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segunda-feira, 26 de novembro de 2018 - 22:26F-1

ALBON NA TORO ROSSO

RIO (só molecada!) – Alexander Albon, nascido em Londres há 22 anos, foi confirmado pela Toro Rosso como titular do time ao lado de Daniil Kvyat para o ano que vem. Neste ano, foi terceiro colocado na F-2 e venceu quatro corridas. Ele corre com bandeira tailandesa, mas não será o primeiro piloto desta nacionalidade na F-1. Entre 1950 e 1954, Birabongse Bhanudej Bhanubandh, conhecido como Prince Bira, disputou 19 GPs de Maserati, Simca, Connaught e Gordini, e conseguiu dois quartos lugares como melhores resultados.

Albon estava certo com a Nissan para correr na Fórmula E, mas foi liberado pela equipe de Sébastien Buemi — que deixa de se chamar Renault na temporada #5 da categoria. Brendon Hartley foi dispensado pela filial da Red Bull, como se esperava.

A F-2, assim, emplaca seus três primeiros colocados como titulares no andar de cima em 2019. O campeão George Russell correrá na Williams e o vice, Lando Norris, será piloto da McLaren.

Nada mau para uma categoria que se renovou em 2017 com o propósito de preparar melhor a molecada para a F-1. Com a confirmação de Albon, o grid da próxima temporada está fechado.

Alex Albon - Portrait

15 comentários

  1. Brabham-5 disse:

    Acho que a Toro Rosso está dando um passo para trás com essa dupla de pilotos.

  2. Chupez Alonso disse:

    Por um momento li Alonso na Toro Rosso ao invés do Al Bom.

  3. Saima disse:

    O príncipe Bira era uma figura folclórica. Tinha um harém particular nos boxes e um ritual de relaxamento antes das corridas.

  4. Alex Sant'Anna disse:

    Boa tarde Flavio
    Só lembrando que o acionista majoritário (51%, procure por Krating Daeng e Chaleo Yoovidhya na internet) da Red Bull é Tailandês, e a idéia (não consigo escrever sem acento) de ter um piloto “local” é bem antiga. Faz parte de um projeto de longo prazo que pretende inclusive sediar uma etapa da F1 naquele país.
    Eles já construíram um circuito Tilke FIA grade 1 (Chang International Circuit) que sedia vários eventos como MotoGP, AsLMS, SBK, etc. e estão se organizando para sediar um GP mais para frente.
    Infelizmente este é o mundo corporativo de hoje. Pilotos bons como Vandoorne (muito melhor que metade do grid, mas colocado em uma situação difícil de carro e política) e o Hartley (boi de piranha na Toro Rosso) que tem 2 títulos de WEC e 1 24hs LeMans no CV ou o Ocon ficam de fora para caras como esse Tailandês ou o Stroll poderem pilotar.
    Abraço!

  5. João Ferreira de Souza Neto disse:

    Acredito que a F-2 ainda prepara menos o piloto para estar na F-1 do que tínhamos nas World Series 3.8 ou mesmo nas Formulas Renault ou Super Formula Japonesa, mas como agora a GP3 virará F-3, a tendência é preparar melhor os pilotos, só esperamos que a F-1 tenha vagas para absorver estes novos pilotos.

    Lembremos, que alguns ex-pilotos da Formula 1 são oriundos da F-2 e não corresponderam, como Palmer, Nasr, Vandoorne, Eriksson, Piquet, entre outros…

  6. CHAGAS disse:

    Merecida a vaga, o menino é bom. Mas a melhor notícia é Hartley saindo.
    Embora com a saída de Alonso, o grid ano que vem supera e muito o deste ano.
    Pessoal desce a lenha por termos pilotos muito novos.
    A culpa é de quem, se a safra é excepcional? Da-lhe molecada.
    O Stroll pai vai promover o Stroll filho para vice diretor da RP, e Ocon segue titular.
    Fixi….

  7. Felipe Rodrigo disse:

    Parabéns para ele, fez por merecer. E que legal ver a Formula 2 produzindo bastante pilotos para a F1, é isso que se espera de uma categoria de base.

  8. Fernando disse:

    Preferia Hartley e Albon, mas não tenho que preferir nada

  9. Fabio Tust disse:

    Curioso o terceiro colocado ter ficado, teoricamente, com o melhor carro entre os três.

  10. luis felipe disse:

    Acho que vai ser bem ruinzinha esta proxima temporada…
    Nada de especial e novo na frente e um bando de moleques atras + o kimi

  11. Guilherme Jales disse:

    A última vez em que os 3 primeiros da GP2/F2 subiram direto pra F1 no ano seguinte foi ao fim da temporada 2009 (Hulkenberg, Petrov e Di Grassi). E ainda acho que isso só está acontecendo por causa da obrigatoriedade da pontuação mínima pra superlicença. Essa regra não impede que nomes como Maldonado e Gutierrez cheguem à F1, mas pelo menos é um filtro a mais.

  12. Luiz disse:

    No caso o pior colocado ficou com o melhor carro de F1 e o campeão com a bomba. Gris invertido.

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