Acelera, Max

SÃO PAULO (Dia do Fusca, não esqueçam!) – Max Mosley está com idéias estranhas para os motores da F-1 a partir de 2009. É o que conto na coluna Warm Up de hoje.

Leiam, bocejem, comentem. E se alguém quiser ler a íntegra do que disse MM, clique aqui.

Comentários

  • Marayl,

    O papo de “contenção de custos” é história pra boi dormir. Concordo. Mas também concordo com o Max quando ele diz que daria pra desenvolver o regenerador gastando pouco – com 20 milhões/ano, você paga salário e ferramental para 10 engenheiros “cracaços”.

    O problema, a meu ver, está nessa declaração do Max: “Obviously you can’t let somebody come with a miracle engine”. Como assim? Vão proibir o talento dos engenheiros?

  • Bem resumindo a F1 que o Mosley quer:
    Custos altos, tecnologia pouco usual e cara, e tecnologia aprovetável proibida…

    E o cara nem mexeu nas partes fortes da F1, a eltrônica e a aerodinamica.

  • A coisa é viável e, em tese, pode ser implantada de modo seguro.

    Também abomino o “congelamento” dos motores, mas a proposta da FIA é uma boa solução: proibe tudo, mas deixa mexer no regenerador de energia. Seria um grande desafio para os engenheiros, e um período de enorme progresso técnico.

    De quebra, pode aumentar o nível de competição nas corridas. Artificialmente, claro – mas, se nada for feito nesse aspecto, a F-1 vai definhar.

  • fg, como ficará, então, a f-1 bbb? conservação de energia antes dissipada pelo calor e seu reaproveitamento gerando cvs de potência??? boa? sim, sem dúvida; bonita? também! (embora os f-1 dos anos 70 fossem mais; barata? ah!!!!será???? prá quem não entende nada de fisica como eu, parece bastante complicado. e caro!!!!

  • Só sei de uma coisa meus amigos F1 ,Shumy,Mosley,Rubinho e Cia , é só o FG colocar algum assunto dos citados e pronto , dá ibope mesmo.
    Eu prefiro sinceramente um foto velha pros nossos maravilhosos matuzas reconhecerem , já é tempo.

  • Meu socorro é simples:
    Tempo ao tempo, sempre e sempre.
    É impossível dimensionar qualquer dispositivo sem todas as variáveis devidamente mensuradas.
    Duvido de sistemas complexos que surgem num estalo, numa idéia isolada, brilhante e revolucionária.
    Precisa de milhares de horas de engenharia, de centenas de profissionais habilitados, focados e muito bem conduzidos por administradores.
    Chegar na Lua era impossível, dentre outras façanhas. Se voce mostrar um fósforo a um índio isolado ele pensará que voce é Deus.
    “Muita hora nessa calma”.
    Pode ser um sonho impossível, ou então a solução estar debaixo do nosso nariz, que é o lugar onde a gente menos enxerga… Só quando se olha no espelho.

  • Quanto mais a fundo vou nessa história, mais e mais minha admiração pelos da velha guarda aumenta. Não lembro quem estava em volta, mas o Bird estava coberto de razão quando disse que antigamente se pilotavam carros, e hoje em dia se operam máquinas.

  • O futuro ninguém conhece e sempre se desdenha dele, falaram mal assim dos aerofólios, pneus e combustíveis, que são realidades hoje. Porque não?? Por que ir além do que o dia seguinte oferece e tão difícil, vamos abrir as mentes e buscar o novo sem esquecer o que já passou e não perpetuar o passado.

  • To pnsando nisso de verdade…

    Um CVT não suportaria uma velocidade de acúmulo de energia, e ainda sim não seria um sistema, teria de ser dois.

    Tô achando que MM tá contando historinhas para a dormência de bovinos.

  • Aos Caros Pedro e Pablo,

    Concordo com voces dois, e só posso pensar mesmo em um sistema variável – algo como os câmbios CVT? – numa coisa dessas, e que não vai pesar 20 kg.
    Fora a possibilidade não pequena de as idéias do Tio Max serem algum tipo de factóide, como os do nosso alcaide carioca… E nós aqui discutindo moto perpetuum e quetais… Abraço a todos, eu vou dormir…

  • Não consigo agora imaginar um sistema de acumulador cinético que ganhe velocidade com a freada e consiga reverter essa energia para as rodas sem um sistema de transmissão que multiplique a rotação da saída. Sem contar que essa multiplicação tem de ser variável, uma vez que quanto mais energia ele libera para o carro, mais rápido o carro está, e ainda mais rápido ele disco teria de estar pra continuar a liberar essa energia. Sem contar que pra eliminar os feitos giroscópicos do disco, teriam de ser dois deles, um virando com rotação contrária à do outro, e um sistema muito robusto ligando os dois, pois a solicitação entre eles é extrema. Já vi com o que me ocupar essa noite… Mas até agora não consigo pensar em nada viável para que o Sr. Max Mosley consiga sustentar suas palavras…

  • Legal isso, um sistema que use a cinética, com acumulação direta!
    Mas concordo com o Pablo, imaginar sistemas desses compactados à 20 kg é quase impossível.
    Mas o Mosley nunca teve na engenharia sua principal qualidade. Ele é bom mesmo de ser o janota de sempre (essa não é minha!) e de manter seus poderes políticos manipulando as regras da F1 sempre com objetivos escusos. Estranho que simpatizei muito com ele em 1991, quando entrou, mas percebo agora que ele se limitou apenas a não repetir os erros óbvios do Balestre.

  • Meus Amigos, Desculpem se a besteira for grande, mas acho que o Max não está falando nos atuais conversores de energia cinética em elétrica, como os existentes em veículos comerciais.
    Acho que o buraco é mais embaixo; li algum tempo atrás sobre testes em acumuladores de energia que funcionam transferindo PARTE da energia cinética do veículo para um sistema de disco (ou discos) conectado na transmissão do veículo, AUXILIANDO A FRENAGEM – e não substituindo os freios; essa energia cinética seria transmitida de volta para as rodas de volta na re-aceleração do veículo.
    Assim sendo, este dispositivo não atrapalharia o piloto, mas ajudaria a frear, acumular energia e a re-acelerar aproveitando a energia CINÉTICA acumulada.
    Ouvi algo sobre sistemas de discos atingindo 250.000 giros por minuto. Com a palavra os srs. Engenheiros, que são do ramo e podem avaliar melhor até que ponto isso aqui é um absurdo ou não. Com certeza, sem novos materiais esta tecnologia é inviável.

  • Grande Vitão!!

    Conheço o sistema de re-utilização de energia, já está no mercado há algum tempo. Se não me engano até trouxeram um carro desse para um Salão do Automóvel. Já comentei que não é impossível, mas é absolutamente improvável pois as implicações na dirigibilidade e na segurança são tremendas! Se fala de um sistema inteiro pesando 20kg. Ora, uma bateria que dê 60cv durante 9 segundos e que divida 20 kg com todos os outros componentes não é uma bateria… É quase um acumulador atômico! Dá pra colocar no carro? Dá. Só não pode contar pra ninguém, porquê se o cara tomar uma panca e esse negócio começar a vazar, não nasce grama num raio de 500mts por anos…
    F1 gera tecnologia sim, mas cada macaco no seu galho… Quer promover um uso mais eficiente de combustível? Tem competições de Milage em que os carros estão fazendo quase 3000kms com um litro de diesel. Pode apostar que ninguém vai exigir uma prova de 0-100 pra eles…

    Vamo discutir, é o melhor caminho pra as mentes trabalharem!!!

    Abraço a todos.

  • Esse é um dos canalhas que junto ao Balestre e Bernie Eclestone transformaram a F1 no lixão milionário que é hoje.
    Por obra desses calhordas não temos mais autódromos para pilotos, não temos mais automobilismo de verdade e não temos mais Interlagos.
    Desejo o pior para essa raça de ratos e que padeçam no fundo do cano do esgoto do inferno para toda a eternidade.
    Sei que esse cano vai entupir, pois não faltará merecedores disso no mundo mas, que eles sejam os primeiros da enorme fila.

  • Não sei, acho que a F1 deve ter a melhor tecnologia , no sentido de deixar o carro mais rápido, afinal ela é a categoria máxima. Se ficarem inventando muita moda, colocando muitas restrições, daqui a pouco haverá categoria que gasta 10 vezes menos com carros virando mais rápido. Se isso acontecer, a F1 vai perder o sentido, pois ela sempre será cara, mas os carros já não serão tão rápidos. Como disseram abaixo, os custos nunca vão baixar.
    A F1 deve primar pela velocidade e pela competição. Tem que deixar o carro evoluir em velocidade. Liberem os motores. O cuidado deve ser em relação à competitividade. Por isso defendo a idéia de que a dirigibilidade deles deve ser diminuída. O desenvolvimento da tecnologia dos carros, como o controle de tração, é importante para industria, pois será utilizada nos carros de rua, mas é ruim para o esporte, pois iguala os pilotos por baixo. A aerodinâmica é algo que precisa ser piorada, pois os carros estão muito bons de curva. Esses dias eu estava vendo um vídeo on board de uma pole do Senna em Interlagos. O cara teve que tirar o pé para fazer a curva do Sol, assim como tinham que tirar o pé para fazer a Eau Rouge. Hoje fazem-nas com o pé socado. São duas curvas a menos na temporada para os melhores pilotos tirarem proveito de suas habilidades.
    Acho que os carros devem ter a tecnologia de motor e suspensão liberadas, mas a aerodinâmica e alguns componentes ou mecanismos eletrônicos devem ser bastante restringidos, para permitir uma maior influência dos pilotos no resultado final. Mas, estas restrições devem ser simples, sem muitas regras e sem meio termos.

  • Só queria completar meu raciocinio.
    Acredito ainda que ,se realmente tivermos um motor hibrido em F1 ,explosão e eletrico,acredito realmente ,que ai sim , teriamos a curto prazo algo funcional em nossos carros. O que tá faltando é isso , colocar algo alternativo em um campo de competição verdadeiro.
    Lembram-se da suspensão ativa?Dá uma lembrada a que nivel chegou aquele treco!
    Por isso, acho que tem mais é que por gasolina nesse fogo…….ou melhor ,Alcool!

  • claudião e pablão , esse dispositivo de energia regenerativa já é utlizado nos carros hibridos da Toyota – Camry e Prius- e da Honda – Civic e Accord. Não sei se a eficiência é toda esta, mas já existe. Tenho uma revista Car & Driver com o esquema técnico, que vou mandar para o FG. abraços

  • Apesar de acompanhar esse blog desde o inicio, nunca tinha comentado nenhum tópico anteriormente. Prefiria ler as diversas opiniões sobre os assuntos a colocar a minha aqui. Mas quanto a esse assunto, que já discuto a tempo, acho que vale a pena dizer alguma coisa.
    Atualmente falar em corte de custos na F1, na minha opinião, é algo sem proposito, pelo simples fato de que será impossivel cortar custos realmente de qq maneira. Se limitarem o desenvolvimento dos motores podem ter certeza absoluta q o dinheiro antes gastos neles irão para outro lugar, provavelmente para refinar ainda mais a aerodinamica, q hj é uma das grandes responsaveis, juntamente com os novos circuitos, pelas corridas sem ultrapassagens.
    O mesmo aconteceu com os pneus, limitaram os seu uso no intuito de cortar custos e diminuir velocidade em curva, no começo até conseguiram, mas depois de alguns molihões gastos em pesquisa conseguiram recuperar o prejuizo, e economia mesmo não aconteceu. E acho q atulmente esse é uma das qualidades da F1, na falta das mais tradicionais q eram as tão aclamadas disputas de antigamente, constantemente lembradas no blog, se lmitam alguma coisa para reduzir a velocidade, piorar o rendimento ou algo do genero (sempre falando na redução de custos q não acontece) os caras buscam o atraso rapidinho. Acho q enquanto tiver gente disposta a gastar bilhões em pesquisa, q deixem gastar. Agora pensar em mudanças q procurem a melhor utilização de recursos acho um caminho correto, ms acho q congelar o desenvolvimento dos motores não é o passo inicial correto para se começar a pensar nisso.

  • Na entrevista do Mosley, ele fala num dispositivo de 20 kg para cada carro. Cada um faria o seu do jeito que quisesse. E diz que as montadoras trabalham nisso há anos, com empresas menores, a custos bem baixos.

  • Como já disse, trabalho com as montadoras diariamente há muito tempo.
    Adoro discussões de Engenharia, opiniões conflitantes, pontos de vista diversos, discussões sadias e produtivas. Vivo disso. Vivo de diálogo.
    Adoro pião de fábrica, adoro técnicos, adoro engenheiros. Já fui estas 3 coisas.
    Aí fiquei esperto e virei comercial…
    Tudo isso só pra dizer o seguinte:
    O nível da discussão deste blog é MAIS ALTO do que o nível das reuniões que piloto, com meu pessoal e o pessoal das montadoras.
    Pra quem não é do ramo:
    Adoro engenheiros. Adoro este blog. O que acontece aqui é fantástico, e por mais que participe sempre me surpreendo. É das poucas alegrias dos meus dias tensos, pilotando egos inflados de engenheiros contrariados. Esse espaço é a verdadeira ilha da fantasia.

  • Sou a favor!
    Digamos que o ideal seria mesmo mesclar motor a explosão e eletrico.
    Ai acredito, que a coisa desenvolve,porque tem competição,e seria totalmente benefico para as ideias ecologicas principalmente.
    Se F1 é topo? Então que seja vanguarda em energia alternativa!
    10 pro Mosley.

  • Esse tipo de sistema não daria nenhuma sensibilidade de controle de frenagem ao piloto, portanto não poderia ser utilizado. Outro problema seria colocar essa energia aproveitada de novo ao chão. Deveria ser por meio de motores elétricos, criando além do problema técnico de alocação e controle ainda outro tipo de problema, o de regulamento.Todo o sistema seria absurdamente pesado para se colocar num carro de 600kgs, e ainda sim seria preciso a colocação de baterias, um item absurdamente nocivo se exposto à um impacto que rompa sua carcaça. Já estamos atacando a segurança. Além do que, hoje em dia a categoria busca reduzir custos e um dispositivo desse iria no minimo duplicar os custos de desenvolvimento.
    Se toda tecnologia aplicada nas ruas fossem provenientes da F1, não estariamos dirigindo tão bem hoje em dia. Cada coisa a seu tempo e em seu lugar.
    Me deixem fazer uma correção: impossível pode até não ser, mas com certeza é impraticável num carro de corrida. Carros de corrida correm, e mais que gerar tecnologia, se fazem justificar pelo espetáculo.
    E só citei o moto-contínuo ante a afirmação de que um seria possível um carro desacelerar de 100 a 0 guardando energia e depois acelerar até os mesmos 100 sem gasto de combustível. Isso é moto-contínuo, e ele não existe.

  • Olha gente, essa tecnologia nada tem a ver com moto contínuo ou com aproveitamento de calor, ela já é usada em alguns protótipos e é bem simples:
    Ao invés de discos de freio, as rodas são ligadas por uma embreagem a um gerador. Quem faz a resistência para freiar não é o atrito (que gera calor) mas sim o próprio gerador na sua tarefa de produzir energia. Assim ele carrega uma bateria que seria usada na aceleração seguinte.

    Lógico que é impossível não ter perda nenhuma de enrgia no processo, mas fica mais forte quem é mais eficiente.

  • Infinitamente mais simples limitar os giros do motor. Aí quem queimar melhor o combustível anda mais rápido, simples assim.
    Mas ficam complicando as regras, complicando, complicando.

    Mosley é um idiota, não sabe fazer regras, legislar. Alguém reclama “mas e o baruilho dos carros de corrida, sua emoção, vai acabar?” e ele, idiota como sempre, inventa essa coisa de ter barulho obrigatório. Só um imbecil mesmo para pensar isso.

    Se tivessem permitido os motores 1,2 litros turbo que o Enzo queria para 1988, e liimitado os giros máximo, a F1 já teria alcançado certa estabilidade nos gastos dos motores, e toda a tecnologia que continuaria se desenvolvendo seria útil para a indústria.

    Mas é um imceil, ou é um esperto e lucra muito com tudo isso.

    O congelamento dos motores vai aumentar muito o custo das montadoras na F1. Afinal, elas gastam em motores mas isso é dinheiro que seria mesmo gasto no desenvolvimento dos motores para a rua, um investimento se aproveita no outro.
    Limitando os motores, todos os gastas atuais deles serão direcionados para outros estudos, principalmente a aerodinâmica, então vai ser obrigatório cada equipe ter inúmeros túneis de vento (que são construidos exclusivamente para a F1) funcionando 24 horas por dia, e quem não tiver, bau-bau, vai ter pouco carro, não adianta. E esses desenvolvimentos, caríssimos, não vão render nenhum fruto para a indústria (talvez um pouco para a de computadores, pois gastarão fortunas em sistemas de análise) e a F1 vai ser mais cara, principalmente para as montadoras e as pequenas. Acho que as únicas duas equipes que poderiam se beneficiar disso seriam a Willians e a Ferrari, que não se encaixam nem em Montadoras, nem em Pequenas.
    Mas a F1, como um todo, vai continuar na sua escalada para a quebra geral.

  • Simplesmente não pode ser feito. Não em 3 anos.
    Um dispositivo desse seria equivalente ao moto-contínuo, que é lindo na teoria e impossível na prática. Outra: não existe nada que consiga converter calor de freio em trabalho motor. Até existe, mas definitivamente não cabe nem em um caminhão, quanto mais num carro de 600 kgs. Tá querendo pra daqui 3 anos? Se todo mundo correr muito, quem sabe daqui a 30 alguém consiga um jeito…
    Cada uma que aparece…

  • Tecnologia, essa é a palavra. Na minha humilde opinião, tecnologia é o que faz a F1 ser o que é.
    Achei o conceito fantástico, moderno em todos os sentidos. Fico tentando imaginar como funcionaria esse dispositivo “salvador” de energia liberada nas frenagens.
    Quanto ao uso nos carros de série, nos países desenvolvidos a inovação certamente chegará rápido. Agora, nós brasileiros, que esperamos uns 50 anos para termos injeção direta nas nossas carroças, certamente deixaremos os benefícios dessa tecnologia para nossos netos.

  • Tá… digamso que a idéia é “boa”… Mas, como já disseram em outros comentários, será que essa tecnologia via realmente chegar às ruas? Se já não chega agora vai chegar depois? Duvido muito…
    E eu semrpe defendi uma coisa nos carros de F1: velocidade, é isso que eu quero ver, então, eu quero um motor que os faça andar cada vez mais rápido =P~

  • Ideias novas sempre são bem vindas.
    Mas não tá dificil de perceber.
    A galera fica 3 anos sem gastar dinheiro com motor, pra gastar todo ele depois com esse sistema.
    E mundo continua girando como sempre!

  • Sem barulho ( para nós, música) não é carro de corrida, e acabou.
    Quanto aos motores:
    O que faz um V8 de 3 litros evoluir em 30 anos de 13.000 RPM para 19.000 RPM?
    Resposta: Tecnologia dos Materias, principalmente.
    Se o Dr. Max não atacar esse ponto, babau. Daqui a 30 anos vai virar mais rápido que motor elétrico.

  • Se essa tecnologia chegasse as ruas tudo bem, mas a verdade é que nenhum fabricante – que eu saiba- esta elaborando algo parecido para os carros de produção. Se seria um conceito novo na f1 imagine-se nos carros de produção, quanto tempo iria demandar. Se existirem estudos antes pelos fabricantes tudo bem, senão, é apenas mais uma fórmula esdrúxula que consumirá mais investimentos nos “inúteis” motores de F1. Quem sabe a volta dos motores a ar então……hehehehhe

  • Loucura isso… a única coisa que talves eu possa concordar é que parte da tecnologia embarcada nos motores da F1atualmente não param nos carros de rua… mas dai esse devaneio todo do MM tem limite… daqui a pouco ele vai subir em um cavalo e lutar contra os moinhos de vento…

  • VOU AGORAR CONTRA O BRASIL NESSA COPA, ESSA SELEÇÃO QUE VALE MILHÕES DE REAIS NÃO SABE O QUE É SUAR A CAMISA E DAR UM BOM FUTEBOL, OS CARAS S[O VIVEM NA MOLEZA E NÃO MOSTRAM SERVIÇOS, FORA O FOFÔMENO, QUE TEM SEMPRE QUE JOGAR, POIS É PROTEGIDO DA NIKE. FORA O BOBUENO, QUE NUNCA É IMPARCIAL NOS SEUS COMENTÁRIOS, FORA TODA AQUELA PALHAÇADA DA REDE GLÓBULO QUERENDO FAZER UMA LAVAGEM CEREBRAL NESSE POVO BURRO: NOVELAS, FUTEBOL E FUTILIDADES DE FAMOSOS. ARGHHHHHHHHHHHHHHH