He’s 64 now

SÃO PAULO (and we still need him) – Domingo James Paul McCartney chegou aos 64. Quando ele escreveu “When I’m 64”, a expectativa de vida dos britânicos era de 63 anos.

Cantarolemos.

When I get older,
losing my hair,
many years from now.
Will you still be sending me a Valentine,
birthday greetings, bottle of wine?

If I’ve been out
till quarter to three,
would you lock the door?
Will you still need me,
will you still feed me,
when I’m sixty-four?

You’ll be older too
And if you say the word
I could stay with you

I could be handy, mending a fuse,
when your lights are gone.
You can knit a sweater by the fireside.
Sunday morning go for a ride.

Doing the garden,
digging the weeds,
who could ask for more?
Will you still need me,
will you still feed me,
when I’m sixty-four?

Every summer we can rent a cottage in the isle of Wight
if it’s not too dear.
Grandchildren on our knees
Vera, Chuck and Dave.

Send me a postcard,
drop me a line,
stating point of view.
Indicate precisely what you mean to say.
Yours sincerely wasting away.

Give me your answer,
fill in a form, –
mine for ever more.
Will you still need me,
will you still feed me
when I’m sixty-four

Quem não quis mais foi sua última esposa, Heather. Vai encher as burras.

Comentários

  • Para o Roberto Brandão: o Paulo Toledo esta certo sobre Linda McCartney, ela não tem nada a ver com a Kodak, é apenas coincidência o seu nome de solteira ser o mesmo dos herdeiros do grupo, e talvez o fato dela ser fotografa tenha ajudado a difundir este boato. Sei pai era um advogado bem sucedido em Nova Iorque e o início da discordia entre John e Paul foi que este queria que seu sogro administrasse os negócios do grupo e John queria outra pessoa chamada Allan Klein que acabou se tornando empresário dos Beatles. Parece que este cara era um picareta mesmo e chegou a ser preocessado pelos Beatles por venda de material promocional que pode ser entendido como material para discos piratas com raridades gravadas em estudio. Estes discos piratas antigamente valiam uma nota, não é como hoje que disco pirata custa R$ 5,00.

  • Ao Jovino

    Por enquanto não temos agendamento para Brasília, apesar de adorarmos a cidade.
    No ano passado tocamos aí, num evento da CEF, em um bonito local ( não lembro o nome ) ao lado do Lago.
    Se pintar agendamento, eu aviso.
    De qualquer forma, se tiver passando por Sampa, entre em contato para combinarmos de assisir o espetáculo..
    Um abraço

    Edson Issamu – Beatles 4ever !

  • Ao Claudio Ceregatti

    Obrigado pela considerações. Mas é impossível chegar perto do som dos Beatles. Apenas tentamos e nos esforçamos.
    E tá convidado para o próximo show!!! Com direito a acompanhante !!!
    Entre em contato : [email protected] para combinarmos.
    Um abraço.

    Edson Issamu – Beatles 4ever!

  • Paul era mesmo um músico mais completo, e um compositor capaz de criar diferentes estilos de músicas com incrível facilidade.
    Mas não se pode menosprezar a importância de Lennon. Seria o mesmo que não reconhecer a genialidade de canções como “I am the Walrus”, “A Day in the Life”, “Hapiness is a Warm Gun”, “Sexy Sadie”, “Across the Universe”, “In My Life”, “Come Together” … e o respeito que Paul, George e Ringo (e ainda George Martin) tinha por John Lennon mostra quem era o líder do grupo. Ele deu aos Beatles uma respeitabilidade perante o mundo do rock, e mesmo perante o “establishment” (palavra velha …) que Paul sozinho não conseguiria (a despeito de ‘Eleanor Rigby” …). Dois gênios. Os dois maiores compositores do século XX.

  • Os maiores gênios dos Beatles eram o Paul e o John. O Paul mais para o lado musical, melódico e o John pelo lado mais louco, mais contestador, somando-se a um gênio chamado Jorge Martin e a músicos do naipe de Harrison e Ringo.

    Jovino

  • Simples assim: Eram 4 genios, e aos genios se permite inclusive divergirem entre sí.
    Feliz mesmo é a minha geração, que pode conhecer Beatles, viver Beatles, ver Beatles, sentir Beatles e ter tido a vida e o comportamento influenciado pelos Beatles.
    E o George ainda tinha um “problema” grave: adorava corridas e principalmente Formula 1.
    Beatles 4 ever!!!

  • Oi Roberto Brandão, em primeiro lugar, parabéns pelas suas maravilhosas colunas e por ter a idéia de reunir o pessoal na corrida do Flávio, que infelizmente, não pude ir.
    Porém discordo de vc em alguns pontos.
    Ao contrário de que muita gente pensa, Linda Eastman não era herdeira do império Kodak (tinha em comum o mesmo sobrenome dos donos, a nacionalidade e a paixão pela fotografia).
    Na primeira metade da história do grupo John foi a mola propulsora e no restante Paul assumiu a batuta, afinal Magical Mistery Tour, Sgt Pepper´s e Let it be foram idéias suas.
    Acho um pré-conceito seu dizer que Paul só criava baladinhas. Creio que John disse em How do you sleep que a música de Paul era Muzak (conhecido compositor bretão de músicas insossas, só ouvidas em elevador e consultórios) por tiração de sarro, tanto que no mesmo LP há uma foto de encarte em que ele está segurando um porco (para muitos era um recado ao Macca que aparece no LP RAM segurando um carneiro). Seria (mais ainda) enfadonho citar os petardos que ele compôs para (e pós) os Fab Four.
    De qualquer forma, acho que Paul foi o que mais sentiu logo após separação da dupla, suas músicas, apesar de boas, eram vazias, creio que pelo orgulho de querer fazer tudo sozinho – eu não preciso de vocês – John lançou LPs (adoro escrever LP!) mais consistentes.
    Só em Band and the run o cara acertou o passo e voltou a ganhar o mundo, colocando, segundo a Rolling Stone da época, sua banda entre as 5 melhores.
    Mas para mim o que importa é o legado que eles deixaram, todos, à maneira de cada um, tiveram sua importância na formação deste ícone do século XX.
    abraço a todos

  • Ao Edson Issamu:
    Feliz de voce, meu camarada, que é músico e sempre tentou imitar os Mestres do Universo…E está bem próximo.
    Imagina a gente, simples mortais, tentando ser pilotos, tentando imitar Bird, Cayres, Lameirão, Pace, Bueno, Guaraná, Ingo, Serra, Alex, Moreno, De Lamare, Emerson, Piquet, Senna, Peterson, Villeneuve…
    Sua música chega muito perto dos Beatles… Nossa pilotagem, não passa nem perto dos nossos modelos…
    Voces são sempre um sucesso… Nós, por mais que nos esforcemos…

  • Como diria o Paulo Francis, waaaaaaaaallllll….
    Este Blig está para lá de bem frequentado – além dos habitués, me deparo com o Edson Issamu do Beatles 4 Ever. A compania aqui está cada vez mais distinta…
    Concordo com o Brandão, e muita gente que acha que o George sempre foi um grande injustiçado; tanto que logo após a separação, Harrison lançou um LP triplo, uma verdadeira diarréia musical, possivelmente por quem se considerava escanteado pelos outros 2 monstros musicais.
    Creio que o problema com Lennon é que ele queria ser diferente, queria ser uma celebridade atuante, ser músico não lhe bastava, e nesse quesito foi ultrapassado tanto por paul, como por Harrison, in my humble opinion.
    Quanto a talento, a verdade é que os 3 eram muito talentosos, e é uma questão de gosto a preferência por um ou outro. A reunião de 3 músicos extremamernte talentosos provou ser instável, e não poderia durar mesmo…Pena!

  • Quando ouço Paul parece que estou ouvindo Beatles. Se escuto Lennon, parece Lennon. Portanto, chego à conclusão que Beatles era em boa parte Paul.

    Yoko revelou recentemente que na verdade John morria de inveja de Paul e se sentia pressionado para fazer as coisas do jeito que Paul queria. Help é, na realidade, um pedido de socorro do próprio John.

    A inveja de John era tanta que ele desdenhou de Paul compondo How do you sleep? Ele fez isso porque Paul disse que compôs yesterday após um sonho. Sonhou que havia escutado uma música linda dos Rolling stones e ficou extremamente enciumado. Quando acordou lembrou do sonho e da música e percebeu que ninguém a havia cantado. Resultado: nasceu ali uma obra-prima, tão magistral que despertou a inveja de John a ponto de expô-la publicamente através de how do you sleep.

  • Em tempo : Se a fortuna estimada de John (a japonesa é fantástica em investimentos e vendas) está avaliada em 500 milhões de Euros, a de George em mais de 200 milhões, fico imaginando a de Paul, que somou-se uma parte da herança da Linda (Eastman – Kodak), mais os acordos comercias com o Michael Jackson e outras cositas. A fortuna dele deve ser muito, mas muito maior do que a de John. Ele continuou fazendo shows, discos, mundo afora, trilhas sonoras. O cara já deve ser um banco.

  • Discordo do Cedar.
    A alma inspiradora dos Fab-4 era John Lennon, como bem descreve George Harrison em sua All Those Years Ago. As mais instigantes músicas e letras vinham dele. As que procuravam tonalidades, arranjos, harmonias e sons diferentes, vinham de George, sempre um curioso sonoro. Paul era, e ainda é, o rei das baladinhas. É a razão da mágoa que existiu durante um tempo entre os dois, pois John afirmou (em música) que o tipo de música que Paul fazia era música de elevador. Ringo era o moderador, meio loucão que trazia outras idéias e parceiros (músicos) amigos. Por isso eles foram o que foram. O conjunto se desfez há 37 anos e sempre teve, pelo menos, 3 ou 4 álbuns entre os 100 mais vendidos tdos os anos depois disso. Minha preferência é George Harrison. Mais sonoro e, algumas de suas letras são definitivas, como Isn´t it a Pity ou All Things Must Pass. Paul fez Yesterday, Blackbird, Let it Be e praticamente todo o último álbum sozinho. O cara é bom, gênio, muito bom. Mas, comparado com os outros dois…

  • Nasci um poouco antes da beatlemania. Passei minha infância ouvindo Beatles, pois o meu tio mais novo era, então, adolescente. Aos 9, com o dinheiro da mesada, comprei o meu primeiro LP, Let it be. Aos 27, fui naquele show maravilhoso no Maracanã. Foram 30 músicas de puro deleite. Pais e filhos se abraçavam e cantavam juntos sem essa história de choque de gerações, sem uma briga sequer no melhor estilo paz e amor.
    Creio que a única coisa que se pode imputar ao sir é a responsabilidade pelo aumento da densidade demográfica mundial…rs
    Obrigado Macca!

  • Sempre se pensou que Lennon fosse o mais genial dos Beatles, talvez por ser o mais engajado politicamente e também por se envolver em escandâlos e problemas com a emigração americana. Mas o tempo provou que Paul é que era a alma do grupo. é um compositor dos mais criativos e um dos músicos mais completo de todos os tempos, toca praticamente qualquer instrumento. Talvez não merecia ter um problema conjugal nesta idade mas a vida tem destas coisas.

  • Sei que as pessoas carentes de bom humor podem me interpretar mal, mas não resisti de transcrever aqui um trecho do texto que analisa as diferenças e semelhanças entre MacCarttney e Lennon … não lembrou os comentários que lemos sobre Prost e Senna ? … rs …

    “Na história do rock, apenas um músico é capaz de competir com Paul em estatura, obra, influência e relevância: seu companheiro de Beatles John Lennon, morto aos 40 anos pelas balas de um assassino que se declarava seu admirador. Eles formaram uma parceria sem igual no rock. Eram grandes cantores, grandes compositores, grandes inovadores. Mesmo as diferenças – John mais angustiado e carregado, Paul mais melodioso e leve – os aproximavam no trabalho de criação musical nos Beatles. Os dois não competiam com nenhum músico ou nenhuma outra banda de rock. Competiam entre si para ver quem daria, pelos Beatles, o próximo grande passo no rock. Foi à base dessa grandiosa rivalidade surda que os Beatles estiveram, até seu último disco, na vanguarda do rock.”

  • Po, já gostava de entrar aqui no Blig. Até ando tentando ver o programa Limite que eu só conheci por aqui (pq raramente assisto televisão), pra ouvir algo mais. Mas agora o Sr. Flávio Gomes subiu no meu conceito de vez! heuehuehueu

    Valeu Gomes, e viva os Bítous e Sir Paul McCartney

  • Parabéns ao nosso velho Macca.
    Devo muito à este senhor.
    Quando eu era menino, sempre quis tocar baixo como ele. Nunca consegui. Depois sempre quis tocar piano como ele. Nunca consegui.
    Sempre quis ter a fonte inesgotável de inspiração musical. Nunca consegui. A Vida sempre me pareceu mais dura.
    Depois cresci e entendi que ele era de outro planeta. Desisti. Agora tento apenas copiar suas músicas… Tento.
    Aehh… Vamos tocar esta música ao vivo no espetáculo Beatles 4 ever – Complete Works. Tá na agenda do nosso site.
    Um abraço
    Edson Issamu – Beatles 4 ever

  • Ótima lembrança de FG. Com esse negócio de Copa nem lembrei que o maior musico ainda vivo chegou aos 64 anos. Uma idade inusitada para um ex-beatle!
    Parabéns e obrigado pela lembrança FG!

  • Grande Macca ! Essa música é ótima, e faz parte de um dos melhores albuns dos BEATLES, que é o “Sgt. Pepper’s” (e que talvez contenha e minha música preferida de todos os tempos: A Day in The Life).

    Sabe o que mais ? Vou desligar o computador e escutar o Sgt. Pepper’s agora mesmo !

    Abraços a todos,

    Luiz Fernando

  • Gênios são seres humanos, e portanto, falíveis.

    Einstein e Ghandi eram maus maridos e pais..

    E eu sempre achei que a madama tinha cara de vadia, como está saindo nos jornais ingleses…

    Como dizíamos: A gente nasce, cresce, fica bobo e casa…

  • Até os gênios cometem erros…
    Essa garota vai arrancar o couro dele sem dó. Não existe divórcio barato, mas o deles vai ser astronômico.
    Genial, mas foi bonzinho demais. Vai pagar caro, muito caro.