Adu, Jacaré, Tucano, Cazarini…

SÃO PAULO (e a cruz de Lorena) – As duas rodas. Há um ano e pouco, morreu o Adú Celso. Fiquei chocado, porque soube alguns dias depois e não tinha visto nem uma linha em lugar algum. O Grande Prêmio fez uma cobertura decente. Fiz uma coluna que passou batida, como tudo.

Lendo as aventuras do (felizmente) retornado Veloz HP, fiz questão de dar uma blogada hoje para indicar a ele (embora ele já deva conhecer) e a todos que amam as duas rodas o site Motos Clássicas 70.

Não é um site para um passeio rápido. É para perder horas, especialmente nas seções “O livro de ouro das competições”, “Como éramos” e “Eu me lembro muito bem”.

Foi da área de corridas que emprestei essa imagem abaixo, que os Matuzas identificarão fácil, fácil.

As galerias separadas por nacionalidades (das motos, claro), os inúmeros relatos de corridas dos anos 70, os depoimentos dos que mandaram suas fotos antigas e as crônicas dos internautas compõem um quadro do motociclismo brasileiro que, acredito, vai ser muito difícil encontrar em qualquer outro lugar.

Divirtam-se. E você, Veloz Motoqueiro, acho que terá um fim de semana cheio de saudade e beleza.

PS: Pretensão, a minha… Em “Eu me lembro muito bem” no site, tem pelo menos um depoimento do nosso HP… Entrem também na seção “Histórias”. É assim, com fragmentos, que se escreve história. Ou a História. Com fragmentos como esse, de um dos que deixaram seu passado na tela: “Lembro de uma vez ver a Rose di Primo desmontando da garupa de uma Kawa Z-1 no antigo pier em Ipanema, quando ela lançou a moda do biquíni de lacinho em 77. Isso sim que era uma bela mulher”. Verdade. Bela mulher, belos dias, belo país que este poderia ter sido. Leiam e vocês entenderão do que estou falando.

Comentários

  • Realmente uma bela surpresa ver o MC70 citado nesse blog. É minha página favorita, tem várias histórias minhas lá.
    Foi inspirado nesse brilhante trabalho do Pasini e do Pupo que promovi alguns eventos aqui na região de São Pedro envolvendo motos clássicas.
    Só para encerrar, minha moto do coração é uma Honda CB 400 Four Super Sport vermelha ano 75, usada todos os finais de semana. É a quinta moto desse modelo, as quais uso há mais de vinte anos.

  • joaquim: (por que j minúsculo, hein?)
    Não nego o valor do Adu para o Motociclismo (a primeira mono foi ele quem fez, junto com o mecânico holandes), mas que ele sempre tinha o melhor equipamento é um fato. Interessante que naquela época a maioria dos pilotos eram mecânicos ou ex-mecânicos e o Adu acho que foi o primeiro a não sujar as unhas de graxa. Ele sempre montava uns foguetes que não davam chance à concorrência. No antigo Interlagos ele ganahava sempre com, pelo menos, meia volta sobre o resto (e olha que eram sete quilômetros). Em função disso, acho que na Motovelocidade o Tucano colaborou mais, assim como no Cross tínhamos o Nivanor.

  • Joaquim, complementando sua informação sobre kart…

    Abaixo a primeira equipe de kart’s “de feras”, montada pelo Wilson Fittipaldi em 1965 e que costuma dar o maior calor na concorrencia (segundo o livro “Voando sobre Rodas”, do Emerson Fittipaldi)

    1) Pedro Victor de Lamare
    2) Maneco Cambacau
    3) Tite Catapani
    4) Carol Figueiredo
    5) Carlos Alberto Savoia
    6) Wilson Fittipaldi
    7) Emerson Fittipaldi
    8) Totó Porto

  • César, na minha modesta opinião, há três caras que o esporte motor no Brasil deve muito pelo pioneirismo: Emerson nos carros, Walter Trvaglini Filho nos karts e Adu Celso Santos nas motos. Se o Adu talvez não fosse o melhor piloto da época, pelo menos foi o mais corajoso. Juntou armas e bagagens, mudou-se para a Holanda e sómente com um mecânico de apoio, disputou inicialmente o campeonato holandês, o europeu, por fim lançando-se no Mundial com uma TZ 350. Na época, foi o único piloto de motos brasileiro a vencer uma etapa do Mundial, creio que Jarama, Espanha, em 1973. De volta ao Brasil, seu nome levou multidões a Interlagos, quando o motociclismo de competição, no início dos 70, conseguia colocar 100 mil pessoas em Interlagos na Taça Centauro (confere aí, por favor Veloz HP, vc que foi diretor adjunto do Centauro Motor Clube assistiu muitas dessas competições.) De volta à Europa, tentou uma equipe junto com o goiano Edmar Ferreira, mas com parcos resultados. Após o motociclismo, tentou uma carreira de piloto de carros na antiga Fórmula Super-Vê, sem resultados expressivos. Daí, desapareceu…

  • Roberto Brandão:
    A Maria João, na época, era casada com o Ubirajara, goleiro do Flamengo. Morava na Praça Antero de Quental no Leblon e era a única mulher que passeando com um saiote de tenista pela calçada da praia, parava todas as redes de volei, conforme ia passando.

    PS: neguinho viajou tanto que acabou esquecendo que o cara da foto é o Adu Celso numa Yamaha TZ350. Ele nunca chegou a ser um fora-de-série, mas tinha sempre um equipamento muito superior aos demais. O Marco Greco, o Lagartixa, tb sempre tinha o melhor equipamento. O segredo do Adu, pelo menos nas provas aqui no Brasil era a largada: num tempo em que as motos ficavam paradas e desligadas, ele conseguia fazer a TZ pegar com dois passinhos, enquanto o resto da galera ficava pedalando…

  • Agradável surpresa atestar que o VELOZ é super entendido de motos também….aliás, do que ele não entende? futebol com certeza, e partilho com ele o desprezo pelo esporte bretão (acho muito chato…..). Bom, esse site conheço há tempos, e sem dúvida é uma grande fonte de pesquisa sobre uma época que não volta mais!

  • Justa homenagem do Flavio G ao divulgar este interessante site motoclassicas70. Acompanhava sempre na revista Duas Rodas as provas do Adu, Edmar, Denisio, Tucano,…Legal relembrar…

  • Veloz ,sabe o que mais doeu quando o Rochet foi embora?
    Foi justamente quando o Alexandre Barros decolou, ficou um vazio não ter um texto dele escrevendo sobre uma vitoria do Alex, ou aquela grande exibição em Jerez em 1993,lembra?

  • Oh Veloz!! É isso ai .Você vai ficar devendo levar essa revista encadernada na proxima reunião dos MALUCOS 96 em interlagos.
    Eu tinha um monte de numeros de motoshow ,mas em uma mudança de residencia foi tudo pro lixo ,pode?
    Eu estava na Bahia e quando voltei já era .Mas foi uma grande perda para o motociclismo esses caras irem embora do Brasil,ninguem deu tanto espaço pra velocidade em uma revista quanto eles,lembro-me das materias das corridas brasileiras ,eram detalhadas e visualmente muito bem elaborado,uma pena!
    Quanto as Kawas ,você fica devendo maiores detalhes em um futuro encontro,só de saber que um amigo pode falar da tricilindrica que grandes pilotos como Grant,Duhamel,Nixon,pilotaram com grandes resultados.

  • Veloz HP, e Jonny, lembro-me de toda as edições de motoshow como se estivesse as lendo hoje. Lembro inclusive da primeira edição (não a nº 1 e sim a de pré-estréia que trazia cobertura do salão de paris, acho que de 1982. Lembram-se do Pedro Faus (acho que era esse o nome), cara que era amigo dos suíços editores e colocou o Barros no mundial? E o Birigui na sua tentativa de correr da 250 com o patrocínio da Prológoca? Tenha a revista-poster até hoje.
    Abraços e até amanhã.

  • Salvatore Balestrieri, Gualtiero Tognocchi, Dimas Pimenta! A coisa fervia na Waldemar Ferreira e todos corriam para Pinheiros e assim ia o motociclismo. Flávio, TWO STROCKE FOREVER. Cadê o Victório? Irmão do Jacaré? Meu, isso aqui tá maior loucura: VELOZ HP;? O Ibira? da época do Café e das esticada à moto Janda? Flávio, se juntar esta galera tua DKW vira .25 .

  • Grande Flavio,

    Depois de ver uma vitoria do Brasil na Copa, não tem nada melhor que ver uns videos de F1. Alias eu gostaria de baixar esses videos todos para poder juntar tudo em um DVD para assistir na TV. Onde posso pegar esse videos??? desde ja muito obrigado pela atenção

  • Jonny`O, boa tarde.
    Enquanto o país pára para vêr um jogo de futebol (esporte que abomino desde criança), venho para um canto mais inteligente do planeta neste site e me deparo com suas indagações a respeito de pessoas e motos que me são muito agradáveis de lembrar.
    Gabriel Hochet, francês de nascimento e brasileiro de adoção, que junto com Marc Petrier, suiço de nascimento e coração, fundaram a melhor revista de motos que o brasil já teve em todos os tempos, a Motoshow que, como você disse, era um primor de texto, fotos, notícias, enfim, tudo.
    Sem dúvida os textos do Hochet eram uma obra prima e relêr-los é sempre um prazer para qualquer apaixonado por motos.
    O Marc também não ficava atráz, inclusive lançou na época um livro contando a história da Yamaha no Japão e no Brasil que é histórico e fundamental para os motociclistas.
    A revista Motoshow não deve faltar na biblioteca de ninguém, e na minha ela está completa, desde o número 0 e encadernada.
    Quanto ao desdino do Hochet, após sair da Editora 3 tentou por alguns meses firmar a sua nova empreitada que foi a criação de duas revistas quinzenais de motos e carros, a Motor Sport e Sport Auto que, infelizmente não deram certo pelos motivos de sempre, planos econômicos, impostos e principalmente ignorância e despreparo do brasileiro para com a cultura e então, ele foi embora para o seu segundo amor, a França, e lá está trabalhando na revista Moto Revue, muito feliz, merci.
    O Marc, pelo que sei, foi para lá também, e não deve estar arrependido.
    Sempre digo que devemos creditar a estes dois feras e a criação da revista deles Motoshow, a mudança de mentalidade conformista que havia no início dos anos 80 com as importações fechadas a anos e a nova geração sendo formada de uma forma totalmente amorfa e resignada com os produtos safados e medíocres que as indústrias, tranquilas pela proibição de importações, impingiam ao consumidor brasileiro, que sem opção, tinha que comprar produtos cagados a preços absurdos.
    Com a narrativa deles, o consumidor tinha contato com o que havia de melhor no mundo e então, passou a exigir qualidade, modernidade e performance e não sucatas maquiadas, e aí a coisa paulatinamente foi mudando, primeiro na mente e depois na ação, como devem ser as mudanças.
    Hoje, temos um mercado aberto e mesmo assim as indústrias batem recordes de venda e produção a cada ano, comprovando o que eles diziam a 23 anos atráz em março de 1983 quando saiu o primeiro número da revista.
    O Brasil está sempre décadas atrazado em todo o que vale a pena nesse mundo.
    Quanto a sua moto preferida, a Kawasaki H1 500, assino embaixo, era uma moto espetacular de motor, já não se pode falar o mesmo do chassis e freios que não acompanhavam a usina.
    Tanto é verdade isso que eu sempre falei que a mais veloz moto do início dos anos 70 não foi a Suzuki GT-750 e menos ainda a Honda CB-750 que levava pau da Suzuki mas, a Kawasaki H2 750 que atropelava as duas, tanto de arrancada quanto de final, e digo isso por experiência própria pois tive todas elas e digo que a H2 só não deu certo por aqui pela, na época, falta de importadores que acreditassem na marca e então, tudo era dificil e caro, ao contrário da Honda que tinha uma loja em cada bairro, as vezes até mais, e um sortimento de peças tranquilo e garantido para todos. Essa foi a razão dela sêr o que é hoje no mundo, visão global.
    Agora, que a H2 e H1 eram difíceis de curvar e frear, não se discute.
    Nunca me esqueço de uma entortada de traseira assustadora que dei numa das curvas na subida da Serra de Santos ao ultrapassar um carro e que quase despenquei por um daqueles abismos que margeiam a estrada.
    O pior é que foi uma entortada no motor, em plena aceleração na saida de uma curva, como se o pneu traseiro tivesse saido do aro.
    A solução seria a troca dos amortecedores e reforços no chassis para evitar as torções como nas motos de pista mas, onde e quem fazer ? E a que preço ?
    Aí empacava tudo e a solução era voltar para a Suzuki ou Honda que não sofriam desses males e envenenar os motores para andar como as H2 originais.
    Imagine então uma H2 brava.
    Jesus me guarde.
    Abraços.

  • Mil perdões aos blogueiros, podem me xingar e até apagar esse tópico, mas não poderia deixar de compartilhar com vocês esse momento de alegria, eu vi uma faixa no estádio com a seguinte frase “cala a boca galvão”, e o melhor de tudo é que foi a toda poderosa que mostrou, sem querer mas mostrou. Mais uma vez mil desculpas por ter invadido o tópico com um assunto totalmente diferente do abordado. Desculpe-me Flávio, mas não podia perder essa oportunidade.

    Abraços a todos

  • Jpnni’O, o Gabriel Rochet juntamente com o Mark Petrier faziam uma dupla sensacional na revista Motoshow na decada de 70.
    Eram 2 suiços malucos que marcaram época.
    Sem papas na lingua tambem criaram algumas saias justas entre os fabricante se motos por aqui.
    Se não me engano o Gabriel tambem foi assessor de imprensa de uma das montadoras brasileiras.

  • Vitória Tranquila dos Audi Diesel nas 24 Horas de Le Mans, 1° e 3° lugares, no meio em segundo , para incomodar Um Pescarolo-Judd v-10, equipe pequena, do ex-piloto de F1, que também conseghe chegar em 5° com o segundo carro em extraordinária recuperação.
    Ah… Como sempre esquecido, Thomas Erdos pelo segundo ano consecutivo ganha a Categoria LMP2, chegando em oitavo na geral.
    Os tão falados Nelsinho Piquet, na equipe russa da Aston Martin, chegou em 9° na geral e 4° na Categoria LMGT1, Christian Fittipaldi no Saleen em 11° na Geral e 6° na Categoria LMGT1. Vamos aguardar a Mídia falar dos dois e mais uma vez esquecer o Brasileiro, Carioca Thomas Erdos

  • Só mais uma pergunta.Alguém sabe onde foi parar o Gabriel Rohet.
    Pra mim o melhor (disparado) em motovelocidade seus textos(motoshow) sobre o mundial de velô eram apaixonantes , o cara sabia fazer o clima. Que saudades!

  • Viu Tohmé ! Velocidade é velocidade,quem gosta é assim ,pode ser 2 ou 4 rodas não importa.Quem não se lembra da ELF-E, foi uma loucura na epoca(se bem que já é anos 80),Benelli 6 cilindros ,agora minha preferida é a Kawa H1 500cc, foi a rainha dos pilotos privados no inicio dos anos 70.Essa tricilindrica ,dizem era dificil sua condução ,por causa de seu binario e por ter sua cavalaria despejada brutalmente, nossa mãe!

  • Uma verdadeira viagem esse site…
    Conheci algumas das pessoas mencionadas, apesar de que era meio garoto na época. Não ví nenhuma menção ao Cigano, um cara meio famoso pelas aventuras de moto daquela época.

    Abraços.

  • Olá Gomes!
    Discordo de vc quando diz que é “perder horas”navegando no site indicado,é para investir horas ,relembrando tempos gloriosos,onde tínhamos uma fissura pelo esporte das duas rodas,com um grande número de provas pelo Brasil afora.Hoje tenho a impressão que o motociclismo morreu no país.
    Abraços…

  • Grande Flávio Casari Gomes, bom dia irmão.
    Na linha do “acredite se quiser”, ontem, após contar algumas histórias pessoais sobre 2 rodas fui dormir pensando em falar hoje para a galera do seu blog sobre esse site, Motos Clássicas 70, que conheço e frequento desde antes da sua criação pois seus genitores, Roberto Pupo e Marcos Pasini são amigos das antigas, dos loucos anos 70 e como eu, sobreviventes mortais do Ibirapuera, que decidiram unir forças e registrar para a posteridade e principalmente para a galera mais nova e inteligente como você, como eram e como foi aquela era.
    Sei que a maioria vai navegar e adorar esse site porém, adianto que todo o último domingo de cada mês nós nos reunimos em frente do Pacaembú onde realizamos nosso encontro mensal, além disso, fazemos passeios semanais por várias cidades próximas a São Paulo, e festas em dias específicos como a exposição de motos no Páteo do Colégio no Centro de São Paulo no dia 25 de Janeiro, data e local da fundação da cidade e feriado estadual, fazendo já, e inclusive, parte das comemorações oficiais do Estado.
    Aos sábados nosso encontro informal é na loja Recar do meu grande amigo Zézé, outro maluco sobrevivente dos tempos doidos, que pode ser visitada como um museu vivo daquela época, pois além de enorme, abriga dezenas e dezenas de relíquias de todas as épocas mas focadas principalmente nos anos 70, além de realizar trabalhos primorosos de restauração e também, por influência minha (modéstia a parte) preparação ao estilo Café-Race.
    Lá é muito facil encontrar o Tucano, Casarini, Sturlini e até o Roberto Pupo Moreno, motociclista desde criança e mais louco nas motos do que nos carros, está sempre por lá. Principalmente na época das Mil Milhas Brasileiras, por causa da proximidade com o Centauro Motor Club na Av. São João ao lado, a loja vira ponto de encontro e romaria da maioria dos pilotos mais velhos e participantes da prova e aí é um delírio, muitas histórias e confidências de bastidores afloram e a diversão e gozação é garantida o sábado inteiro.
    Inclusive muita gente não sabe que o Emerson Fittipaldi começou sua carreira como motociclista, igual ao seu pai o Barão e fundador do Centauro Motor Club junto com Chico Landi e Elói Gogliano, e que ele, Emerson, tem 2 títulos paulistas de motociclismo nas 50 e 125 cc.
    Pouca gente sabe também que o Paulo Gomes, o Paulão da Stock Car tem uma perna mais curta que a outra por causa de um acidente de moto naqueles anos loucos em que tirava rachas homéricos em Ribeirão Preto com sua envenenada CB-750 e que quase teve de amputá-la e o Brasil teria perdido um grande piloto.
    E por aí vai, são histórias e mais histórias que não acabam mais e a razão de ser desse site é não deixar essa cultura motociclística morrer com o tempo e as pessoas.
    Navegem e divirtam-se nesse site mas, principalmente, vivam as motos e os fatos narrados e fotografados pois, coisa igual não há e jamais terá novamente pois o mundo mudou, a vida mudou, as pessoas mudaram junto e o sonho acabou, nos tornamos apenas os habitantes da terceira pedra depois do Sol e como tal, do pó vieste e ao pó retornarás.
    Aproveitem enquanto há tempo.
    Abraços.

  • Beleza Gomes ,o site Classicas70 é o melhor retro sobre motos para viajar,mas fala a verdade ,não tinha coisa mais bonita que aquele amarelo da equipe Formula G, que fez o Bol Dor.Tem aquela incrivel historia do misterioso motor Honda do prototipo do Adu.
    Mudando um pouco o rumo ,quem quiser ver mais fotos do dia 15 ,o blog do Maximo despejou mais um monte.

  • Olha como nós internautas estamos na mesma sintonia. Ontem depois de ler os comenterios aqui da motos, meio por acaso entrei extamente no classica70, indicado aqui pelo FG. Quando agora a materia sobre Adu tive a impressão que fui monitorada ontem…

  • É isso ai Flávio, lembro que fiquei sabendo, lhe enviei um mail, nos falamos pelo tel e vc manchetou no Grande Premio. Flávio, sabia que dezenas de orgãos de imprensa reproduziram seu texto na integra? E até a CBM, pasme, também….! Vc desesperado para falar com o Tite e depois ele tb fez uma matéria legal. O motosclassicas70 é um produto sensacional do Pasini e do Pupo, 2 amantes da história. Eles e o GP Total são duas enciclopédias. Falando nisso, aquela lista dos vips para kartodromos e autodromos, entra o Denisio e o Tucano? Girotto? CBA, CBM, Fasp, FPM. É phoda, coronelismo puro. Abçs.

  • Tem razão, FG. Rose di Primo, belíssima mulher! E a Maria João (lembra do comercial com a música do Jorge Ben e Toquinho?). Ela se casou com um americano, foi morar lá, e é mãe de uma atriz adolescente nos EUA (que esqueço o nome). SE alguém me lembrar, me ajude…

  • Antigamente….
    Minha mulher era mais esbelata, meu time jogava melhor, o meu piloto predileto ganhava corrida, o motor da equipe não estourava.
    Nas minhas memórias nada impede de um mundo perfeito.
    Como era bom , como poderia ter sido…
    Eu, com meus 22 anos, ainda vou lembrar com nostagia desse tempo presente…