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terça-feira, 8 de maio de 2018 - 12:06Gomes, Grande Prêmio

“GP ÀS 10″: DOIS CARROS

24 comentários

  1. Antonio Vieira disse:

    Olá Flávio,

    Tira uma dúvida: sabemos que a Fórmula 1 é o mais alto grau do automobilismo mundial. Muitos podem pensar que só existe a F1 e as outras categorias não tem grau de importância para outras pessoas e para o público. Sou um que discorda desta tese. Vejo que estar correndo em outras categorias mostra o grau de pilotos e pilotos. Raikkonen correu um tempo de Rally, pode não ter conseguindo os resultados esperados, mas correu fora, voltou para F1 na Lottus e ganhou corrida por esta equipe. Isso sem falar no Emerson Fittipaldi. Que ganhou a 500 Milhas de Indianápolis. A dúvida que tenho é a seguinte: por ser a F1 “a maior categoria do automobilismo mundial”, muitos têm preconceitos das outras categorias e ainda por cima, ter um Bicampeão como piloto na WEC?

  2. Takashi Kawazoe disse:

    As temporadas de F1 que acabam dominadas por apenas 01 time pelo menos começam com alguma expectativa de disputa. Há sempre no mínimo 3 equipes teoricamente com chances, no início do campeonato. Não é o caso da LMP1 em 2018.

  3. Helton Garcia Fernandes disse:

    Na verdade o que incomoda é a diferença de tecnologia dos Toyota para o “resto” e as limitações que o ACO e a FIA impuseram para os demais LMP1. As coisas deveria ser melhor niveladas, para que os carros “convencionais” se equilibrassem em perfomance com os híbridos e houvesse maior competitividade.
    Esse ano vai dar Alonso, não tem jeito. Os caras tem que ter muito azar pra perder LeMans..

    Que legal seria se o Roger Penske resolvesse enfiar os Acura, provavelmente como Honda, numa equipe de LMP1 como o gordinho do Montoya botando pressão no Alonso pela Triple Crown. Nesse fim de semana os Penske Acura detonaram em Mid-Ohio, com dobradinha, botando no saco os Cadillac, Mazda, Nissan e a rapa toda.

  4. Bjornn disse:

    Falou e disse! Ótimo vídeo.
    Concordo muito quando você diz que “Há beleza no domínio…”. Eu também penso isso.

    Como entusiasta do automobilismo consigo ver uma corrida sem a participação de brasileiros. Gosto de ver corrida.

    Acho que o pessoal deveria relaxar e aproveitar para assistir a um campeonato sensacional como o WEC. E quando voltar para SP, irei novamente.

    []‘s

    (Parêntesis: Inclusive sou “a favor” de monopólios e outras “aberrações” do mundo capitalismo desde que sejam construídos com base na eficiência, melhor produto, etc. Quer coisa mais linda que uma empresa que fez um produto melhor, prestou um serviço com mais qualidade a agora domina o mercado? Meu sonho!)

  5. Bruno disse:

    Flavio,
    Tudo bem?
    Sou fa do Alonso, mas não concordo que podemos comparar esse ano WEC sendo mundial de 2 carros, como 88 McLaren, 92 Williams e os outros anos da F1
    A Maior diferença é que na F1 as equipes principais gastaram tanto ou mais que as equipes que dominaram (por competência de ter feito um carro melhor)
    No WEC o orçamento da Toyota é muito maior que os outros do LMP1, essa é a principal diferença, não da pros outros desenvolverem nada perto do Toyota, na F1 da..
    Abs!
    PS: Curte teu livro! li em 2 dias

    • Bjornn disse:

      Como assim?! Vai falar que a Mercedes gasta igual a Force India? Nunca!

      Quem domina não necessariamente é quem gasta mais, mas COM CERTEZA não é quem gasta menos.

      Para se fazer um bom trabalho gasta-se muito dinheiro. Fato.

      • Bruno disse:

        Orçamento 2018:
        Mercedes – 450mi Euros
        Ferrari – 430mi Euros
        RedBull – 350mi Euros

        da uma olhada no orçamento das equipes de LMP1 esse ano no WCE
        a Diferencá é absurda, isso que quis dizer

  6. Antonio Vieira disse:

    Boa tarde Flávio Gomes,

    Todos sabemos que ter a Tríplice Coroa é algo raríssimo, visto que, apenas um piloto obteve tal êxito, o lendário Graham Hill. O Alonso para obter a tríplice coroa é necessário a Le Mans e Indianápolis. Então fui ver que o Juan Pablo Montoya ganhou dois destes (Mônaco e Indianápolis). Fiquei pensando se seria interessante por parte da Toyota ter investido num contato com o Montoya para ele estar guiando o outro carro da equipe nas 24 horas de Le Mans. Para a corrida seria um ingrediente muito grande, no quesito que um piloto (Montoya) poderia ter as três vitórias e o outro piloto (Alonso) obter a sua segunda vitória.

    Outro ponto que acredito ser muito interessante de perguntar: quais destas três vitorias (Mônaco, Le Mans e Indianápolis) é a mais difícil de ser alcançada? Cada uma delas têm suas dificuldades: Mônaco ser uma corrida de rua em que a pole position é quase vitória; Indianápolis, é corrida longa e geralmente decidi-se nas últimas 10 voltas (mas é importante estar sempre no pilotão da frente) e para finalizar a Le Mans que é uma corrida desgastante, muitos retardatários e os cuidados mecânicos devem ser redobrados.

    Flávio, quando irá ter o lançamento do seu livro aqui em Florianópolis/SC?

    Boa semana,
    Antonio Vieira

    • Flavio Gomes disse:

      Boa ideia, a do Montoya. Acho que Indy é a mais complicada. Mônaco e Le Mans sempre têm carros favoritos, e se você está num deles a chance é grande.

      • Rogério Leite disse:

        Olá Flávio Gomes, meu nome é Rogério Leite, sou professor de História do ensino fundamental, e de Sociologia no ensino médio da rede pública estadual de São Paulo. Sempre acompanho você nas redes sociais e no FSR e Fox Nitro, sou um grande admirador do seu trabalho e mais das suas posições políticas. Trabalho na EE Professor Paulo Octávio de Azevedo (escola periférica do Jardim São Luís) e estamos desenvolvendo um projeto sobre o papel e o peso da informação, como a mídia se encaixa na sociedade contemporânea,você como grande jornalista que é, pode somar muito nesse projeto. Pode parecer audácia da minha parte, mas venho fazer o convite.
        Você poderia vir a nossa escola fazer um bate-papo com os nossos alunos do 3º ano do EM????
        Sei que você está no RJ e é mais complicado para você aqui em São Paulo, mesmo assim, se possível você poderia dar um pulo na nossa escola e conversar com nossos alunos???

        Agradeço desde já a atenção e parabéns pela sua militância nos grandes veículos de massa que dominam a comunicação em nosso país.

        Obrigado…

      • Flavio Gomes disse:

        Te respondi por e-mail.

  7. Ricardo Bigliazzi disse:

    Num campeonato de dois carros realmente se necessita de “ordem de equipe”?

    A parte mais legal de tudo isso é pensar na frase: “Alonso; Conway is faster than You”

    Alguém pode me tirar uma duvida: O carro numero 8 da Toyota largou dos boxes em Spa??

    • Bjornn disse:

      Sim, largou. Como punição pelo problema detectado depois do qually. Inclusive, saíram só depois de 1 volta, se não me engano.

      • Thiago Moyses disse:

        E só estava grudado atrás do Alonso porque a equipe do carro dele deu passagem para tirar uma volta com todas as entradas do safety car. Ali existiu uma ordem de equipe inversa. Sabendo que todas corridas são longas, nunca deixariam ninguém tirr uma volta facilmente para se recuperar na corrida.

  8. MarcioD disse:

    Eu não gosto de domínios, em especial dos grandes domínios prolongados, porque além de terem como resultado o desequilíbrio, as baixas competitividade e imprevisibilidade, as principais causas deles são o grande capital investido e diferenças substanciais de verbas entre as equipes. No que se refere á F1 estes grandes domínios prolongados (4+ anos de títulos seguidos de pilotos e construtores e mais de 50% de vitorias) são McLaren 88-91(61% de vitorias), Ferrari 00-04(67%) Red Bull 10-13 (52%) e Mercedes 14-17(80%). Observe-se que a diferença de tempo entre eles está diminuindo, começando com 9 anos, depois 6 e agora temos 2 sequenciais. No período 50-87 não vemos estes grandes domínios prolongados e no período de 61-85, ou seja, durante 25 anos não houve nenhum titulo seguido de pilotos e também não houve ninguém quem conseguisse conquistar um tetracampeonato. Nas décadas de 60, 70 e 90 tivemos 7 campeões, bem diferente da década atual, que ao que tudo indica vai terminar com somente 3. E a titulo de curiosidade na temporada de 82 tivemos 11 vencedores diferentes em 16 corridas, com 7 equipes diferentes vencendo, cenário impossível na F1 atual.

    • Bjornn disse:

      Eu realmente não tenho problema nenhum com isso. Sério.

      Na minha cabeça funciona assim: “Que lindo domingo de sol. Dia de ver a mercedes (ou a equipe da vez) passar o carro em todo mundo. Vumbora!”

      Aí tem a beleza do cara meter 1 ou 2 voltas. Quebrar ou não o recorde da pista. Conseguir ou não mais poles… É só olhar o copo meio cheio galera.

    • MarcioD disse:

      Correção: melhor dizendo, “Eu não gosto de GRANDES domínios, em especial……….,” porque domínios quase sempre vão existir. Mas respeito a opinião de fãs que torcem por pilotos e ou marcas que conseguem muitos títulos seguidos como Loeb/Peugeot, Schumacher/Ferrari), Jimmie Jonhson/Chevrolet).

  9. LUCAS SOARES disse:

    Boa flávio !!!
    A TOYOTA vem buscando um sucesso mundial em corridas a algum tempo tentou na F1 sem muito sucesso, talvez pela falta de paciência, mas que na minha humilde opinião quem perde e a F1, e agora merece mesmo ter este domínio, e vencer tudo que conseguir, eles poderiam desacreditar do campeonato, mas mesmo assim continuam apostando suas fichas e, um mundial que empolga neste ano, talvez pela grande estreia de pilotos novos e reconhecidamente rápidos e talvez tbm pelo Alonso. Creio que a Audi perdeu ao sair junto com a PORCHE. Enquanto os monopostos segue na contramão atraindo equipes independentes a F1 não consegue atrair nem montadoras nem equipes independentes. Até hoje choro pela MANOR acho que teria o seu melhor ano em 2017.

  10. Lucas disse:

    Flavio, qual que foi a diferença entre o contexto da contratação do Alonso pela toyota e a contratação do Hulkenberg pela porsche em 2015?

  11. clodoaldo lelli disse:

    a maioria das críticas que li e ouvi não são contra a superioridade da toyota mas sim a ordem de equipe pra permitir que o alonso ganhasse e por mais que ele seja bom e é não precisava dessa ordem pra ganhar é só a primeira corrida assim como a vitória do shumi na áustria quando a ferrari ordenou o rubinho pra deixar passar atitude desnecessária já que era um campeonato de uma equipe só e ele foi campeão com muita antecedência, pode até ganhar a tríplice coroa mas assim como o shumi vai constar lá no currículo ganhou por ordem de equipe

    • Bjornn disse:

      O Flávio falou num outro vídeo… vai deixar os caras correrem 6hs para bater depois de 5:45?

      A corrida tava liberada até o último pit stop. Depois disso é manter posição…

      Detalhe: A Toyota e o Alonso devem ter gelado quando um retardatário quase fudeu a corrida dele.

    • Thiago Moyses disse:

      A outra Toyota só estava atrás porque existiu uma ordem para deixarem passar para tirar uma volta de retardatário, sendo beneficiados pelas sequenciais entradas do safety car. Numa corrida de longa duração vale a pena dificultar que seu adversário tire uma volta e isso teria acontecido se não existisse essa ordem antes.

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