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sábado, 29 de outubro de 2016 - 23:34Ladaland

LADALAND

Algumas verdades jogadas na cara da sociedade.

ladanoproblem

22 comentários

  1. kurt schenk disse:

    Eu sou um privilegiado irmao camarada de um Jipe 1978 4 cc – delicia !!! Dou toda a
    razao aos escritos do sticker .

  2. alexandre garcia disse:

    Isso que está escrito é uma verdade. Mas não uma verdade absoluta.
    Tenho alguns carros antigos, desta época que amavamos por ser tudo simples.
    Tudo era facil e tudo pelas lentes rosadas da nostalgia fica lindo.
    Só que o preço desses carros simples, sem nada está com tudo e ficam completamente fora do alcance de seres humanos normais.
    Daí que eu penso que os meus amados opalas, dodges e mavecos e outros do mesmo naipe são tudo de bom por serem sempre simples e facies de arrumar sem muitos truques, o mais sofisticado que pode ter pe uma ignição eletronica sem platinado e olhe lá.
    Mas aí a gente resolve dar uma surfada nos classificados eletronicos tão comuns e abundantes, mercado livre, olx e webmotors por exemplo e aí a gente acha mitos carros empolgantes mais modernos, mais eletronicos mas que nos trazem a mesma alegria que os antigos, mas com menos consumo, com menos problemas de peças e de mão de obra e que mesm com injeção, abs e computador por não serem tão assim modernos a gente até consegue arrumar em casa ou em oficina comum sem muita sofisticação. Fazem melhor em desempenho geral que os antigos, fazem melhor na hora de comprar peças que ainda existem, e fazem melhor na hora de serem muito mais amigaveis ao condutor.
    Assim, por mais que seja tudo verdade, sem abs, injeção e computador sem problema, a troca que vem disso, voce abre mão um pouquinho dessa liberdade de ter nada e um pouco mais de sofisticação torna sua vida tão mais legal que voce se permite evoluir um pouco, sem nunca perder a paixão e o gosto pelos mais antiguinhos. Aí, no mesmo galpão que guardo meus dodges, opala, caravan, chevette, guardo meus queridinhos moderninhos, meus alfinhas anos 90, ainda tão faceis, comuns e baratos como os dodges eram nos anos 80 e que ningupem ligava. Só que os alfinhas com suas eletronicas ainda relativamente simples permite até que a gente faça uma coisa ou outra ou que qualquer mecanico meia boca com um scanner de diagnostico idem resolva os problemas.
    Eu aprendi a guiar numa vemaguet 64 verde folha, que foi indo lentamente e sumiu no mundo, era do meu falecido pai, placas BG0594, Rio de Janeiro RJ. Hoje tanto tempo depois, se achasse esta especificamente ou outra equivalente pegava só de recordação. Mas o preço pedido normalmente é tão alto e mesmo sem computador, sem abs e sem injeção é quase impossivel tanto de manter quanto de se achar alguém que saiba fazer alguma coisa nela. E vamos nessa!

  3. Aldo disse:

    Não sei se é verdade ou não, mas reza a lenda que o Sr. João Gurgel perguntado da razão de seus carros não terem alguns acessórios, algumas “modernidades”, respondeu:
    - Se não tem, não quebra..
    Como disse, não sei se é verdade, mas que foi uma bela resposta., foi.

  4. celso disse:

    E qdo dá(va), um alicate, uma chave de fenda e um arame resolvem 85% dos problemas.

    Hoje, a única ferramenta obrigatória é o celular e o número do guincho.

    Semana passada tirei meu chevolet com 40 anos, do prego, com um elástico de dinheiro (embora eu viva sempre duro)

  5. Antonio disse:

    Antigamente, para consertar um carro usávamos pedaços de arame, alicate e chave de fenda.
    Hoje em dia precisamos de só um item: o guincho.

  6. Paulo F. disse:

    Verdades desafiantes! Keep life simple!

  7. Carlos Henrique disse:

    como posso enviar uma foto para “Ladaland”?

  8. danir disse:

    No injector, no ABS, no computer, no confort. No Lada. Sou mais pelos bons e velhos Opala 6 ou 4 em linha ou pelo Dodge Charger V8. Lada pode ser nostálgico mas não tem nada para oferecer, a não ser como peça de coleção.

    • Flavio Gomes disse:

      Você tá falando sério que vem aqui FALAR MAL DOS MEUS CARROS?

      • danir disse:

        Por favor não leve para este lado. Como eu disse no próprio comentário, é um carro que merece estar em qualquer coleção. O que eu quis dizer é que no ponto de vista prático, ele não tem conforto nem oferece muito para o proprietário. Conheci muitos donos de oficina e mecânicos que falavam mal do carro, dizendo que sua manutenção era um pesadelo, seja pela falta de peças, seja pela baixa confiabilidade do representante no Brasil, seja pela baixa qualidade. Se formos analisar do ponto de vista da rusticidade, com certeza o Lada é um exemplo válido, e muita gente boa comprou no Brasil por este fator. Só de ler seus comentários, e ver fotos colocadas em seu espaço, eu já admiro sua coleção e com certeza teria uma igual. ou até com mais exemplares, um Aero Willys; uma Rural de 6 eixos, que esteve em teste, e um tio meu era um dos pilotos que a testou intensivamente e eu pude até viajar em sua boleia; ou talvez o caminhão Toyota, que esteve também em teste no Brasil e nunca vingou. DKW Vemag, é um ícone, que tive o prazer de dirigir em minha adolescência no Rio de Janeiro, e por ai vai. Acredite não é nada pessoal, nem com relação á sua coleção, é que não simpatizo muito com o carro. Um episódio interessante a respeito da marca, eu passei no Iraque, por ocasião da guerra Irã-Iraque. Nos deram um jeep Lada para nossos deslocamentos, zero bala, tirado de um depósito em uma base militar, onde podíamos ver centenas deles em formação. O que eu posso te dizer, é que dirigir aquele jipe era um inferno. folgas de direção maiores do que aquelas que eu já dirigi em um jipe Willys da segunda guerra, motor falhando o tempo todo, cambio pior do que o pior câmbio Fiat que eu já experimentei. Mas era o que tínhamos e usamos por um bom tempo, sempre com a garantia de nossos anfitriões iraquianos que se desse algum problema era só falar que eles trocariam por outro igual zerado. Não sei se eles faziam algum tipo de manutenção depois, mais o fato era que víamos muitos carros, não só, Ladas nas margens das estradas e nos barrancos. Minhas reminiscências são até carinhosas com o tal jeep, se considerarmos a aventura que foi vivida por mim e meus colegas no Iraque, mas pessoalmente não gosto da marca. Sem ofensa, sem ironia, sem intenção de escarnio, admiro sua coleção e gostaria que mais pessoas preservassem a memória automotiva de nosso pais como você faz.

      • Carlos disse:

        viva a democracia FG !

    • Paulo disse:

      Caro Danir,

      Considero a guerra Irã-Iraque fundamental para começar a entender a situação do Oriente Médio. O que você estava fazendo lá? Tem algum relato publicado, postado, algo do gênero? Adoraria lê-lo.

      Abraço,
      Paulo

  9. Ricardo disse:

    Cadê a transmissão da corrida? Esse sportv tá de sacanagem hein?

  10. Carlos Albuquerque disse:

    “O computador está aqui para resolver nossos problemas – os quais, antes, não tínhamos”.

  11. Sueli santos disse:

    Boa tarde Flavio, meu noivo é loco por Kombis e mora na Inglaterra, gostaria de exportação Brasil / Inglaterra. Quem poderia me ajudar com esse processo. Grata, Aguardo retorno!

  12. mauricio disse:

    Concordo. Mas concordo muito!

  13. Anderson-MZ disse:

    Aittle rust, but so are scars of living long

  14. Guilherme disse:

    E a poluição?

  15. Giuliano SPFC disse:

    Bem legal essa foto…, pior que é verdade, quanto mais tecnologia embarcada, mas coisa pra dar problema, é por isso que a Volks parou de vender o Fusca…, bota logo Golf na turma, que quando dá uma zica, o mechânico não sabe nem por onde começar…e tudo custa muuuito mais caro….kkkkk

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