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terça-feira, 12 de dezembro de 2017 - 12:08Gomes, Grande Prêmio

“GP ÀS 10″: VETTEL ESTÁ CERTO

23 comentários

  1. Giuliano disse:

    Comentando com certo atraso, eu acredito que muito da falta de ultrapassagens se deve aos circuitos com traçados que são quase os mesmos há 30 anos, os carros evoluíram assustadoramente nesse período, a ultrapassagem espetacular de Piquet em Senna foi na Hungria, com os carros de hoje repetir isso naquele circuito é praticamente impossível, e nos autódromos novos o tal de Tilk fez casa porcaria, o nosso Interlagos mesmo, já está meio defasado e quando não tem uma chuva fica bem mais previsível e sem muitas ultrapassagens, enfim acho que teriam que rever alguns traçados pra permitir mais ultrapassagens.

  2. c disse:

    ai eu fico pensando esse negocio de reduzir custos diminuindo o numero de motores usados durantes os anos então tão fudendo o imprevisivel da f1 e consequentemente deixando as coisa previsiveis demais

  3. Brabham-5 disse:

    O mundo está com gente chata demais. Gente mimadinha demais.
    Reclamam de tudo.
    O Vettel tem razão.
    A década de 90 foi a pior da F1. Foram anos chatíssimos, corridas bem mais chatas. mas não o suficiente para afastar quem ama DE VERDADE a F1.
    Quem reclama da “falta de competitividade” na disputa do títulos são os mesmos hipócritas que acham o máximo quando seu piloto favorito domina uma temporada e conquista o título.
    Eu gosto da F1 dos últimos anos, o nível dos pilotos está mais equilibrado (no bom sentido de qualidade superior), as gerações mais novas/recentes trouxeram novatos que deram mais graça á F1.
    Os pilotos da Mercedes, dominantes dos últimos campeonatos, não são os meus favoritos, mas estou gostando pacas da F1 atual.
    As únicas reclamações que eu tenho são sobre o uso do shield (horroroso) e das punições ridiculas do regulamento.
    De resto, já estou ansioso pela primeira corrida da temporada de 2018.
    E dá-lhe Vettel!!

  4. Brabham-5 disse:

    E o Kubica, sem chance.

  5. Giovanni disse:

    Concordo… É que no passado os pilotos e a própria categoria, assim como o automóvel e a própria TV eram muiito mais valorizados, pilotos eram tratados como heróis, etc. Até a década de 90, por exemplo, quase tudo o que se passava na TV era sinônimo de verdadeiro e bom (a audiência da TV aberta era o dobro da atual em qualquer programa). Hoje essas coisas perderam valor.

  6. Tiago disse:

    Outro dia o Sérgio Maurício (sportv) antes de começar as transmissões, soltou uns vídeos das corridas dos tempos de Piquet, Senna e cogitou “será que um dia conseguiríamos retransmitir na íntegra uma temporada dessa época?”

    Eu não lembro das corridas desse tempo, quando o Senna morreu eu tinha 10 anos, tinha corrida chata também? Eu achei a idéia legal, será que daria para organizar um negócio desse no youtube?

    Abs

  7. Wanderson Marçal disse:

    Ótimo vídeo. E poxa, espero que o recesso não seja muito grande. Gosto muito de ver os vídeos e o paddock. Sobre o falado por você ratificando o Vettel, eu concordo — inclusive em relação à analogia que fizeste quanto ao gol. O DNA da F1 é a ultrapassagem especial e não a banal, daí o mal que faz o DRS. Outro ponto sobre as corridas antigas além da imprevisibilidade causada por problemas de equipamento era ter um cardápio com circuitos desafiadores. Um exemplo foi a temporada de 93 em que Prost e Senna praticamente corriam sozinhos em primeiro e segundo, mas que vez por outra erravam e traziam sempre uma certa emoção até o francês emplacar umas vitórias e o brasileiro alguns erros e consolidar o título. Hoje os carros não quebram, os circuitos são pouco desafiadores, o erro não é punido e até a largada deixou de ser tão emocionante porque o DRS tá aí pro cara passar na volta seguinte.

    Um fator é a falta de assunto além pista. Uma categoria, um esporte nunca se fez só a prática esportiva em si. Tem o entorno, as rivalidades, os personagens… A F1 anda muito asséptica nesse sentido. Você não tem um Piquet, um Prost, um Senna ou mesmo um Schumacher que causava vez por outra. O maior exemplo disso é que durante mais de uma década, até o Alonso sair da casinha, o Raikkonen era o “cara cool” da F1, uma figura insossa e que se destacava por não ter personalidade e não dar muita pelota pras coisas. Aí é difícil fazer um fã se engajar e alguém gostar. Quem aqui se disporia a comprar uma biografia do Hamilton, do Vettel, do Massa ou do Button? Quem colocaria um poster desses caras no quarto? Falta personalidade, carisma. Ou seja: falta tudo.

  8. jbchaves disse:

    Verdade…sempre teremos algumas corridas chatas e outras tantas empolgantes, mas o que me chama a atenção é que as chatas quase sempre são nos “tilkódromos”, com raríssimas exceções. Por exemplo, em Spa, mesmo que um carro desgarre há sempre a possibilidade de uma barbeiragem na Eau Rouge, e isso nos faz pregar os olhos na tv…

  9. walter disse:

    Concordo, o que não dá pra aceitar é um carro que não berra e uma parafernalha sobre o cockpit.

  10. Rafael disse:

    Concordo com o Vettel e com você Flávio. Mesmo no final dos anos 80 e no início dos anos 90 havia o domínio claro de uma equipe, me lembro de várias corridas que podíamos ver a largada e a chegada ( como meu pai fazia várias vezes).

    • McLaren-12 disse:

      Não fala bosta!

      Somente em 88 e 89 houve domínio de uma equipe. Em 90 a Ferrari disputou o título com a McLaren até a penúltima corrida. Em 91, a Williams também.

      Na internet há bastante coisa pra ler antes de passar vergonha escrevendo.

      • McLata-12 disse:

        Você está insinuando que o meu amado idolatrado só ganhou títulos quando teve o melhor carro?
        É claro que não! Em 1990 ele ganhou o campeonato na porrada! Entendeu?

  11. Coisinha disse:

    Pra vc nunca falta assunto FG. Excelente!
    Se depender de mim o Vitor Martins te dá nó máximo 1 semaninha :-)

  12. Anselmo Coyote disse:

    Tudo certo, mas as ultrapassagens dessa temporada foram a metade das do ano passado. A expectativa era de que as ultrapassagens aumentariam, o que causa estranheza naturalmente. Uma estatística que vi diz que no GP da Russia disputado com pista seca teve uma única ultrapassagem. Resumindo, embora existam provas diferentes das outras há algo muito errado no reino da dinamarca.
    Abs.

  13. Fabio disse:

    Pessoalmente, acho que a principal questão referente à comparação entre a F1 antiga e atual não estaria na quantidade de ultrapassagens nas corridas, mas nas artificialidades que foram adotadas e que tiram o brilho da disputa. Corridas chatas existem hoje e existiram ontem, mas as corridas legais que temos hoje estão tisnadas por esses mecanismos artificiais (asa móvel, pneus farelentos, excesso absurdo de punições, etc.), o que não ocorria com as corridas legais de ontem. Acho que vem daí o olhar mais simpático para o passado.

  14. Rodrigo Brayner disse:

    Verdade mesmo… na história, já tivemos muitas corridas chatas… mesmo num tempo onde haviam mais chances de ultrapassagens, haviam corridas que eram tediosas de ver…

    Algumas que o Ayrton ganhava eram assim.. ele largava na ponta e sumia.. e ganhavam, aquela musiquinha, galvão chorando na narração, brasileiros felizes pq seu compatriota ganhou, mas corridas muito merdas..

    o DRS foi feito pq nos anos 2000 tava além de caro, horrível, pq com essa aerodinâmica muito refinada, ninguém anda atrás de ninguém pq o carro fica balançando para tudo qnt é lado..

    É Flavio… corridas chatas fazem parte simplesmente da existência das corridas, da F1 mais ainda… acho que isso tem mais a ver com o dia, pista, clima… enfim, fatores diversos para ela acontecer boa ou não né…

    abs grandes!

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