“GP ÀS 10″: O BARBEIRO DE MÔNACO | Blog do Flavio Gomes | F1, Automobilismo e Esporte em geral
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segunda-feira, 21 de maio de 2018 - 11:33Gomes, Grande Prêmio

“GP ÀS 10″: O BARBEIRO DE MÔNACO

39 comentários

  1. CRSJ disse:

    Esse com certeza foi o maior erro do Senna na F-1 em que ele por pura obsessão queria dá uma volta completa em cima do Prost ignorando uma ordem de Ron Dennis de diminuir o ritmo. Senna foi Rei sem deixar de ser Barbeiro em Mônaco.

  2. Bola da Vez disse:

    Senna deu uma de piloto lambão na pista que ele mais dominava. Coisas do esporte.

  3. José Luiz disse:

    Hum…você poderia falar das poles de Ayrton no Mónaco, das suas seis vitórias no mesmo local ou da circunstância de que estava quase a dar uma volta de avanço a um piloto como Alain Prost com um carro igual…mas o que vc fala mesmo é do erro dele…daqui a 25 anos vc vai continuar encontrando defeitos mas infelizmente para si a sua opinião não muda o lugar de Ayrton no automobilismo mundial…pena para vc…
    Realmente havia muito que falar relativamente a Mónaco….só não podia falar de vitória de Piquet no Mónaco não é ?

  4. moisesimoes disse:

    - Bom dia, rs. Excelente vídeo.
    Sei não. Tão bom quanto os textos!

    E pior que ver esses predios horríveis, é ver a obra magnífica de Oscar Niemeyer sendo casa de golpistas. Isso é lamentável.

  5. MARCELO disse:

    Ele era considerado o campeão do mundo que mais destruiu carros.
    Eu acho o seguinte: foi um grande piloto. Um dos maiores. Mas se tivesse corrido nos anos 70, teria morrido antes de ser campeão.

  6. Tom disse:

    É acho que você não entendeu nada..,não sabe interpretar um texto?onde afirmei que ridicularizava o Lula?,Até porque acho que sou mais de esquerda que o próprio Flávio.

  7. Eduardo Britto disse:

    De fato FG, colocar um quipá luminoso no alto do prédio não disfarça a sua feiura, definitivamente! E quanto a Senna, ser o Rei de Monaco não é pouco… Ele mantém outro recorde além desse?

  8. Alfredinho disse:

    O ego inflado de Senna não admitia erros. Quando o erro era compartilhado, tipo, Monza no mesmo ano, a culpa era jogada no adversário. Quando o erro era exclusivamente dele, o “intocável” saía bufando de fininho.

  9. Nathan disse:

    Alias, os brasileiros são assim, de uma maneira geral, com erros alheios, diga-se de passagem.

  10. Roberto Mota disse:

    Gosto demais dos seus vídeos, Flávio. Me divirto e viajo na história. Como sugestão (hahaha, quem sou eu) faça um GP as 10 sobre Nelson Piquet nas 500 milhas em 93, que você cobriu in loco. Lembro até de um texto seu no blog. No mais, os videos são excelentes. Assisto a todos. Grande abraço.

  11. Tom disse:

    Não achei errado a reação do Ayrton nesse caso, voce não deve dar atenção para quem não gosta de você.O cara tinha ganhado pela primeira vez no ano anterior em mônaco(primeira vitoria brasileira) superando o melhor carro a Williams do Piquet,o mesmo Piquet cometeu um erro bisonho em 1981 e nenhuma mídia paulistana detonou o cara.Faço uma analogia com o que a mídia faz com o Lula e o PT,acho uma puta sacanagem,mas tem gente que delicia com isso.Mas fazer o quê ?tem gente que detesta o Ayrton e gosta de ridiculariza-lo ao máximo e há muitos que acham que o Lula foi o maior ladrão que já existiu nesse país e querem sua destruição..Ou seja existem bestas para todos os gostos no presépio da mídia tupiniquim, formadora de boçais.

  12. Carlos disse:

    Cara, lembro dessa matéria como se fosse ontem!
    Na época, líamos a Folha em família lá em casa. Porém, na hora, não me toquei que o assunto era mais ligado a barbeiragem mesmo, imaginei que fosse um trocadilho bem humorado com “O Barbeiro de Sevilha”, ópera-bufa de Gioachino Rossini.
    Trinta anos, meu Deus, precisava passar tão rápido?

  13. Racer-X disse:

    Senna em público se fazia humilde.
    Mas internamente não admitia que era um ser humano como todos nós, que falhava também COMO PILOTO.
    A simples idéia de algum outro piloto o superando ( o que acontece com TODO campeão, mais cedo ou mais tarde) o deixava inconformado. Quantas vezes nos lembramos dele admitindo publicamente que cometeu um erro? Era tão “noiado” em não falhar, que quando falhava, sumia para se acalmar…e não ser questionado.
    Imagino quão dolorosa seria a vida de Senna depois de aposentado na F1, vendo Schumacher, Vettel, Hamilton, etc…quebrando suas marcas, conquistando mais títulos, estabelecendo novos recordes.
    Imagino, qual seria a reação de Senna testemunhando esses novos campeões, novos recordes? Diminuiria os números/feitos do seus sucessores? Será que diria que todos trapacearam para superar seu recordes? Ou aceitaria com naturalidade e apreciaria os feitos das novas gerações de campeões, com a mesma tranquilidade que tiveram (e ainda tem) Fittipaldi, Piquet, Mansell, Prost, Lauda e outros ex-campeões?
    Bom, eu me lembro bem como eram as coisas na “Era Senna”, lembro bem das reações do falecido.
    Só posso dizer que eu vi duas “personalidades esportivas” com grandes fãs-clubes (inclusive dentro da imprensa), elevados a mitos, e que nunca admitiram uma falha, uma limitação:
    Ayrton Senna e Rogério Ceni.
    Se vocês criticam um por esses defeitos e esquecem do outro, me desculpem caros colegas, mas vocês são uns hipócritas.
    Maior que o talento que tinham no esporte que se destacavam, só o ego que faz parte da sua personalidade.
    Desculpem mas é a verdade.

  14. Antonio Vieira disse:

    Este erro pode ter sido o seu maior erro do Senna na F1?

    E uma curiosidade: algum piloto líder em determinada prova, já deu 1 volta no segundo colocado?

  15. Luiz Carlos Barbosa disse:

    Ele estava tentando dar uma volta no professor só isso… Agora mudando de assunto parece que mais um pai com dinheiro quer um lugar para seu filho na F1 empresario Michael Latifi pai do piloto Nicholas Latifi F2 virou socio da McLaren com investimento de mais de 200 milhões Liras (R$ 995 milhões valores atuais) se cuida Alonso !!!

  16. José disse:

    Ô, Flavio, você mesmo fala que provavelmente não pensaria nessa manchete, mas temos que levar em conta que hoje você (e todos), sabem no que o Senna se tornou, tri campeão, um dos melhores da história, maior vencedor de Mônaco, etc e tal. Mas se pensar na época, ele era pouco mais que um novato, primeira vez em um carro realmente vencedor, com apenas 1 vitória em Mônaco, sem títulos… vamos comparar com a situação do Verstappen de hoje (por mais que bem mais velho, na época, mas isso em função da idade que se inicia carreira hoje), certamente talentoso, mas ainda cheio de erros. Não creio que seja tão absurdo pensar na manchete se lembrarmos de todas as circunstâncias da época! De qualquer forma, muito legal a lembrança e a história.

    Abraço!

  17. murilo medeiros disse:

    Sobre a arquitetura dos prédios do seu condomínio… Ela é dos anos 80 e 90, período conhecido como pós-modernismo, caracterizada principalmente por ser feia mesmo.

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