“GP ÀS 10″: INTERLAGOS, 1993 | Blog do Flavio Gomes | F1, Automobilismo e Esporte em geral
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sexta-feira, 30 de março de 2018 - 16:07Gomes, Grande Prêmio

“GP ÀS 10″: INTERLAGOS, 1993

41 comentários

  1. THIAGO MUNIZ disse:

    Na minha opinião concordo com você FG, em 1993 foi a melhor pilotagem do Senna, mesmo não tendo sido o campeão.

  2. CRSJ disse:

    Deus foi brasileiro nesse GP Brasil 1993 colocando Christian Fittipaldi bem na frente do Prost na hora da batida no período de chuva, mas no GP Brasil 1994 Deus acabou sendo alemão.

  3. Bola da Vez disse:

    Não só o tempo, mas os pilotos desse tempo não voltam mais!

  4. Ricardo Bigliazzi disse:

    Essa Mclarem do Senna era bem avançadinha, vejam o “cambio automático” sendo usado no treino para o GP da Austrália, dá para ver que ele usou o sistema várias vezes ddurante a volta, ao mesmo tempo que da para perceber que em partes do circuito ele comandou o cambio com a mão esquerda (o movimento é muito nitido), ficava bem mais fácil com o auxilio:

    https://www.youtube.com/embed/fO3i9qqJ-Nk

    Detalhe, o Senna foi Pole position e ganhou a corrida.

    Já no video abaixo podemos ver a pilotagem do Prost, Senna e Schumacher com os modelos de 1993 em Monaco (onde Senna ganhou) pelo balançar das cameras dava para ver que a Benneton era a “carroça” quando comparado com as suspensões automáticas avançadíssimas da Mclarem e da Williams.

    https://www.youtube.com/embed/QP6JALYSsfg

    O Ron Dennis tentou o motor Renault para 1993, a Williams havia bloqueado a transação com um bom contrato (para Eles) com os Franceses.

    Quanto ao Ford, a Mclarem recorreu mais uma vez a TAG (como a RedBull atualmente), o que se diz é que a diferença que era de 35hp caiu para quase 10.

    O carro da Mclarem era tão bom e a pressão do Ron Dennis era tamanha que em Silverstone a Mclarem começou a receber a mesma série de motores da Benneton e o proprio Senna mostrou frustração ao perceber que o motor não era tão melhor assim.

    O nosso Tri-Campeão não era “flor que se cheire”, o pobre do Andretti só teve o direito de usar um motor coma mesma especificação do Senna no GP da Italia, ultima vez que o Andretti correu na F-1.

    A Mclarem de 1993 é considerada por alguns, por incrível que possa parecer, o melhor carro da temporada, sendo de um planeta ainda mais distante da extraterrestre Williams. Só não tinha um motor Renault.

    • Claudio disse:

      Kkkkkkkkk parabêns, vc ganhou o premio de hater do ano.

      • Ricardo Bigliazzi disse:

        Claudio,

        Não é questão de ser “hater”, é apenas uma questão de remomorar os fatos como Eles foram.

        O Senna foi ESPETACULAR, que falta que Ele faz para todos os Brasileiros e para o nosso Automobilismo.

        Porém, acontece com Ele aqui no Brasil o que acontece com o Fangio na Argentina:

        “a cada dia que passa Ele corre melhor”!

        Devemos fazer justiça a um dos maiores do automobilismo, como devemos fazer justiça ao dizer que Ele sempre teve em mãos equipamentos muito bons.

        Adoro F-1, já tenho uma certa idade, acompanhei quando criança o Emerson (Deus para o Automobilismo Brasileiro), o Nelson (meu preferido) e o Espetacular Ayrton (gostava quando Ele ganhava) e todos os nossos outros grandes pilotos.

        Na F-1 os grandes Campeões sempre tiveram grandes Carros, é assim! Não há como ser diferente. E no caso do Senna em 1993 deve-se reconhecer que a Mclarem fez um carro no “estado da arte”, igual ou melhor que a Williams, pena que não estava com o melhor motor do ano.

        Não tenho duvidas, que aquela Mclarem de 1993 com Motor Renault poderia levar o nosso Tri-Campeão para o Tetra Campeonato.

        Abração!

    • Rubens disse:

      Esse Ricardo é o mesmo que escreveu aquela “história verídica” sobre as últimas voltas do GP da Austria 2002?

    • Segafredo disse:

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      Cada vez mais gente maluca no blog!!

    • Eurico Santos disse:

      O que eu não aceito é que você ou seja quem for, seja admirador de Senna, de Prost ou de Piquet venham desvirtuar a realidade e dar a entender que a diferença entre o Mclaren e o Williams de 1993 era apenas de motor o que é uma falsidade, você sob a capa de conhecedor vem dizer falsidades para aqui e eu não deixo passar isso em claro porque eu me lembro bem da diferença que existia entre os carros conduzidos por Prost e Hill dos demais, você não pode vir aqui dar uma de conhecedor e desvirtuar as coisas, a diferença era só motor? a diferença era pouca ? então primeiro vejamos algumas diferenças:

      Diferença no motor- Se o carro de 92 parecia perfeito, a Williams conseguiu fazer o inimaginável e evoluir ainda mais seu modelo para a nova campanha. A começar pelo motor, o Renault RS5 V10, que era capaz de gerar quase 800 cv (contra os 770 cv dos motores de 92 e 740 estimados para os Ford HB de Benetton e McLaren).

      As “outras diferenças”
      O FW15C também contariam com freios ABS, que, adotados esporadicamente em 92, passariam a ser usados em modo integral. Outra importante novidade foi o modo opcional de câmbio 100% automático: quando o piloto desejava, ativava um sistema que trocava de marchas sozinho, e o desligava assim que julgasse necessário.
      Acha muito? Calma que tem mais. A suspensão ativa do FW15C passou a contar com um recurso ao estilo push-to-pass, que, acionado também ao volante, alterava a altura do carro a fim de diminuir o arrasto aerodinâmico nas retas para facilitar as ultrapassagens
      E agora, já que para si não foi Senna quem fez a diferença em 1993, vamos fazer a seguinte comparação: vamos comparar dois pilotos, Ayrton Senna e Damon Hill e porquê?
      Damon Hill correu com o Williams em 1993 contra Senna no Mclaren e em 1994 com o mesmo carro de Senna, vamos ver em classificação os tempos de um e outro em 1993 e 1994, a negrito está quem foi mais rápido.
      Em 1993 Damon Hill chega várias vezes a meter 2 segundos em Senna numa volta, em 1994 veja o que aconteceu.

      Agora eu pergunto: se a diferença em 1993 não era assim tanta entre os carros o que aconteceu a damon hill em 1994 ? desaprendeu ?

      Nunca se passe por isento quando não o é mas sobretudo se quer argumentar argumente com factos

      Temporada 1993
      Resultado
      Damon Hill- 12
      Ayrton Senna- 4

      África do sul
      Ayrton Senna – 1:15.784
      Damon Hill – 1:17.592

      Brasil
      Damon Hill- 1:16.859
      Ayrton Senna- 1:17.697

      Donington
      Damon Hill – 1:10.762
      Ayrton Senna- 1:12.107

      GP SAN MARINO
      Damon Hill – 1:22.168
      Ayrton Senna- 1:24.007

      Barcelona
      Damon Hill- 1:18.346
      Ayrton Senna- 1:19.722

      Mónaco
      Ayrton Senna- 1:21.552
      Damon Hill- 1:21.825

      Montreal
      Damon Hill- 1:20.145
      Ayrton Senna- 1:21.891

      Magny Cours
      Damon Hill- 1:14.382
      Ayrton Senna – 1:16.264

      Silverstone
      Damon Hill – 1:19.134
      Ayrton Senna- 1:21.986

      Alemanha
      Damon Hill- 1:38.905
      Ayrton Senna-1:39.616

      Hungria
      Damon Hill- 1:14.835
      Ayrton Senna- 1:16.451

      SPA
      Damon Hill- 1:48.466
      Ayrton Senna- 1:49.934

      Monza
      Damon Hill- 1:21.491
      Ayrton Senna- 1:22.633

      Estoril
      Damon Hill- 1:11.494
      Ayrton Senna- 1:12.491

      Suzuka
      Ayrton Senna- 1:37.284
      Damon Hill- 1:38.352

      Austrália
      Ayrton Senna- 1:13.371
      Damon Hill- 1:13.826

      Temporada de 1994:
      Resultado:
      Senna – 3
      Hill- 0

      Brasil 1994
      Ayrton Senna – 1:15.962
      Damon Hill- 1:17.554

      AIDA 1994
      Ayrton Senna – 1:10.218
      Damon Hill- 1:10.771

      San Marino 1994
      Ayrton Senna-1:21.548
      Damon Hill- 1:22.168

      • Segafredo disse:

        Amigo Eurico…….
        Aqui neste Blog ocorre um grave problema com aqueles que são torcedores ou simpatizantes de Schumacher ou Vettel. Em razão do enorme recalque que sentem em relação ao brasileiro, chegam a inventar as maiores asneiras que se pode encontrar nas redes. Então quando alguém expões fatos como realmente o foram, eles simplesmente partem para a invenção a fim de tentar diminuir os feitos expetaculares do grande Ayrton!

      • Paulo Pinto disse:

        Concordo com você, Sennafredo. Os feitos do teu idolatrado foram expetaculares…

        Hahahahahahaha! (sete, para não perder o hábito).

  5. Ricardo Bigliazzi disse:

    Se não me engano a Mclarem “acertou na mão” quando fez o carro de 1993, que estava equipado com tudo o que era permitido até então: controle de tração, controle de largada, acelerador fly by wire, suspensão ativa, freios ABS e vários aparatos eletrônicos.

    Pena que o Senna morreu, somente Ele poderia atestar que aquela Mclarem era mesmo especial e que se estivesse equipado com o motor Renault poderia ser um “calo” no sapato da Williams.

    Paciência, um bom carro na mão de um bom piloto sempre resulta em chance de vitória (vide a RedBull em 2017 que beliscou algumas mesmo com um motor de desempenho inferior ao das Mercedes e Ferrari).

  6. Julio disse:

    Senna no auge da carreira, guiando muito mas sem carro para ser campeão, me lembra o Alonso nos dias de hoje.

    • ms disse:

      tenho minhas duvidas se nos dias de hoje, mesmo se tivesse um carro de ponta em suas mãos, alonso teria a mesma performance que teve no passado…….aliás penso que o maior pecado cometido por alonso em toda sua carreira foi não ter ultrapassado petrov naquela corrida que teria dado ao espanhol o título de tricampeão mundial……pra mim, a partir dessa corrida “quebrou-se toda aquela “aurea” que existia em torno da competência de alonso como piloto que foi confirmado com o “VAREIO” que ele levou do novato hamilton quando estiveram juntos na Mclaren

  7. Marcos disse:

    Flavio, tenho quase certeza que lá pelo meio do campeonato houve um contrato pro restante da temporada. Até então, vc tinha razão, era 1 milhão de Clintons (?) por corrida.

  8. Eduardo disse:

    Não pelo Senna, FG, mas belo resgate e ótimo vídeo. Parabéns!
    Tenho um filho de 2 anos e sinto que será cada vez mais difícil atrai-lo, bem como a molecada no geral, para ver automobilismo. Eu me lembro dos pôsteres na 4 Rodas com os carros, pilotos, capacetes, tabela. Aos 7, 8 anos, colava os danados na parede do quarto, marcava pontuação por corrida, anotava…. Tinha (tenho, na verdade) um Motorama, cronometrava voltas, anotava em um papel (que ainda existe!), tinha carrinhos de Indy (que belas rodas!), miniaturas da Benneton, da Williams… Ver corrida em preto e branco na casa da avó, na antena, chuviscado e tudo…
    A F1 e o esporte a motor precisa urgentemente atingir o coração das novas gerações. E, sinceramente, acho que grandes ídolos, vilões, heróis são essenciais para isso. Prost, Schumacher, Mansell, Senna… personalidades, características próprias. Hoje, é todo mundo igual, assessor, coletiva…

    • ms disse:

      belo comentário eduardo….. concordo com vc ….a f1 de hoje está longe de ter o mesmo “glamour” o mesmo “frisson” que tinha no passado…..tá tudo meio asséptico, pasteurizado, bem distante daquele alvoroço, daquela verdadeira “muvuca” que existia no grid ( e fora dele)…..eram tempos em que aquilo que rolava nos bastidores era quase tão importante (às vezes até mais importante….) do que os resultados das corridas…….agora…. só nos resta as lembranças do passado….

      • Eduardo disse:

        MS, obrigado. Eu já me pus a pensar se gostava de F1 apenas pelos brasileiros, mas me lembro de ter curtido, tantas corridas sem eles na disputa. Ainda hoje, falo para minha esposa, no sábado à noite: “Vou dormir mais cedo. Tem corrida na Austrália.”Aí, é aquela pasmaceira, salva por um carro de segurança? Chuva, e todo mundo corre para o box, com medo da água? Corridas ganhas apenas por “shortcuts” em estratégias de troca de pneus? Eu continuo tentando, mas tem sido cada vez mais difícil. Alô, halo? Não importa a tecnologia, quanto mais segurança melhor, mas a F1 tem se perdido na essência. Quando surge um Baku da vida é uma festa, um Interlagos, um Monza. E a molecada vai curtindo cada vez mais os “e-sports” (!). Socorro!

  9. Claudio disse:

    Só faltou comentar da parte mais legal Flavio, a galera da reta oposta invadindo, formando aquele corredor com os carros passando pelo meio até a hora que não tem mais jeito e para tudo rs, se fizer uma compilação das imagens mais marcantes da F1 essa com certeza tem q estar no meio, o Senna de braços erguidos no meio da galera.

  10. Eduardo Britto disse:

    Valeu FG por esse revival super pertinente! 25 anos, o que é isso!! Deu saudades daqueles Domingos, sendo o do GP Brasil disparado o mais especial deles…

  11. Thiago Ribeiro disse:

    Acabo de encontrar o Flávio ao lado de sua bicicletinha no metrô!!

    Gomes, quando falei que sou seu leitor desde 2002, referi-me ao GP. Salvo engano, ideia do blog veio em 2005.,

    Sou eu quem há cerca de uns 10 anos enviou para você a foto de uma DKW vinho, com o escudo do Bangu colado no para-brisa.

    Não pedi selfie porque acho isso podre. Fora que não gosto de tirar foto com homem.

    Abraço! E mais ação no blog!

  12. Marcelo Montagnini disse:

    Flavio lembra quando você disse que a música tema da F1 parecia ter sido feita para um clipe com imagens?

    olha o clipe oficial aqui, tem lindas imagens de Senna, Schumacher, Piquet, Fangio, Jacques Villeneuve, Alonso, Hamilton, Mansell, prost entre outros. https://www.youtube.com/watch?v=52khlKOl1do

  13. Samu disse:

    Tá certo flaveta, Interlagos, Europa, Mônaco, Suzuka e Adelaide a última e teve aquele gesto dele chamar o prost pro lado no podiam…

  14. Thiago Azevedo disse:

    Quando os carros são ponteiros e quando os pilotos são bons fica difícil saber o quanto o piloto chega a tirar dele.
    Com carros mais lentos (mas sem exageros) fica mais fácil. Era o que acontecia na época da Lotus em 85 e 86. Você olhava os grids de largada tinha uma Lotus que frequentava as três primeiras filas e outra frequentava as de trás (na maior parte das vezes). dava pra ver que havia um cara diferente.
    Também acho que 93 foi o melhor ano dele, porque às vezes ele conseguia suplantar os ponteiros. Um barato.

  15. Mansell disse:

    Sem saudosismo barato, mas eram bons tempos mesmo. O início do campeonato foi vibrNte pq sempre torço contra os mais fortes

  16. Elmo Rosa disse:

    Foi a temporada em que Senna guiou melhor. Sem as afobações e as manobras questionáveis de anos anteriores.

  17. André Oliveira disse:

    De tudo o que mais chama a atenção é como os tempos eram outros.
    Era assunto de mesa de bar a F1.
    E como tinha assunto. Assuntis técnicos e fofocas. Pilotos que eram “gente” com todos os defeitos à mostra. Hoje é bom. Mas nessa época era imbatível….
    Grande abraço!
    Bom falar daquela época sem ufanismo barato.

  18. Marcio sousa disse:

    Senna não teria a paciência que tem o Alonso hoje. Abdicar de disputar títulos não é fácil

  19. Fabricio Leite disse:

    Foi em 93 que a Mclaren trouxe a interlagos 6 carros para a corrida?

  20. moisesimoes disse:

    - Muito boa análise. Também acho que em 1993, com aquela McLaren, Senna mostrou que estava no auge da carreira. E aquela galera invadindo a pista em Interlagos, moçada pulando na chuva, aqueles carros lindos da F1, a Williams com patrocínio da SEGA, a belíssima Benetton de Shumi, a Jordan com aquele patrocínio da SASOL. Saudades!
    Bom feriado, bom fim de semana!

  21. ms disse:

    acontece que pra grande maioria dos pilotos…… ganhar corridas e campeonatos é “alimento”…….. enquanto que pra senna vitórias e conquistas de campeonatos era “oxigênio”……ou seja, segurem a respiração pelo tempo que aguentarem e entenderão o desespero de senna e pq pra ele não foi possível sobreviver naquelas condições….

  22. Elmo disse:

    Flávio,
    Desculpe se estiver equivocado, mas, até onde sei, o veto ao Senna era expresso no contrato do Prost com a Williams. Ainda: não só uma equipe quis ter Senna e Prost compartilhando novamente o mesmo box, como esta foi a própria Williams, visando a temporada de 1994. Muito por pressão da Renault, que desejava o brasileiro em Grove a qualquer custo. Essa pressão por Senna feita pela montadora francesa – o que batia de frente com o veto expresso no contrato de Prost – foi, inclusive, a razão de o tetracampeão deixar o time e não cumprir os dois anos de contrato que estavam previstos.
    O próprio Prost atesta esses fatos na entrevista abaixo:
    https://youtu.be/Pohie_wBXFg

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