali trata apenas da essência da pilotagem. Quem for mais rápido no final de semana leva o caneco e pronto.

    Mas sei também que você deve pensar “Por que esse cara não reclama pro Trajano?”, mas acredito que você, FG, pode levar essa reclamação com maior ênfase à direção da ESPN do que um simples e-mail de um fã do esporte.

    Um grande abraço.

  12. Daniel Bronzatti disse:

    FG, o Limite era como um vício, o único programa ao qual eu me preocupava com dia e horário. Espero que a direção da ESPN reconsidere o fato… no mais agradecer novamente pela impecável matéria com o XR3. Já o asfalto do Butantã continua o mesmo….rs

  13. Antonio Marcos disse:

    FG faça uma enquete pra ver o interesse do público na edição do Limite 2011. To dentro.

  14. Edson disse:

    O Flávio nunca se prendeu nem ouviu calado nenhum babaca de redação.
    Pega uma produtora independente , grava o LIMITE e vende pra outra emissora.
    Fãs não vão faltar.

  15. Carlos Santista disse:

    parece o Madson !

  16. Nelson Gerent disse:

    Eu só assistia o programa LIMITE na ESPN , agora então……. não sobrou nada que me interesse.

  17. Assis disse:

    O limite pode até acabar, noticia da nascar eu leio na Web.

    Já o Indiana nunca ! Um absurdo acabar com um programa que fala de carros, pra quem gosta de carros, por quem ama carros .

    Pra mim, o melhor quadro sobre automóveis que existe na TV Brasileira . Os outros são todos muito superficiais .

    E-mail enviado ao canal com a minha reclamação / solicitação .

  18. Marcelo (1 Carioca em SP) disse:

    é… supriremos a ausência do Limite com o Bem, Merdinhas.

  19. Marcio Salgueiro RJ disse:

    Pessoas, no site da ESPN tem um canal FALE CONOSCO. Eu já fui lá pedir à direção que coloque os “canalhas” no ar, até pq as temporadas já estão começando. Vamos todos pedir que o LIMITE fique.

  20. Marcio Salgueiro RJ disse:

    Boa tarde a todos. Uma pena se a ESPN tirar o LIMITE do ar. Já é tão chato ver que os programas de esporte que tem a palavra ESPORTE no nome só falam de futebol. A “Grobo” é quem deveria dar mais atenção ao assunto, por conta dos direitos, e exibe uma matéria de trinta segundos no jornal nacional, outra de trinta e um segundos no globo esporte (note ESPORTE no nome). SACANAGEM é o nome disso. Sem contar que, se a corrida for na parte da tarde, a “Grobo” corta a transmissão pra passar a pelada. O mesmo a dona BANDida com a fórmula INDY, cortando a transmissão em nome do FUTEbosta e deixando os assinantes da band sports com o lucro. Quem não tem band sports que se F… É isso que dá querer abraçar o mundo com braço curto, querendo transmitir tudo ao mesmo tempo. Espero que a ESPN não deixe o público fiel do LIMITE na mão, pois é o pouco de “aprofundamento” no mundo do automobilismo que temos. O canal SPEED é muito bom, mas a dose de VERDADE e SINCERIDADE do Flávio, do Mauro e do João no limite é incontestável, sem contar as curiosidades que o programa apresenta.

    E tenho dito. Abraço a todos.

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