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segunda-feira, 26 de março de 2018 - 16:42Dica do dia

DICA DO DIA

“Moço, o que é punta-taco que vocês falam tanto quando contam histórias de pilotos antigos?” O vídeo que o Érico indicou nos comentários mostra direitinho.

14 comentários

  1. Gustavo disse:

    A F-1, quando tinha câmbio mecânico, como o do vídeo, era mais interessante.

    Fato é, especialmente na era turbo da década de 1980 (F-1, Rally Group B, Endurance Group C, etc), que percebia aqueles capazes de domar carros de 1.000cv, com aqueles câmbios e suspensões, como pessoas especiais.

    Por maiores que sejam os desafios dos carros de hoje, percebo-os como meros vídeo games à disposição de poucos, cercados de engenheiros e computadores por todos os lados.

  2. Harerton Dourado disse:

    A belíssima técnica que Max Verstappen disse que não sabe fazer!

  3. Marcos Gomes de Oliveira disse:

    Uma pena não ter, aparentemente, registros da tocada onboard do Piquet num McLaren F1 naquela etapa do FIA GT (ou sei lá o que foi) em Jacarepaguá. Ali eu aprendi a fazer punta tacco.

    Impressionante a leveza e delicadeza com que ele guiava. Não à toa os carros não quebravam na mão dele.

    … ainda que eu curtisse mais as reduzidas uma a uma que o Ayrton fazia, com o carro sambando igual ao Valentino Rossi quando entra de lado freando nas curvas, no limite do limite.

    • Gustavo disse:

      A tocada de Piquet não era muito diferente da de Alain Prost, e não foi à toa, a despeito de alguns não concordarem, que o francês foi apelidado de “Professor”.

      Na minha modesta opinião, o fim da era dos câmbios mecânicos representou também o fim da era dos pilotos. Desde então somente a aerodinâmica e a eletrônica têm se sobressaído, com “qualquer” garoto de 17 anos sendo capaz de guiar um F-1, por exemplo.

  4. Alex disse:

    Keiichi Tsuchiya, a maior lenda do automobilimo japonês! Que coisa linda ver esses Truenos!

  5. Miguel disse:

    Ou aqui, o bom e velho Jacques Laffitte a fazer gritar um F40 com pormenores dos (pequenos) pés.

    https://www.youtube.com/watch?v=NYYA2jE3Ze0

  6. Rick disse:

    Desculpem-me a ignorância mas continuo sem perceber as eventuais vantagens do punta tacco, o que aquelas 2 aceleradas com o calcanhar pode trazer de positivo

    • Joca disse:

      Quando faz o punta tanco o motor aumenta o giro quando solta a embreagem o tranco é suave para o motor o segredo está em soltar a embreagem pisando no freio ai se consegue controlar o giro do motor pelo freio e na saída da curva sai ‘de ‘cano cheio’. Primeiro pise no freio, de o punta taco levante o giro pise na embreagem solte e controle o giro no freio. Se soltar a embreagem antes de pisar no freio pode sair de giro, lembrando que a maioria das injeções eletrônicas só corta o giro quando a se esta acelerando e não freando.

    • Marcos Gomes de Oliveira disse:

      Você “alinha” o giro do motor com aquele que ele assumirá depois que entrar a marcha reduzida. Poupa o conjunto como um todo, não toma aquele “toco” do freio motor que desequilibraria o carro no restante do approach da curva, etc.

      Tive a oportunidade de “brincar” numa 458 Italia alugada por 10min, atrás do Museu da Ferrari. O mais gostoso não era nem acelerar aquele carro, e sim reduzir as marchas pra ouvir o “punta tacco automático” e a pipoqueira do escapamento.

      … meu Idea Dualogic também faz isso de leve, e eu a amo um pouco mais por isso… =)

      • Joca disse:

        A pipoqueira do escapamento é o excesso de combustível que não queima, bem lembrado. Parece fácil mais é difícil porque quando se faz o ‘punta’ pode soltar o freio ai se obrigada a pisar mais forte nesta altura o local de frenagem ficou no deus me livre, ai ferrou, A traseira quer passar por ti, as rodas bloqueiam não dobra, tu começa a rezar e vai a fora. O segredo é não olhar para a frente mas olhar para onde se quer ir.

  7. Marcos Oliveira disse:

    Tendão do lado direito do pé dói só de olhar…

    O japito em questão também mostra uma habilidade ímpar na troca ascendente de velocidade…

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