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segunda-feira, 24 de abril de 2006 - 12:29DKW & cia.

Pequenos brinquedos – II

SÃO PAULO (casei nele) – Mais um do acervo, o mais querido de todos, porque é o primeiro. Comprei em 1988 do Sérgio Berezowski quando fui trabalhar em “Placar”. O Berê hoje está na “Quatro Rodas”.

Também saiu no BestCars, carro meu é tudo famoso.

23 comentários

  1. RENAN NERY disse:

    Flávio, sou seu fã a muito tempo, pouca gente gosta tanto de DKW como você, o Meu Belcar 1962 é a zul claro com teto Branco, também sou de 1962 e todo ano comemoramos juntos nosso aniversário.
    Renan.

  2. Hugo Ibanhes disse:

    putz, esse aí é legal heim…
    é o meu preferido, dos seus, até agora… hehehe
    Gomes, vc conhece uma feira onde o pessoal exibe os carros antigos aqui em Curitiba? vc ia fazer um sucesso danado aqui.
    []s

  3. Thiago Azevedo disse:

    Alexandre e Silvestre, valeu pelas respostas.

  4. Alexandre Santiago disse:

    Aquele adesivo é um D que quer dizer Deutschland pq o DKW é de lá.
    São adesivos tradicionais usados na Europa, para ‘fazer propagada’ de cada país. Meio que pra dizer ‘sou da Alemanha’ ou coisas do tipo.

  5. Silvestre Zanon disse:

    Thiago Azevedo, posso estar muito enganado, mas não parece um D? Lembro que tinha uns adesivos parecidos com esse e que tinha uma bandeirinha da Alemanha próximo a letra. Acho que a 4 Rodas lançou isso ná época…sei lá…mas parece…

  6. Thiago Azevedo disse:

    Carro lindo, placa legal. O que significa esta letra (parece a letra O)pintada dentro do círculo branco, na lataria do seu carro?

  7. Marcelo disse:

    Olá FG!

    Aqui perto de casa, Laranjeiras – RJ, tem um café com leite lindo, impecável. O dono, um senhor, anda com ele todos os dias. Um prazer realmente. Há algum tempo vi outro carro que deve ser do seu interesse, um Malzoni que está(estava) abandonado um frente a um prédio no Leblon. Branco com santoantônio e um número que não lembro. Por curiosidade vou passar pela rua novamente e ver se ainda permanece no mesmo lugar.

  8. Filipe W disse:

    Não regula o material do Veloz, não hein Flávio ! hehehe

    abraços

  9. Alexandre Santiago disse:

    Gomes, o que vc precisa para colocar placa preta nele? Quais as exigencias?
    Aquelas placas de colecionador

  10. Nenê Brown disse:

    Uma coisa muito legal e vc voltasr a responder os tópicos… Não é, galera!?

    Consiga sempre um tempinho pra nós, ok? Abração

  11. Gomes disse:

    Vai saber se não foi esse, Veloz… Aproveitando, recebi suas correspondências na TV, obrigado.

  12. VELOZ-HP disse:

    Foi num DKW idêntico a esse, mesmo ano e mesma côr, que aprendi a mudar as marchas do câmbio de um carro.
    Eu tinha 10 anos de idade, já dirigia a 2 anos os carros do meu avô, Cadilac, Impala, Buick, todos com câmbio automático e então, fomos até a Praia Grande no litoral de São Paulo, almoçamos no restaurante Baleia no Boqueirão e em plena praia, fui dirigindo até Itanhaém, ida e volta, com direito a paradas para manobras, arrancadas e contorno de obstáculos.
    Fizemos isso pela tarde toda e ao anoitecer voltamos para São Paulo pela, glória das glórias, Serra Velha do Mar, e eu, é claro, dirigi a subida toda, já totalmente familiarizado com o câmbio e embreagem, e já fazendo as primeiras gracinhas como reduções e cantadas de pneu nas curvas, com direito a parada na Casa da Marquesa onde jantamos e apreciamos o cartão postal que é a vista de lá.
    É óbivio que tudo isso aconteceu num domingo de 1965, quando a praia era quase deserta e o trânsito na Serra Velha próximo do nulo.
    Esse dia, à bordo do DKW verde e branco do meu avô, foi um dos mais inesquecíveis da minha vida, pois senti-me como um piloto de corridas, mudando marchas, reduzindo, acelerando, fazendo o máximo que podia naquelas condições de iniciante em tudo, menos na paixão pelos carros.
    Tudo isso graças a um DKW e ao meu querido avô materno, Sabatto Peduto, meu pai x 1000.

  13. Alexandre Reis disse:

    Que isso ein, a placa é personalizada.
    Gente coisa é outra fina.
    Parabéns lindo tambem.

  14. Leonardo disse:

    hehehehe, hein Flávio, deu um trato na véia e ela não quis mais comprar o carro, que beleza….
    desculpa a brincadeira, está de parabéns
    Abraços

  15. jovino disse:

    Flavio,

    Aqui em Brasilia tem um Belcar igualzinho a este, da mesma cor, super conservado e todo original, mas com a cor já desbotada pelo tempo. Mas é perfeito. Tentei comprá-lo várias vezes, mas o cara nunca quis vendê-lo. Este Belcar é um carro histórico em Brasília, pois pertenceu ao Padre Rock, o primeiro padre de Brasília que circulava com ele por todo lado e acho que o cara o herdou. Ele não vende nem dá o trato que deveria ter.

    Jovino

  16. José Luiz disse:

    Sem dúvida, esse é o mais bonito.

  17. jcesar disse:

    Ah, por isso eu gosto do Flávio… além de ser um grande jornalista sempre foi muito atencioso e simpatico em todas as vezes que lhe mandei e-mail… Não é como alguns colecionadores metidos a besta que a gente encontra nos eventos que acham que tem “o último grande clássico nacional” na garagem …

  18. Edgar SC disse:

    Ta bem hem danado…

  19. Máximo disse:

    Ô Cleidson… quem pode, pode…

    pra nós simples mortais sobra olhar e babar… hehehe

    parabéns Gomes…

  20. cleidison disse:

    hehe, reparem a placa!!!

  21. Flavio Chinini disse:

    Dá pra começar a entender o prazer que você sente ao dirigir uma belezinha dessas, nas corridas… Fica claro que o resultado da prova é secundário. Deve passar mil coisas na cabeça, como por exemplo, o que sentiam os pilotos, lá dos 50 ou 60. Bacana.

  22. Gomes disse:

    O de corrida eu comprei todo arrebentado. Foi feito em 2002 numa oficina em Interlagos que nem existe mais. Depois tive de refazer muita coisa. Não tenho Gordini.

  23. Flavio Chinini disse:

    FG, esta cor é muito bonita (côr, na época em que o carro foi feito)… No seu Belcar de corrida, as adaptações para competição foram feitas por você, ou seja, você comprou o carrinho original? Você tem algum Gordini / Dauphine?

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