HOCKENHEIM, 1986 | Blog do Flavio Gomes | F1, Automobilismo e Esporte em geral
MENU

quarta-feira, 15 de maio de 2013 - 16:27F-1

HOCKENHEIM, 1986

SÃO PAULO (isso era) – Nos comentários do post lá embaixo sobre o minitroféu de Piquet em Hockenheim, o blogueiro Tiago colocou este link do vídeo com o resumo da corrida. Vale muito a pena ver, por isso vai um post para ele. Vejam o que é um final dramático de corrida. Para quem não lembra, McLaren com Rosberg e Prost, Mansell e Piquet na Williams, Senna na Lotus et caterva.

É quase um filme de suspense. E o Galvão narrando pacas. E nenhuma palhaçadinha na matéria. E Piquet zoando o troféu.

78 comentários

  1. Rafael Abreu disse:

    O mais legal foi ver a cara de bobo do Patrick Head quando chega Piquet de surpresa nos boxes

  2. Muller disse:

    Como são as coisas… o Reginaldo entrevistando Piquet e já ciente da “política” do piloto brasileiro de não passar mais informações pra equipe, inclusive perguntando o por que do Mansell, companheiro dele, estar mais lento. E hoje? A Globo gasta mais tempo falando do que X ou Y faz na vida particular ou fazendo perguntas retóricas do tipo “dá pra ganhar?”. Ou alguém imagina Massa ganhando e recebendo uma pergunta dessa? Pior, respondendo o que Piquet respondeu?
    Tudo muito mais plastificado, hoje em dia.

  3. Tinha 8 anos. E lembro da corrida. Hoje em dia, vejo uma corrida do mesmo ano e não lembro dos detalhes.

  4. vitor morais disse:

    RESUMO: Bons tempos.

  5. Will disse:

    Além do câmera que comemorou e da tiração de sarro Piquet no pódio, um detalhe que me chamou a atenção foi esse negócio de “pescar gasolina” que o Galvão falava, enquanto os carros andavam em zigue-zague. Por quê exatamente isso acontecia (digo, uma explicação técnica)?

    • Rarofra disse:

      Porque em 86 o combustível máximo permitido nos carros foi dimiuído com relação a 85 e em boa parte da temporada as equipes sofriam com o consumo de combustível dos motores, terminando as provas no limite. No fim da temporada a situação já estava mais sob controle.

  6. João Henrique disse:

    Olha como tinha gente nos boxes, e parece que eram “civis” e o Senna já era um Pacheco do cacete hein?

  7. Mario Mesquita disse:

    Nelson é Nelson!

  8. Sebastian disse:

    Que luta era aquela do final do vídeo que o apresentador falou?

  9. Antonio disse:

    Senna era foda.
    traçou Prost e Rosberg.

    e os carros tinham mais porte. pneus mais largos. ronco grosso
    eram carros mais fodas

    a formula 1 era mais foda

  10. Marcelo R. disse:

    Nossa que época maravilhosa !.

    Além da F1 estar muito mais chata, a saudade do circuito original de Hockenhein como todas aquelas longas retas (velocidade pura) e a parte da floresta é imensa.

    Nunca vou perdoar Bernnie Eclestone por ter feito esta heresia com um dos circuitos mais velozes, interessantes e clássicos da F1.

    Tirar a parte da floresta de Hockeinheim seria o mesmo que tirar a Eau Rouge de Spa, ou as Di Lesbo ou a parabólica de Monza.

  11. André disse:

    Narrando pacas?
    GB só não estava senil e gagá ainda…
    Puxando o saco do Senna desde sempre, e já falava m…, querendo fazer parecer que o mérito era só do Senna ao dizer q nos boxes da Lotus eles não faziam ideia q ele estava em 2º.Não havia telemetria em tempo real já naquela época, além de um monitor mostrando a transmissão da corrida no box?
    Fora as patacoadas globais de sempre, como mandar o carinha sair correndo com a bandeira do Brasil nos boxes e enxertar na edição uma imagem aleatória de um operador de camera num guindaste levantando os braços, fazendo o povo de idiota.

  12. THIAGO LIMA disse:

    Já naquela época, pra Globo o Piquet era “Piquet” e o Senna era “Ayrton”. Já tinha essa pegada de queridinho… Ainda mais com Nelsão mantendo a postura “outsider” que sempre adotou.

  13. william trajano disse:

    não tem nada a haver.. mas o Flávio gomes tinha cabelo antigamente kkkkk

    http://www.youtube.com/watch?v=XHcDshncw10

  14. Luis Joly disse:

    Uma polêmica aqui: alguém além de mim acha que o Galvão virbrou MUITO mais com o segundo lugar do Senna do que com a vitória do Piquet? O Nelson cruzou e ele nem falou muita coisa, mas quando o Senna passou, parecia que era o verdadeiro vencedor…

  15. Nos bons tempos que ele realmente narrava corridas….

  16. Qual era a luta que o jornalista começa a anunciar no final do vídeo?

  17. Rodrigo Brayner disse:

    Corrida Fantástica!

  18. perna quebrada disse:

    O câmera comemorando foi o melhor.

    Outra final do cacete foi Mansell x Senna na Espanha também em 86.

    http://www.youtube.com/watch?v=Y3IFbpd570g

  19. Ulisses disse:

    Se vocês prestarem a atenção, aos 45s, no centro da imagem, o chefe da equipe (acho que era Patrick Head), putíssimo, gesticulando porque essa parada era do Mansell.
    Piquet em mais uma de suas manobras de dar nó em goteira, parou fora de hora, tirou proveito da situação, contra tudo e contra todos da equipe, toda favorável ao inglês.

    Essa esperneada do chefe da equipe ficou famosa, foi até inclusa e comentada no resumo em vhs da temporada!

    Só para lembrar, Piquet não ficava dando “istrimilique” no rádio …. kkkkkkkkkkk

  20. Carlos Pimenta disse:

    Piquet era foda.

  21. Carlos disse:

    Engraçado Flávio Gomes…. você diz que atualmente é tudo questão de gerenciar pneus…. mas no video postado por você da temporada de 1986, não era tudo umaquestão de gerenciar combustível??? Esse video apenas mostra que sempre houve uma variável relevante para ser administrada nas corridas. Desde sempre! Portanto, acho que sua opinião sobre os pneus não é coerente.
    Abraços

  22. Renato de Mello Machado disse:

    Para quem não viveu aquele tempo,isso era f1.Sem KERS,asa móvel,os pneus e pistas são de verdade,o Galvão sem viadagens ao narrar e sóbrio.O Piquet ? não precisa falar as imagens falam por sí.

  23. George McCrae disse:

    Saudades do velho circuito de Hockenheim…

  24. Flavio Chinini disse:

    Que pena, o Galvão narrava pra caramba… O chiado no áudio, característica das antigas transmissões internacionais, era um charme muito bacana!

    • Caca disse:

      A voz não vinha por satélite (quero dizer, por satélite de TV), vinha por LP, uma linha telefônica permanente. Uma não, duas, main e back-up. A qualidade era péssima, mas era o que tínhamos à época.

  25. Daniel disse:

    Pit stop de 7,48s e o narrador fala: McLaren tambem trabalha rapido….. Kkkkk

  26. Gerson disse:

    Hahaha!!

    Rosberg, velho freguês…Prost tantas vezes campeão, mas sempre foi “coxinha”…kkkkkkkkk

    Eita Nelsão véio de guerra! Saudades daqueles tempos!

  27. Alessandro Neri disse:

    F1 de verdade. Com pilotos de verdade. Em um autódromo de verdade. Isso sim era F1. Não o lixo que a categoria se tornou no nesse século.

  28. LucioSp disse:

    Caracoles…….impressionante o final da corrida do Prost.

    Sem parecer saudosista, mas se hoje o sujeito desce do carro daquele jeito, eh punição de uns 3 anos…..!,

  29. Enio Peixoto disse:

    Este compacto não mostra, mas o Mansell tinha saído da pista e danificou os pneus. Então a equipe preparou um novo jogo de pneus e avisou pelo rádio para ir ao box. O Piquet, que ia a frente do inglês, ouviu a mensagem e resolveu aproveitar para trocar seus pneus que haviam se desgastado devido ao forte rítmo que impõs no início da corrida. Por isso, o Patrick Head deu aquele chilique, pois estavam esperando o Mansell.

    Neste outro video, mostra a saída de pista do Mansell e o chilique completo. O Patrick Head fica sem saber o que fazer na hora. Depois aparentemente, comunica ao Mansell pelo rádio para não entrar no pit, o que o fez perder tempo:

    http://www.youtube.com/watch?v=EX7rKPVaiK0

    • Gerson disse:

      Taí A DIFERENÇA ABISMAL DE UM PIQUET CAMPEÃO PARA UM MASSA DA VIDA…

      Isso poderia ter ocorrido na corrida de Domingo passado! Se Massa para 5 voltas antes, CONTRARIANDO ORDENS DA EQUIPE, teria chegado em segundo lugar, bem próximo de Alonso!

      Mas, ele é “bonzinho” e festeja um terceiro lugar como se fosse um campeonato (pilotando uma FERRARI). Pobreza.

      E tem gente que hoje critica o Vettel, o Hamilton…tem de ser ‘bonzinho’ e ‘correr pela equipe’ como Massa, Barrichello e outros que nunca serão campeões de mais nada na vida…

      Uns nascem reis, outros bobos da corte.

    • gustavo maia disse:

      queria mesmo entender porque o Head estava nervoso como diretor de harmonia de escola de samba na hora da parada do Piquet.

  30. Claudio Luccisano disse:

    Alguém consegue imaginar o Massinha entrando no lugar do Alonso na hora de uma parada programada ???.
    Campeões fazem o que Piquet fez, o resto é só “figuração”.

    • João disse:

      Hoje em dia não dá, cada jogo de pneus tem dono. Se entrar no lugar do outro, os mecânicos tem que ir buscar os pneus do piloto que entrou e acaba levando mais tempo, além dos pneus estarem frios.

  31. hendrix disse:

    é nessa corrida q piquet malandramente entra no box no lugar do mansel pegando os pneus de melhor qualidade? o carinha da wilians dando chilique (heard) 0:46
    não é ou estou equivocadamente viajando?

  32. Cacá disse:

    Em tempo: e o GC errado? “Airton Senna”, com “i”.

  33. Cacá disse:

    Uma matéria de quase 5 minutos sobre F1 no Fantástico, com narração do Celso Freitas, Galvão Bueno, um dos melhores narradores do Brasil, sem sombra de dúvida, antes da fase Silvio Santos (a partir de 1990/1991, ele passou a ser um animador de eventos desportivos) e os bons tempos do automobilismo que não voltam jamais.

  34. Rafael Lucas disse:

    Hoje em dia ninguém critica as corrida da época dos turbos, mas acontecia exatamente o que acontece agora com os pneus. Quem andava forte a corrida inteira ficava sem gasolina no fim.

    Acho que daqui a vinte anos alguém vai exaltar os tempo em que era possível ver Alonso, Hamilton, Button, Vettel e Haikkonen disputando posições sem fazer a menor idéia de quantas voltas os pneus aguentavam.

    • Ferdinandes disse:

      a diferença é que a tecnologia nao permitia a durabilidade dos turbos. Hoje, a má performance dos pneus é proposital por parte do fabricante. Cada asneira…

      • Rafael Lucas disse:

        O problema não era confiabilidade. Os motores turbo gastavam muito, e como o regulamento limita o tamanho do tanque de combustível, ficava o compromisso entre potência e consumo. Leia direito antes falar que alguém está dizendo asneira.

      • ferdinandes disse:

        Sim. Estouravam motores – especialmente na mao do Senna antes do primeiro titulo mundial – porque acabava gasolina. Boa, a sua logica, viu? Quanto aos pneus, espero que vc tenha entendido, senao a gente desenha. Com direito ao Massa falando em macarrao.

      • Ed disse:

        Os tanques foram reduzidos em 25 litros de 85 pra 86 por algum motivo também. O piloto não podia fazer a corrida no limite do mesmo modo que não pode fazer hoje. Só que de um modo muito mais interessante.

        E ainda fica criticando o cara que fez um comentário pertinente. Parabéns. Deve ser o orgulho do seu pai.

      • Victor disse:

        Hohoooo Porra, se você der um fora assim os patos não voltam mais.

      • JP disse:

        Asneira é você endossar o errado.

      • Claudionor Sabença disse:

        Com certeza não foi o Rafael Lucas quem falou uma “asneira”. A questão dessa corrida não tem nada a ver com durabilidade.

        O limite dos tanques de combustível foi reduzido de 220 a 195 litros em 1986, assim como houve várias restrições à potência naquela temporada, justamente para dar um mínimo de chance aos aspirados. Querendo ou não, é o mesmo tipo de medida artificialesca para evitar uma lavada de determinada equipe e tentar forjar um equilíbrio maior de forças.

        Em circuitos de alta, como era Hockenheim antigo, essa limitação dificultava ainda mais a vida dos usuários de turbo. A grande vantagem da Honda era exatamente aliar boa potência com economia, coisa que a Porsche e especialmente a Renault não conseguiam com a mesma eficiência.

  35. Paulo Torres Garcia disse:

    O piti do Patrick Head quando Piquet parou a primeira vez é impagável! Era pro Mansell entrar, Nelsão passou a perna no Leão e em todo time inglês, que naquela altura do campeonato tinha “eleito” Mansell primeiro piloto.

    • Muller disse:

      Na verdade, Mansell não era 1º piloto, pelo menos não até exatamente esse GP. O problema é que a Williams era irritantemente idêntica na configuração dos carros – quem acertasse melhor teria a configuração duplicada no outro – e os pilotos que se resolvessem na pista. Como Piquet era 50x melhor acertador de carros que Mansell, começou a se irritar com essa igualdade. Ele deveria ter os privilégios de 1º piloto, acertados com Frank Williams, mas na época o chefe tava num hospital (de onde sairia numa cadeira de rodas pro resto da vida) e o “suplente” impôs esse regime igualitário dentro da equipe. Na verdade, acho que Head nunca gostou de pilotos brasileiros.
      Piquet sempre foi mal de política – no qual Senna sempre foi um mestre – e arrumou essa forma, na malandragem, de mostrar que ele era o melhor e deveria receber mais atenção. Deu certo e errado. Certo porque realmente provou ser melhor que Mansell, mas errado porque perdeu o título de 86.

  36. Paulo disse:

    Sem contar que essa corrida foi aquela que o chefe da Williams (era o Patrick Head?) quase arrancou os cabelos no pit do Piquet…diz a lenda que a equipe havia chamado o Mansell para o pit, mas o Piquet malandraço entrou…

  37. gustavo maia disse:

    Fulerage. O pessoal fica falando do avanço tecnológico da F1 e no vídeo vimos o pit stop parecido com uma troca de pneus na borracharia da esquina e o Prost tentando levar o carro no solavanco.
    A categoria evoluiu muito e comparando o vídeo com o que vemos hoje podemos pensar no que veremos daqui a 20 anos.
    Voltando ao post da borracha, alguns poderiam dizer que essa corrida fui estragada porque havia limitação no combustível, assim como se reclama dos pneus hoje. Piquet e Senna foram mais rápidos com a gasolina que carregavam.
    Quanto ao troféu, parece haver algum equívoco, pois estão entregando um outro maior para o segundo colocado.
    E para gerar polêmica: Nas entrevistas, o Piquet fala da vitória meio assim, “fui comprar uns pão, tinha pão, daí eu comprei uns pão, se tivermos mais sorte volto para comprar outros pão”, o Senna disse “Fui comprar uns pão, não tinha pão, mas viva o Brasil, il, il.”. Dá mesma forma que o Piquet não era assim para manter um personagem, o Senna parecia um poço de inocência.

  38. Williams Head disse:

    E a pescaria de combustivel? O mar nao estava pra peixe pro Prost.

  39. Albert disse:

    O ronco dos carros eram animais… As vezes fico na dúvida qual prefiro: os turbo dos anos 1980 ou os V12 dos anos 1990.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>